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Conectadas: conheça o livro de Clara Alves que mostra as dificuldades de entender a sexualidade

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Conectadas: conheça o livro de Clara Alves que mostra as dificuldades de entender a sexualidade
Reprodução/Instagram

Em agosto, comemoramos o Dia Nacional da Visibilidade Lésbica e, por isso, trouxemos um livro que tem tudo a ver com o assunto: Conectadas. Da autora nacional Clara Alves, o enredo retrata duas meninas, Raíssa e Ayla, que se conhecem por meio de um jogo online. O problema é que uma delas usa um perfil fake masculino e omite essa informação. Ao longo da história, vemos a paixão crescer e o medo da rejeição se tornar cada vez mais real.

Nós da todateen batemos um papo com a autora para entender melhor como ela criou uma história tão atual e envolvente como essa. Segundo Clara, todas as suas histórias tem um pouco de toque pessoal.

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Me inspirei em muitas pessoas, inclusive em mim mesma. No meu processo de aceitação da minha sexualidade, no caso da Raíssa e da Ayla. No relacionamento de amigas que passaram por coisas bem parecidas na adolescência, a forma como se conheceram e as dificuldades em assumir quem eram de verdade“.

a sexualidade das personagens

Clara, que é bissexual, mesclou várias sexualidades em sua história: hétero, bi, homo e assexual. Segundo a própria autora, não há uma explicação exata para essas escolhas.

Em geral, os personagens aparecem para mim de um jeito já “semipronto” e eu vou adaptando algumas coisas para encaixar na história. Mas a verdade é que eu gosto sempre de escrever personagens diversos, em personalidade, trajetória, cor, sexualidade, porque a representatividade é um ponto muito importante para mim, é a maior mensagem que eu tento passar em todos os meus livros. Além disso, trabalhar em personagens diferentes também me ajuda a ampliar minha forma de enxergar o mundo, a aprender a ter sempre empatia por pessoas com vivências distintas“, explicou ela.

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Em 2017, rolou a primeira edição do evento que logo se tornou o meu queridinho: a FLIPOP. Não pude ir na época, mas só via todo mundo que tinha ido dizendo que foi incrível. Prometi a mim mesma que no ano seguinte com certeza estaria lá. Fui. E foi mesmo incrível! Um evento feito por e para jovens. Feito para que a gente se sinta próximo do mercado editorial, pra que a gente esteja próximo de amigos e autores que amamos, tudo no mesmo espaço. Eu mal imaginava que ano seguinte, na 3a edição, eu estaria lá como autora da própria editora Seguinte. Lançando meu primeiro livro por editora. Recebendo o amor e o carinho que só viriam a crescer. Com filas enormes, que passavam do meu horário de autógrafo, de gente que queria me ver, me abraçar, uma dedicatória! Minha! Imagina só? Foi lindo, foi especial, foi louco, foi único! E eu estava ansiosa pra 2020. Mas aí as coisas aconteceram, ficaram no caminho. Infelizmente, esse ano o evento não pôde ser presencial. Por outro lado, a necessidade de adaptação permitiu que o evento tivesse um dia a mais, contasse com autores de mais longe, menos conhecidos. Que pudesse chegar a pessoas que nunca estariam no evento de outra forma. E eu? Recebi mais uma vez um convite que virou meu mundo, a mediação da mesa com a minha autora favorita da Seguinte: Casey McQuiston (!!!!!!!)✨ e eu to meio em pânico, meio empolgada, meio sem acreditar que isso tá acontecendo? Mas queria convidar vocês a assistirem e compartilharem essa alegria comigo! Amanhã começa a 4ª edição da Flipop, e eu e Casey estaremos batendo um papo incrível lá no canal da @editoraseguinteoficial, às 19h 💕

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E ainda, se eu for fazer uma autoanálise psicológica -minha terapeuta vai ficar orgulhosa-, provavelmente diria que, como eu estava passando pelo meu próprio processo de entender e assumir minha sexualidade, criar a Raíssa e a Ayla foi a minha maneira de enxergar as experiências delas e entender de que forma elas se encaixavam ou não na minha vida, de colocar meus próprios sentimentos no papel e então reordenar toda a confusão dentro de mim“.

a dificuldade em se entender

No livro, tanto Raíssa quanto Ayla acham muito difícil entender a própria sexualidade e aceitá-la, além do tabu em contar para os pais e amigos – afinal, nem sempre a reação deles pode ser a melhor. Clara quis passar a mensagem que o autoconhecimento não é tão fácil quanto parece e que tudo bem levar o tempo necessário para dar esses passos perante a sociedade.

Quando se fala de jovens LGBTQIA+, entram outros tantos obstáculos que dificultam ainda mais esse momento da vida, a começar pelo padrão heterocisnormativo da nossa cultura, que ainda é muito forte. Mesmo para uma criança que viva num meio social mais aberto e inclusivo, a sociedade está sempre pregando esse padrão, ainda que inconscientemente. Roupa rosa ou azul. Brinco na orelha pra identificar que é menina. Homem não chora. Homem sensível é afeminado. A falta de representatividade na literatura, no cinema, no teatro, até na música. Entre outras tantas coisas. Todas essas miniagressões (algumas nem tão mini assim) da sociedade dificultam demais que jovens LGBTQIA+ se reconheçam, se entendam, se aceitem, se assumam. Mesmo nos dias de hoje“, contou ela.

Por isso, nós da todateen sempre buscamos incentivar nossas leitoras a ter contato com histórias e situações diferentes das que estão acostumadas. Recentemente, falamos sobre como o mercado editorial tem se aberto mais para literatura nacional e LGBTQIA+ e qual é a importância disso.

Clara também deu sua opinião sobre o assunto.

Se o jovem só tiver contato com histórias heterocisnormativas, com personagens brancos, magros, ricos, então a tendência é ele internalizar esse padrão e perpetuar esse pensamento; é ele acreditar, se fizer parte de alguma minoria, que não pertence, que não merece um final feliz; é ele se autoagredir na tentativa de se encaixar; é ele agredir o outro por ser diferente. E quando a gente pensa diretamente em jovens LGBTQIA+, então você ainda tem a questão da dificuldade de entender que o que ele sente é normal. Que ele não está sozinho“, explicou.

Ela contou que antes de se entender, era muito difícil interpretar sua sexualidade, e as coisas foram ficando claras apenas com o passar do tempo.

Eu gostava de homens, então não tinha nada de “errado” comigo, certo? Porque a atração que eu sentia por algumas mulheres era só “curiosidade”. Até o momento em que percebi que não era. E teve um livro que li que me marcou porque eu, com 26 anos, encontrei pela primeira vez uma personagem com quem eu realmente me identificava. E que me ajudou a refletir sobre questões em que eu nunca tinha pensado antes. Não é à toa que um dos comentários que mais ouço sobre Conectadas é: queria ter lido esse livro quando era adolescente. Porque é este o poder do livro: de ajudar a desembaralhar e a decifrar questões que podem mudar completamente a nossa vida. E a juventude LGBTQIA+ precisa bastante desse facilitador para conseguir lidar com todo o nó de dúvidas e sentimentos que a sociedade em nada ajuda a desatar (pelo contrário, só aperta ainda mais forte esses laços)“.

um conselho para as meninas mais novas

Como o livro da Clara é de uma literatura mais jovem, pedimos para ela dar um conselho para meninas mais novas, que estejam passando por esse momento de descoberta e entendimento.

Leia Conectadas!“, ela ri. “É brincadeira, mas nem tanto; como eu venho batendo tanto na tecla: ler livros ajuda e muito na hora de lidar com as dúvidas internas. Eu sei que são muitas etapas e muitas preocupações, mas a coisa mais importante, antes de pensar em como o mundo vai te enxergar, é você se aceitar e entender que está tudo bem, que não tem nada de errado em gostar de quem for, independentemente do gênero, que você não está sozinha. E os livros são seu melhor aliado para isso. Para mim, eles sempre foram como um porto seguro“.

Ela também deu a dica de, se possível, fazer terapia, já que os jovens LGBTQIA+ têm muita propensão a desenvolver transtornos psicológicos.

Cuidar da nossa saúde mental é MUITO importante pra poder enfrentar a vida e todas as dificuldades que vêm com ela — e que, pra gente, ainda podem incluir uma dose de preconceito e intolerância, infelizmente“.

A autora também diz que é essencial se cercar de pessoas que te amam do jeito que você é e, claro, nunca ter medo de ser você mesma!

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Exclusiva: após viralizar no TikTok, Gustavo Foganoli fala sobre vida pessoal

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Reprodução / Instagram

Se você tem uma conta no TikTok, provavelmente já viu o icônico Gustavo Foganoli dublando e dançando uma música de Mc Livinho. O vídeo fez um sucesso absurdo e conta com mais de 12 milhões de visualizações no aplicativo.

Por isso, a todateen bateu um papo com Gustavo para saber melhor quem é ele e de onde surgiu a ideia de ter um tiktok.

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Ele contou que tem 20 anos, mora em Balneário Camboriú, em Santa Catarina e, inicialmente, criou o TikTok só para passar o tempo. “Virou uma febre e todo mundo estava falando sobre, então eu decidi baixar pra ver como era. Comecei a gravar, com a intenção de realmente produzir conteúdo, após ser dispensado do meu antigo trabalho, e um mês depois eu atingi 400mil seguidores na plataforma“, relembra.

primeiro vídeo de sucesso

Mas para quem só foi conhecer Gustavo agora, vale lembrar que esse não é seu primeiro vídeo de sucesso. “Fiz um vídeo assoprando o rosto da minha cachorrinha e viralizou (está com mais de 13M de views). E foi a partir daí que meus vídeos começaram a ter bastante visualizações. Eu realmente não esperava“.

@foganolireclamando KKKKKKKK #dog #puppy #fy #fyp #foryou #viral #fybrasil #tiktokbrasil

♬ original sound – Gustavo Foganoli

E é claro que tantas visualizações trouxeram para Gustavo um certo reconhecimento. “Hoje em dia é difícil eu sair de casa, ir no shopping ou em algum restaurante e não ser reconhecido“, explica ele. “Eu acho isso tudo muito legal. Muitas pessoas já me pararam na rua e disseram que admiram meu trabalho, gostam demais dos meus vídeos e são muito minha fãs“.

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O influencer conta que, apesar disso tudo ser recente, já que ele só investiu na produção de conteúdo no final de 2020, ele ainda está se acostumando. “Mas eu realmente gosto muito quando me reconhecem em algum lugar, isso demonstra que meu trabalho tem dado certo!“, afirma ele.

a relação com a mãe

O famoso vídeo dublando Livinho se destacou por três fatores: Gustavo dançando, a visita rindo e a mãe do tiktoker correndo atrás dele com o chinelo. E, embora no vídeo ela tenha parecido brava, ele garante que ela se diverte nas gravações.

Minha mãe super entende que sou produtor de conteúdo e ela adora me ver fazendo isso. Na hora [do vídeo] ela ficou um pouco brava mas depois que viu que eu estava gravando achou super engraçado!“, conta.

a inspiração

Gustavo costuma postar todos os dias no TikTok e é claro que isso exige muita criatividade, então, ele contou pra gente da onde vem a inspiração para tanto conteúdo: “Algumas ideias são originais, como meus vídeos de storytelling, em que eu conto histórias engraçadas que aconteceram na minha vida, e os de culinária no quadro #fogachef. Porém eu também tenho muitas inspirações gringas e até brasileiras para a produção do meu conteúdo”.

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dica para quem quer seguir esse caminho

O Tiktok cresce a cada dia e é natural que os jovens queiram fazer parte dessa rede, se destacando e ganhando seguidores. A dica que Gustavo dá pra isso é simples: seja original.

Tenha algo a mostrar que vá fazer as pessoas se lembrarem de você. Isso não significa que 100% do seu conteúdo tenha que ser original, mas ter a sua própria imagem é muito importante. Acompanhe as trends e criadores que te inspiram e monte o seu conteúdo!“. Outra dica importante que ele dá é ser presente na rede e não desistir.

O sucesso não vem do nada, tenho amigos que estão a mais de 5 anos produzindo conteúdo e começaram a bombar agora“, conta. “Também não tenha medo ou vergonha de aparecer na frente da câmera, comece fazendo alguns vídeos que você ache legal e poste, nem que seja apenas para seus amigos verem”.

Por fim, ele fala sobre a importância de saber ouvir críticas construtivas e destaca: “Saiba diferenciar pessoas que querem te arrastar pra baixo daquelas que realmente querem te ver no topo! ”

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O que você precisa saber antes de assistir “Fate: A Saga Winx”

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O que você precisa saber antes de assistir "Fate: A Saga Winx"
Divulgação/Netflix

Com o lançamento de Fate: A Saga Winx, a Netflix nos convida a adentrar no universo mágico de Alfea mais uma vez. Nesta sexta-feira (22), o catálogo do streaming acaba de receber a série live-action inspirada na animação italiana O Clube das Winx, que marcou a infância de muitos.

Mas, diferente do desenho animado bem colorido criado por Iginio Straffi, o seriado conta com uma nova atmosfera. Por isso, para quem busca ficar por dentro de como a adaptação foi realizada antes mesmo de dar o play, nós separamos algumas questões sem spoilers para você começar sua maratona mais informada!

O que você precisa saber antes de assistir "Fate: A Saga Winx"

Divulgação/Netflix

Assim como já mencionamos, a proposta de Fate: A Saga Winx é bem distinta da de O Clube das Winx. É importante avisar isso logo no início, para você não criar expectativas de encontrar o mundo mágico que já conhecíamos na animação – aquele que era abarrotado de cores, brilho e com as fadas voando com suas asas por aí.

Na série da Netflix, encontramos uma vibe marcada pelo suspense, que explora os mistérios do mundo mágico e dramas familiares não resolvidos no passado que agora chegam à tona. Diferente da ideia de fadas que tínhamos no desenho animado, agora encontramos um universo que busca referência das fadas do folclore do nosso mundo.

O que você precisa saber antes de assistir "Fate: A Saga Winx"

Divulgação/Netflix

Para o showrunner e produtor executivo da série, o Brian Young, isso foi feito com o intuito de manter a essência que a animação trazia, mas também trazer uma identidade própria para a série. Porém, vale ressaltar que Brian já trabalhou em The Vampire Diaries, o que explica outra questão que também é explorada neste live-action: os clichês adolescentes! 

Apesar de Fate: A Saga Winx se passar em um mundo longe dos humanos, intitulado Outro Mundo, as protagonistas ainda sim vivem aqueles clássicos dilemas da adolescência. Assim, ao mesmo tempo em que a produção mostra os estudantes do internato mágico Alfea desvendando os enigmas causados pelas criaturas mágicas, também vemos os personagens usando muito o Instagram e curtindo festas.

É uma mistura de suspense com aquele lado adolescente que a gente tanto gosta!

O que você precisa saber antes de assistir "Fate: A Saga Winx"

Divulgação/Netflix

A série apresenta seis episódios, com duração média de 50 minutos, e contou com uma produção que foi realizada na Irlanda – o que garante cenários de tirar o fôlego a cada capítulo! E em meio à esse ambiente, quem protagoniza a história como Bloom é Abigail Cowen, conhecida por interpretar Dorcas em O Mundo Sombrio de Sabrina

Entre o elenco das principais fadas da trama temos Hannah van der Westhuysen (Grantchester) como Stella, Precious Mustapha (Endeavour) como Aisha, Eliot Salt (Normal People) como Terra e Elisha Applebaum (Undercover Hooligan) como Musa. Veja só uma imagem do grupo: 

O que você precisa saber antes de assistir "Fate: A Saga Winx"

Divulgação/Netflix

O elenco ainda conta com Sadie Soverall como Beatrix (Rose Interpreta Julie), Freddie Thorp como Riven (A Descoberta das Bruxas, Safe), Danny Griffin como Sky (So Awkward), Theo Graham como Dane (Hollyoaks) e Jacob Dudman como Sam (Não Fale com Estranhos). Eve Best (Enfermeira Jackie), Robert James-Collier (Downton Abbey), Josh Cowdery (Animais Fantásticos e Onde Habitam), Alex Macqueen (The Thick of It) e Eva Birthistle (O Último Reino).

Ficou com vontade de assistir Fate: A Saga Winx? Confira o trailer oficial da produção abaixo:

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Cadernos e cadernetas: 6 opções super fofas para usar no dia a dia

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1. Caderno Espiral Capa Dura, 80 Folhas,Tilibra 

Reprodução/Amazon

2. Caderno de Anotação Special Series, World Map 

Reprodução/Amazon

3. Caderneta Meu Pequeno Cicero Jardins 

Reprodução/Amazon

4. Caderno de Anotação Special Series, Moon Maxprint 

Reprodução/Amazon

5. Caderno Argolado Cartonado Universitário com Elástico, 80 Folhas, Tilibra 

Reprodução/Amazon

6. Caderno Argolado Cartonado Colegial, 80 Folhas, Tilibra, West Village

Reprodução/Amazon

 

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