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Boninho entra na onda de zoações após o retorno de Carla Diaz no BBB21

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Boninho entra na onda de zoações após o retorno de Carla Diaz no BBB21
Divulgação / TV Globo

Já faz um tempo que Carla Diaz retornou ao Big Brother Brasil 2021 após um paredão falso. Entretanto, a brincadeira na web diante de tantos brothers arrependidos ainda não acabou. Entre os adeptos da zoeira está o próprio diretor do BBB21, que tirou sarro da situação no último sábado (13).

Boninho respondeu a um internauta que estava tentando localizar Sarah nas câmeras do Globoplay. “Brunão meu querido irmão, acho que está pedindo desculpas”, respondeu o diretor, fazendo referência aos brothers que seguem arrependidos com tanto falatório sobre Carla enquanto achavam que ela havia sido eliminada.

indicação de Fiuk ao paredão

Antes do paredão ocorrer, Fiuk foi visto treinando o discurso que colocaria Projota na berlinda: “Aqui dentro, às vezes tem que esquecer um pouco a gente lá fora. Vou colocar o Projota hoje. Projota, independente de qualquer coisa, sempre vou te admirar como cantor e compositor lá fora, que são coisas diferentes. Mas aqui no jogo, desde o começo, ele falava: ‘Se eu precisar votar em você, eu vou votar. Isso aqui é um jogo e eu estou aqui para jogar’”.

“Ele cobrou um posicionamento da Lumena por se aproximar de adversários e logo em seguida ele foi lá e se aproximou das pessoas. Teve um momento do paredão que eu estava envolvido, ele me tirou desse paredão e eu fui entender que era uma questão estratégica. Isso me deixou um pouco confuso, não sei se ele tem esse amor todo ou acabou usando isso de uma maneira estratégica. Fica no ar”, completa Fiuk.

Revoltado, Projota reclamou da postura de Fiuk com intensidade: “Vontade de dar uma voadora nesse moleque. […] Eu tirei ele do paredão. Eu nunca votei nele, Vitória. Eu não votei nele mesmo ele já sendo rival do Arthur”, disse para Viih Tube.

“O que eu fiquei mais mal em relação a isso é que pra tudo, desde o começo do jogo, ela tava aqui pra ele. Quando ele ficou no monstro duas vezes, ela tava ali, quando ele ficou doente, ela tava ali, quando ele machucou, ela tava ali. Isso foi muita ingratidão“, respondeu a youtuber.

Então, Projota e Fiuk finalmente conversaram sobre a indicação. “Eu não consigo entender isso, de verdade, isso foi uma punhalada, na cara dura. Talvez você não enxergue isso hoje, mas você deveria”, disse o rapper. Fiuk, então, responde: “É por isso que eu quero conversar”.

Ao ouvir isso, Arthur, que também está no espaço, ri e ouve o Líder da semana alertar: “Isso não é engraçado, Arthur”“Até para mim é um pouco engraçado, até eu ri. Eu falei o dia todo, ‘ele não vai votar em mim, até defendi’. Na última semana, se eu tivesse votado em você, você estaria no Paredão, não o Arthur”, rebate Projota.

Fiuk faz sua defesa: “Mas tem que fazer parte do jogo”. O rapper retoma a fala: “Tudo faz parte do jogo. Agora você me colocar como Líder, não tem como eu aceitar isso. Foi uma punhalada nas costas, não estava esperando isso. Esperava ir pela casa, para ter um Bate e Volta. Mas de boa, porque eu seguro a responsa. Eu imaginava que você pudesse votar na Pocah. De boa, mas agora não tem como a gente trocar. Você falou de mudança“.

Fiuk fala sobre a situação com Lumena que conta em seu discurso ao vivo: “Não é de mudança, eu vi a coisa da Lu”. O emparedado questiona: “Que horas que você chegou na conversa? Não entendi essa história. Você chegou no meio, ou te contaram”.

O brother relembra a conversa com Lumena, e Fiuk o questiona o comportamento do artista. Projota finaliza dizendo: “Não consigo entender como você aponta como um defeito de alguém aqui a mudança. Você mudou tão forte. A partir do momento que você foi para o Paredão voltou outra pessoa, completamente diferente”.

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“Sombra e Ossos” adapta de forma grandiosa os livros de Leigh Bardugo

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"Sombra e Ossos" aposta em diversidade e adapta de forma grandiosa os livros de Leigh Bardugo
Divulgação/Netflix

AVISO: esta é uma review sem spoilers, por isso pode ficar tranquile! ♥

Desde o sucesso triunfal da série Bridgerton – que teve sua estreia no final de 2020 e já tem até a 4ª temporada confirmada – a Netflix tem apostado grande na iniciativa de adaptar séries de livros aclamados pelo público para as telinhas da plataforma. E, realmente, tem funcionado.

Na próxima sexta-feira (23) a gigante do streaming lança mais uma aguardada produção original, a série Sombra e Ossos. Inspirada principalmente no primeiro livro da trilogia inicial do Grishaverse da autora Leigh Bardugo, a série conta a história de Alina Starkov (Jessie Mei Li), uma jovem cartógrafa que descobre sua rara habilidade de invocar luz do sol, poder capaz de eliminar uma escuridão que divide o reino de Ravka ao meio, a Dobra das Sombras.

"Sombra e Ossos" aposta em diversidade e adapta de forma grandiosa os livros de Leigh Bardugo

Divulgação/Netflix

A série, que conta com Eric Heisserer, como produtor e showrunner, e com a própria Bardugo, como produtora executiva, se afasta do cenário típico da Inglaterra medieval – tão comumente visto em romances de fantasia – e é inspirado na Rússia Imperial. Com efeitos cinematográficos rebuscados e um elenco talentoso, as expectativas estão nas alturas.

A todateen teve a oportunidade de conferir todos os oito episódios antecipadamente e traz uma análise adiantada dos principais aspectos da produção, separando alguns pontos importantes para você já saber o que esperar quando for dar o play!

a mescla entre Shadow and Bone e Six of Crows

A série trata, essencialmente, os acontecimentos do primeiro livro da trilogia Grisha, “Sombra e Ossos“. No entanto, como já pudemos ver pelo trailer, a produção teve a ideia – genial! – de combinar a trilogia com a outra série de Bardugo, a duologia Six of Crows. Esse fato, desde que foi divulgado, causou muita curiosidade entre os fãs, visto que a duologia se passa dois anos após os acontecimentos finais de “Ruína e Ascensão“, terceiro e último livro da trilogia.

+ Exclusiva: elenco de “Sombra e Ossos” comenta sobre personagens e revela curiosidades sobre as gravações

"Sombra e Ossos" aposta em diversidade e adapta de forma grandiosa os livros de Leigh Bardugo

Divulgação/Netflix

Por conta disso, além dos personagens de Sombra e Ossos, temos o prazer de ver interações valiosas entre os queridinhos integrantes da gangue dos Crows: Kaz Brekker (Freddy Carter), Inej Ghafa (Amita Suman), Jesper Fahey (Kit Young), Nina Zenik (Danielle Galligan) e Matthias Helvar (Calahan Skogman). De forma muito bem costurada, a produção conseguiu – modificando alguns pontos do plot inicial de Six of Crows – interligar ambas as narrativas. Tornando o resultado interessante, mas ainda assim fazendo jus às motivações pessoais, intrigas e singularidades de cada um.

o ritmo da narrativa e os efeitos especiais

Gravada em 2019 em Budapeste, na Hungria, dos cenários dos acampamentos de guerra em Ravka, até as montanhas frias perto da fronteira de Fjerda e o cenário úmido de Ketterdam, nas vielas do Barril: tudo é feito com esplendor. Os poderes dos Grishas também são lindamente desenvolvidos, bem como as cenas com o Cervo de Morozova e o esquife cruzando a Dobra das Sombras em meio aos Volkras.

Os episódios seguem uma média de 49 minutos e, como são apenas oito, em alguns momentos as coisas acontecem um pouco rápido, sem tanto aprofundamento sensorial e interno dos personagens envolvidos. Porém, esse fator não implica em nada na qualidade das atuações e da produção como um todo, principalmente no aspecto diversidade.

Da mesma forma que Bardugo evoluiu nos livros, em especial em Six of Crows e na atual série “King of Scars”, em que ela descreve e narra as aventuras de personagens explicitamente não-brancos, a produção da Netflix teve, desde o início, a preocupação de criar um universo que não fosse majoritariamente branco. Por isso, diferente dos livros, na série Alina é descendente de Shu Han, o país que corresponde aproximadamente ao Leste Asiático no Grishaverse, trazendo uma força a mais para o arquétipo “da escolhida”, que neste caso dá destaque para uma mulher amarela.

Ainda nesta questão, vale ressaltar a talentosa soldado Grisha, Zoya Nazyalensky (Sujaya Dasgupta), que logo de início na série é apresentada como birracial – algo que nos livros só acontece em King of Scars. Dessa forma, com suas origens mais nítidas na adaptação, com suas raças diretamente envolvidas, o relacionamento entre Zoya e Alina ganha uma camada muito mais complexa do que uma mera rivalidade feminina, uma vez que Zoya tem plena consciência do que significa parecer uma forasteira.

"Sombra e Ossos" aposta em diversidade e adapta de forma grandiosa os livros de Leigh Bardugo

Divulgação/Netflix

“Embora ela esteja muito ciente de sua identidade, de sua raça e de onde seus pais vieram, ela também vai usar isso como uma forma de machucar Alina, justamente porque ela – também como mulher mestiça – sabe como essas coisas doem. Ela mesma já deve ter ouvido todas essas coisas horríveis antes”, disse Dasgupta, atriz que interpreta Zoya, para o portal Polygon.

Por conta dessas problematizações, temos mais um ponto de reflexão na narrativa, que definitivamente nos mostra que as coisas são mais profundas do que parecem. Do mesmo jeito que observamos a evolução de Zoya nos livros, também temos essa aproximação dela com a Alina, de maneira orgânica e significativa, sem vilanizar ou antagonizar duas mulheres fortes e poderosas.

Um outro adendo relevante é que, mesmo sem Wylan Van Eck na primeira temproada, ainda assim temos na série cenas que retratam de forma responsável a sexualidade de Jesper e, até mesmo, de Nadia Zhabin (Gabrielle Brooks), Grisha Aeros que vive no Pequeno Palácio, trazendo representatividade LGBTQIA+. Lembrando também que tivemos a atriz Danielle Galligan para protagonizar Nina, que é uma mulher que foge da magreza padrão e traz diversidade de corpos para a série.

relacionamentos, atuações e desenvolvimento

A performance dos Crows – Kaz, Inej, Jesper, Nina e Matthias – é bastante notável. Os atores incorporaram com esplendor as características que já tínhamos visto (e amado) nos livros e certamente deixarão o coração dos fãs quentinho em vê-los na televisão em carne e osso. Além disso, outro destaque vai para Ben Barnes, que dá vida ao Darkling (General Kirigan).

Já conhecido por seu papel como Príncipe Caspian em As Crônicas de Nárnia e Logan, na série da HBO, WestWorld, Ben encarna de forma bastante realista as dores e os esquemas do Darkling. Inclusive, as cenas dele com Baghra, vivida pela fabulosa Zoë Wanamaker – conhecida por sua atuação nos filmes de Harry Potter – também demonstram uma dinâmica estupenda. Mas, ressalto que, embora o Darkling apareça e tenha destaque nos momentos decisivos, uma de suas principais cenas de glória acontece apenas no season finale, deixando a gente ~bem~ instigado para assistir a uma segunda temporada.

"Sombra e Ossos" aposta em diversidade e adapta de forma grandiosa os livros de Leigh Bardugo

Divulgação/Netflix

Além disso, como a série teve Bardugo trabalhando diretamente na produção, além de preservar a essência dos personagens, ela também teve a sensibilidade de aproveitar a oportunidade para reformular cenas que, nos livros, puderam ser interpretadas pelo público como problemáticas – principalmente no que diz respeito à relação entre Darkling e Alina.

E falando em Alina, na série vemos um desenvolvimento bem terno da Conjuradora do Sol com Malyen Oretsev (Archie Renaux). Através de flashbacks, vemos o casal de amigos nos dias de orfanato e podemos entender melhor o amor, o carinho e a lealdade que existe entre eles.

+ Freddy, Kit e Amita: team Malina ou team Darklina?

Ainda sobre as mudanças feitas no roteiro para juntar as duas séries de livros em um mesmo contexto, a história da Nina, é uma das que tiveram algumas alterações (mesmo que sutis). Os roteiristas acharam um caminho bastante criativo: conseguiram tratar um pouco do passado de Zenik, acharam uma forma de contar como ela e Matthias se conheceram e, ainda, envolver os dois – mesmo que indiretamente –  no plot principal.

Como a série é relativamente curta e se propõe a abordar um bom punhado de acontecimentos e cenas de ação, alguns aspectos mais íntimos de certos personagens – ainda! – não foram contemplados. Provavelmente pela falta de tempo, alguns dos traumas de Kaz não foram propriamente endereçados, não abordando, por exemplo, os motivos por trás dele estar sempre de luva ou o porquê dele usar a sua clássica bengala que auxilia em sua locomoção. Mas tivemos, sim, uma pequena pincelada introdutória para entender a rusga dele com Pekka Rollins, deixando o telespectador curioso para entender mais sobre.

Uma outra preocupação eram as dúvidas de como a série retrataria Kaz e Inej. Por isso eu digo: Kanej stans, podem ficar tranquiles! A sensibilidade e a complexidade do relacionamento dos dois é mantida, demonstrando a química e o carinho, mas sem exageros. A dinâmica é, inclusive, bastante semelhante às interações que vemos nos livros.

personagens humanos

Assim como a experiência que temos com os livros, a produção é bem mais que apenas uma fantasia bem construída. Mesmo em um universo fictício, vemos problemas da nossa realidade, como preconceito e racismo, sendo abordados de forma consciente, cumprindo seu (primordial!) papel cultural, que é o de trazer questões latentes para o debate público e fomentar discussões.

Dando voz e destaque para os marginalizados, Sombra e Ossos ganha o público com seus personagens humanos e reais, criando uma conexão autêntica e especial. Predominantemente de grupos minoritários, os protagonistas são poderosos e ao mesmo tempo palpáveis. Seja através de seus Santos ou de suas crenças, seja por suas bases de tolerância, amizade e lealdade, cada um, com suas individualidades mágicas, conseguem inspirar intimamente o telespectador – que termina o último episódio já ansiando por uma nova leva.

Sombra e Ossos estreia no dia 23 de abril na Netflix.

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Pai de Gilberto quer se reaproximar do filho após Big Brother Brasil

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Pai de Gilberto quer se reaproximar do filho após Big Brother Brasil
Reprodução / Instagram

De acordo com informações obtidas em entrevista exclusiva do jornal Extra, o pai de Gilberto retomou contato com a família do participante do Big Brother Brasil e está torcendo pelo filho. O ex-porteiro também se chama Gilberto e afirma que quer se aproximar do filho após o fim da participação do economista no reality show, o define como “batalhador, estudioso e engraçado” e reforça que sua aproximação não possui fins financeiros.

Segundo o jornal, senhor Gilberto se afastou da família quando o filho tinha quatro anos, afirmando que sua cor de pele não era “tão preta” para ser seu filho. O último contato de Gilberto com o pai foi quando o atual doutorando tinha 13 anos de idade e o convidou para um desfile do qual iria participar. O jornal Extra escreve que nesta ocasião, senhor Gilberto teria negado dizendo que tinha vergonha do então adolescente.

“Gilberto, o pai, no entanto, prefere apagar da memória os momentos difíceis que os dois tiveram. Vestido com a camisa da torcida do brother, ele deixa claro que quer passar uma borracha no passado. ‘Tenho muito orgulho de quem ele é quando o vejo pela TV. Meu filho está realizando um sonho, é um batalhador mesmo, estudioso, chegou longe onde ninguém podia imaginar'”, escreve o portal Extra.

Hoje em dia, senhor Gilberto luta todos os dias contra a dependência química, afirma ter deixado de usar drogas, apesar de ainda estar com dificuldade de se livrar do álcool. “Só quero poder dar um abraço apertado nele e dizer que amo muito ele. Nunca disse isso para o meu filho”, diz o pai de Gil do Vigor ao jornal.

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Após ataques racistas direcionados para filha de Pocah, noivo da cantora toma medidas legais

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Após ataques racistas direcionados para filha de Pocah, noivo da cantora toma medidas legais
Reprodução / Instagram

Na última segunda-feira (19), o perfil de Pocah se posicionou contra os ataques de racismo que a cantora e sua filha, de cinco anos, têm recebido na web. Mais tarde, o noivo da cantora, Ronan Souza, publicou um tweet confirmando que medidas legais estavam sendo tomadas.

“Vocês, que foram no perfil da Vitória falar m***, para uma criança, joga o chip fora, já achei quatro de vocês. João Pessoa, Florianópolis e 2 do Rio de Janeiro. Já já tem uma surpresinha”, disse fazendo referência às medidas legais tomadas.

Confira o desabafo do perfil de Pocah sobre o tema:

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