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Anitta fala sobre DVD e amizade com os meninos da One Direction

A cantora não quis entrar em detalhes, mas disse que conheceu os boys através se amigos em comum. Quem será?

Por Ester Jacopetti/Colaboradora

A poderosa lançou seu primeiro DVD e é claro que a todateen não podia ficar fora dessa, né? Neste bate-papo, Anitta conta detalhe por detalhe – ah, ela também fala da amizade com os boys da 1D :O

Este é seu primeiro DVD. Como foi seu envolvimento com toda a produção? Você é do tipo que coloca a mão na massa e palpita em tudo?
Se você tivesse tido a oportunidade de assistir ao DVD até o final perceberia que eu me meto em tudo! Acho que em alguns momentos a minha equipe devia pensar: ‘lá vem a chata’. Brincadeira! Gostei de poder ter acompanhado todo o processo porque o DVD ficou com a minha cara e por isso tivemos que começar muito cedo.

Você pensou em algum artista que gostaria de ter convidado, mas que não foi possível?
Na verdade só teria a possibilidade de convidar alguém se eu tivesse feito uma música em que, quando eu escutasse, pensasse que era a cara daquela pessoa. Isso não aconteceu. Fui escrevendo algumas músicas durante o processo do DVD, mas não pensei em ninguém. Pelo menos até hoje não consegui pensar. Até que consegui o Projota, que é um rapper daqui de São Paulo. Nós somos amigos e eu gravei uma música na internet que fez muito sucesso e os meus fãs adoraram. Quando isso aconteceu, ele me mostrou a música e eu o convidei pra participar do meu DVD. Nós gravamos um clipe e não tem nem duas semanas que colocamos no YouTube, não fizemos nenhuma ação pra divulgar, mas já tem quase três milhões de acesso. É um recorde! Essa é uma parceria que deu muito certo.

A temática do seu DVD fala sobre céu e inferno. No seu caso quando você está no céu e no inferno?
O inferno na verdade, não é nem um inferno… Mas é a parte que a gente fica mais afoita, no processo de criação, porque dá vontade de ver tudo pronto. Sou muito ansiosa. Dez minutos antes de entrar no palco eu ficava: ‘Vamos logo’. Eu não dormi porque fiquei gravando por doze horas. Um mês antes da gravação o meu telefone era 24 horas. Sempre preocupada! Fiquei ensaiando oito horas por dia durante um mês. E a noite ainda fazia shows. Foi bem puxado. Esse seria o inferno porque me sinto motivada para criar coisas novas. O céu é quando você vê tudo prontinho. Quando eu ia para o ensaio via alguns fãs acampados em plena segunda-feira, dormindo em barracas. Isso me deixava realizada! Fiquei feliz e surpresa. Teve um dia em que levei alguns cachorros-quentes para os fãs… (Risos). Ver o resultado acontecendo é meu céu.

E o título do DVD ‘Meu Lugar’ foi você que escolheu?
O título foi minha escolha, porque eu queria um trabalho que falasse sobre a minha personalidade. Que contasse um pouco pras pessoas sobre mim. Esse é meu primeiro DVD e se Deus quiser haverá outros. Mas por ser o primeiro queria contar um pouco sobre a minha vida como artista. Sou uma pessoa oito ou oitenta. Posso brincar o dia inteiro, ser uma palhaça e ao mesmo tempo consigo ser séria e chata… (Risos) Mentira! Na verdade, sou assim desde criança, e mudo até mesmo de opinião o tempo inteiro. Eu tinha o cabelo rosa, depois comecei a usar roupa curta, depois virei roqueira… Tive várias fases da minha vida. Escutava rock e reggae, depois fui dar aula de dança de salão onde eu dançava tango e zouk. Eu estava buscando ideias de como fazer o meu DVD, porque queria mais que um show. Queria contar uma história. Olhei pro meu logotipo e vi que tinha as asinhas e o rabinho. Tinha tudo a ver. Foi quando pensei em fazer o inferno mudando para o céu. Que conta sobre a minha personalidade, sobre ser meiga e depois abusada, ousada…

Você passou por algumas transformações na sua carreira, e até mesmo a cirurgia plástica foi uma delas. No que você pensa em se transformar daqui em diante?
Eu sou assim, mas é algo meu, da minha personalidade. Desde criança que sou assim. Nunca foi algo pensado. Se eu tiver vontade de fazer alguma coisa eu vou fazer. Eu dava aulas de salão para a terceira idade e vivia nas gafieiras. É um universo completamente diferente. Quando pisquei o olho eu já estava dançando, cantando funk… Tenho isso em mim, mas é espontâneo e natural. Vou caminhando e mudando.

Acompanhando o seu Instagram a gente percebe que você se diverte muito trabalhando. No caso do DVD você tem alguma história engraçada pra contar?
No making off tem uma história engraçada. Escrevi uma cena em que haveria dois ursinhos, um do bem e outro do mal. Eles deveriam dançar. Até então o meu diretor não havia aceitado a ideia. Depois descobri que ele havia feito sem eu saber. Quando vi os caras vestidos de ursinhos fiquei louca. Eu parecia uma criança de três anos. Eu pulava com eles, dançava… Acho que eu pensava que eles eram de verdade… Sei lá (Risos). Outra história que na hora não foi engraçado, mas que vale contar é que quando cheguei à casa de shows, eles estavam com metade do palco montado. Percebi que ele tinha dois metros de altura. Quando vi pensei no meu fã que não conseguiria me ver. Convenci a equipe inteira de descer o palco todo. Eu olhava pros meninos que estavam desmontando e pensava que eles deveriam estar me odiando. No final eles falaram que fez toda a diferença pra câmera, e que realmente não apareceria o público como deveria. Por isso fiquei até aliviada porque não fiz besteira e fui coerente.

Na internet você tem seus fãs, mas também algumas pessoas que não gostam de você. Como você lida com isso?
As pessoas têm livre arbítrio pra gostar ou não de alguém. Ninguém nunca vai ter 100% de aceitação em lugar nenhum do mundo. As pessoas gostam ou não de alguma coisa. Eu acho normal!

Foto: AgNews

Foto: AgNews

 

Teve algum momento do DVD que fez as lágrimas de emoção cair mais fácil? Qual foi?
Muitos, mas na entrada quando comecei a ouvir os fãs gritarem o meu nome, de uma maneira que eu nunca tinha ouvido na minha vida, fiquei muito emocionada! Quase chorei, mas lembrei que se isso me acontecesse poderia cantar mal do início ao fim do show. A minha voz ia ficar uma desgraça e por isso segurei. Quando entrei no palco tudo se apagou e consegui fazer um show bacana. Só pensava mesmo no que ia comer depois porque bate uma fome… (Risos). Mas tem vários momentos emocionantes. Eu cantei uma música que uma fã fez pra mim. Essa foi uma forma de homenagear os fãs. Nesse momento todos eles cantaram e foi muito emocionante. Eles faziam algumas ações, quando iniciava alguma música, eles mostravam cartazes com alguns dizeres. Isso me deixou muito feliz durante a gravação.

Você está lançando um trabalho com um rosto diferente. Você acha que a foto do DVD prejudicou um pouco?
Não! Acho que o comentário na verdade por eu ter assumido algo que as pessoas não falam, não comentam, foi muito maior do que a mudança em si. Não faz diferença a foto ser de longe e sim o fato de eu querer mostrar o cenário. Não tem nada a ver com o rosto. Fui pra Europa e os fãs me reconheceram da mesma forma, e lá nem saiu matéria falando a respeito desse assunto. Ninguém reparou e nem comentou sobre isso.

Você esteve bem próxima dos meninos da One Direction na passagem deles pelo Brasil. Vocês têm mantido contato?
Tive um contato muito rápido. Nós temos alguns amigos em comum e quando eles vieram pro Brasil esses amigos comentaram sobre o meu trabalho com eles. Eles queriam me conhecer, até porque eu também canto um ritmo pop, que pega justamente o público deles. Eles me conheceram e a minha equipe também. Foi bem legal. De vez em quando falo com o pessoal, mas é sempre normal.

Você tem alguma cantora que a inspira?
Passei na minha vida inteira admirando Mariah Carey. Tudo que você possa imaginar eu tenho dela. Não pode falar mal dela porque viro o bicho. Embora, ela seja uma pessoa que eu admire musicalmente, não tem muito a ver com a minha personalidade. Quando componho tem um pouco mais de Mariah pelo fato de eu ter crescido ouvindo cantar. Acho que é um pouco inconsciente. Eu gosto muito do trabalho da Rihanna. Tenho sorte de viver na mesma época que ela. Ela tem uma personalidade incrível e forte. Eu assisti muito o DVD ‘Live At The 02’ que mostra uma estrutura enorme e ao mesmo tempo outra turnê em que ela passa por sete países e se apresenta com uma estrutura pequeninha. No decorrer do tempo ela foi encontrando a personalidade dela. Por isso a admiro tanto. Se você ver o começo do trabalho dela, percebe que é uma mulher totalmente diferente de hoje. Ela passou por vários estilos várias vezes. Usou roupas diferentes do que usa hoje. Cada álbum vinha com uma cara diferente. A Mariah não tem essa personalidade.

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