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Eleições e representatividade: Brasil faz história ao eleger mulheres e LGBTQ+

Eleições e representatividade: Brasil faz história ao eleger mulheres e LGBTQ+
Eleições e representatividade: Brasil faz história ao eleger mulheres e LGBTQ+

O último domingo (15) foi palco para as eleições municipais 2020. O que chamou a atenção esse ano foi que uma grande quantidade de mulheres e LGBTQ+ se elegeu.
O número de mulheres eleitas, pioneiramente ou recordistas, cresceu significativamente e ao menos 20 pessoas que se identificam como travestis ou transexuais conquistaram uma cadeira nas Câmaras municipais brasileiras.

recordes antes das eleições

Muito antes dos resultados das eleições, recordes femininos já eram quebrados. Pela primeira vez, tivemos 34% das candidaturas femininas e mais pessoas pretas do que brancas pleiteando um lugar nas prefeituras e Câmaras municipais.

Segundo levantamento do Programa Voto Com Orgulho, da Aliança Nacional LGBTQ+, recorde de lésbicas, gays, bissexuais, transexuais e travestis também estavam mais na disputa: este ano mostrou que existem 411 candidaturas assumidamente LGBTQ+, um aumento expressivo em comparação aos 215 candidatos de 2016

história acontecendo

Na cidade de São Paulo, Erika Hilton (PSOL) fez história ao ser eleita como a primeira vereadora trans e negra e se tornar a mulher mais votada da cidade, com 50.508 votos. Além disso, ela ficou em 6º lugar na colocação geral de candidatos.

Em Recife, a vereadora mais votada foi Dani Portela (PSOL), advogada e mulher preta. Outro exemplo disso se deu em Nova Friburgo, Rio de Janeiro, com Maiara Felício (PT), vereadora com mais votos. Duda Salabert (PDT), professora, travesti e ativista pelo meio ambiente, também foi a mais votada para ocupar a Câmara municipal. “Quando uma travesti avança, a sociedade inteira avança!”, comemorou, em seu Instagram.

Curitiba foi um do estados que também teve um feito inédito: elegeu a primeira vereadora negra da cidade, Carol Dartora (PT). Belém é outro exemplo disso e escolheu a vereadora Bia Caminha (PT), a mais nova a ocupar esse cargo, em sua primeira eleição. Em Porto Alegre, são 11 vereadores em um total de 36. Esta é a primeira vez nos últimos 20 anos que a Câmara tem mais de 10 mulheres.
Mais municípios compartilharam suas “primeiras vezes”: Poções, na Bahia, nunca havia tido uma mulher prefeita. Dona Nilda (PCdoB) foi a primeira. Outro caso semelhante se deu em Três Rios, no Rio De janeiro, com Bia Bogossian. O município passou 70 anos sem mulheres na Câmara Municipal da cidade.
Além desses exemplos, muitos outros envolvendo homens homossexuais e homens pretos se deram nas eleições. Matheus Gomes (PSOL), jovem negro, também conquistou seu espaço na Câmara de Porto Alegre. Biga Kalahare (PT), de Santarém, Pará, foi o primeiro vereador assumidamente homossexual eleito na cidade.

é necessário ainda mais representatividade

Apesar de os resultados mostrarem pluralidade nos postos de poder, ainda está longe do ideal e distante da realidade populacional brasileira. Um exemplo disso são números de candidaturas indígenas, que ainda continuam baixas. Dados levantados pela Aliança Nacional LGBTQ+ mostram que houve aumento no número de candidatos declarados indígenas (27%), totalizando 2.177 candidaturas contra 1.715 em 2018, mas que esse número representa apenas 0,39% do total de candidaturas nas eleições municipais deste ano.

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