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Comportamento

Celebridades que superaram a separação dos pais

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Celebridades que superaram a separação dos pais

Nem sempre superar a separação dos pais acaba sendo uma fase fácil na vida dos filhos. Tem muita celeb que já enfrentou a maior barra até entender que essa era mesmo a melhor alternativa, tanto para ele, quanto para o restante da família.

Confira 5 astros que superaram o fim do relacionamento dos pais e hoje vivem de bem com a família!

Justin Bieber

Celebridades que superaram a separação dos pais

Foto: Getty Images

Os pais de Justin se separaram quando ele ainda era bem pequeno. Desde então, ele tem passado mais tempo com a mãe, a quem atribui toda sua formação. Há alguns anos, ele escreveu a música “Down to Earth”, que fala sobre o período de separação dos seus pais. “É sobre quando meus pais se separaram. Eu era bem novinho. É sobre o dia a dia e os problemas que todos nós temos. Este momento não foi um dos melhores da minha vida. É triste e uma criança sofre muito com isso. Muitos devem passar por isso, como eu, e acho que é importante dizer que os filhos não têm culpa nisso”, contou ele em entrevista, falando sobre como compôs a canção.

Mas se engana quem pensa que ele não tem um bom relacionamento com seu pai. No ano passado, ele até foi ao Canadá acompanhar a cirurgia do #dad, que se derreteu todo no Twitter com o carinho que recebeu do filho. 

Ashton Irwin

Celebridades que superaram a separação dos pais

Foto: Getty Images

O gato da 5 Seconds Of Summer contou em recente entrevista à Top of the Pops magazine que seus pais se separaram quando ele ainda era muito pequeno. Seu pai teria saído de casa e deixado que sua mãe tomasse conta da família. “Meus pais se separaram quando eu era pequeno e, sendo o mais velho, eu tive que ficar de olho na minha irmã”, contou.

A situação fez com que ele crescesse mais rápido, mas ele contou que isso não foi algo tão ruim. Hoje, ele superou a situação, cuida da sua família como um pai e ainda deu um conselho para quem está passando por uma situação similar a dele. “Não guarde as coisas dentro de você e sempre tente falar sobre seus sentimentos com outras pessoas. Realmente vai ajudar”, dissse o lindo. 

Anitta

Celebridades que superaram a separação dos pais

Foto: Leo Franco/AgNews

Anitta contou em entrevista no final do ano passado que, na época, morava apenas com sua mãe e seu irmão. Isso porque seus pais são separados desde que ela tem um ano de idade. “Quando o pai dela foi embora, ela tinha 1 ano e oito meses, eu não podia pagar babá ou deixar ela e o irmão sozinhos em casa. Então, costurava. A Anitta ia para escola e, quando chegava, sentava na máquina e fazia questão de me ajudar”, disse a mãe de Anitta em entrevista.

A funkeira contou que o pai morava em São Pedro da Aldeia, mas que sempre a visitava. Em 2013, a cantora até publicou uma mensagem no instagram para parabenizá-lo no Dia dos Pais. “Feliz dia dos pais à todos os pais e ao meu que além de tudo ainda é meu grande amigo”, disse ela.

Christina Aguilera

Celebridades que superaram a separação dos pais

Foto: Getty Images

A infância de Christina Aguilera foi bem traumática. Filha de um sargento, a mãe da cantora contou no documentário que foi ao ar no canal E! em 2009 que Christina apanhava do pai quando era criança! Foi por causa desse tipo de comportamento vindo do marido, que a mãe dela resolveu se separar e isso aconteceu quando a cantora tinha apenas 7 anos. “Minha mãe tentou por anos manter um casamento em que ela não era feliz. Eu pude vê-la torturando a si mesma emocionalmente. Eu me senti mais segura uma vez que eles estavam separados”, contou ela em entrevista à People.

Seu relacionamento com o seu pai nunca foi um dos melhores #fato. Sem falar com ele desde 1999, em 2012, ela disse que estava preparada para retomar o contato. “Eu já falei sobre como as coisas eram difíceis para mim na infância e tenho certeza que ele já ouviu falar. Imagino que ele não ficou feliz com isso. Então, talvez um dia, nós poderíamos sentar para almoçar. Tenho 31 anos agora. Talvez seja a hora”, disse.

Selena Gomez

Celebridades que superaram a separação dos pais

Foto: Getty Images

Os pais de Selena se divorciaram quando ela tinha 5 anos de idade. Durante muito tempo, ela culpou a mãe pelo fato de não ter uma família como as outras. “Eu queria ter meu pai e minha mãe juntos. Eu me lembro de ficar brava com a minha mãe. Eu ainda me sinto realmente mal por isso”. A mãe de Sel ficou grávida quando tinha apenas 16 anos e hoje a diva entende os sacrifícios que ela fez para cuidar e mantê-la bem. “Ter me aos dezesseis anos deve ter sido uma responsabilidade grande. Minha mãe largou tudo por mim e tinha três empregos. Ela me apoiou, sacrificou sua vida para mim”, disse ela. “Eu tento deixá-la orgulhosa”, completou Sel que agora defende e aceita a decisão tomada pela mãe.

 

 

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Comportamento

Sororidade: o que é este conceito e porque precisamos falar sobre ele

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Sororidade: o que é este conceito e porque precisamos falar sobre ele
Arte: Laura Ferrazzano

Hoje, dia 8 de março, é comemorado o Dia Internacional da Mulher. Embora seja uma momento de felicitações, é importante lembrar que se trata de uma data de luta e de reflexão. Dentro desse contexto, é comum que diversos termos feministas sejam citados nas redes sociais, viralizando por meio de postagens e outros conteúdos.

Mesmo que essa popularização de conceitos seja, sim, positiva para alcançar mais pessoas, o que acontece é que essas expressões acabam sendo esvaziadas. Encontrando os usuários de maneira superficial e, em alguns casos, esvaziada.

+ 8 direitos que as mulheres têm no Brasil, mas nem todo mundo sabe

E, dentre as diversas terminologias que vemos circulando por aí, é exatamente o que acontece com o termo Sororidade. Para entender com mais detalhes sobre esta definição, a todateen conversou com Juily Manghirmalani, Cineasta e Pesquisadora, focando seus estudos em torno de gênero, cinema e raça, com foco nos cinemas indianos.

“Como me entendo mulher cis, parte da comunidade LGBT e também com família Manauara e Indiana, acho que ter diferentes inserções de realidade me fizeram mais crítica às verdades que me eram apresentadas.”, afirmou ela, que sempre foi uma pessoa mais sensível aos problemas sociais. “O feminismo como teoria veio meio tarde, comecei a ter contato real somente na faculdade, quando já tinha cerca de 20 anos.”, relembrou.

A cineasta também comentou que sua trajetória no ensino superior abriu um espaço para aprofundamentos em áreas mais pessoais. “Em vivências, o feminismo está comigo desde muito pequena. Sempre questionei as diferenças entre coisas que podia ou não fazer em comparação aos meninos, sempre fui meio moleque e ficava brava em como tudo me era limitado. Isso também por ter duas famílias muito matriarcais, das quais as mulheres sempre tiveram papéis muito ativos nas decisões, então a ancestralidade também me influenciou muito.”, contou.

No que diz respeito à Sororidade, Juily define: “No dicionário, ela é colocada como uma relação entre irmãs. Nas lutas feministas, essa palavra foi adequada para a união e filiação de mulheres que compartilhavam de ideais parecidos, principalmente no campo político de emancipação e busca por direitos.”.

A sororidade, enquanto aliança política, econômica e cultural entre mulheres, possui um caráter extremamente revolucionário no que diz respeito aos avanços de pautas feministas na sociedade. Porém, por sua constante presença na internet, é um termo que passou por um certo “esvaziamento”.

+ Aborto, Lei Maria da Penha e o que o Brasil ainda precisa mudar para combater a desigualdade de gênero

“Essa é uma palavra que se tornou fácil na boca das pessoas e vazia de significado efetivo. Como vivemos em uma sociedade tão assimétrica em direitos, como as diferenças estruturais de classe e raça, metrópoles e o campo, periferia, acesso à informação e tudo mais, não tem como pensarmos que esse termo colocará todas as mulheres em um mesmo local de apoio e acolhimento, pois existem outras camadas de influências que movem esses corpos que são não somente o gênero.”, afirma a especialista.

Que continua:

“Em minha opinião, não acho que há necessidade de ressignificar a palavra em si, mas sim trazer à luz a importância da diversidade das construções sociais e das possíveis criações que dali saem. Acredito que nem toda mulher pode abraçar completamente a luta de outra mulher, sem antes colocar classe, sexualidade e raça no caminho, não pelo menos nesse momento que vivemos. Somos todas muito diferentes e precisamos saber até onde nosso braço alcança. A aliança entre as diferenças é de absurda importância, mas precisamos tomar cuidado em não sobrepor ou criar ainda mais atrito entre nós mulheres do que a sociedade patriarcal almeja.”, argumenta.

Na opinião de Juily, a união de um grupo social faz com que ele tenha mais força. “Estarmos unidas conscientemente mesmo em nossas diferenças faz com que cheguemos mais longe. Tanto em eleições, locais de poder, manifestações, acolhimento em situações de violência, empoderamento e tudo mais.”

Uma das estratégias de dominação mais bem sucedidas implementadas em nós, mulheres, é a rivalidade. Para driblar isso, a pesquisadora diz que um desses passos é “mudando a educação dessas mulheres e homens educadores (pais e mães, professores, líderes religiosos etc) que contribuem para essa rivalidade desde o início da vida.”.

+ Protagonismo feminino: 5 seriados da Netflix para maratonar no Dia Internacional da Mulher

“Se a educação de base nos ensinar que a rivalidade faz parte de uma competitividade que nos diminui e limita, vamos conseguir entender que a vitória da amiga é tão importante quanto a nossa. A coletividade é o que estrutura um movimento e uma libertação, se nos colocarmos contra a outra, estamos também dificultando nosso acesso e crescimento. Entender que não adianta caminhar só e que todas temos papéis sociais na construção de uma vida melhor para as mulheres e outras “minorias”.”

Finalizando, Juily pontua que a discussão de gênero existe há séculos.

“Muitas mulheres criaram pensamentos e reflexões sobre suas realidades e contextos históricos.
Precisamos nos manter atentas ao que já foi conquistado, lutar para que se mantenha e lutar por melhorias.
Precisamos ter memória, ancestralidade e reescrever a história apagada das mulheres.
Entender que somos diferentes em culturas, crenças e necessidades, não somente abraçar um mundo utópico de realização geral quando somos a criação desse desnivelamento todo.
Vamos seguir juntas? Apoiar as nossas e as outras, buscar entender, abrir o coração e a cabeça pro que está por trás do que nos diferencia?”

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Cinema e TV

Protagonismo feminino: 5 seriados da Netflix para maratonar no Dia Internacional da Mulher

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Protagonismo feminino: 5 seriados da Netflix para maratonar no Dia Internacional da Mulher
Rawpixel/Divulgação | Arte: Laura Ferrazzano

Hoje, dia 8 de março, é comemorado o Dia Internacional da Mulher. Data em que recebemos flores e ouvimos palavras de afeto daqueles que amamos. No entanto, somos mulheres todos os dias, e, por isso, é absolutamente necessário que conquistemos, cada vez mais, protagonismo em todos os âmbitos sociais e culturais.

A importância de vermos mulheres como heroínas de suas próprias histórias, de maneira plural, servindo de exemplo umas com as outras gera uma sensação de reconhecimento e empatia que é revolucionária.

Pensando justamente em personagens que nos inspiram e que se mostram fortes e conscientes, a todateen separou cinco séries da Netflix para você maratonar.

Confira!

jessica jones

Jessica Jones é uma mulher que sabe dos seus defeitos e sempre encontra uma forma de superá-los. Mesmo lidando com inúmeras adversidades, a detetive não desiste dos seus planos.

Sinopse: Após o fim trágico de sua breve carreira de super-herói, Jessica Jones tenta reconstruir sua vida como uma detetive particular, lidando com casos envolvendo pessoas com habilidades notáveis em Nova York.

o gambito da rainha

A atriz Anya Taylor-Joy vive de maneira inspiradora a vida da enxadrista Beth Harmon. Nessa série de amadurecimento (coming-of-age), vemos uma mulher brilhante superando traumas e medos para alcançar o sucesso.

Sinopse: Em um orfanato no estado de Kentucky (EUA), nos anos 1950, uma garota descobre um talento impressionante para o xadrez enquanto luta contra o vício e os problemas que acompanham sua genialidade.

dear white people

Baseado no filme homônimo de Justin Simien, a série Cara Gente Branca acompanha a inabalável Samantha White, vivida por Logan Browning, em sua universidade predominantemente branca. Política e revolucionária, a cada episódio Sam encontra maneiras de mostrar sua voz.

Sinopse: Uma guerra cultural entre negros e brancos vem à tona em uma universidade predominantemente branca quando uma revista de humor organiza uma polêmica festa de Halloween.

las chicas del cable

Las Chicas del Cable é uma série que nos mostra que sororidade é algo essencial. Juntas, essas quatro amigas descobrem como defenderem seu valor em um mundo de homens.

Sinopse: Em 1929, quatro mulheres vêm de diferentes partes da Espanha para trabalhar como telefonistas em uma empresa em Madri que vai revolucionar o mundo das telecomunicações. No único lugar que representa progresso e modernidade para as mulheres da época, elas aprendem a lidar com inveja e traição, enquanto embarcam em uma jornada em busca do sucesso.

one day at a time

Mesmo tendo sido oficialmente cancelado, esse reboot dá um show de representatividade. Com protagonistas latinas, o sitcom dá espaço para discussões extremamente importantes.

Sinopse: Na nova versão do clássico da TV sobre uma família de imigrantes cubanos, a mãe recém-divorciada e a avó careta criam uma adolescente e um pré-adolescente.

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Comportamento

Aborto, Lei Maria da Penha e o que o Brasil ainda precisa mudar para combater a desigualdade de gênero

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Aborto, Lei Maria da Penha, direitos das mulheres e o que o Brasil ainda precisa mudar para combater a desigualdade de gênero
Unsplash/ Rawpixel

A desigualdade de gênero no Brasil ainda é algo mais evidente do que deveria. Por mais que o país tenha passado por muitas conquistas – que devem ser celebradas – uma mobilização para firmar o que foi conquistado e definir novas metas se torna necessária em um território em que, de acordo OMS (Organização Mundial da Saúde), se encontra no 5º lugar dos países que mais matam mulheres no mundo.

No início de 2021, nos deparamos com uma conquista feminina muito importante na Argentina e Coreia do Sul: o direito ao aborto. Até então, a Argentina possuía uma legislação similar à brasileira e permitia a interrupção da gravidez apenas em casos de estupro ou se houvesse riscos à saúde da mulher.

+ Vitória das mulheres: senado da Argentina aprova legalização do aborto até 14ª semana de gestação

É importante ressaltar que casos como esse são entraves pela igualdade de gênero. Você nunca parou para pensar, que, se fosse com um homem, as coisas seriam diferentes? Giovanna Pinhanelli faz parte da equipe jurídica da Claro & Serrano Advocacia, com foco em Direito das Mulheres e evidencia problemas que permeiam a questão da legalização do aborto no Brasil, assim como vários problemas que ainda atingem a parcela feminina da população:

A gente tem uma situação de criminalização tanto da mulher que aborta quanto do médico que aborta. A questão do aborto passa por recortes de raça, classe e assim por diante. Quando a gente conversa sobre essas e outras coisas, precisa pensar que temos uma organização social que beneficia determinadas pessoas em detrimento de gênero, e na sociedade patriarcal, a mulher é menos privilegiada do que os homens.”

Grupos conservadores pró-vida são um dos principais entraves que forçam emendas constitucionais que dificultam a legalidade do direito ao aborto, não só no Brasil, como em outros países em que ele ainda não é legalizado. Neste sentido, é preciso manter a luta constante por novos direitos e, sobretudo, pela manutenção dos já conquistados, que muitas vezes passam despercebidos pela maior parte da população.

lei maria da penha

A Lei 11.340 de 2006, popularmente chamada de Lei Maria da Penha, foi criada com o intuito de aumentar o rigor das punições sobre os crimes domésticos praticados por homens contra mulheres. O que Giovanna exalta e que muitos não sabem, é que ela é um instrumento de extrema importância para lidar com os direitos das mulheres – vale lembrar que a Lei Maria da Penha é reconhecida pela Organização das Nações Unidas (ONU) como uma das três melhores legislações do mundo no âmbito de enfrentamento à violência contra as mulheres.

+ Dia Internacional Da Mulher: conheça a história por trás do 8 de março

Ao longo do tempo ela acabou se tornando um instrumento legal que é conhecido e não conhecido ao mesmo tempo. Ela tem uma parte bastante conhecida mas um restante que fica meio obscurecido, em relação a violência contra mulher, mas que também é muito importante em relação a políticas públicas de combate a violência contra mulher, que no fundo são vias efetivas de solução para assegurar os direitos das mulheres”, explica a especialista.

De acordo com Giovanna, o núcleo “duro”, que é o núcleo penal, aquele com medidas protetivas de urgência e mais conhecidas na sociedade, como medidas protetivas contra o agressor de alguma vítima de violência, são importantes, mas a Lei é muito mais do que isso e deve ser um instrumento de combate às desigualdades.

Uma parte substancial da Lei Maria da Penha, numero de artigos, mais da metade da lei se divide em duas partes: uma que é muito importante pra gente no direito que trata das formas contra a violência contra mulher e do que e considerado um núcleo domestica, familiar e um parte referente às políticas públicas de combate a violência de gênero e a toda criação de um mecanismo institucional que vise coibir isso e que vise proporcionar que às mulheres tenham diversos pontos de acesso a esse sistema de combate.”

Portanto, conhecer, usar e abusar da lei ainda é extremamente necessário no Brasil, já que pode ser uma ferramenta para combater todas as desigualdades ainda existentes em relação à mulher. “É a primeira vez que uma lei de violência contra mulher no Brasil trata das coisas de maneira sistêmica, global e transdisciplinar. Isso foi um passo mto importante pro nosso sistema como um todo e deve continuar assim cada vez mais“, exalta a especialista.

Confira tudo o que a Lei Maria da Penha abrange acessando aqui.

o que precisa mudar

Uma coisa fundamental que foi se percebendo em relação a violência de gênero é que precisamos de várias portas de entrada para o sistema de proteção à mulher, para ele ser mais eficiente não só no âmbito penal, como nas políticas públicas também.

Precisamos que haja uma porta de entrada no judiciário, uma porta de entrada nas delegacias de defesa a mulher, também porta de entrada pelo lado da assistência social, pelo campo da saúde, e assim por diante. É sobre isso que a outra parte da lei vai tratar quando ela estabelece uma série de princípios que irão ordenar a criação de um sistema melhor para o país”, diz Giovanna.

+ 17 coisas que Mc Soffia aprendeu em 17 anos sendo uma menina preta

Além disso, é necessário entender que leis vigentes no país, como a Maria da Penha, devem abranger toda mulher, independente de classe, etnia, orientação sexual, idade e nível educacional. O que acontece é que ainda há um preconceito enraizado na sociedade, que não deixa isso acontecer – políticas públicas ajudam a mudar isso.

O fato de grupos ainda propagarem “fatos” sem fundamento algum, como no caso do aborto, também é algo que precisa mudar para que o país ande para frente. Líderes políticos entram nesse tópico, o que evidencia ainda mais a falta de mulheres em cargos que possam mudar essas situações, que, mais uma vez, não estão nesses espaços não pelo campo do direito, que possui a Lei Maria da Penha, mas pelo preconceito que pode ser mudado (mesmo que minimamente) através das políticas públicas.

No entanto, é necessário dizer que ainda há tantas coisas a serem mudadas ainda, que seria impossível elencar tudo aqui. A mudança vem de conscientização, conhecimento, e pessoas dispostas a continuarem lutando. A Lei Maria da Penha é um instrumento, mas nenhum instrumento é eficaz sem o conhecimento de usá-lo da melhor forma que possível.

Outro fator de mudança, pouco falado e que não pode mais ser ignorado, é relacionada à mulheres trans, que muitas vezes não são reconhecidas como tal institucionalmente, e que ainda apresenta lacunas no ambiente público.

“Podemos criminalizar a homofobia, por exemplo, mas quando falamos em mudar a forma que a sociedade e as instituições se comportam, a gente não fala sobre direito penal, a gente fala sobre políticas públicas, onde ainda devemos buscar melhorias para que aja a total inclusão. Inclusão no trabalho, política e assim por diante“, finaliza a profissional.

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