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Comportamento

10 garotas empoderadas para agitar sua timeline

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Dia Das Mulheres: 10 garotas empoderadas para agitar sua timeline
Reprodução/Instagram

Prepare-se para apertar o follow com orgulho, porque separamos alguns dos perfis mais legais de garotas poderosas da internet. Disseminadoras do movimento body positivity, ativistas da causa ambiental e educação, feministas e cansadas do racismo impregnado na sociedade – essas meninas tornarão seu Instagram mais empoderado do que nunca!

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@malala

Aos 22 anos, a garota paquistanesa já até ganhou um Prêmio Nobel. Malala luta pelos direitos humanos de homens e mulheres, e também é uma ativista que atua em prol do acesso à educação para todos, principalmente meninas. A militante ficou conhecida em 2012, quando aos 15 anos foi baleada na cabeça por talibãs após discordar da proibição dos estudos para as mulheres no país. Logo depois do anúncio da medida pelo líder local de sua cidade, Malala iniciou um blog dedicado ao seu amor pelos estudos e dificuldades no Paquistão, o “Diário de uma Estudante Paquistanesa”. No início, o site era assinado por um pseudônimo, mas depois a menina revelou sua identidade ao conceder entrevistas. Recentemente, a jovem criou uma conta no Instagram, e sua primeira postagem no feed foi de uma foto sua em Salvador.

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Hi, Instagram! So happy to be celebrating my 21st birthday in #Brazil!

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@gretathunberg

Depois de seu discurso bombástico na Cúpula da ONU, a menina sueca de 16 anos ficou conhecida por suas atividades na luta pela redução dos impactos do aquecimento global. Greta se tornou ativista recentemente, mas sua ligação com as questões ambientais é mais antiga – aos 11 anos, ela entrou em depressão profunda quando percebeu a gravidade da situação ambiental no mundo. A menina vem protestando intensamente pela causa e dá constantemente declarações duras contra os governos.

 

@mcsoffia

MC Soffia tem só 15 anos e já está fazendo grande sucesso com suas músicas de funk, em um ritmo na pegada do rap. Empoderada, ela é um ícone de moda e beleza, defensora da causa negra e feminista, com cabelo sempre em dreads ou solto, assumindo o black power. As músicas que canta refletem sua vivência e personalidade, tratando do desafio de ser uma menina negra, que precisa se amar e reafirmar todos os dias.

 

@maisa

Dona de looks coloridos – e perfeitos – a apresentadora e atriz, Maisa Silva, posta não só sobre seus compromissos como celeb mirim, mas também do seu dia a dia. Ela é engajada na causa feminista, e também é bem engraçada!

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an incredible view, grazie Roma!

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@thaiiscarlaoficial

Thais Carla é a mulher do momento quando o tema é luta contra a gordofobia. Acompanhar seu conteúdo é maravilhoso para quem deseja ter como influência uma pessoa que se aceita, e sabe que a beleza não está só nos padrões impostos pela sociedade. Sua principal temática é combate à gordofobia, ela divide suas experiência e aprendizados nas redes, e assim esperamos que um mundo menos padronizado surja.

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Minha realidade nesta quarta feira de cinzas: No quintal de casa, tomando um solta no bico do peito. Hahaha

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@brunalinzmeyer

Bruna Lizmenyer é atriz e gay. Assumiu sua sexualidade há um tempo, e também chamou muita atenção da mídia quando se pronunciou sobre depilação feminina. Pensamentos como o de Bruna deveriam ser espalhados por aí: a mulher é livre, e se quiser não se depilar, tudo bem. Por que só homens podem ter essa liberdade sem crítica?

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🦇

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@lizzobeeating

Lizzo é uma das revelações musicais de 2019. A cantora é negra e gorda – já deu para perceber que uma mulher com essas características deve ser criticada o tempo todo, né? Mesmo assim, Lizzo encara tudo com uma postura empoderada, que se mostra presente, principalmente, em suas músicas. Vale acompanhar essa deusa!

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Roll Model.

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@natalyneri

Nataly Néri é uma cientista social empoderada, tanto na causa do meio-ambiente como também pelos direitos das pessoas negras. No Instagram e YouTube (seu canal se chama Afros e Afins), ela se dedica a produzir conteúdo sobre consumo consciente e empoderamento da mulher negra.

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✨VÍDEO NOVO NO CANAL ✨! Bora falar sobre cultura de cancelamento? O vídeo que postei hoje no canal é uma mistura de muita coisa que vi acontecendo em 2019 e decidi abrir o coração. Na verdade ele foi gravado final de 2019 mas por conta de problemas na edição não tinha sido postado até agora. Enfim, achei que o vídeo tinha perdido o timing porque pensei que em 2020 cancelamento seria passado porém, infelizmente, segue atual. As opiniões expressas nesse vídeo podem não ser tão populares, mas pode ser uma das várias perspectivas possíveis! E diálogo é isso, expor diferentes perspectivas e perceber que nenhuma história ou fato é unilateral. Enfim, assistam o vídeo se quiserem (meia hora, eu sei, mas eu falo demais aaaaaaah) e marquem aqui nos comentários alguém que ache que se interessaria por esse debate ✨. Link do vídeo sempre na bio

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@amatemaniaca

Julia Jaccoud, assim como muitas meninas, ama exatas, principalmente matemática. Mulheres não são boas com números? Atá! O canal do YouTube de Julia e seu Instagram são as plataformas dela para não só desconstruir este pensamento, como também fazer com que as pessoas se apaixonem pela matemática.

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fala meu consagrado! neste final de semana, cuidado para não perder o limite, porque quando existe ele é único

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@ellorahaonne

Ellora Haonne é a influencer para transformar a sua relação com a comida em algo mais saudável – e não estamos falando de ser fitness, ok? Ellora passou por vários transtornos alimentares na adolescência, e hoje se dedica a alertar as pessoas sobre a importância de se aceitar. Chega de papo sobre a necessidade de emagrecer, já chegou a hora de você se amar como é, miga!

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agrade.

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Vamos seguir todas?

Comportamento

Queernejo: a mescla entre o pop e nossas raízes com representatividade LGBTQIA+

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Queernejo: conheça a mescla entre o Pop e as nossas raízes com representatividade LGBTQIA+
Reddy Allor (Divulgação), Gabeu (Divulgação), Gali Galó (por Mah Matias), Alice Marcone (por Mayra Azzi)

A falta de representatividade LGBTQIA+ é comum em diversos setores do mercado, mas já parou para pensar especificamente no sertanejo? Ao passo que traduz a alma brasileira, esta seção do entretenimento é dominada por um grupo de artistas cisgênero, branco e heterossexual.

Com o objetivo de desconstruir essa barreira, surgiu o queernejo, um jeito de fazer música isento de composições preconceituosas, levantado por um grupo de artistas que promete balançar as estruturas do sertanejo universitário e ir além do mercado underground.

Para falar mais sobre o assunto, a todateen conversou com Alice Marcone, Gabeu, Gali Galó e Reddy Allor. A gente te conta tudo sobre este estilo musical e novidades para ficar de olho 😉 .

Gabeu – príncipe do sertanejo queer

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Se você conversar com os artistas que se destacam neste mercado, vai perceber que a trajetória de todos terá uma menção a Gabeu em algum momento. O filho do cantor Solimões, que há mais de 30 anos forma dupla com Rio Negro, tinha o estilo musical rural presente em seu dia a dia, mas preferiu por muito tempo focar em Lady Gaga.

“Minha paixão mesmo pelo sertanejo é recente, em 2018 decidi me lançar no processo de composição, gravação e produção de videoclipe. Desde então, venho tentando ressignificar o sertanejo, para que se encaixe na minha vivência, no que eu sou e acredito”, diz o cantor que se identifica com a causa LGBTQIA+. “Tenho tentado fazer as pazes com o sertanejo, entender que ele faz parte de quem eu sou, das minhas raízes”.

“A ideia de fazer um sertanejo queer veio naturalmente, de uma ideia de composição do meu namorado, o refrão de ‘Amor Rural’. Quando ele me mostrou, me veio um insight de pensar: ‘Nossa, será que é possível fazer algo assim?’. A partir disso, compus o restante da música e quando me dei conta já estava no estúdio gravando e pensando em como lançar”.

“Amor Rural” é um hit que chegou para transformar o cenário musical, com looks extravagantes, humor e uma mistura de referências que formam aquilo que, no caso de Gabeu, também tem sido chamado de Pocnejo.

Alice Marcone: audiovisual, folclore e a moda de viola

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Alice é uma mulher transsexual amante da sétima arte. Nascida em Valinhos, Marcone viveu por muito tempo na zona rural de Serra Negra, onde entrou contato com o que chama de “cultura sertaneja raíz”. Segundo a roteirista e atriz, as canções da moda de viola fizeram parte de sua formação. “O problema começou quando nos anos 2000 começou a bombar o sertanejo universitário, nas rádios, festas. Eu sinto que acabei associando esse tipo de música com a cultura heteronormativa que é machista, sempre nesse contexto de bebedeira e pegação. Na época, estava me descobrindo uma pessoa LGBT no interior, e foi um processo bem difícil. Associei uma coisa com a outra e peguei muito ranço, não queria saber de sertanejo”.

“Me tornei little monster, fui fã de Lana Del Rey, Avril Lavigne, virei emo!”, conta a cantora que em 2013 veio para São Paulo estudar e acabou se distanciando ainda mais das suas raízes, lançando em 2017 projetos musicais Pop. Entretanto, o estilo caipira retornou ao seu repertório após um bloqueio criativo, solucionado em meio a uma epifania nos estudos de folclore para um projeto audiovisual

“Logo em seguida, ouvi ‘Amor Rural’, do Gabeu e falei ‘olha aí as LGBTQIA+ fazendo sertanejo!’. Tínhamos um amigo em comum, que fez a ponte. O Gabeu me apresentou um produtor com essa linguagem sertaneja, e agora estou produzindo um álbum”.

Alice afirma que acredita no início da mudança no mercado, mas nos bastidores, o cenário ainda é muito masculino. No bate-papo, a cantora relembrou a polêmica envolvendo Marília Mendonça, que fez um comentário considerado transfóbico. “Por mais que a gente tenha um rosto feminino cantando sobre sua perspectiva, o que é raro porque muitas vezes os compositores também são homens, as mulheres estão cercadas por uma cultura masculina no sertanejo”.

“Eu adoraria fazer um feat com a Marília Mendonça falando da sofrência da mulher, porque minhas letras têm isso de falar na perspectiva de uma mulher trans, mas são construídas para serem universais. Seria muito potente gerar pontes, para mim cantar sertanejo é muito sobre isso”.

A música de Alice se diferencia no mercado pela presença de uma linguagem simbólica rica em folclore, e a cantora dá um gostinho sobre o próximo álbum: “Não vou deixar de incluir Pop, mas estou em um movimento de estudo e retomada do sertanejo raiz, acredito que isso não seja tanto um conceito que vai entrar no meu primeiro álbum, mas é um projeto de vida, porque encontro nele a oportunidade de estudar minha ancestralidade racial, a figura do caipira evoca essa diversidade étnica e racial que a gente vê na população brasileira”.

O humor e drama de Gali Galó

Trazendo referências da música indie, Gali Galó se define como uma artista não binárie que revela em suas canções temáticas como o feminismo e o orgulho de pertencer à comunidade LGBTQIA+. A cantora é dona do hit “Caminhoneira” e afirma ter encontrado o queernejo como um nome a ser dado para o que vinha fazendo na indústria.

“É Queernejo porque não é só Sertanejo. Além da narrativa ser mais livre, o ritmo também é mais fluido, permitindo a mistura do pop, do indie e do brega. Eu particularmente adoro assumir o estilo cafona; o humor e o drama de Gali Galó. Tem a ver com ser LGBTQIA+ no Sertanejo, rir na cara do perigo, sabe?”.

Natural de Ribeirão Preto, a cantora por trás da personagem de Gali só iniciou seu trabalho neste estilo musical aos 30 anos. Apesar do ritmo fazer parte de sua história, a cantora se afastou quando viveu em São Paulo, “senti na pele o que é ser um caipira na cidade grande”.

De volta às suas raízes, a cantora chama a atenção para a falta de pluralidade do mercado que tem adentrado. “Falta pessoas LGBTQIA+ e pessoas pretas. Falta diversidade na equipe, falta igualdade nos cachês. Falta consciência de classe e de branquitude. Falta se questionar mais, sair um pouco da bolha. Falta olhar pro lado, entender o próximo e a si mesmo”.

Reddy Allor – um jeito Pop de brilhar, sem deixar suas raízes

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Não aceita a falta que eu faço 🤠🌿

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Guilherme, de 21 anos, trabalha com música desde os 12, quando começou uma dupla de sertanejo com o irmão. Entretanto, a puberdade trouxe também a percepção de um mercado cheio de preconceitos. “Comecei a me descobrir menino gay e não estava me encaixando mais, me senti excluído, meus contratos começaram a diminuir depois que eu me assumi, as coisas foram para um lado que eu não gostava”.

O sonho de cantar sertanejo continuou vivo, mas também começou a compartilhar espaço com sua identidade drag. “Quando resolvi juntar tudo isso, foi uma maneira de entender a minha verdade, como artista e pessoa”. Reddy Allor começou sua inserção no mercado, mas Guilherme chama a atenção da necessidade de uma mudança para que o estilo do queernejo se torne mais popular: “A gente está começando a se inserir no mercado, no sertanejo não se fala sobre militância, minorias. Falta alguém maior dentro do mainstream para trazer essas questões e abrir mais espaço”.

“Eu tenho muita inspiração nas mulheres do sertanejo, desde Roberta Miranda à Marília Mendonça, Maiara e Maraísa, Simone e Simaria, são inspirações de verdade, e elas também são novidade no mercado“, completa o artista, que tem EP acústico chegando no próximo mês: “Vou lançar uma música por mês, serão quatro, tem até composição do meu irmão. O clipe está pronto, o projeto todo é bem visual, refletirá toda a minha verdade. Há bastante referência Pop, e é diferente, porque farei uma mistura com uma canção bem sertaneja”. 

O que vem aí?

Além dos lançamentos de Reddy Allor, em outubro – mais especificamente no dia 18 – todos os artistas mencionados estarão presentes no “Fivela Fest”, primeiro festival de queernejo no país. Na organização, temos Gali Galó, que lançará seu álbum ainda em 2020, bem como Alice Marcone e Gabeu, dupla que lança em breve um single.

O fim da pandemia do coronavírus será embalada por novidades neste estilo musical, incluindo um álbum completo de Marcone e muitos shows, programados para o final de março.

Fique de olho!

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Comportamento

O Que Rola No Rolê: Day e Lara contam curiosidades da carreira e tudo sobre o novo EP

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Day e Lara
Divulgação

Na estrada há quatro anos, Day & Lara começaram os trabalhos como dupla sertaneja em Goiás, mas já estão conquistando todo o Brasil com sucessos como Tantão Assim e Termina Mas Não Trai.

Em uma nova fase de divulgação do EP O Que Rola No Rolê, a dupla agora aposta em Bebo e Choro, um hit dedicado aos fãs sofredores. Em um entrevista exclusiva à todateen, as meninas contaram um pouco sobre o começo de suas carreiras musicais e revelaram a maneira inusitada em que decidiram usar o nome Day & Lara.

Olha só!

As histórias de vocês duas, antes de entrarem no ramo musical, são muito parecidas, o que vocês acham disso?

Lara: A gente acredita que Deus une propósitos. Era necessário a Day cantar solo, compor, cursar Direito e passar pelo que ela passou; e eu da mesma forma, cantar com meu irmão, compor e também entrar na faculdade. Os caminhos parecidos nos levaram a um mesmo destino, afinal, movimento gera movimento.

Porque escolheram em um primeiro momento cursar Direito? Sentiram alguma pressão para essa escolha?

Day: A pressão era mais pessoal do que de qualquer outra pessoa. Sempre pensávamos em ter um plano B, e o curso de Direito é muito abrangente e útil, independente da profissão. Conhecimento nunca é demais, aprendemos muito com o tempo que estivemos na faculdade.

Qual foi o momento em que a música falou mais alto?

Lara: Sempre, desde que a gente se entende por gente! Por isso sempre fizemos questão de nos profissionalizar e dar o nosso melhor cantando e compondo para nos destacarmos no mercado em meio a tantas pessoas talentosas.

Como foi a adaptação das rotinas de vocês duas quando decidiram que iam formar uma dupla?

Day: Quando a gente se conheceu a nossa rotina era bem parecida, o mesmo curso na faculdade, a mesma dedicação e vontade de viver da música compondo e cantando. A diferença é que agora temos o mesmo sonho e trilhamos o mesmo caminho, uma ao lado da outra.

A escolha do nome foi fácil?

Lara: A escolha do nome não foi fácil nem um pouco. Estávamos na dúvida entre “Dayane Camargo e Lara”, “Dani e Lara” ou “Day e Lara”. Foi quando pedimos a opinião de uma garçonete chamada Luna e fizemos um acordo: O nome que ela decidisse seria. E assim foi, ela escolheu Day e Lara.

Como vocês se sentiram sendo indicadas ao Grammy Latino ao lado de nomes de peso da música como Daniel e Simone e Simaria?

Day: Ficamos muito surpresas. Primeiro, por termos sido indicadas logo no primeiro trabalho da dupla, segundo, por Day e Lara estar ao lado de tanta gente grande. Jamais esqueceremos desse dia, afinal, não é todo dia que se é indicado ao Grammy Latino.

Day, você dirigiu um dos videoclipes da dupla, como foi essa experiência por trás das câmeras?

Day: Sempre gostei muito de teatro, cinema, novela. Foi como uma composição, só que visual. E de uma responsabilidade muito grande, para conseguir passar o que estava na minha cabeça para a tela. Sempre fomos muito ativas em todo o 360 da nossa carreira, adoramos fazer parte dos processos criativo autoral, musical, administrativo. Essa experiência abriu um leque para o meu crescimento profissional.

Bebo e Choro chegou com tudo, qual foi a inspiração para esse hit?

Lara: Na formação do repertório a gente sempre tenta atingir o máximo de pessoas, as que estão apaixonadas… solteiras… e pra fechar a seleção de músicas desse projeto, faltava aquela para as pessoas que estão sofrendo, nesse caso com Bebo e Choro é sofrer ou sofrer, não tem opção!

Come está sendo fazer os lançamentos de O Que Rola no Rolê sem poder sair de casa para ir a um rolê curtir as músicas?

Lara: Está sendo bem diferente, porém muuuito estratégico. As músicas de balada estamos segurando um pouco para soltarmos quando o mercado voltar ao normal. Os shows sempre foram um termômetro para o artista sentir a resposta do público, contanto, como não tem shows devido à pandemia, estamos do lado de cá, de olho nas redes sociais, estudando nosso público e tentando nos aproximar cada vez mais deles de forma orgânica, sempre trazendo conteúdos e músicas novas.

Qual a próxima fase para o projeto O Que Rola no Rolê?

Day: Continuaremos lançando as músicas desse projeto no decorrer do ano. Gravamos 6 faixas no EP O Que Rola No Rolê. O primeiro single foi Tantão Assim, que lançamos em junho desse ano, e agora estamos trabalhando a Bebo e Choro, porque Day e Lara também não brincam de sofrer (risos). Já estamos ansiosas pros próximos lançamentos, afinal, no nosso rolê rola de tudo um pouco, tem moda pra quem está sofrendo, pra quem está apaixonada e pra quem deu a volta por cima. Aguardem!

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Celebs

Cantora e compositora, Mayra fala sobre o seu novo single: “Eu queria trazer uma narrativa mais real”

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Cantora e compositora, Mayra fala sobre o seu novo single "Luck or Love": "Eu queria trazer uma narrativa mais real"
Rawpixel/Divulgação

Inserida desde pequena em um ambiente musical, Mayra é um dos nomes assinados pela Universal Music Brasil. Com um repertório que já conta com as músicas L’amour Toujours, Shameless e Save Me, a cantora vem com seu mais novo single, Luck or Love.

“Eu sou daquelas ‘hopeless romantics’ então sempre escrevi músicas românticas que tratavam ou de coração partido ou de estar apaixonada.”, contou ela em entrevista exclusiva à todateen.

“A música tem uma sonoridade diferente do que eu costumo fazer, menos pop e mais boom bap, que vem de uma vertente hip-hop e é uma influência que eu tenho do meu irmão que trabalha com Rap”, explicou.

Lançado no início de setembro, a faixa contou com a colaboração de Cassio Play, Elias Inácio e Bruno Martini, amigo de longa data da artista.

“Ele além de ser meu grande amigo de carreira, é um irmão pra mim. Eu o considero um dos melhores produtores do Brasil, altamente comparável à grande produtores internacionais e a gente tem uma química musical que é muito difícil de se criar, a gente apenas tem. Trabalhar com o Bruno é sempre um grande passo na minha carreira.”, disse.

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Mayra sempre teve o apoio de seus pais, que também são envolvidos com música, para seguir carreira no mundo artístico.

“Eles me ajudaram muito quando eu comecei a levar música como profissão e sempre me disseram o quão orgulhosos estavam de mim.”, contou.

A cantora ainda contou quais são suas maiores inspirações e referências.

“Eu passei por Elton John, MPB, Beatles, mas desde criança eu sempre fui muito fã do Michael Jackson, eu sempre admirei ele como artista”, relembrou. Mas, agora mais velha, Mayra encontrou mais uma admiração: o grupo sul-coreano, BTS. “Conheci o trabalho deles ano retrasado e foi como quando ouvi e vi Michael Jackson pela primeira vez, me apaixonei imediatamente.”, revelou.

Por ter crescido nos Estados Unidos, o inglês se tornou sua primeira língua. Então cantar e escrever músicas em outro idioma foi um acontecimento natural.

“Porém isso não me impede de escrever músicas em português, eu tenho algumas que já foram gravadas por outros artistas, a própria Rouge gravou uma música minha chamada ‘Sou Mais Eu’ que eu co-escrevi com grandes amigos da Head Mídia e outros parceiros”, contou.

Para o futuro, Mayra tem mais singles em produção e outras colaborações.

“Eu quero trazer um pouco mais da mistura das minhas influências e do pop americano pra cá, então as músicas das quais temos trabalhado ultimamente tem uma sonoridade bem próxima disso.”, disse ela, que não vê a hora de lançar suas próximas músicas.  “No passado eu lancei um EP chamado ‘Voices’ que fala sobre a jornada feminina, e é um projeto que eu tenho muito orgulho. Quero fazer mais coisas assim, que além de ter a sonoridade que eu amo também trazem uma mensagem importante.”.

Assista ao clipe exclusivo de Luck or Love!

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