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Comportamento

Chega de bad vibes: tudo que você precisa saber para renovar as energias em 2021 com cristais

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Chega de bad vibes: tudo que você precisa saber para renovar as energias em 2021 com cristais
Rawpixel

Que ano! A História irá lembrar de 2020 por seus intermináveis plot twists e uma pandemia para lá de avassaladora. Diante de tanta intensidade, muita gente quer apenas montar a árvore de Natal, comer panetone e separar o pijama branco para dar as boas vindas a um novo ciclo mais esperançoso.

Em meio ao ápice da grande mutação – explicamos mais sobre o fenômeno astrológico aqui – não faltam crenças e rituais pedindo por um 2021 com boas energias!

+PRÊMIO TODATEEN 2020: Veja a lista completa dos indicados e indicadas!

Maria Zarzur Ferro, mais conhecida como Tita Zarzur (@mariazarzurferro no Instagram) é uma estudiosa e amante de todo o universo relacionado aos cristais. Em um bate-papo exclusivo para a todateen, a influenciadora separou dicas para todo mundo que quiser finalizar 2020 renovando as energias com cristais.

mas afinal, por que usar cristais?

“Quem ainda não entrou na onda dos cristais em 2020, o final do ano é um ótimo momento para usufruir de todo o poder trazido por eles”, conta a bruxona dos cristais. Segundo Tita, esses amuletos são perfeitos para dar uma “forcinha” extra no campo das energias, seja em um cantinho da sua casa, durante a meditação ou prática de yoga.

top 3 para iniciantes

Na hora de comprar os cristais na loja de sua preferência, a dica de Tita é procurar pela Turmalina Negra, Quartzo ou Selenita. “[A Turmalina Negra] é ótima para proteção e para rebater a energia, assim, não é necessário fazer a limpeza a todo momento. Tenho uma grande na sala, mas amo as opções em tamanhos pequenos, que andam comigo na bolsa ou na carteira. O Quartzo também é uma bela opção pois amplia energia. Os dois cristais formam uma forte combinação, já que um limpa e o outro atrai energia positiva. Para finalizar, sempre tenho comigo uma Selenita, que também limpa as energias por conta própria”.

comprei, e agora?

“Quando compro um cristal novo, meu primeiro passo é colocá-los por cerca de 30 minutos na água com bastante sal grosso; algumas outras vezes, ao invés do sal grosso, adiciono sálvia branca no lugar. Mas atenção! Certos cristais não podem ficar por muito tempo nesse processo, pois podem perder a coloração”. Tita afirma que todas as dúvidas sobre a manutenção dos cristais podem ser encontrados em bibliografias do assunto, a indicação da influenciadora é o livro “A Bíblia dos Cristais”.

“Em seguida, lavo os cristais em água corrente e levo todos para o sol. O ideal neste momento é deixá-los secar em contato com a terra, fazendo com que eles se recarreguem ainda mais”, completa.

onde colocar os cristais?

“Amo espalhar cristais pela casa, principalmente pelo banheiro, onde existe muita descarga energética quando tomamos banho”. Tita finaliza afirmando que se você tiver a oportunidade de colocar uma pedra bruta em algum ambiente, tudo fica ainda mais potente, já que ela possui a capacidade de ampliar a energia.

Bora energizar 2021?!

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Celebs

7 títulos com personagens trans para assistir na Netflix

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7 títulos com personagens trans para assistir na Netflix
Divulgação/Netflix | Arte: Laura Ferrazzano

O dia 31 de março é a data que marca o Dia Internacional da Visibilidade Trans, uma data global que carrega consigo muita luta e reflexão. E por isso, principalmente em um país como o Brasil, cuja violência contra essa população aumenta a cada ano, é importante que a gente dê visibilidade para essa causa diariamente.

Pensando nisso, a todateen separou sete produções da Netflix que celebram e dão protagonismo para as vidas transexuais e não-binárias.

Vem ver!

Pose

Divulgação/Netflix

Ambientada na cidade de Nova York dos anos 1980, a série mostra seus personagens – interpretados por um talentoso elenco de atrizes trans – vivendo as diversas cenas sociais da cidade, incluindo a cultura dos bailes e a relação entre as casas Abundance e Evangelista. Com a ativista e escritora Janet Mock trabalhando como roteirista e produtora e Our Lady J atuando nos bastidores como produtora, a série retrata a história de seus personagens queer e trans de modo realista.

Alice Júnior

Divulgação/Netflix

Uma garota trans cheia de personalidade luta para ser aceita em uma escola conservadora e para dar os primeiros passos em sua vida amorosa. O filme ganhou três prêmios no festival Mix Brasil.

O Mundo Sombrio de Sabrina

Divulgação/Netflix

Uma nova versão para a origem e as aventuras adolescentes de Sabrina, a Aprendiz de Feiticeira, em uma história sinistra que transita pelo terror, ocultismo e, claro, bruxaria. Além de todos os problemas de Sabrina, a série também acompanha a jornada de autodescoberta feita por Theo Putman, melhor amigo de Sabrina. Theo é um garoto trans que luta contra o mal e ainda arruma tempo para arranjar um namorado.

Control Z

Divulgação/Netflix

Durante uma reunião escolar, um hacker expõe informações privadas sobre os estudantes, gerando pânico e humilhando uma aluna trans – interpretada pela modelo e atriz trans Zión Moreno. O hacker continua a revelar informações dos alunos, o que causa diversas brigas entre colegas. Nesse meio tempo, a introvertida Sofía Herrera tenta descobrir quem é o hacker antes de se tornar o próximo alvo.

Laerte-se

Divulgação/Netflix

Este documentário brasileiro conta a história da brilhante cartunista Laerte e nos convida a conhecer seu mundo, refletindo sobre sua longa trajetória de autoaceitação como mulher.

Sense8

Divulgação/Netflix

Das criadoras de Matrix e Babylon 5, as irmãs Wachowski duas mulheres trans, esta série de ação segue oito desconhecidos que passam a compartilhar sentimentos e habilidades enquanto tentam evitar seu extermínio. Uma desses oito desconhecidos é Nomi Marks, blogueira política, ativista hacker e mulher trans lésbica com muito orgulho, que usa seu talento como hacker para ajudar o grupo a fugir de seus inimigos.

Orange is the New Black

Divulgação/Netflix

Condenada por ter transportado dinheiro de drogas para a ex-namorada há dez anos, a, agora, certinha Piper Chapman tem que cumprir um ano e meio de prisão e enfrentar a realidade nada fácil da vida atrás das grades. Uma de suas colegas detentas é Sophia Burset, mulher trans que assumiu o posto de cabeleireira oficial do presídio. A atuação de Laverne Cox na série como Sophia fez com que ela fosse a primeira pessoa trans a ser indicada a um prêmio Emmy.

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Cinema e TV

Netflix, Disney +, HBO Max e mais: o streaming pode acabar com o cinema e a televisão?

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Netflix, Disney +, HBO Max e mais: o streaming pode acabar com o cinema e a televisão?
Rawpixel/Kath Nash/Montagem

Talvez você mal se lembre, mas a forma de consumir filmes, séries e documentários na década passada era através das famosas locadoras. As produções levavam até anos para sair da sala do cinema e chegar a esses locais e à programação da televisão, que tinham um certo poder sobre elas. Com a chegada do digital, esse período de tempo começou a diminuir cada vez mais e novas formas de assistir aos conteúdos se destacaram.

O cinema era o local onde as produções saíam com exclusividade. As TVs ainda tinham o direito das séries e outros conteúdos exclusivos. Porém, há poucos anos o streaming chegou e essa hegemonia das telinhas e das telonas sobre boas produções acabou tendo fim. Streamings como a Netflix surgiram e hoje em dia dominam até mesmo as principais indicações em premiações importantes da TV e do cinema.

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Em 2021, podemos ver produções vindas dos streamings ganharem espaço no Globo de Ouro e na atual edição do Oscar. Foram 42 nomeações a filmes e séries produzidas ou distribuídas pela Netflix que estiveram presentes no primeiro, um recorde que demonstra a proporção desse fenômeno. Além disso, pelo segundo ano consecutivo, a Netflix e a Amazon lideram as indicações da maior premiação do mundo do cinema. Outros serviços de streaming, como Apple TV e Disney+, garantiram suas primeiras indicações ao prêmio.

Netflix, Apple TV+, Amazon Prime, Globoplay e Disney+ são streamings exemplo de presença forte no mercado. Além destes, anúncios de novos como Paramount+ e HBO Max já aconteceram e chegam em breve. Cada vez mais os canais de TV estão migrando para essa nova plataforma e, de acordo com Ricardo Fadel Rihan, CEO da LightHouse Produções Cinematográficas Ltda, Ex-Secretário Nacional do Audiovisual, não há outra alternativa senão essa.

mas por qual motivo eles vieram para ficar?

O especialista conta que a Netflix foi pioneira ao fazer isso acontecer. “Principalmente à visão do Reed Hastings – fundador do Netflix, que mudou o paradigma da produção e distribuição de conteúdo. Criou um modelo global de produção e distribuição, apostou na descentralização da produção e no DTC (direct to consumer)” – que significa a estratégia usada que faz com que os consumidores comprem diretamente das marcas.

Além disso, é inegável que a pandemia do coronavírus teve um papel importante para os streamings darem um grande passo em sua consolidação. “Com o fechamento das salas de cinema e o confinamento dos consumidores em casa, acelerou esse processo que já era muito importante de acontecer”, diz Ricardo.

Os grandes estúdios, cujas estruturas globais de distribuição dos seus conteúdo era uma força dominante, perceberam que tinham ajudado a Netflix a canibalizar seus rentáveis negócios de TV por assinatura e não tiveram alternativa senão passar por profundas reestruturações para poderem competir com Netflix, Amazon e Apple”, continua.

o surgimento dos streamings pode acabar com o cinema e a televisão?

Redes de televisão aberta e por assinatura, com grade de programação linear, vão continuar perdendo relevância. “A distribuição no futuro será toda por streaming. Acredito que as boas salas de cinema continuarão sendo relevantes, principalmente as excelentes salas Imax, mas nunca mais terão a mesma importância que tinham pré pandemia“, diz o especialista.

Ele também acredita que a hegemonia de Hollywood vai diminuir com produções de outras regiões ganhando mais importância. As redes de TV e o cinemas precisarão pensar em novas estratégias para que não acabem muito prejudicados.

Será mais livre, democrático e diversificado.  A Globalização da produção chegou para ficar.  As plataformas de streaming gratuitas baseadas em publicidade vão crescer muito, serão a nova TV Aberta.  Os cinemas vão exibir só os grandes blockbusters e provavelmente com exibição simultânea ou quase simultânea com os streamings premium. A Warner fez essa experiência com Kong vs Godzilla e foi um grande sucesso tanto nos cinemas quanto na HBO MAX“.


Vale lembrar que a aposta já ocorre, também, no Disney+. Você não precisará sair de casa para assistir Cruella e Viúva Negra. Ambos os filmes terão estreias simultâneas nos cinemas e streaming, de acordo com o estúdio. A tendência é que isso aconteça cada vez mais.

No entanto, Ricardo acredita mais na reinvenção do que no fim do cinema e da televisão por completo, além de novas opções no mercado, que podem beneficiar tanto os produtores de conteúdo quanto os consumidores. Aumento da concorrência, da diversidade regional e a melhoria da qualidade da prestação de serviços são alguns pontos positivos que surgirão de tudo isso.

O rádio existe até hoje. O que já acabou é a hegemonia da distribuição de conteúdo, especialmente no Brasil, que foi por décadas dominado por grandes emissoras.”

como escolher a melhor opção para ver filmes e séries entre tantas opções no mercado?

Esse é um ótimo problema, nunca tivemos tanta oferta de conteúdo de qualidade. O boca a boca ainda é a melhor forma de escolha, mas a tecnologia de inteligência artificial já nos conhece melhor do que nós mesmos nos conhecemos, tem um lado bom, mas pode ser perigoso e os formuladores de políticas públicas precisam estar atentos e os consumidores preparados para impor os seus limites“, finaliza Ricardo.

 

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Comportamento

Dia do beijo: 5 leitores contam suas histórias de amor (sem furos de quarentena) na pandemia

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Dia do beijo: 5 leitores contam suas histórias de amor na pandemia
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Nesta terça-feira (13) celebramos o amor pelo Dia do Beijo, mas, muita gente está em casa, respeitando ao máximo o isolamento social, afinal, a pandemia não acabou, a taxa de imunização segue baixa, e mesmo vacinadas, as pessoas não deixam de transmitir o coronavírus. Como se esses fatores já não fossem suficientes para manter a quarentena, os números de infecções e mortes seguem elevados, ao passo que notícias sobre variantes nos preocupam todos os dias. Sendo assim, quem não tem uma parceria fixa, em que ambos estão em isolamento social, precisa deixar o momento de dar uns beijinhos para depois da pandemia. O bem estar comum é mais importante que sua vontade de sair por aí!

Entretanto, ainda dá para celebrar o amor, e por mais que a gente ame uma maratona de comédias românticas, em tempos de Covid-19, talvez seja melhor se inspirar em histórias reais, que aconteceram sem furos de quarentena, intermediadas pela tecnologia. A todateen conversou com leitoras e leitores que viveram histórias de amor, com final feliz ou não, durante os últimos meses, respeitando as medidas de segurança impostas pela pandemia.

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Nota todateen: além de respeitar o isolamento social é preciso tomar cuidado em aplicativos de relacionamento. Só é permitido usar apps de namoro quando se é maior de idade, e mesmo assim, é preciso tomar cuidado para não cair em ciladas de perfis falsos. Encontrar pessoalmente uma pessoa que conheceu nas redes sociais é perigoso mesmo antes da pandemia, então tome cuidado antes de dar esse passo.

live da Marília Mendonça

Nosso match aconteceu em oito de abril, e por mais que tivesse recebido resposta, o Tinder não me notificou, imaginei que minha mensagem havia sido ignorada. Mais tarde, finalmente, o aplicativo mostrou que meu match não só tinha respondido como também mandou outra mensagem perguntando se eu estava assistindo a live da Marília Mendonça. Migramos a conversa para o WhatsApp naquela noite e conversamos no dia seguinte também. E no outro, e no outro… Após dez dias conversando, assistimos um filme pelo Netflix Party. Dezenove dias depois, trocamos playlists no Spotify.

Foram 5 meses e 5 dias até o dia 13 de setembro, quando finalmente nos encontramos pessoalmente – em casa, para não quebrar o isolamento que estávamos fazendo. Eu fiz o pedido de namoro e desde então tem sido leve e incrível. A gente se faz presente apesar da distância física – que aumentou, agora com a piora da pandemia. Fazemos muitos dates online, assistimos filmes e séries (temos uma lista desde maio, que atualizamos todo mês).

sorvete de tangerina

A gente se conheceu em junho do ano passado, pelo Tinder. Conversamos bastante e me empolguei. Meu último relacionamento havia acabado antes da pandemia e não havia sido bom. Pensei “nesse vou me jogar de cabeça”. Quando nos vimos pela primeira vez, foi de máscara, e em três semanas já estávamos namorando.

Como parceiros fixos, começamos a frequentar a casa um do outro para não furar a quarentena, mas depois de um tempo, notei que meu sentimento era uma paixão inicial, porque comecei a ter um contato mais intenso e perceber que não estava me relacionando com a pessoa que imaginava. Nossas opiniões políticas eram muito diferentes, não gostava de alguns comentários que escutava, e depois de um tempo, tudo me irritava. Lembro de ter ficado com raiva por conta da escolha de um sorvete de tangerina.

Como não era justo manter a relação, resolvi ter uma conversa séria, porque não sentíamos mais o mesmo. Entretanto, acabamos decidindo tentar mais uma vez, por mais que eu já sentisse que não iria dar certo. O tempo passou e nada mudou, cogitei terminar tudo, mas, bem nesse período, haveria uma prova, e por mais que eu não fosse fazer também, percebi que me colocando no lugar da outra pessoa, seria muito ruim perder a concentração de algo tão importante devido a um término. 

Dois dias depois da divulgação da aprovação no exame, marquei uma conversa. Foi bem triste, houve muito choro, mas senti que foi a coisa certa a ser feita, não tínhamos futuro. Depois de um tempo, voltei a receber mensagens nas redes sociais, tudo porque minhas curtidas em fotos criaram uma esperança de que poderíamos voltar. Tive que dizer que não.

Acho que um relacionamento é construído por duas partes, sinto muito por ter sido essa pessoa, por não ter sido recíproco, mas espero que nós dois encontremos alguém que nos ame como merecemos.

sugestão do Facebook

Por mais que a gente não se conhecesse antes da pandemia, o Facebook sugeriu o perfil como amizade, talvez porque tínhamos muitos amigos em comum. Acabei mandando a solicitação e consolidamos a amizade na rede. Quando vi uma foto nova na timeline, corri para reagir e logo em seguida recebi uma mensagem no privado. Descobri que antes da pandemia nós havíamos ido para as mesmas festas diversas vezes, temos até uma foto juntos!

Foram dois meses conversando pelas redes sociais até nos encontrarmos pessoalmente. Para não precisar sair de casa, fazemos lanches, assistimos séries, filmes (o que eu acho que só nos aproximou mais e fez com que nos apaixonássemos muito rápido). Não passaram nem 30 dias e já começamos a namorar, e agora, já são dez meses.

flerte no Instagram

Recebia sinais de que havia um interesse de flerte desde 2019, pelo Instagram, onde nos conhecemos, mas no período não queria me relacionar. Como continuei recebendo mensagens, resolvi retribuir, mas só fiz isso no início da pandemia. Ficamos meses conversando pelo WhatsApp, por conta da quarentena. Eu me apaixonei sem um encontro físico.

Em junho nos encontramos em casa pela primeira vez, e depois seguimos em contato constante, por mais que os encontros fossem mais virtuais, porque não queríamos furar o isolamento social um do outro. Entre a faculdade, estágio e os obstáculos da pandemia, acabou sendo uma época péssima para começar um relacionamento.

Senti que também não havia da outra parte um preparo para um namoro naquele momento. Resolvi colocar um fim e seguir em frente, mas, agradeço por todo o apoio naqueles dias difíceis e sem esperanças, pelas risadas, pelos momentos, não me arrependo de nada.

namoro em isolamento

Estávamos nos conhecendo desde outubro de 2019, e então, a pandemia chegou. Ficamos um bom tempo sem nos vermos pessoalmente, só fazíamos chamadas de vídeo. Até que fiz um convite: uma viagem, junto com a minha família, saímos da metrópole e ficamos em uma casa nossa, isolada. Depois de semanas unidos em quarentena, resolvi fazer o pedido de namoro, com uma folhinha seca na mão.

Acho que o mais “estranho” de começar a namorar na pandemia é o fato de eu estar vivendo tantos momentos positivos no pior momento possível. Todo o nosso namoro foi em casa e passamos por coisas muito ruins durante esse tempo, tive que superar uma perda.

Agora nós dois estamos trabalhando em cidades diferentes em áreas relacionadas à saúde, o que torna nossos encontros bem mais especiais pelo fato de termos pouco tempo juntos!

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