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Comportamento

Dicas para a hora do estudo em casa

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Estudar em casa é bem confortável, mas pode ser muito difícil quando precisamos de mais concentração, não é mesmo? Afinal, vários fatores externos podem acabar nos atrapalhando e tirando o foco. Se você também tem um pouco de dificuldade na hora de estudar em casa, pode ficar tranquila porque vamos te dar uma ajudinha!

Separamos algumas dicas ótimas para melhorar a sua concentração e, para facilitar ainda mais a sua vida, listamos alguns produtos para você se organizar com as tarefas de maneira muito mais simples. Dá uma olhada:

1. Escolha um ambiente tranquilo e confortável

Pode parecer besteira, mas um lugar silencioso será um ótimo aliado na hora de manter a concentração. Afinal, ninguém gosta de barulho, né?

2. Elimine TODAS as distrações

Sabemos que é difícil não parar para dar aquela olhadinha nas novidades do Instagram ou do Twitter. No entanto, na hora dos estudos, é importante deixar o celular de lado por um tempo. Para isso, os modos “não perturbe” e “silencioso” podem ser bem eficientes, viu? #Ficaadica!

3. Saiba quando é a hora de fazer uma pausa

Todos nós precisamos fazer pequenas pausas durante o dia, seja para realizar refeições ou relaxar um pouco a mente. Afinal, nosso corpo não é uma máquina! Ah, e não esqueça de se manter sempre hidratada durante o dia.

4. Foco com tecnologia!

Ter foco é muuito importante, por isso, ter em mente o que precisamos fazer da maneira mais organizada possível é uma ótima estratégia. Usar a tecnologia está liberado se for para procurar recursos que vão te dar aquele suporte nos estudos!

Outro ponto bem importante é a organização. Um jeito suuper eficiente de manter todas as tarefas a serem feitas registradas, é apostando em um planner. E para facilitar a sua vida, listamos alguns itens com ótimos preços na Amazon, para você escolher aquele que é a sua cara. Dá uma olhada:

1. Planner Wire-o Arco-íris – https://amzn.to/2VthfN7

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2. Agenda Planner Verão  – https://amzn.to/3eifZ7V

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3. Agenda Planner Terrazo – https://amzn.to/2wDYjCQ

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4. Agenda Planner Sweet – https://amzn.to/2ydboDm

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5. Agenda Planner Pastel Rosa – https://amzn.to/2Xx11Fl

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6. Agenda Planner Astral – https://amzn.to/2ye4KN7

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Dia Internacional da Mulher: 7 livros sobre personalidades femininas fortes e empoderadas

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Hoje, dia 8 de março, é celebrado o Dia Internacional da Mulher. A data tem como objetivo ressaltar a importância da luta feminina pelos seus direitos e pela valorização na sociedade, e também de celebrar todas as conquistas sociais, políticas e econômicas já realizadas pelas mulheres ao longo da História.

Pensando nisso, preparamos uma lista especial repleta de livros sobre personalidades femininas fortes e empoderadas para você conhecer e adquirir nessa data. Dá uma olhada:

1. Extraordinárias: Mulheres que revolucionaram o Brasil:

Com esse livro, você conhecerá mulheres revolucionárias de etnias e regiões diferentes, que deixaram sua marca na história do Brasil.

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2. As Cientistas: 50 Mulheres que Mudaram o Mundo:

Recheada de lindas ilustrações, essa obra destaca 50 cientistas das áreas da ciência, da tecnologia, da engenharia e da matemática. Além disso, conta com infográficos sobre equipamentos de laboratório, dados sobre mulheres que trabalham em campos da ciência na atualidade e um glossário ilustrado.

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3. 50 brasileiras incríveis para conhecer antes de crescer:

Escrito por Débora Thomé, jornalista, cientista política e criadora do bloco de carnaval “Mulheres Rodadas”, esse livro nos convida a conhecer a biografia de várias brasileiras com jornadas cheias de aventuras e obstáculos.

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4. Carolina – Carolina Maria de Jesus:

Com uma escrita simplificada e belas ilustrações, essa obra é um convite para conhecer uma personalidade feminina negra que se transformou em um símbolo de resistência e superação.

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5. Heroínas negras brasileiras: em 15 cordéis:

Pensando em trazer à tona mulheres que lutaram pela liberdade, direitos, espaço na política e nas artes e ainda levantaram a voz contra a injustiça e a opressão, Jarid Arraes monta cordéis sobre mulheres negras que foram heroínas da vida real.

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6. Eu sou Malala (Edição juvenil):

Nesse livro, você conhecerá a história de uma menina que aos 10 anos viu sua realidade mudar: música era considerado um crime, as mulheres não podiam mais ir ao mercado e as meninas não deveriam frequentar a escola. Mas, ao resistir e lutar pelo que acreditava, Malala acabou sendo vítima de um atentado, em 9 de outubro de 2012, e quase perdeu a vida. Hoje, ela é considerada um símbolo de luta pelo direito à educação.

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7. Minha história para jovens leitores:

Sabemos que Michelle Obama foi primeira-dama dos Estados Unidos enquanto Barack Obama estava na presidência, mas nesse livro, você descobrirá mais sobre a história dessa forte personalidade, começando por sua infância.

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Conheça o “Literalle”: programa inédito de entrevistas literárias

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Conheça o "Literalle": programa inédito de entrevistas literárias
Rawpixel/Divulgação | Arte: Laura Ferrazzano

Como boa apreciadora de literatura, a todateen não podia deixar de anunciar a novidade da estudante de Jornalismo, Roberta Gurriti. Apaixonada pela comunicação desde sempre, a influenciadora lança, nesta segunda-feira (8), em seu canal do YouTube, o primeiro episódio do Literalle – programa de entrevistas literárias.

+ Cantinho Literário Todateen: 5 indicações de livros para o mês de março

Apresentado por Roberta, programa tem como objetivo inovar e servir como fonte de entretenimento no meio literário. Entrevistando autores nacionais e internacionais, junto dos influenciadores de livros, o Literalle contará com quadros divertidos por meio de brincadeiras e quadros criativos.

“O Literalle aconteceu muito de repente, era madrugada, eu não estava conseguindo dormir e então, minha mente, como sempre, me fez pensar: ‘Se eu amo entrevistar, amo esse universo, e meu nicho é o literário, por que não juntar minhas duas paixões em uma e criar algo diferente e legal?”, contou a idealizadora.

Os episódios têm duração máxima de 25 minutos e tem, por vídeo, um ou dois convidados. O piloto estreia neste Dia da Mulher, às 15 horas e a primeira entrevistada do programa é a autora nacional Lola Salgado​, autora de ​Quanta Coisa Pode Estar Logo Ali​, publicado pela editora Harper Collins, entre outros títulos. O Literalle contará com episódios semanais e a primeira temporada é especialmente voltada aos autores nacionais.

+ Exclusiva: Lola Salgado fala sobre seu novo livro

YouTube: The Gurriti

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Sororidade: o que é este conceito e porque precisamos falar sobre ele

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Sororidade: o que é este conceito e porque precisamos falar sobre ele
Arte: Laura Ferrazzano

Hoje, dia 8 de março, é comemorado o Dia Internacional da Mulher. Embora seja uma momento de felicitações, é importante lembrar que se trata de uma data de luta e de reflexão. Dentro desse contexto, é comum que diversos termos feministas sejam citados nas redes sociais, viralizando por meio de postagens e outros conteúdos.

Mesmo que essa popularização de conceitos seja, sim, positiva para alcançar mais pessoas, o que acontece é que essas expressões acabam sendo esvaziadas. Encontrando os usuários de maneira superficial e, em alguns casos, esvaziada.

+ 8 direitos que as mulheres têm no Brasil, mas nem todo mundo sabe

E, dentre as diversas terminologias que vemos circulando por aí, é exatamente o que acontece com o termo Sororidade. Para entender com mais detalhes sobre esta definição, a todateen conversou com Juily Manghirmalani, Cineasta e Pesquisadora, focando seus estudos em torno de gênero, cinema e raça, com foco nos cinemas indianos.

“Como me entendo mulher cis, parte da comunidade LGBT e também com família Manauara e Indiana, acho que ter diferentes inserções de realidade me fizeram mais crítica às verdades que me eram apresentadas.”, afirmou ela, que sempre foi uma pessoa mais sensível aos problemas sociais. “O feminismo como teoria veio meio tarde, comecei a ter contato real somente na faculdade, quando já tinha cerca de 20 anos.”, relembrou.

A cineasta também comentou que sua trajetória no ensino superior abriu um espaço para aprofundamentos em áreas mais pessoais. “Em vivências, o feminismo está comigo desde muito pequena. Sempre questionei as diferenças entre coisas que podia ou não fazer em comparação aos meninos, sempre fui meio moleque e ficava brava em como tudo me era limitado. Isso também por ter duas famílias muito matriarcais, das quais as mulheres sempre tiveram papéis muito ativos nas decisões, então a ancestralidade também me influenciou muito.”, contou.

No que diz respeito à Sororidade, Juily define: “No dicionário, ela é colocada como uma relação entre irmãs. Nas lutas feministas, essa palavra foi adequada para a união e filiação de mulheres que compartilhavam de ideais parecidos, principalmente no campo político de emancipação e busca por direitos.”.

A sororidade, enquanto aliança política, econômica e cultural entre mulheres, possui um caráter extremamente revolucionário no que diz respeito aos avanços de pautas feministas na sociedade. Porém, por sua constante presença na internet, é um termo que passou por um certo “esvaziamento”.

+ Aborto, Lei Maria da Penha e o que o Brasil ainda precisa mudar para combater a desigualdade de gênero

“Essa é uma palavra que se tornou fácil na boca das pessoas e vazia de significado efetivo. Como vivemos em uma sociedade tão assimétrica em direitos, como as diferenças estruturais de classe e raça, metrópoles e o campo, periferia, acesso à informação e tudo mais, não tem como pensarmos que esse termo colocará todas as mulheres em um mesmo local de apoio e acolhimento, pois existem outras camadas de influências que movem esses corpos que são não somente o gênero.”, afirma a especialista.

Que continua:

“Em minha opinião, não acho que há necessidade de ressignificar a palavra em si, mas sim trazer à luz a importância da diversidade das construções sociais e das possíveis criações que dali saem. Acredito que nem toda mulher pode abraçar completamente a luta de outra mulher, sem antes colocar classe, sexualidade e raça no caminho, não pelo menos nesse momento que vivemos. Somos todas muito diferentes e precisamos saber até onde nosso braço alcança. A aliança entre as diferenças é de absurda importância, mas precisamos tomar cuidado em não sobrepor ou criar ainda mais atrito entre nós mulheres do que a sociedade patriarcal almeja.”, argumenta.

Na opinião de Juily, a união de um grupo social faz com que ele tenha mais força. “Estarmos unidas conscientemente mesmo em nossas diferenças faz com que cheguemos mais longe. Tanto em eleições, locais de poder, manifestações, acolhimento em situações de violência, empoderamento e tudo mais.”

Uma das estratégias de dominação mais bem sucedidas implementadas em nós, mulheres, é a rivalidade. Para driblar isso, a pesquisadora diz que um desses passos é “mudando a educação dessas mulheres e homens educadores (pais e mães, professores, líderes religiosos etc) que contribuem para essa rivalidade desde o início da vida.”.

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“Se a educação de base nos ensinar que a rivalidade faz parte de uma competitividade que nos diminui e limita, vamos conseguir entender que a vitória da amiga é tão importante quanto a nossa. A coletividade é o que estrutura um movimento e uma libertação, se nos colocarmos contra a outra, estamos também dificultando nosso acesso e crescimento. Entender que não adianta caminhar só e que todas temos papéis sociais na construção de uma vida melhor para as mulheres e outras “minorias”.”

Finalizando, Juily pontua que a discussão de gênero existe há séculos.

“Muitas mulheres criaram pensamentos e reflexões sobre suas realidades e contextos históricos.
Precisamos nos manter atentas ao que já foi conquistado, lutar para que se mantenha e lutar por melhorias.
Precisamos ter memória, ancestralidade e reescrever a história apagada das mulheres.
Entender que somos diferentes em culturas, crenças e necessidades, não somente abraçar um mundo utópico de realização geral quando somos a criação desse desnivelamento todo.
Vamos seguir juntas? Apoiar as nossas e as outras, buscar entender, abrir o coração e a cabeça pro que está por trás do que nos diferencia?”

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