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Saúde

Corrimento vaginal: entenda o que é, quais os tipos e como tratar

Ter é comum, mas não é normal. Entenda!

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Corrimento vaginal

Corrimento vaginal é um dos problemas que mais afeta meninas e mulheres quando falamos de saúde íntima. E, ao contrário do que muitas pensam, ele não é tão normal assim.

Segundo a ginecologista Erica Mantelli, “normal não é, mas é algo comum. Pois pode acontecer com várias mulheres. Mas a mulher não tem que achar que isso é normal e que ela tem que conviver com isso. Ele tem que ser tratado e investigado, sim. Normal é ter uma secreção fisiológica natural. Que é uma secreção clara e que não tem cheiro, que não causa sintomas“.

Por isso, venha entender o que é esse probleminha e o que pode ser feito para combatê-lo!

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Corrimento vaginal: o que é?

O corrimento é o aumento da secreção via vaginal que pode ocorrer quando há um desequilíbrio do pH e também contaminação por diversos tipos de agentes. A principal forma de identificar é através da secreção aumentada, que pode ser percebida na calcinha ou escorrendo pela vagina e também pelo odor“, explica a profissional.

Vale lembrar que a secreção do corrimento pode variar nas cores, desde amarelada até amarronzado. Assim como também varia na consistência, que pode ser mais aquosa, grumosa ou pastosa. Geralmente, o corrimento também vem acompanhado de odor – que se assemelha ao cheiro de peixe.

Outros sintomas

Além do aumento da secreção, algumas meninas também poder ter outros sintomas, como a coceira. “Pode ocorrer o inchaço da região da vulva, dos pequenos e grandes lábios. Pode ter uma vermelhidão. Pode rolar dor ao urinar. Dor pélvica, dependendo da intensidade do corrimento“, comenta a ginecologista.

As causas

O pH vaginal pode favorecer – e muito – o aparecimento do corrimento. Mas existem alguns hábitos que também podem desencadeá-lo:

  • Alimentação não-balanceada;
  • Consumo exagerado de carboidrato e açúcares;
  • Usar absorventes de uso diário com muita frequência;
  • Utilizar perfumes na região genital;
  • Ficar com a roupa úmida por muito tempo;
  • Estresse.

E o que pode significar?

O primeiro passo depois de identificar o corrimento é ir ao ginecologista, pois ele poderá investigar a causa. “É preciso entender que tipo de infecção é. Se é algo realmente leve, só localizado na vagina e colo do útero ou se realmente é algo mais grave“.

Em alguns casos mais raros, estes corrimentos que vem misturado com sangue, podem sinalizar lesões no colo do útero que podem estar relacionados com neoplasia (tumor). Por isso, é importante ter a avaliação de um ginecologista“, explica Erica.

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Entenda os tipos e cores:

Branco: pode ser acompanhado de coceira e ardência. E ele pode indicar candidíase vaginal, infecção causada pelo fungo cândida albicans.

Amarelado: geralmente tem cheiro forte e pode acompanhar dor. Pode ser causado pela Tricomoníase, uma infecção vaginal que é sexualmente transmissível.

Marrom: pode estar acompanhado de dor. Pode ser causado pela Gonorreia ou indicar a presença de um tumor.

Transparente: pode indicar ovulação e período fértil.

Tratamento do corrimento vaginal

O tratamento sempre vai depender do motivo e tipo de corrimento. Por isso, o tratamento tem que ser feito com a indicação do ginecologista. O remédio utilizado no passado não serve para agora, porque os sintomas podem ser parecidos, mas o motivo, não. E isso pode piorar o quadro. O tratamento pode ser via oral, banho de acento, medicação tópica e vários outros“, explica a especialista.

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Problemas de saúde e autoestima: o que não te contam sobre cirurgias plásticas

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Problemas de saúde e autoestima: o que não te contam sobre cirurgias plásticas
Abby Ouellette

Você provavelmente deve acompanhar alguma influenciadora que já realizou uma cirurgia plástica. Giovanna Chaves, Virgínia Fonseca e Viihtube são alguns nomes recentes. Para as milhões de pessoas que as seguem, muitas vezes pode parecer que essas personalidades passam uma imagem de que o procedimento pode resolver todos os seus problemas. Mas será que essa influência é sempre de maneira positiva? Que os procedimentos são sempre mil maravilhas e totalmente seguros?

Conversamos com uma psicóloga para tentar entender se a busca pelo procedimento é só uma vontade pessoal ou tem uma influência externa, um médico para explicar os riscos, que muitas vezes não ficam explícitos na internet, e com a fundadora da página “Explante de silicone” que passou por um procedimento que a trouxe inúmeras consequências, a fim de mostrar algumas coisas que não te contam sobre cirurgias plásticas.

+ PRÊMIO TODATEEN 2020: Veja a lista completa dos indicados e indicadas!

procedimento mais que comum entre brasileiras

De acordo com as informações da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica e Estética, o Brasil é o país que mais realiza cirurgias plásticas, com um número de mais de 1 milhão, além de 969 mil procedimentos estéticos não cirúrgicos. Dentre eles, a prótese de silicone e a lipoaspiração ganham destaque.

Tais números vêm de uma influência imposta há um longo tempo, da época em que os filmes de Hollywood propagavam a imagem da mulher magérrima, com o corpo perfeito. Isso foi se propagando cada vez mais até chegar nos procedimentos populares, como a prótese de silicone e a nova moda das influenciadoras, Lipo LAD, ou lipoaspiração de alta definição, que tem por objetivo retirar a gordura entre os músculos superficiais, principalmente do abdome, dando maior definição a eles.

Harmonização facial: como funciona e quais são os riscos do procedimento estético?

Em nossa sociedade, o interesse das pessoas pela imagem corporal tem sido grande, e o enfoque principal tem sido dado ao peso e à forma corporal. Os padrões atuais para a beleza enfatizam o desejo de magreza, um ideal aceito por muitas mulheres, mas de difícil alcance para a maioria. Um ideal buscado a todo custo e risco por muitas pessoas. Quando se cria um estereótipo social e você encontra alguém que o represente você se sente influenciado por este representante porque ele representa justamente aquilo que você almeja e você vê que de alguma forma isso é possível”, conta Adriana Cancelier, psicóloga especializada em obesidade e emagrecimento.

De acordo com a especialista, essa alta influência presente na nossa sociedade hoje pode trazer vários problemas psicológicos em quem tem contato com padrões corporais, tais como preocupação excessiva com comida, com o corpo, ingestão compulsiva de alimentos e drogas (devido a restrições), desenvolvimento de transtornos alimentares, não aceitação corporal, temor de não ser aceito ou amado, dificuldades de adaptação social, bloqueio social, frustração, dificuldade de lidar com limites, sensação de desamparo, insegurança, intolerância ao diferente, desenvolvimento de baixa autoestima, ansiedade e depressão.

nem tudo são flores

Cirurgias plásticas possuem riscos e nem sempre isso é mostrado. Larissa de Almeida (36), fundadora da página @explantedesilicone, foi uma das brasileiras que colocou a prótese de silicone, há oito anos, com o pretexto de que era para sentir-se “mais mulher”. “Eu via na mídia aquelas mulheres com peito grande e me sentia mal. Sempre fui bem magrinha, pequenininha, então ter peitos maiores era uma coisa que eu coloquei na cabeça que tinha que ter para ser mais mulher”.

Porém, Larissa afirma que a elevada e, de acordo com ela, falsa autoestima que sentiu com o silicone foi por um curto período de tempo. Logo começou a ter dores na região da mama, na costela e problemas de respiração. “No começo eu deixei levar, mas depois, começou a ficar preocupante“.

Com três anos de prótese Larissa teve contratura capsular – que ocorre quando a cápsula, formada naturalmente ao redor da prótese, aperta ela em uma tentativa de “expulsar” o corpo estranho. Depois de mais dois anos, teve a segunda. “Foi aí que eu percebi que tinha que tomar uma providência“, diz ela. Começou a pesquisar sobre os sintomas e descobriu mais problemas que tinha, que nem sonhava serem por conta da cirurgia plástica.

Dossiê Lipo LAD: os riscos, resultados e valores do novo procedimento estético preferido das famosas

Olhos secos, problema de visão, perda de memória, problemas nas articulações, dores nas mamas, não conseguir dormir de bruços, ou dar abraços, queda de cabelo e mais outros 20 sintomas por conta da prótese. “Foi um baque não queria aceitar“. Pesquisando mais e mais, Larissa acabou descobrindo inúmeras mulheres que passam pelo mesmo ocorrido e que popularizaram o nome como “Doença do silicone”.

Ela afirmou que faltou muita instrução médica antes de realizar o procedimento e que isso é uma coisa que não te contam quando você pensa em realizar. É cada vez mais importante que páginas como a dela, que mostrem a realidade das cirurgias estéticas, continuem crescendo assim como a influência cada vez maior por parte das famosas do Instagram.

Meu objetivo com a página é alertar as mulheres na hora desses procedimentos e mostrar que existe beleza no natural e que as mulheres que realizaram o explante também podem ser felizes, se aceitando como são“.

Uma influencer que compartilhou o resultado de uma lipo LAD logo que saiu da mesa de cirurgia, foi Virgínia Fonseca. Os seguidores ficaram assustados com a gravidade de hematomas aparentes no corpo da influenciadora, mas aplaudiram o gesto dela “mostrar que nem tudo são flores”.

riscos das cirurgias

A doença do silicone, explicada pelo doutor Ricardo Miranda, está relacionada ao aparecimento de diversos sintomas, muitas vezes não divulgados, que aparecem após a colocação da prótese. Os principais sintomas são fadiga, queda de cabelo, dor de cabeça, ansiedade, depressão e insônia.

Ricardo  explica que as pacientes devem ser informadas de todos os riscos possíveis pelo médico e só assim, seguir com o procedimento escolhido de forma consciente. “É importante saber que todo procedimento assim possui riscos. Dentre os principais e mais comuns são infecções, hematomas, aberturas do ponto e a trombose“, afirma o especialista.

O doutor ainda explica sobre o popular procedimento “Lipo LAD”. As consequências são graves se não for realizado da maneira correta e por um profissional responsável, podendo causar distorções da anatomia corporal e fibrose.

A influenciadora Giovanna Chaves, que realizou o procedimento da Lipo LAD, compartilhou recentemente que teve complicações após a cirurgia. “Estou usando isso (um curativo na lateral da barriga) porque eu estava com muita retenção (de líquido) e eu acabei tendo fibrose”, afirmou em um vídeo publicado nos stories.

A Lipo LAD é um tipo de cirurgia bem novo e por isso é muito incerto saber todas as consequências que ela pode causar. Portanto, pode ser bem arriscado se aventurar nela, só por influências externas que ainda não tem um prazo de tempo longo, e não são garantia que sua saúde não será comprometida.

para o público jovem, o perigo é ainda maior?

É fato que a maior parte da população que habita as redes e segue influenciadores é jovem. A psicóloga Adriana explica que quanto menor a maturidade, maior a chance de se influenciarem e quererem fazer alguma cirurgia estética sem nenhum conhecimento sobre o assunto. “Jovens  procuram participar de grupos uniformes, fazendo parte de uma identificação, onde se identificam uns com os outros. Eles se baseiam mais em estereótipos que são supostamente populares na sociedade em que fazem parte“.

Criamos a nossa identidade através de imagens, pessoas e vivências, que permeiam nosso convívio. Dependendo de como este adolescente se vê ele pode desenvolver uma inadequação da sua imagem corporal que pode acarretar uma insatisfação com o próprio corpo, levando a um “distúrbio” de autoimagem e transtornos alimentares (anorexia nervosa e bulimia nervosa)“, afirma.

De acordo com o doutor Ricardo Miranda, para pacientes menores de 18 anos não são recomendadas cirurgias desse tipo, por conta do ainda desenvolvimento corporal. É necessário ter a autorização dos pais para tal. Já alguns procedimentos como mamoplastia redutora, em pacientes com dores nas costas, são permitidos e essenciais para a garantia da saúde.

o problema não é fazer o procedimento, mas, ter maturidade para entender que não será este procedimento que resolverá seu problema de autoestima e autoaceitação”

Adriana explica que não repudia completamente as cirurgias estéticas e que elas podem ser feitas, desde que de forma consciente. “É importante primeiramente trabalhar a autoaceitação e a autoestima, pois, estes são processos que vem de dentro para fora.  Saber que cada indivíduo é diferente e tem suas características particulares. Com consciência e maturidade podemos sim mudar algo que nos incomoda“.

A respeito da responsabilidade de influenciadoras, a especialista explica que o problema está na banalização e não mostrar os vários riscos e consequências que cirurgias plásticas podem trazer. “Acredito que poderiam falar de uma forma mais individualizada, levando em conta que influenciam o mais variado público, ter esta responsabilidade com as pessoas que as seguem. Veja, o problema não é fazer o procedimento, mas, ter maturidade para entender que não será este procedimento que resolverá seu problema de autoestima e autoaceitação”.

como descobrir se a cirurgia plástica é uma vontade própria ou influência de pessoas que a gente segue?

De acordo com Adriana é importante se entender e pensar que você tem pensamentos completamente diferentes da outra pessoa.

A parte mais importante deste processo é o autoconhecimento. Se eu me conheço, compreendo meus pontos fortes e sei onde preciso trabalhar e desenvolver. Saber das minha qualidades e incluir significado e propósito em nossas vidas pode ser tremendamente motivador, empoderador e terapêutico. Quando foco em minhas potencialidades desenvolvo uma relação mais positiva comigo mesmo e com o mundo que me cerca. Procurar um bom profissional que ajude a compreender este processo pode ser extremamente válido“.

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Beleza

Xô, candidíase: o que é, como prevenir e quais são os tratamentos?

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Xô, candidíase: o que é e quais são os tratamentos?
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Não tem jeito. Segundo uma pesquisa de 2020, do Ibope em parceria com a farmacêutica Bayer, pelo menos 52% das brasileiras já tiveram a candidíase, fazendo com que a doença atinja 3 em cada 4 mulheres. Com números tão alarmantes, é necessário que a gente tenha cada vez mais acesso à informação – lembrando que, apesar de comum, a condição pode ser facilmente evitada com hábitos do dia a dia.

Pensando nisso, a todateen compilou as principais informações que vocês precisam saber sobre candidíase.

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Confira!

o que é candidíase, afinal?

A candidíase acontece quando o fungo Candida albicans se multiplica na região íntima, geralmente ocorrendo quando o sistema imunológico está mais debilitado ou após o uso prolongado de remédios que afetem a flora vaginal, como antibióticos, por exemplo.

Os principais sintomas são ardor, coceira, inchaço na região genital, corrimento esbranquiçado, aftas na boca e dor ao engolir alimentos. Lembrando que os homens também podem contrair candidíase, e o principal sintoma para eles é a ocorrência de uma vermelhidão e uma espécie de nata na ponta do pênis.

Além disso, fatores como uso de absorventes descartáveis, alimentação inadequada, estresse, sono desregulado também influenciam no aparecimento da infecção.

o que fazer?

Vale ressaltar sempre que, para um tratamento adequado, é necessário que você consulte um médico especializado e de confiança. No entanto, adotando algumas práticas no dia a dia podem ajudar a tratar e evitar a doença. Em entrevista, a obstetriz e fundadora da marca de coletores menstruais Inciclo, Mariana Betioli, indica:

“É importante manter a vagina arejada. Pra fazer isso, devemos evitar usar roupas apertadas, como calças jeans e se possível, preferir sempre calcinhas de algodão. O ideal, inclusive é dormir sem roupa íntima para deixar a vulva ‘respirar’”.

Além disso, manter a região íntima limpa é algo fundamental para ajudar no tratamento da candidíase. Só que há um porém: a limpeza não deve ser feita na parte interna. Deve-se lavar somente a vulva, que é a área externa.

Xô, candidíase: o que é e quais são os tratamentos? (Divulgação/Rawpixel)

Xô, candidíase: o que é e quais são os tratamentos? (Divulgação/Rawpixel)

Em estudo feito pela Inciclo, foi analisado que 60,7% das mulheres que usaram coletores menstruais, ao invés de absorventes descartáveis, relataram eliminação da infecção ou uma menor incidência da candidíase.

“Quando usamos absorventes externos, a região íntima fica abafada por muito tempo e em contato com o sangue em decomposição, aumentando o risco de infecções”, conta Mariana. “Bactérias e fungos adoram locais quentes e úmidos. São os melhores lugares para proliferação”.

Lembrando que os coletores são feitos com silicone hipoalergênico, um material sem corante e substâncias químicas, que evita irritações e dermatites na vulva. A vagina mantém seu pH equilibrado e sua umidade natural, deixando de acumular bactérias e fungos, ao contrário dos absorventes.

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De acordo com a obstetriz, a alimentação ainda pode ser uma grande aliada. “A cândida se alimenta de açúcar e carboidratos simples, então reduzir o consumo de farinha branca e doces certamente vai fazer diferença no tratamento.”, destaca.

Relembrando que a secreção vaginal é, – além de comum –, saudável e natural, sendo algo que toda vagina produz. Mas o sinal de alerta precisa ser ligado se essa secreção vier junto de sintomas como coceira, vermelhidão, mau odor, secreção esverdeada, amarela ou branca, dor ao urinar, entre outros. Nesses casos, pode indicar infecção.

Autoconhecimento é extremamente necessário, especialmente quando falamos de saúde íntima. Quando nos conhecemos, sabemos se tem algo errado com nosso corpo.

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Comportamento

5 dicas para superar o fim de um relacionamento amoroso

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5 dicas para superar o fim de um relacionamento amoroso
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Lidar com términos nunca é uma tarefa fácil. Independentemente de como as coisas foram finalizadas, é muito difícil e doloroso separar os momentos ruins das boas lembranças. Porém, embora o período de “luto” seja muito importante para que você consiga digerir os seguimentos, não podemos ficar nos remoendo por tempo indeterminado.

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Pensando justamente nisso, Amanda Fitas, psicóloga especialista em relacionamentos e influenciadora digital, trouxe para a todateen cinco dicas super importantes para quem está tentando superar e virar a página.

Confira!

1. Não fique acompanhando a vida da pessoa

Não fique acompanhando páginas de redes sociais ou fazendo questão de estar no mesmo lugar que esse alguém. Por vezes, isso pode fazer com que você veja algo que não queira e atrapalhar todo o seu processo de superação. Lembre-se de que: quem sofre com tudo isso é você. Então, é necessário abrir mão de algumas coisas para alcançar a sua paz.

2. Não fique competindo mentalmente com a pessoa

Não fique se inferiorizando, nem medindo forças ou tentando mostrar que está melhor/por cima. Deixe a comparação de lado, pois é possível que os dois fiquem bem e felizes após um rompimento, não é preciso só um.

3. Não ache que essa pessoa possui dívidas abertas de reparação com você

Não fique aguardando um pedido de desculpas, que ela se redima e reconheça o quanto você era incrível ou algo do tipo, pois isso poderá te travar e você ficará esperando por algo que, possivelmente, nem venha a acontecer.

4. Não fique criando histórias na sua cabeça

Não crie ilusão de que seria tudo perfeito e nem perca tempo imaginando como teria sido se vocês tivessem continuados juntos. Se tudo fosse realmente perfeito, como às vezes ficamos imaginando, com certeza o relacionamento não chegaria ao fim. Ficar pensando muito no passado ou no futuro te impedirá de viver o que realmente importa no momento: o presente.

5. Não se force a superar em um tempo recorde e nem deixe com que você fique por muito tempo nisso

Cada pessoa tem seu tempo de superação e está tudo bem. Se você forçar uma superação rápida, provavelmente não terá superado de verdade e se você passar muito tempo remoendo a separação, estará perdendo tempo e oportunidade de ser feliz.

Tenha paciência. Vai ficar tudo bem! <3

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