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Comportamento

Babu dá aula para meninos: “O feminismo nunca buscou a supremacia das mulheres, é igualdade”

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Babu dá aula para meninos: "O feminismo nunca buscou a supremacia das mulheres, é igualdade"
Reprodução/Twitter

Em uma conversa com Felipe na área externa nesta quinta (6), Babu deu uma verdadeira aula sobre feminismo para homens. O ator explicou que cabe aos meninos escutarem as garotas mesmo quando sentem que estão certos, e compreenderem sua posição de privilégio na sociedade.

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Quando a gente não entende um questionamento delas, algo que uma amiga minha me ensinou: cala a boca e escuta. Mesmo que você esteja contrariado, peça desculpa e vá refletir, porque é muito difícil sair da posição de privilégio”, disse Babu.

Não entendeu e não concordou? Deixa elas falarem. O homem sempre esteve na posição de autoridade e de fala”, afirmou em outro momento. “Por que elas têm que falar? É o momento delas. O feminismo nunca buscou a supremacia das mulheres, é igualdade”, continuou.

Confira o vídeo completo:

Comportamento

Enem: confira calendário para pedidos de reaplicação da prova e novas datas do exame

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Enem: confira calendário para pedidos de reaplicação da prova e novas datas do exame
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Neste domingo (17) ocorreu a primeira etapa do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020, principal vestibular brasileiro e comprovação de finalização do ensino médio. O primeiro dia de prova teve um recorde de abstenção, já que 51,5% dos alunos não realizou o exame, e mesmo assim, em alguns estados houve superlotação de salas, que impediu diversos estudantes de entrarem em suas salas e fazer a prova. Para não prejudicar os alunos que foram “barrados” ou diagnosticados com coronavírus na véspera da prova, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgou um calendário com prazos para realizar o pedido de reaplicação, bem como novas datas do exame.

Originalmente, a prova estava prevista para ocorrer em novembro, mas foi adiada. Em todo o país, diversas pessoas se movimentaram exigindo uma nova data de prova devido ao alto risco de contaminação. Entretanto, o exame só foi suspenso em 58 cidades, sendo 56 do Amazonas e duas de Rondônia.

Os alunos que não compareceram devido ao quadro de coronavírus tiveram a chance de fazer a prova em outra data, caso apresentassem laudos médicos ao Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Esse foi o caso de cerca de 8 mil alunos em todo o país, que farão a prova em 23 e 24 de janeiro.

Quem também espera poder realizar a prova nesta data são os alunos que foram barrados de suas salas de aula. Estudantes do Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo afirmaram que não puderam entrar em suas salas para realizaro exame, já que os fiscais avisaram que ali não havia sido previsto a lotação, e por isso, estes alunos “barrados” precisariam se informar sobre uma reaplicação da prova.

Confira o calendário:

18 de janeiro (segunda): candidatos que foram ao primeiro dia de Enem 2020 e sentiram sintomas de doenças infectocontagiosas já podem entrar na Página do Participante e pedir a reaplicação do 2º dia.

24 de janeiro (domingo): 2º dia de provas. Os portões abrem às 11h30 (horário de Brasília) e fecham às 13h. As provas começam às 13h30 e terminam às 18h30.

25 de janeiro (segunda): Inep abre prazo para candidatos que se sentiram prejudicados por questões de logística e infraestrutura (faltou luz no local, por exemplo) pedirem reaplicação do Enem 2020. Entram nessa condição os alunos barrados por encontrarem salas lotadas no primeiro dia de prova. E também quem perdeu o segundo dia de provas por apresentar sintomas de doenças infectocontagiosas como Covid.

25 a 27 de janeiro (segunda a quarta): Inep divulgará o gabarito oficial do 1º dia de exame (prova de linguagens e ciências humanas) até o terceiro dia útil após o 2º dia de prova.

29 de janeiro (sexta): último dia de prazo para pedir reaplicação do Enem 2020. Após essa data, o Inep não conseguirá organizar a logística para distribuição das provas impressas.

23 e 24 de fevereiro (terça e quarta): dia da reaplicação do Enem 2020 para estudantes do Amazonas e de duas cidades de Rondônia que suspenderam as provas devido à pandemia. Também farão as provas nesta data os candidatos que tiveram os pedidos de reaplicação aceitos por terem sintomas de Covid ou terem sido prejudicados por problemas de infraestrutura.

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Beleza

5 cuidados necessários para tomar antes de realizar uma cirurgia plástica

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5 cuidados necessários para tomar antes de realizar uma cirurgia plástica
Rawpixel

Em 2018 foram realizadas 1,7 milhões de cirurgias no Brasil, sendo 60% para fins estéticos, segundo o último balanço bianual da Sociedade de Cirurgia Plástica (SBCP). Lembrando que o país é um dos lugares que lideram o ranking de cirurgias plásticas no mundo.

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As intervenções mais procuradas são as próteses de silicone, lipoaspiração, abdominoplastia, plástica das pálpebras (blefaroplastia), suspensão das mamas (mastopexia), redução mamária, plástica do nariz (rinoplastia) e cirurgia do rejuvenescimento da face (lifting facial).

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Ainda de acordo com dados da SBCP, nos últimos dez anos houve um aumento de 141% nos procedimentos entre jovens de 13 a 18 anos. E, mesmo que tais procedimentos tragam benefícios para a autoestima, precisamos sempre ressaltar que toda a cirurgia pode ter risco e complicações.

Para o médico cirurgião plástico e membro da SBCP, Victor Cutait, é essencial tomar alguns cuidados antes de tomar uma decisão. “É importante manter a autoestima e a boa relação com o corpo, mas, no momento de decidir realizar o procedimento cirúrgico é primordial colocar a saúde como prioridade”, afirma ele.

Pensando nisso, o médico elencou para a todateen os cinco principais cuidados que todo paciente precisa saber antes de se submeter a procedimento estético e, assim, minimizar os riscos.

Confira!

1 – Escolha profissionais certificados e especializados em cirurgia plástica

O primeiro passo é selecionar um cirurgião de qualidade e certificado. Para isso, Cutait revela onde é possível fazer a análise.

“Certifique-se de que o médico consta no cadastro de cirurgiões plásticos no site da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. Se o nome do profissional não estiver na lista, é possível que ele não seja certificado para atuar como cirurgião plástico, o que aumenta os riscos de maus procedimentos e de morte, já que tal indivíduo não estudou para dominar as técnicas que envolvem os procedimentos”, alerta.

Para conferir o registro profissional e a especialidade do médico é só acessar este link e digitar o nome do médico cirurgião.

2 – Realize procedimentos em locais adequados como hospitais e clínicas especializadas

Antes de mais nada, é importante saber que existem variações de complexidade nas cirurgias e é justamente isso que determinará os níveis de exigências do lugar de realização. Procedimentos menos invasivos podem ser realizados no próprio consultório médico ou em clínicas, pois não apresentam riscos. No entanto, o local deve ter alvará para realizar este tipo de procedimento.

“Já cirurgias mais complexas devem ser realizadas exclusivamente em hospitais, pois são equipados com infraestrutura para que, em caso de necessidade, qualquer tipo de intercorrência seja contida, minimizando riscos de complicações e aumentando as chances de solução adequada e imediata.”, explica. “O que faz toda diferença é o cirurgião estar apto para lidar com todos os cenários que podem envolver uma cirurgia, dando todo suporte necessário para o paciente caso algo aconteça”.

3 – A relação médico-paciente é fundamental

Cutait informa que é fundamental o médico ser atencioso e disponível para sanar todas as dúvidas do paciente além de também alinhar as expectativas do resultado final da cirurgia a fim de evitar decepções.

“É importante que o paciente esteja ciente de que a beleza não é padronizada e que, o mesmo procedimento tem resultados distintos em cada pessoa”, diz.

4 – Avalie opiniões e feedbacks

É relevante verificar as considerações de pessoas que já realizaram procedimentos com o médico escolhido, um dos aspectos que determina a reputação e credibilidade do profissional. Além disso, é possível visualizar o histórico do profissional no Conselho Regional de Medicina ao qual ele é filiado e verificar denúncias no Conselho Federal de Medicina ou também na justiça, caso haja processos em nome do médico.

5 – Duvide de preços muito abaixo do valor de mercado: o barato pode sair caro

Caso o orçamento do procedimento seja muito abaixo comparado a outras clínicas, deve-se desconfiar da qualidade do serviço prestado. “O investimento da cirurgia plástica qualificada conta os honorários da equipe médica – composta pelo cirurgião plástico principal, cirurgião plástico assistente, além de médico anestesista e instrumentador; custos hospitalares e, em algumas cirurgias, o preço das próteses. No momento em que um cirurgião plástico cobra preços muito baixos, fique alerta já que, na maioria das vezes, ele pode estar negligenciando a segurança do paciente”, adverte.

“Hoje em dia há muitos conteúdos de influenciadoras digitais que mostram apenas as vantagens das cirurgias. Evidenciam a beleza e facilidade de realizar procedimentos estéticos. Toda cirurgia tem risco de complicações”, finaliza.

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Comportamento

Vacinas aprovadas, e agora? Tudo o que sabemos sobre a campanha de imunização contra a Covid-19

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Vacina aprovada, e agora? Tudo o que sabemos sobre a campanha de imunização da Covid-19

E 2021 chega com uma boa notícia para os brasileiros! Neste domingo (17), A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou a autorização para uso emergencial de duas vacinas contra Covid-19 no Brasil. A aprovação se deu por unanimidade, depois que os cinco integrantes da Diretoria Colegiada (Dicol) do órgão votaram a favor da aplicação da vacina de Oxford, desenvolvida pela AstraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford com a Fiocruz, e a CoronaVac, produzida pelo Instituto Butantan em parceria com o laboratório chinês Sinovac.

As vacinas serão usadas preferencialmente para uso em programas de saúde pública e, inicialmente, destinado para imunização de pessoas de grupos de risco como indígenas, idosos e profissionais de saúde.

primeiros status da imunização

A vacinação começou no mesmo dia da aprovação, com a aplicação de uma dose na enfermeira Monica Calanzas, funcionária do Instituto de Infectologia Emílio Ribas. Nesta segunda-feira (18), o imunizante está sendo distribuído para as regiões de Botucatu, Campinas, Marília, Ribeirão Preto e São José do Rio Preto, do estado de São Paulo. Outros 4,5 milhões de doses da vacina Coronavac estão sendo enviadas a outros Estados pelo Ministério da Saúde.

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, afirmou nesta segunda-feira (18), em evento de entrega simbólica das primeiras doses da vacina CoronaVac, que a projeção é que todos os estados comecem a vacinação ao final do dia, às 17h. Porém, ainda é possível que a imunização só seja iniciada em alguns estados na quarta (20), por questões de logística.

quantidade de doses disponíveis para a população

A aprovação do uso das vacinas se deve à 6 milhões de doses da CoronaVac vindas da China. O Ministério da Saúde informou que com esse primeiro lote de vacinas serão imunizadas 2.854.560 pessoas – vale lembrar que cada uma deve tomar duas doses. O Instituto Butantan fez ainda hoje um novo pedido de uso emergencial à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) de 4,8 milhões de doses que já estariam prontas para distribuição.

A expectativa do Butantan é conseguir duplicar a produção da vacina nesta semana, passando a produzir 2 milhões de doses diárias do imunizante. Quanto às doses da vacina da Universidade de Oxford, desenvolvida pela AstraZeneca, em parceria com a Fiocruz, havia a expectativa que também fossem usadas mais 2 milhões de doses da vacina da Universidade de Oxford em parceria com o laboratório AstraZenaca. Porém, a importação da vacina pela Fiocruz, não se concretizou e deve atrasar.

distribuição nos estados

Pazuello apresentou um critério de distribuição das doses da vacina neste domingo (17). O ministro determinou a inclusão nessa conta de uma “taxa de risco” de contaminação em cada unidade da federação, junto com uma proporcionalidade à população de cada uma. Isso significa que estados com maior risco terão mais doses do que o previsto inicialmente, situação que privilegiaria estados em situação mais críticas, como o Amazonas. Essa taxa de risco, segundo o mesmo, será variável ao longo do tempo.

Confira:

Região Sudeste – 2.493.280 doses

  • Minas Gerais – 561.120
    Espírito Santo – 95.440
    Rio de Janeiro – 487.520
    São Paulo – 1.349.200

Região Sul – 681.120 doses

  • Paraná – 242.880
    Santa Catarina – 126.560
    Rio Grande do Sul – 311.680

Região Centro-Oeste – 415.880 doses

  • Mato Grosso do Sul – 61.760
    Mato Grosso – 65.760
    Goiás – 182.400
    Distrito Federal – 105.960

Região Norte – 296.520 doses

  • Rondônia – 33.040
    Acre – 13.840
    Amazonas – 69.880
    Roraima – 10.360
    Pará – 124.560
    Amapá – 15.000
    Tocantins – 29.840

Região Nordeste – 1.200.560 doses

  • Maranhão – 123.040
    Piauí – 61.160
    Ceará – 186.720
    Rio Grande do Norte – 82.440
    Paraíba – 92.960
    Pernambuco – 215.280
    Alagoas – 71.080
    Sergipe – 48.360
    Bahia – 319.520

quando serei vacinado?

O plano nacional de vacinação já divulgado prevê duas etapas de imunização. A primeira inclui o grupo prioritário e deve durar quatro meses, ou seja, até o mês de maio. A segunda inclui a população adulta com menos de 60 anos e deve durar mais um ano. Ou seja, até maio de 2022. A primeira ainda se subdivide em quatro fases:

Primeira fase: serão vacinados os trabalhadores da saúde; pessoas de 75 anos ou mais; pessoas de 60 anos ou mais que morem em lares de idosos; população indígena, povos e comunidades tradicionais ribeirinhas.

Segunda fase: pessoas de 60 a 74 anos.

Terceira fase: vai abranger pessoas com doenças crônicas como diabetes; hipertensão arterial grave; doença pulmonar obstrutiva crônica; doença renal; doenças cardiovasculares e cerebrovasculares; indivíduos transplantados; pessoas com anemia falciforme; com câncer; com obesidade grave.

Quarta fase: serão vacinados professores, policiais, bombeiros e funcionários do sistema prisional.

Concluídas as quatro fases, começará a vacinação de brasileiros que tenham menos de 60 anos, a definir por cada estado e município.

projeções da imunização

O governo ainda estima que 70% dos brasileiros serão vacinados em 2021. O Ministério da Saúde diz que terá à disposição 354 milhões de doses em 2021. Como as vacinas que o Brasil tem até agora exigem duas doses para garantir a imunidade, isso será suficiente para vacinar 177 milhões dos cerca de 210 milhões de brasileiros. Isso daria pouco mais de 84% da população.

Projeções feitas pela consultoria científica britânica Airfinity a pedido da CNN Brasil, ainda mostram uma estimativa de pelo menos dez meses para vacinar 75% da população brasileira contra a Covid-19, significando que em outubro, três a cada quatro estarão vacinados. Há, porém, muitas incertezas, como possíveis atrasos na chegada das doses e na produção, que podem comprometer esse resultado.

eficácia das vacinas

Na última terça-feira, 12, o governo de São Paulo e o Instituto Butantã anunciaram que a taxa de eficácia geral da Coronavac é de 50,38%, um pouco acima do índice mínimo de 50% estipulado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e defendido pela Anvisa para que uma vacina contra a doença seja aprovada. Já a vacina contra a covid-19 desenvolvida pelo consórcio da farmacêutica britânica AstraZeneca e da Universidade de Oxford apresentou eficácia que varia de 62% a 90%, eficácia média de 70,32%.

Dimas Covas, diretor do Instituto Butantan, já havia anunciado em coletiva de imprensa que a CoronaVac demonstra eficácia total contra o surgimento de sintomas graves. A da AstraZeneca também já deu indícios de que é 100% capaz de prevenir casos severos. A pessoa vacinada até correria um pequeno risco de contrair o coronavírus e manifestar sintomas leves, mas a probabilidade de evoluir parar na UTI ou mesmo de morrer são mínimas. Portanto, em uma situação de descontrole da pandemia em diversos países (entre eles o Brasil), a vacinação é a principal saída.

pós-vacina

É importante ressaltar que os próprios técnicos da Anvisa que aprovaram o uso emergencial de ambas as vacinas ressaltaram que o País ainda está longe de ter um cenário em que os cuidados impostos desde o início da pandemia deixem de ser necessários. Por conta disso, ainda é fundamental manter o isolamento e usar a máscara e o álcool em gel.

O início da vacinação não nos desobriga a continuar com uso de máscara, não nos desobriga as medidas de prevenção e afastamento social. Continuaremos vivendo desta forma até termos a pandemia controlada e os contágios controlados a níveis normais de qualquer doença. Isso é muito importante“, ressalta ainda o Ministro da Saúde.

doses anuais

Pazuello afirmou no evento de entrega das primeiras doses da CoronaVac que a vacinação contra o coronavírus deverá ser repetida anualmente, em modelo semelhante ao que começa a ser aplicado, agora, ao país. “Esse modelo se repetirá ano que vem. Continuaremos tomando vacinas para coronavírus e sua variantes todos os anos em uma estratégia definida pelos [Sistema Único de Saúde] SUS. E isso vai entrar em uma normalidade como é H1N1, sarampo e outras doenças ao longo de nossa vida“, disse.

 

*Todas as informações foram retiradas da CNN Brasil, UOL e Estadão.

 

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