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Entrevista: Anna Todd, autora de “After”, fanfic inspirada em One Direction

“Se eu tivesse parado de escrever por causa de algumas provocações on-line, eu nunca teria chegado até aqui”, afirma a autora do sucesso After.

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Entrevista Anna Todd Fanfic One Direction

Que After é um tremendo sucesso, a gente não tem dúvidas! Mas vocês conhecem a pessoa que criou essa história que está dando o que falar? Conversamos com Anna Todd, a autora da fanfic inspirada em One Direction que deu origem à história ~quente~ de Tessa e Hardin. Confira como foi o nosso bate-papo:

Entrevista: Anna Todd, autora de "After", fanfic inspirada em One Direction

FOTO: Divulgação / Editora Paralela

todateen: Quantos anos você tinha quando começou a escrever romances?
Anna Todd: Eu tinha 23 quando postei meu primeiro capítulo de “After”, em abril de 2013.

todateen: O seu livro é classificado como “conteúdo adulto”, mas a maioria dos seus leitores é adolescente. O que você acha disso?
Anna Todd: Tessa só tem 18 anos, e os adolescentes estão próximos da idade dela. Eles têm muitos problemas em sua vida cotidiana que precisam lidar, e ninguém quer escrever ou falar sobre eles.

todateen: Você recebeu algum feedback dos pais de seus leitores adolescentes?
Anna Todd: Sim, e todos aqueles com quem conversei sobre isso estavam felizes porque seus filhos e filhas estavam muito animados em ler, e eles não eram assim antes. Existe muito mais conteúdo adulto na televisão e no cinema do que em “After”.

todateen: Você já encontrou algum dos meninos do 1D? Eles conhecem seus livros?
Anna Todd: Eu nunca os encontrei, mas eles conhecem, sim, os livros.

todateen: O que você acha dos seus fãs brasileiros? Nós vimos a foto de uma garota com uma tatuagem do símbolo do infinito e AFTER escrito no braço. Isso é comum? Os fãs brasileiros são mais entusiasmados?
Anna Todd: Eu amo muito os fãs brasileiros! Eles são tão apaixonados e mostram as emoções de uma forma tão bonita!

todateen: O seu marido não tem ciúmes das cenas que você descreve no livro?
Anna Todd: Não, haha. Ele me conhece e não se surpreende com nada que eu escrevo, haha. Hardin é um personagem, só isso.

[saiba_mais]

todateen: Você tem alguma dica para as pessoas que querem começar a escrever fanfics?
Anna Todd: Sim! Eu comecei com zero leitores, como todo mundo. Eu diria que é muito importante não focar na negatividade. Se eu tivesse parado de escrever por causa de algumas provocações on-line, eu nunca teria chegado até aqui.

todateen: Você se inspirou em “Cinquenta tons de cinza”?
Anna Todd: Sim, nele e em alguns dos meus seriados e filmes preferidos!

todateen: Você pensa em escrever mais romances? Você tem algum projeto novo em mente?
Anna Todd: Sim! Eu estou trabalhando em três projetos agora!

todateen: Quem é o seu autor preferido?
Anna Todd: Não consigo escolher só um! Eu vou de Jane Austen, RK Lilley e Cassandra Clare.

todateen: Você poderia sugerir um livro para nossos leitores?
Anna Todd: “As Peças Infernais”, de Cassandra Clare.

SINOPSE DO LIVRO

Depois de bater a marca de um bilhão de acessos na plataforma de leitura Wattpad ao transformar os integrantes da banda One Direction em personagens de uma história de amor sexy, a série After vira livro e promete ser o novo fenômeno editorial.
No primeiro livro, Tessa, de 18 anos, sai de casa, onde mora com a mãe, para ir para a faculdade. Até então sua vida se resumia a estudar e ir ao cinema com o namorado doce que conheceu ainda criança. No primeiro dia na faculdade, onde ela passa a dividir um quarto com uma amiga que adora festas, Tessa conhece Hardin, um jovem rude, tatuado e com piercings que implica com seu jeito de garota certinha. Logo, no entanto, os dois se envolvem e Tessa, que era virgem, vê sua sexualidade aflorar. Hardin é inspirado em Harry Styles, um dos membros do One Direction. Os outros quatro músicos da banda – Zayn, Niall, Louis e Liam – também viraram personagens na trama.
Tessa logo descobre que Hardin possui um passado cheio de fantasmas e os dois começam um relacionamento intenso e turbulento. Depois dele, ela nunca mais será a mesma.

SOBRE A AUTORA

É uma escritora estreante que vive em Austin, no Texas, com seu marido, com quem se casou um mês depois de se formarem no ensino médio. Entre os três períodos em que ele serviu no Iraque, ela teve empregos em quiosques de produtos de maquiagem e escritórios da Receita Federal americana. Anna sempre foi uma leitora ávida, fã de boy bands e de romance. Ou seja, está vivendo um sonho desde que conseguiu combinar as três coisas.

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Tradução: Thaís Tardivo

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Academia está considerando adiar o Oscar 2021; entenda!

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A 93ª edição do Oscar está prevista para acontecer apenas em fevereiro de 2021 e com uma série de mudanças para que os filmes que não conseguirão estrear nos cinemas possam entrar na lista de indicados. No entanto, de acordo com uma reportagem feita pela revista Variety, a Academia está considerando adiar a maior premiação do cinema.

As fontes da revista, que falaram sobre o assunto em anônimo, afirmaram que os planos estão longes de se concretizar diante da atual situação com a pandemia. Até o momento, a premiação está prevista para 28 de fevereiro de 2021, na ABC.

“Parece que eles irão adiar“, uma das fontes especialistas no assunto contou para a revista. No entanto, essa pessoa alertou que os detalhes, incluindo possíveis novas datas, ainda não foram totalmente discutidos ou propostos formalmente. Outra fonte diz que a data não mudou.

Quando novas mudanças temporárias nas regras de elegibilidade ao Oscar foram anunciadas em abril por causa do coronavírus, o presidente da Academia, David Rubin, disse à Variety que era muito cedo para saber como a transmissão do Oscar em 2021 poderia mudar após a pandemia.

É impossível saber como será o cenário“, disse ele. “Sabemos que queremos celebrar o cinema, mas não sabemos exatamente de que forma ele será.”

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“Conselho de Designers de Moda” americano anuncia mudanças para indústria da moda se tornar inclusiva

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O Conselho de Designers de Moda da América (CFDA) está tomando medidas para combater o racismo sistêmico e promover a igualdade na indústria da moda. Este órgão supervisiona a indústria da moda, designers e seus eventos, e nesta quinta-feira (4), compartilhou seus planos em um post do Instagram anunciando que haverão mudanças para tornar o mercado mais inclusivo.

No post, o CFDA afirma que o grupo realizou uma reunião do conselho em 2 de junho para discutir como eles responderiam aos “atos deploráveis ​​de racismo e violência” atualmente sendo vistos nos Estados Unidos após o assassinato de George Floyd nas mãos da polícia de Minneapolis.

“Os negros neste país estão sofrendo anos de injustiça decorrentes de construções institucionais como escravidão, segregação, encarceramento em massa, brutalidade policial e supressão econômica e de eleitores”, escreveram os membros do conselho em seu comunicado. “A comunidade negra está passando por raiva e frustração por causa dos efeitos da pandemia global que mais afetou as comunidades de cor. Ter uma voz e se manifestar contra a injustiça racial, intolerância e ódio é o primeiro passo, mas isso não é suficiente. Não basta dizer simplesmente que somos solidários com aqueles que são discriminados. Nós devemos fazer algo.”

O conselho da CFDA também delineou seus planos na declaração, prometendo “criar um programa interno de emprego especificamente encarregado de colocar talentos negros em todos os setores do negócio da moda para ajudar a alcançar uma indústria mais equilibrada”. Eles disseram que ajudariam a identificar profissionais de criação negros e os colocariam em empresas. Também em sua lista de planos está um programa de orientação e estágio, “focado em colocar estudantes negros e recém-formados em empresas estabelecidas no setor da moda”.

Além disso, o CFDA está implementando um programa de treinamento em Diversidade e Inclusão e fazendo “contribuições imediatas” para organizações como a NAACP e a Campanha Zero. O conselho também incentivou seus membros a dar uma olhada em seus negócios e sua estrutura e ver o que precisa mudar. “Pedimos a cada membro do CFDA para fazer um balanço de sua estrutura corporativa e garantir que eles tenham uma força de trabalho equilibrada entre brancos e negros, e desafiamos o setor de varejo da indústria da moda a garantir que sua lista de marcas e sua variedade de produtos seja representativa.

A carta foi assinada por Tom Ford, atual presidente do CFDA, e Steven Kolb, seu presidente e CEO, e terminou com #BlackLivesMatter.

Você pode ler a declaração na íntegra abaixo:

Ver essa foto no Instagram

Given the deplorable acts of racism and violence that we have seen play out in our country over this past week, our response as an organization was first and foremost on our minds and in our hearts. Black people in this country are reeling from years of injustice stemming from institutional constructs such as slavery, segregation, mass incarceration, police brutality and economic and voter suppression. The Black community is experiencing anger and frustration on top of the effects of the global pandemic that has hit communities of color the hardest. Having a clear voice and speaking out against racial injustice, bigotry and hatred is the first step, but this is not enough. It is not enough to simply say that we stand in solidarity with those who are discriminated against. We must do something. The CFDA outlines initiatives that will immediately be undertaken to create systemic change within our industry: • The CFDA will create an in-house employment program specifically charged with placing Black talent in all sectors of the fashion business to help achieve a racially balanced industry. This program will be tasked with identifying Black creatives and pairing these individuals with companies looking to hire. • The CFDA will also create a mentorship program and an internship program focused on placing Black students and recent graduates within established companies in the fashion sector. • The CFDA will implement and make available to our members a Diversity and Inclusion training program. • We will make immediate contributions and take up fundraising activities in support of charitable organizations aimed at equalizing the playing field for the Black community such as, but not limited to the NAACP and Campaign Zero – amongst others. We urge each and every member of the CFDA to take stock of their corporate structure to ensure that they have a racially balanced workforce and we challenge the retail sector of the fashion industry to ensure that their roster of brands and their product assortment is representative of the Black talent in our industry. Sincerely, Tom Ford, Chairman Steven Kolb, President & CEO #blacklivesmatter

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Manifestantes imitam comercial de Kendall Jenner em protestos; confira!

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Reprodução / YouTube

Muitas pessoas estão usando os protestos do Black Lives Matter para zombar da estrela de Keeping Up with the Kardashians, Kendall Jenner. A modelo estreou um comercial da Superbowl em 2017 para uma marca de refrigerantes. O objetivo era apresentar a marca como um símbolo de paz entre manifestantes e policiais em ato.

No anúncio, Jenner deixou uma sessão de fotos para se juntar a uma multidão de pessoas que protestavam nas ruas. Ela saiu dos manifestantes para oferecer uma lata de Pepsi a um dos policiais. Enquanto o policial tomava um gole, Jenner voltou para os manifestantes enquanto todos aplaudiam, dando a entender que o gesto de Jenner resolvia a tensão entre os manifestantes e os policiais.

O comercial foi criticado nas redes sociais por utilizar o ativismo para lucro corporativo. A reação emocional de Jenner às críticas foi apresentada na estréia da temporada 14 de Keeping Up With the Kardashians. Ela disse com lágrimas nos olhos: “Eu me senti tão estúpida… O fato de que eu iria ofender outras pessoas ou machucar outras pessoas definitivamente não era minha intenção.”

O New York Post noticiou nesta semana que muitos manifestantes lembraram do comercial enquanto protestavam, e tentaram imitar Jenner entregando uma latinha de refrigerante aos policiais. De acordo com o jornal, a primeira vez registrada nas redes sociais foi protagonizada pelo comediante Everett Byram, durante um protesto em Los Angeles no dia 2 de junho.

O comediante se aproximou de um policial e disse: “Ei, vocês, sou um Kardashian por aqui, ei, olha, é um refrigerante, quer refrigerante? Está aqui!”. O oficial responde dizendo que agradece, mas pede que Byram se afaste. Byram diz “mas ajudou no comercial”, e o policial responde dizendo que não bebe refrigerante. Até o momento desta publicação. Após a brincadeira inicial de Byram, o ato foi repetido por outros.

Ver essa foto no Instagram

Uma publicação compartilhada por Shitheadsteve (@shitheadsteve) em

Jenner não respondeu ao pedido de comentário do The Post. Entretanto, a modelo divulgou uma longa declaração no Instagram em resposta aos protestos do Black Lives Matter. Ela explicou como seu coração está pesado e ela nunca entenderá o que os negros experimentam. Ela incentivou seus seguidores a buscar informações e tomar medidas reais fora das mídias sociais.

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