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Comportamento

10 coisas que toda garota com cólica forte gostaria de te contar

Porque esses dias não são fáceis mesmo…

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10 coisas que toda garota com cólica forte gostaria de te contar
@danamayfay/freepick

Todo mês, zero novidades! A cólica vem com tudo e traz com ela vários sentimentos, dores e sensações… A gente sabe que não é fácil passar por isso, ainda mais quando aparece alguém dizendo que é frescura!  Por isso, listamos 10 coisas que toda garota que tem cólica forte gostaria de contar pra essas pessoas.

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Desmistificando o nanismo: conheça a história de Rebeca Costa: “Somos singulares”

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Desmistificando o nanismo: conheça Rebeca Costa
Rawpixel/Divulgação

O dia 25 de outubro é dedicado para o combate ao preconceito contra às pessoas com nanismo. Também celebrada em outros países, a data busca trazer debates e informações, sempre salientando as conversas sobre inclusão e desconstruindo conceitos capacitistas, isto é a discriminação e o preconceito social contra pessoas com alguma deficiência.

O nanismo é uma condição causada pela falta de crescimento, que resulta em uma pessoa de baixa estatura se comparada a outras pessoas da mesma idade e sexo. No Brasil, o nanismo foi reconhecido como deficiência física em 2004.

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Na tentativa de desmistificar cada vez mais o nanismo, a todateen conversou com Rebeca Costa, modelo, influenciadora digital e diretora de projetos da Annabra (Associação Nanismo Brasil), uma associação composta por pessoas com nanismo e pais de pessoas com nanismo, que visa atuar na promoção de políticas públicas de inclusão e acessibilidade, além de adquirir conhecimento para atender às demandas das pessoas com nanismo e suas famílias, contribuindo para o desenvolvimento pessoal e social.

“Eu sempre tive uma relação boa com meu corpo”, afirmou Rebeca, que sempre teve uma base familiar estruturada. “Sempre digo que o nanismo não foi apresentado pra mim, então eu não passei por um processo de aceitação, mas sim um processo de reconhecimento de quem eu sou. Então meus pais não pularam nenhuma etapa. Conforme o tempo passou eu fui vendo o que eu tinha naturalmente.”, explicou ela.

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No entanto, embora a modelo não tenha experimentado um processo de aceitação corporal, Rebeca conta que isso não significa que sua autoestima sempre tenha sido alta. “Eu nunca, em nenhum momento, tive um processo que foi preciso sentar para me falar sobre as dificuldades, meus pais sempre foram muito diretos. Então em qualquer situação que acontecia, algum tipo de preconceito, eles me explicavam da maneira mais direta e mais sensata possível.”, contou.

Rebeca, também é criadora do perfil no Instagram, “looklittle“, que tem como principal objetivo ajudar outras mulheres e seres humanos a entenderem como é, de fato, ser diferente. “Mostra uma vertente diferente do que a mídia carrega, do que a sociedade entende como nanismo.”, disse.

O propósito é esse mesmo, desmistificar tudo que as pessoas maquiam e por acaso saiba sobre o mesmo. Então eu tento trazer conteúdos meus e de outras pessoas com deficiência para elas mostrarem que isso é um detalhe. Eu ajudo as pessoas a reconhecerem o intuito de ajudar a pessoa entender que ela é linda e bonita por ser quem realmente é.

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Na conversa, a modelo ainda destacou a acessibilidade como um dos maiores desafios das pessoas com nanismo. “Herdamos todos os tipos de acessibilidade que é feito para outro tipo de deficiência, então não temos lugares feitos com a nossa estatura.”, explicou ela, enfatizando que eles recebem adaptações pensadas para outros tipos de deficiência. “As pessoas tem que entender que toda arquitetura feita para uma pessoa com deficiência requer individualidade, cada um tem sua forma individual de ser.”, falou ela.

Além disso, Rebeca também abriu o coração e reforçou a necessidade de empatia. “As pessoas nos julgam muito como seres inferiores, não conseguem entender que nós somos singulares.”, disse. “A aceitação não é obrigatória, mas o respeito é. Então a sociedade tem que ser empática e tem que respeitar. Dia 25 de outubro é um dia incrível, é um dia que eu agradeço muito porque nos dá a chance de fazer o nanismo ser reconhecido por novas vertentes e de novas conquistas ao combate ao preconceito, isso é necessário para que as pessoas tenham a capacidade de enxergar que nós existimos.”.

Olhar diferente que não é exposto na mídia na verdade, ela não é nada daquilo que é exposto na mídia, então o dia do combate veio para reconhecer que a gente luta, que nós temos direitos iguais. Como qualquer outra pessoa.”

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“Eu já passei por várias situações em que as pessoas me trataram de forma diferente em relacionamentos, amizades, trabalho dentre outras coisas.”, contou ela. “O problema de não me respeitar é da pessoa e não meu. Quando a pessoa me trata diferente, eu revido com que eu tenho de melhor, o meu conteúdo. Eu demonstro com a minha capacitação, com o meu caráter e princípios.”, explicou ela, dizendo que não pretende se deixar abalar com os preconceitos externos.

Para tornar a sociedade um ambiente mais igualitário e saudável, Rebeca indica a busca de informações para entender as pessoas com nanismo. “É você entender que os estudantes tem que sair um pouco da teoria e aprofundar na prática.”, disse. “Eu faço diversos atendimentos para faculdades, recebo muitos e-mails por dia de alunos de arquitetura, moda e medicina querendo consultoria. Só que muitas vezes desanimo porque não sai muito da da teoria. E o assunto fica na na na gaveta e eu acabo sendo objeto de notas.”, desabafou ela, que destacou a necessidade de trazer os assuntos cada vez mais para a prática.

Com relação aos estereótipos capacitistas acentuados pela mídia, a influenciadora comentou que é preciso ressignificarmos nossos pensamentos. “Acontece que nós temos direito de ser quem quisermos. Acontece que nós somos totalmente diferentes um do outro, apesar de ter a mesma deficiência, não somos iguais a todos. Então a ressignificação acontece quando você começa a conhecer e estudar o que que a pessoa é de forma unitária, de forma singular.”, ressaltou ela.

Para todas as mulheres em busca de aceitação, Rebeca também deu alguns conselhos. “Aceitar é apresentar um objeto a uma pessoa e dizer que aquilo é algo e você simplesmente aceita. Reconhecer é entender o conceito é saber os materiais, as substâncias, os princípios do que você é feita. Como você se enxergava antes de alguém te dizer que você deve somente se aceitar?”, questionou ela.

“O maior conselho é que você descarte qualquer tipo de manipulação ou qualquer tipo de aceitação, porque aceitação não existe, mas sim o reconhecimento. É muito gostoso, é muito gratificante quando você se reconhece diariamente. Existem diversas versões que você pode construir de você mesma.”, explicou.

“Espero que você possa ter essa maturidade e essa gostosura de se enxergar e se reconhecer”, falou.

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Exclusiva: Priscilla Alcântara fala sobre experiência em “A Caminho da Lua”

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Exclusiva: Priscilla Alcântara fala sobre experiência em "A Caminho da Lua"
Reprodução / Netflix / Instagram

Nesta sexta-feira (23), estreia na Netflix o emocionante “A Caminho da Lua“. Do diretor Glen Keane, vencedor do Oscar, a história narra a vida da pequena Fei Fei, uma garotinha apaixonada por ciência que constrói uma nave espacial e parte para a lua determinada a comprovar a existência de uma deusa lendária. Chegando lá, ela acaba assumindo uma missão e descobre uma região habitada por criaturas fantásticas. A Caminho da Lua é uma divertida aventura musical que revela o poder da imaginação e mostra a importância de seguir em frente diante do inesperado.

O filme é super emocionante e contou com Priscilla Alcântara na voz da música tema do longa. A todateen conseguiu uma entrevista exclusiva com a cantora e quis saber: o que o filme significou para ela?

Tanto o filme quanto a oportunidade de interpretar a música tema do filme, então as duas coisas representaram muito pra mim. A realização pessoal de ser intérprete de uma música tema de um filme, de estar dentro de uma trilha sonora, e o filme em si, que carrega vários temas e uma história linda, e que eu pude me relacionar muito“.

inspiração

O longa traz uma maneira muito bonita de lidar com a morte e o luto, e Pri contou que isso a inspira até para escrever algumas músicas. “Tem tantos pontos e características da Fei Fei que a gente poderia escrever álbuns sobre isso“, ela brinca. “Mas é engraçado que a própria música tema, ‘Vou Voar, super se relaciona com uma música que eu já escrevi para um álbum meu, chamada ‘Liberdade’, e foi um dos motivos que eu super enlouqueci quando ouvi pela primeira vez“, conta Priscilla.

o convite para cantar

O convite da Netflix chegou bem de surpresa“, relembrou a cantora. “Eu não estava esperando, obviamente, mas dentro do meu coração eu sempre esperei a oportunidade de fazer parte de uma trilha sonora. Então foi muito especial, porque era algo que eu já queria que acontecesse. Foi no melhor momento possível“.

Pri ainda contou que interpretar a música não foi tão fácil quanto ela esperava, pois é um tipo que ela não está acostumada a fazer dentro de um estúdio. “É uma música orquestrada“, ela explicou. “Eu fui muito desafiada nisso, mas eu amei. O resultado foi muito satisfatório. Foi uma experiência que me fez crescer ainda mais como cantora e intérprete“.

bastidores

A Netflix também divulgou os bastidores de como foi gravar a música tema. No vídeo, Priscilla comenta que a música tem o “poder da imaginação”. Segundo ela, a capacidade de sonhar é um lado lúdico da nossa criança interior que todo adulto tem que manter.

Confira:

trailer

O filme já está disponível na Netflix e a gente deixa aqui o trailer para você conferir a história de Fei Fei:

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Exclusiva: Jenna Evans Welch, autora de “Amor & Gelato”, fala sobre seu novo lançamento e dá conselho amoroso!

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Exclusiva: Jenna Evans Welch, autora de "Amor & Gelato", fala sobre seu novo lançamento e dá conselho amoroso!
Rawpixel/Divulgação

Jenna Evans Welch sempre foi uma leitora voraz e, no auge dos seus 7 anos de idade já tinha uma certeza: iria se tornar escritora quando crescesse. Dito e feito. Com os livros Amor & Gelato e agora com seu mais novo lançamento, Amor & Sorte, publicados no Brasil pela Editora Intrínseca, Jenna entrou para a lista de best-sellers do New York Times.

Para falar mais sobre o segundo livro da série Amor &, Jenna bateu um papo com a todateen, comentando diversos aspectos não só da produção, mas da história em si. A autora também revelou quais são seus próximos passos e deu um conselho super especial para quem está com o coração partido!

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Confira!

Quando você realmente decidiu que gostaria de se tornar uma escritora?

Eu consigo me lembrar de ter 7 anos de idade e já querer ser escritora. Desde que eu descobri os livros eu me apaixonei, e eu só lia e lia. Eu decidi que eu queria escrever para adolescentes quando eu tinha 11 anos. E… agora eu tenho 34 anos e quando eu era mais nova, realmente não existiam uma boa variedade de livros no mercado do gênero Young Adult [jovens adultos]. E eu lembro que eu li tudo na biblioteca das crianças e eu lembro de ficar animada para procurar os livros que eram para adolescentes. Eu queria livros que eram pra um pessoal um pouco mais velho, mas que ainda fossem divertidos e tivessem um pouquinho de relacionamentos e beijos. E eu lembro de ir pra biblioteca e tinha tipo uma prateleira. E todos os livros eram sobre líderes de torcida e eu não fiquei impressionada. Eu fiquei tão desapontada e eu lembro de falar pra minha mãe “eu vou escrever os livros que eu gostariam que estivessem lá”. E eu só fui para a seção dos adultos e comecei a ler coisas que, honestamente, eram maduras demais para mim, mas ainda assim fico feliz de ter lido todas as coisas que eu li. Mas eu estaria no céu se eu tivesse sido uma adolescente nos dias de hoje.

E de onde você tirou inspiração para escrever “Amor & Gelato”, e agora “Amor & Sorte”?

Então, “Amor & Gelato”… eu fiz o ensino médio em Florença, na Itália. Eu fui para aquela escola que eles citam no livro e eu realmente não baseei nenhum dos personagens em alguém que eu conheci em particular. Mas eu tive algumas inspirações. Exceto uma personagem e… uma ideia! Eu tinha uma amiga que morava em um cemitério americano, bem perto de Florença. E ela praticava corrida, e ela corria por entre as lápides. E eu lembro de pensar “isso é um cenário tão legal para um livro”. Então eu carreguei essa ideia comigo por um bom tempo.

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E falando agora de “Amor & Sorte”. Eu soube desde o início que eu queria escrever sobre a Addie. Ela simplesmente… na verdade eu acho que nada sobre escrever “Amor & Gelato” foi fácil para mim, com exceção da Addie. Ela só apareceu e ela foi tão fácil e divertida. E eu acho que ela tem meio que essa ousadia que eu sempre desejei ter – especialmente quando adolescente. Então eu sabia que queria escrever sobre ela e… é engraçado porque eu acho que a primeira inspiração veio porque… bom, eu costumava dirigir até a casa dos meus pais e tinha esse pequeno carrinho quebrado no meu caminho. E eu costumava pensar que deveria ter uma história. E meio que se tornou na história dela e do irmão dela. No começo eu ia narrar a história se passando nos Estados Unidos, foi meu editor que sugeriu Europa de novo. E imediatamente eu soube que eu queria que fosse na Irlanda. Eu amo a Irlanda! Isso foi divertido!

Você chegou a ir para a Irlanda para escrever o livro? Fazer uma pesquisa de campo?

Sim! Na verdade eu fiz a viagem de carro mais doida de todas para fazer essa pesquisa! Eu tinha acabado de ter um bebê e minha editora tinha acabado de fazer a sugestão “e se meninas no exterior for a sua praia?”. E logo que ele disse isso eu senti esses arrepios nos meus braços e eu fiquei tipo “sim, essa é a minha praia!”. Então eu tive que descobrir como eu ia conseguir ver o máximo possível da Irlanda, sem deixar meu bebê por muito tempo. Então eu pedi para a minha melhor amiga, eu liguei pra ela e falei “você quer ir para a Irlanda comigo na semana que vem?“. E ela ficou tipo “Ah… tabom!”. Nós fizemos uma viagem de carro e a gente teve 72 horas. Começamos na costa oeste e dirigimos para a costa leste. E foi tão… foi realmente rápido. Tipo, a gente pegava o nosso guia e ele dizia algo como “passe três dias na Península de Dingle” e eu ficava tipo “nós temos três horas! vamos ver tudo!”. Então foi bem parecido com a história mesmo, eu me diverti demais conhecendo a Irlanda. É muito mágico.

Você se inspirou na sua própria viagem para narrar a da Addie?

Sim! Especialmente nas partes que falam da mãe dela, que está tendo muitas dificuldades para dirigir e fica xingando o tempo todo. Aquela fui eu a viagem toda. Minha amiga teve que assumir porque eu tava sofrendo muito de ter que dirigir no lado oposto da estrada e ainda ter que ir imaginando a história. E a gente viu tudo que está no livro.

Vocês chegaram a ver o anel de fadas?

Sim! Os anéis de fada! Eu tenho que dizer que o anel de fadas do livro eu coloquei em um lugar diferente do que realmente é. Embora tenham vários. E uma leitora entrou em contato comigo e me disse que ela achou usando o meu livro e eu fiquei tipo “Oh!”. Acho então que tinha um no lugar que eu coloquei e isso meio que me deixa arrepiada. E no anel de fadas, eu não consegui chegar até o centro dele porque estava trancado. Mas era esse lugar verde, lindo e admirável, que junto da luz do sol entrando deixou tudo muito mágico. Foi lindo.

Outro destaque é o guia de viagem “Irlanda para corações partidos”. Como foi pra você escrever o guia?

Em “Amor & Gelato” eu tinha o diário da mãe como algo que fazia a história seguir em frente e eu gostei muito de escrever daquela maneira. Então eu basicamente inventei uma forma de fazer aquilo de novo. Porque é tão importante pra mim curtir e me divertir enquanto eu escrevo. E aí eu pensei “talvez eu devesse fazer algum guia ou algo do tipo pra transmitir algumas coisas mais sérias”, e aí eu achei essa voz divertida e eu pensei… na verdade eu gostaria de lembrar de onde é que veio a ideia do coração partido, mas tudo meio que apareceu pra mim. E eu sinto que esse estilo de escrita é muito verdadeiro e está totalmente em consonância com a minha própria voz, então foi muito fácil e divertido escrever essas partes. Muitas pessoas me perguntaram se era um livro de verdade! Eu até pensei se eu não devesse escrever um pouco mais e publicar.

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Qual foi a cena que você mais gostou de escrever?

Eu acho que a cena da cerimônia da rainha Maeve. Eles chegaram no festival e os amigos dela estão construindo, engrandecendo ela, certo? E aí uma das primeiras coisas que eu escrevi dessa cena no livro foi quando a Lina está falando sobre como a Addie estava lá pra ela quando sua mãe estava morrendo. E como foi pra Addie quando ela recebeu a ligação e correu descalça pelo hospital e as enfermeiras estavam tentando pará-la. Quando eu escrevi isso eu estava chorando tanto!

Eu estava, na verdade, pensando em uma amiga minha que perdeu a mãe e em como eu me senti desamparada. Sobre o quanto eu queria ajudá-la e às vezes querendo com que ela ficasse sabendo que eu iria chegar até ela o mais rápido possível. Essa foi a cena que eu mais gostei.

E qual foi a cena mais difícil pra você escrever?

Honestamente, muito desse livro foi difícil de escrever. Eu tive muita dificuldade de descobrir como encerrar a história. Basicamente, quando o carro quebra e eles ficam meio que encalhados. Bem na parte em que o segredo da Addie vem à tona, eu tive dificuldade de entender como eu iria entregar e explicar o que tinha acontecido com ela.

Sobre a personalidade da Addie. Eu simplesmente a amo então eu queria saber o que você mais gosta nela?

Eu amo o quanto ela é ousada e eu amo o quão leal ela é. Eu acho que lealdade era a principal característica que eu queria que ela tivesse. Ela é alguém que faria qualquer coisa pelas pessoas que ela ama. E para alguém como ela, que é tão leal, o fato de ter sido traída foi terrível demais. Então eu acho que o que eu mais amo nela é a lealdade dela e o comprometimento dela com os amigos e irmãos.

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O Rowan também é um personagem incrível. E ver ele, Addie e Ian interagindo é incrível. Como foi pra você escrever essas cenas?

Eu amei escrever as cenas dos três juntos, eu amei o Rowan. Eu tinha a intenção de não tornar ele o cavaleiro da armadura reluzente para resgatar ela [Addie]. Eu acho que, você sabe… muitas pessoas acharam que ia ser muito parecido com o primeiro livro [“Amor & Gelato”] e que teria um grande romance. E eu queria que houvesse uma possibilidade de tudo isso, mas eu realmente queria que a Addie salvasse a si mesma. Sabe? Para ela perceber sua própria força interna. Então eu senti o Rowan como um bônus muito divertido. Alguém que a gente gostaria de passar tempo junto, né? Eu me diverti muito escrevendo sobre eles.

E de onde veio a ideia para a rainha Maeve? Como você entrou em contato com ela?

Antes de eu ir para a minha viagem, um amigo de um amigo, que tinha passado um tempo na Irlanda, sentou comigo e ele estava me falando sobre todos os lugares que ele mais tinha amado – a maioria deles eu nem cheguei a ir porque eles eram mais ao norte da Irlanda. E ele me falou sobre a tumba da rainha Maeve. E eu lembro de achar aquilo tão interessante! E aí quanto mais eu eu comecei a pesquisar, mais eu conseguia ver quanto ela tinha a ver com a minha personagem. Com essa veracidade e eu amo essa personagem feminina forte irlandesa e eu realmente queria deixar ela lá o máximo possível.

Como foi pra você entrar em contato com a Lina e com o Ren de novo em “Amor & Sorte”?

Foi muito legal e foi divertido eles serem mais secundários. Eu lembro de ter realmente sentido que eu tinha dito adeus à eles, quando eu acabei de escrever “Amor & Gelato”. E eu fiquei “Ok, aí vão eles! Espero que as pessoas gostem de vocês!”. Então foi legal vê-los por um momento. Eu não senti que eles eram totalmente imprescindíveis para a história enquanto eu estava escrevendo. Então eu não sei, foi tipo uma coisa muito engraçada ver como o meu foco estava em outro lugar.

Eu não consigo contar a quantidade de e-mails que eu recebi perguntando se eu ia escrever sobre eles novamente. Então eu fiquei “espero que essa aparição tenha sido suficiente”.

E qual é o seu maior objetivo com as suas histórias? O que você quer que as pessoas sintam enquanto elas leem seus livros?

Ok… essa pode ser uma metáfora engraçada. Mas é realmente o que eu penso. Eu quero que os meus livros tenham gosto de cupcake, ou seja, eu quero que eles sejam doces e divertidos e tão deliciosos que você só quer devorá-los. Mas eu também quero que eles tenham os nutrientes necessários, sabe? Então o que eu quero dizer com isso é que eu quero algo que, talvez, você curta e goste demais, mas que você também saia com algo importante.

Eu realmente me sinto honrada de estar escrevendo para adolescentes e eu levo muito a sério. Eu quero dizer a eles coisas que eu gostaria de ter ouvido na idade deles e eu quero explorar assuntos que são importantes para eles. Eu me importo muito em explorar dinâmicas familiares e eu acho que, especialmente nessa idade, em que os meus personagens têm entre 16 e 17 anos, é quando os jovens estão começando a tentar entender quem eles querem ser. E perceber que eles têm o controle de suas próprias vidas. E eu acho que isso é um momento tão importante para as pessoas, então eu quero minhas histórias sejam divertidas e quero que eles saiam dela levando algo que possa ajudá-los.

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Se você pudesse dar um conselho para alguém que está de coração partido, o que você diria?

Essa é uma pergunta ótima! Eu acho que a última entrada do último capítulo de “Amor & Sorte” é realmente o meu conselho. Resumindo ele, basicamente, nós somos feitos para termos os nossos corações partidos. E eu não quero soar piegas ou clichê, mas vale a pena se arriscar para amar e ser amado. Vale a pena tentar se conectar com as pessoas e a gente vai se machucar, mas a outra opção é nunca se abrir. E isso, ao meu ver, é mais dolorido. E eu acho que cada uma dessas dores vão moldar você para que se torne quem você quer ser.

Você gostaria de ver seus filmes nas telonas?

Sim! Eu só estou dizendo sim para essa pergunta para que o universo saiba que eu estou preparada. Estou preparada! Eu acho que seria tão legal e divertido, e só de pensar em ver minhas personagens e assisti-las, me dá arrepios todas as vezes que eu penso nisso! Eu acho que eles fariam séries ou filmes muito legais!

E, sobre o futuro! Você já tem mais coisas vindo por aí? Quais são os seus planos?

Eu até estou com o meu quadro aqui exposto porque eu estou divulgando isso bastante aqui [nos Estados Unidos]. “Love & Olives” [o 3º livro da série “Love And”, ainda sem nome em português] vai ser lançado no mês que vem nos EUA e é o terceiro e final livro da trilogia. E acabou de ser comprado no Brasil! Então… eu ainda não tenho nenhuma data oficial acho que eu ainda terei mais informação, mas imagino que talvez daqui um ano ele esteja disponível aí. E vai ser incrível.

Além disso, eu estou trabalhando em algo fora da trilogia “Love And” e é um livro único. Ou pelo eu acho que é um livro único. Eu achei que “Amor & Gelato” ia ser um livro único também, então quem sabe. Mas é bem diferente desses três últimos livros e eu estou me divertindo muito escrevendo.

Quer deixar um recadinho para os seus fãs brasileiros?

Eu amo meus fãs brasileiros! Eu amo o entusiasmo deles! Eu fico tão animada com a ideia de todos esses leitores em um lugar que eu nunca tive a oportunidade de ir. Espero que eu possa visitar algum dia!


Os livros Amor & Gelato e Amor & Sorte podem ser adquiridos na Amazon e no site oficial da Intrínseca.

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