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“Deficiência invisível”: Lorena Eltz comenta sobre a vida usando bolsa de colostomia

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"Deficiência invisível": Lorena Eltz comenta sobre a vida usando bolsa de colostomia
Reprodução/Instagram

Ir à praia, sair com os amigos e até mesmo praticar uma aula de educação física: atividades que parecem simples, mas que para Lorena Eltz, criadora de conteúdo de apenas 20 anos, foram deixadas de lado pela maior parte de sua adolescência. O motivo? Uma condição chamada colostomia, que faz a jovem precisar usar uma bolsinha colada na barriga, para todo o lugar que vai.

mas afinal, o que é isso exatamente?

É um tipo de ostomia (exteriorização de alguma parte do organismo que cria uma abertura artificial  entre órgãos internos e o meio externo), que, de acordo com Rachel Riechelmann, diretora da Oncologia do AC Camargo Câncer Center, consiste no desvio do intestino.

Vamos pensar o intestino como um grande túnel.  A colostomia é quando se precisa cortar um pedaço desse túnel e uma parte dele é colocada para fora. Então todo o conteúdo do intestino é colocado para fora. Coloca-se uma bolsinha, um reservatório sintético, onde sairão as fezes. As pessoas chamam de ‘bolsa de colostomia‘”, explica Rachel.

A especialista ainda explica que ela pode ser temporária ou, no caso de Lorena, definitiva. Isso acontece porque às vezes o pedaço retirado do intestino é muito grande, não restando quantidade suficiente dentro do organismo.

a experiência de lorena

Lorena Eltz usa seu perfil no Instagram (com mais de 300 mil seguidores) para falar sobre o assunto com o objetivo de conscientizar maia as pessoas sobre essa condição que ela diz ser “invisível”. Embora espalhe um conteúdo rico sobre o assunto e seu processo de autoaceitação, a jovem afirma que nem sempre foi assim.

No caso de Lorena, o motivo da realização da colostomia foi uma doença chamada Doença de Crohn, síndrome que afeta o sistema digestivo.

Nem todas as pessoas com a doença de Crohn precisam da colostomia. Ela acontece só quando é necessária a retirada uma grande parte do intestino. Aí sim, ela realizará o procedimento e precisará da bolsa“, explica Rachel.

A influenciadora descobriu a doença com 5 anos e viveu sem a operação até os 12.

Num primeiro momento eu não precisei usar a bolsinha, mas sabia dessa possibilidade. Quando eu realizei a cirurgia precisei colocá-la. Eu tive que aprender a lidar com algo novo. Senti muito novo, eu não sabia como ia ser aquilo, por quanto tempo ia ser e como seria meu dia a dia“.

a difícil aceitação

“Nessa época, eu aceitei a condição de que eu precisaria usar a bolsa de colostomia, mas não aceitei a imagem dela na minha vida. Eu não conseguia olhar meu corpo com a bolsa na frente do espelho”.

Lorena afirmou que desde o momento em que ela saiu do hospital, já foi uma preocupação de como ela esconderia aquilo. A jovem conta que sempre teve o apoio da família, mas em relação aos amigos era diferente. Por todo o tempo em que Lorena passou na escola, ela nunca chegou a mencionar a bolsa de colostomia e sempre a escondia de todo mundo.

“Eles sabiam que eu tinha passado por uma cirurgia, mas não que eu tinha começado a usar a bolsa. Eu nunca contei, dava desculpas para não participar das aulas de educação física, ia no banheiro sozinha, escondia por baixo de roupas largas que usava justamente para esconder meu corpo”.

Por ter tido medo de ter contado, Lorena já afirmou ter passado algumas coisas ruins na escola:

“Uma vez eu precisava ir no banheiro e como os professores não sabiam, acabaram não deixando. Eu precisei ligar para a minha mãe ir me buscar porque minha bolsa já estava quase estourando. Várias situações de eu ter que sair correndo da escola porque eu não contava e tentava esconder”.

Lorena também se privava de eventos sociais, como festas com as amigas, passeios e viagens à praia.

preconceitos

A jovem diz que as pessoas enxergam a bolsa como um tabu e ainda como algo horrível. Ela acredita que a colostomia ainda é uma “deficiência invisível”.

“As pessoas não entendem o que eu tenho, falam que eu carrego algo horrível na minha barriga e que eu me faço de vitima. Elas esperam que as pessoas com deficiência aparentem estar estar com deficiência. Ouço muitos comentários como: ‘Voce nem parece que é deficiente'”.

Ela já passou por muitas situações constrangedoras com as pessoas pela falta de conhecimento acerca da deficiência que carrega.

Já me pararam quando eu estava num assento de deficiente e eu tive que provar que eu podia estar ali, tendo que levantar minha blusa na frente de todo mundo“.

“Geralmente também falam que eu sou nojenta e tudo o que é coisa desse tipo. Evito até banheiros compartilhados porque prefiro não passar por olhares e palavras de julgamento”.

falta de acessibilidade

Em relação aos banheiros, Lorena sempre usa os de deficiente, mas afirma que mesmo assim eles não são completamente acessíveis para pessoas com bolsa de colostomia. No momento de esvazia a bolsa e poder limpá-la fora de casa de maneira adequada. Os banheiros não são totalmente adaptados.

“O ideal seria um banheiro com uma ducha higiênica para limparmos com ela, um vaso elevado pata que a pessoa não caia ao esvaziar a bolsa e um lixo próprio para a bolsa”.

Segundo dados fornecidos pelo Estadão, há mais de 120 mil pessoas que usam a bolsa no Brasil. Mas, a distribuição do dispositivo pelo SUS ainda é limitada e insuficiente e banheiros para pessoas nessas condições existem apenas em projetos de lei.

A falta de informação também é fator importante para a acessibilidade.

Só sabe o que é isso uma pessoa que conhece alguém que tem. Falta falar mais sobre isso e fazer as pessoas entenderem que é uma deficiência como qualquer outra, que pode acontecer por vários motivos e que não deve ser motivo de preconceitos”.

levar conhecimento através da internet

Lorena afirma que, após 8 anos, olha para a sua deficiência com olhos completamente diferentes. Com a bolsinha de colostomia, o sentimento que paira é gratidão. O motivo se deve pela influência que a jovem começou a ter na internet. Ela sentia muita falta de conhecer pessoas que passavam pelas mesmas dificuldades que ela e quando pesquisava nunca encontrava alguém falando sobre o assunto.

“Estudar, pesquisar sobre o assunto faz parte da minha rotina. A minha entrada na internet foi muito importante para isso porque eu comecei a conhecer mais pessoas e suas histórias com a colostomia”, afirma. Ela fala sobre o assunto no Instagram como forma de conscientização e uma maior autoaceitação também.

Parei de me sentir sozinha, comecei a aceitar minha imagem pessoal, colocar biquínis, ir à praia, me sinto livre pra sair na rua mostrando minha bolsa e é algo que eu vou construir cada vez mais e mostrar mais sobre ela para as pessoasEu sou muito grata a ela hoje, ela me possibilitou estar aqui e ter uma vida, eu devo muito a ela e conheci muitas pessoas legais por causa dela“.

O intuito de Lorena nas redes também é conversar com pessoas que passem pela deficiência e tenham dificuldades em se aceitar, mostrando que deve ser tratado como algo normal. “Não quero ver as pessoas escondendo, como eu fazia”.

desmistificando achismos

Lorena já adaptou totalmente a bolsinha à sua rotina. Sempre troca ela no banho, tem uma alimentação regulada para cuidar do seu peso e ter todos os nutrientes em dia. Embora a rotina tenha algumas particularidades, não significa que ela seja impedida de realizar ato que muitas pessoas acreditam ser impossíveis para uma pessoa com a condição.

A especialista Rachel ainda desmentiu os principais achismos acerca da doença:

“As pessoas costumam achar que pessoas que usam a bolsa não podem fazer exercícios físicos, o que não é verdade. É só serem feitos com moderação e não exercer muito esforço na parte abdominal do corpo”.

“Outra coisa é a respeito das relações sexuais. Vai depender muito de conversas com o seu parceiro e você estar confortável com aquilo. Mas a bolsa de colostomia não impede em nada os atos sexuais. A gravidez também, é completamente possível engravidar tendo essa deficiência”.

Lorena Eltz afirma que esse assunto também é muito mais levado a pessoas mais velhas, devido ao achismo de que só pessoas idosas podem ter essa deficiência. Ao contrário do que se pensa, crianças e jovens também podem passar por isso e ela é um exemplo disso. O intuito é cada vez mais levar isso para todas as faixas etárias e que não tem problema se você é jovem e precisa usar a bolsa.

“Não fique sozinho, use as redes sociais e procure pessoas pessoas que passam pelo mesmo pra conversar e saber como vivem a vida. No mais, naturalizem nossos corpos, a vida perfeita não existe”, finaliza.

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Verão em casa: para ser saudável, você não precisa mudar seu corpo ou fazer dieta

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Verão em casa: para ser saudável, você não precisa mudar seu corpo ou fazer dieta
Rawpixel

Seu corpo mudou na quarentena? Saiba que você não é a única, afinal, estamos há muito tempo em casa, sem andar por aí todos os dias, com a ansiedade batendo e uma vontade mais frequente de pedir um lanche pelo delivery. Nesse verão, muitas mulheres ganharam peso, algumas estrias e celulite. Com a chegada da estação perfeita para colocar o biquíni e aproveitar o sol – mesmo que na varanda de casa para respeitar o isolamento social – boa parte das mulheres sentem a pressão social pelo corpo magro inalcançável, que, na maiorias das vezes, é sinônimo de dietas nada saudáveis e procedimentos estéticos.

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Em primeiro lugar, uma mulher gorda não necessariamente está com problemas de saúde, na verdade, ela pode estar muito mais saudável do que uma pessoa que se enquadre nos padrões sociais de magreza. A questão é que existe um senso comum tóxico que nos faz julgar nossos corpos, principalmente no verão.

Todos os corpos estão prontos para o verão, já que ter uma vida mais saudável não implica necessariamente na perda peso. Alimentação equilibrada e exercícios físicos são essenciais, mas não estamos falando de fins estéticos! “Ficar longos períodos sentados, ou mesmo em pé, levam a problemas circulatórios que, por sua vez, podem resultar em trombose, ou seja, um coágulo sanguíneo que se desenvolve no interior das veias das pernas impedindo, assim, a passagem do sangue”, alerta a Dra. Vanessa Vargas Ferreira, médica e nutróloga“Por isso, a dica é: mexa-se, mesmo em casa!”, completa.

Saúde e estresse não combinam

A Dra. Vargas Ferreira frisa que neste processo de mudança para uma rotina mais saudável não basta se exercitar e comer bem, a terapia com psicólogos pode ser essencial. “A função dos alimentos vai muito além da nutrição, também está relacionada ao afeto. É comum demonstrarmos afeto e carinho por outras pessoas através da comida. Trabalhar as emoções é essencial para aprendermos a nos relacionarmos de forma mais saudável com a nossa própria alimentação e nossos corpos”.

O trabalho com profissionais para mantermos a saúde mental se torna indispensável durante a quarentena, já que tem se tornado cada vez mais comum o desconto da ansiedade na comida. “Muitas pessoas utilizam a comida como ‘válvula de escape’, uma forma de alívio diante de situações estressantes. Assim, o comportamento alimentar está frequentemente relacionado às nossas emoções e não são incomuns, portanto, transtornos alimentares e sintomas associados a culpa, a vergonha, tristeza e ansiedade”.

Falando em saúde mental, não dá para entrar em dieta restritiva se o seu objetivo é saúde, já que essa “proibição” pode ter efeitos mais negativos para o seu bem estar. “Uma prescrição adequada e personalizada é fundamental nesse momento de pandemia, para manter uma boa alimentação, alta imunidade, maior disposição e evitar riscos de doenças. A rotina alimentar deve ser adequada a cada paciente, gerar bem estar e resultados saudáveis – e não estresse”, completa a Dra. Vargas Ferreira.

Alimentação sem restrição

A Dra. Mariana Amaro Castro Maciel Arjona, médica referência em nutrição do “Dr.Consulta”, acredita que muitas vezes a solução para seus pacientes pode ser mais simples do que eles podem imaginar. “É preciso avaliar o padrão alimentar como um todo, principalmente nos momentos de ansiedade, para entender qual o tipo de alimento, horário, quantidade que a pessoa está ingerindo e em cima disso, sugerir mudanças. Às vezes, uma simples redistribuição ou troca dos alimentos pode ajudar. Em outros momentos, buscar outras atividades prazerosas podem ser a saída. O ideal mesmo seria aliar o aconselhamento nutricional e o psicológico juntos”.

“Acredito que uma alimentação equilibrada não passa por dietas rígidas na grande maioria dos casos. Dietas rígidas muitas vezes implicam na exclusão de determinados alimentos ou nutrientes e já aí deixam de ser equilibradas. Uma alimentação saudável deve ser variada, contemplando alimentos de todos os grupos alimentares, distribuídos de maneira equilibrada e nas quantidades ideais. Só desta maneira ela irá fornecer todos os nutrientes necessários e contribuir para uma boa saúde”, afirma a Dra. Mariana Arjona.

A médica incentiva seus pacientes a cozinharem mais, e agora na quarentena, alguns até arriscaram começar uma horta. A Dra. Arjona afirma que esses hábitos trazem um interesse por variedade no prato, que é livre de agrotóxicos ou grandes quantidades de sódio, açúcar e conservantes.

E os fãs de fast food? A Dra. também olha para essa questão com equilíbrio: “Na maior parte dos casos, desde que a pessoa tenha um bom padrão alimentar na maior parte do tempo, tenha um estilo de vida saudável, pratique atividade física, esteja bem clinicamente, não será um fast food eventual que comprometerá. Mas uma avaliação profissional mais apurada deve ser feita para individualizar essa recomendação”.

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Verão: 6 itens para o seu cãozinho aproveitar os dias mais quentes do ano

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Quer que seu cãozinho aproveite melhor esse verão? Então você está no lugar certo! Preparamos uma lista com alguns itens que vão trazer conforto e bem-estar para o seu melhor amigo de quatro patas durante a estação mais quente do ano. Olha só:

1. Protetor Solar Make Me Bluish:

Com fórmula vegana, este item é à prova d’água e possui FPS 30 que promove uma proteção eficaz para o seu amigo de quatro patas.

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2. Comedouro Brinquedo, Pet Games:

Com 4 aberturas ajustáveis que permitem 8 níveis de dificuldade, este comedouro vai estimular seu pet a brincar e trabalhar para obter o snack do dia. Legal, né?

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3. Mangueira de Jardim Fonte de Água:

Ideal para ajudar o seu pet a se refrescar, esse produto tem fácil conexão com qualquer mangueira de jardim e é acionado quando o cãozinho empurra o pedal.

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4. Ferplast Amigo Mini Fita, Guia Retrátil:

O passeio não pode faltar, né? Essa guia retrátil tem deslizamento silencioso e três funções diferentes: bloqueio, rolagem livre e parada momentânea.

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5. Bebedouro Portátil Plástico Sanremo:

Hora da hidratação! Além de ter um design inteligente e moderno, esse bebedouro portátil é ideal para levar em passeios e viagens.

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6. Tapete Gelado Tamanho M, Chalesco:

Com design dobrável e portátil , esse tapete proporcionará uma sensação de bem-estar nos dias mais quentes do ano.

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Exclusiva: As Baías e Luísa Sonza se juntam em “Quarto Andar” para falar sobre amor em tempos modernos

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O grupo musical As Baías, composto pelas cantoras e compositoras Raquel Virgínia, Assucena Assucena e pelo cantor, compositor e produtor Rafael Acerbi, lançaram nesta sexta-feira (15) o single “Quarto Andar”, com feat. da cantora pop Luísa Sonza. A parceria completa o álbum “Drama Latino” nas plataformas musicais e o fecha com chave de ouro.

Em entrevista exclusiva com a todateen, As Baías contaram qual foi a parte mais difícil em gravar o clipe.

“Unir o time numa pandemia, debater conceito a distância. Tudo isso fez com que o nível de dificuldade fosse alto. Mas o prazer em criar e produzir foi algo que nos manteve concentradas e atentas”, relembra Raquel.

“Creio que a maior dificuldade foi fazer tudo a tempo pois o clipe dependia muito da iluminação natural da Cidade das Artes”, completa Rafael.

o significado da música

A maioria das músicas de As Baías tem um significado por trás da letra, e com essa não poderia ser diferente. “Quarto Andar é uma música de amor, que expressa conexão, saudade e anseios do cotidiano. Sabe quando a gente está ansiosa pra encontrar a pessoa amada? Então! Quarto Andar é sobre a expectativa do encontro”, explica Assucena Assucena.

“Essa canção foi uma tentativa de escrever sobre amor em tempos modernos. O celular, a distância, a mensagem não respondidas. Ela traz uma imagem de um amor bem efêmero e urbano, característica de muitas relações nesse mundo atual”, explica Rafael.

a escolha de Luísa Sonza

Rafael explica que Luísa foi escolhida, primeiramente, porque o trio queria gravar com uma cantora pop. “A Luísa vem se destacando cada dia mais como um dos maiores nomes do pop nacional. E quando ela topou, a voz dela trouxe exatamente o elemento que faltava. Caiu como luva e o feat ficou lindo!”

Por sua vez, a loira explica o motivo de ter aceitado fazer a parceria: “A oportunidade de explorar novos estilos musicais e porque adoro o trabalho das Baías. Trabalhar com gente tão talentosa, amorosa, faz tudo valer ainda mais pena”.

Confira a música:

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