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Comportamento

Entrevista: Bea Miller fala sobre experiência como compositora e passagem pelo Brasil

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Entrevista: Bea Miller fala sobre experiência como compositora e passagem pelo Brasil
Reprodução/Instagram

“Libertadora”. É assim que Bea Miller descreve a experiência de se abrir mais e tratar sobre seus sentimentos pela música. A cantora conversou com a todateen e falou sobre o momento atual da sua carreira. Dona de hits como S.L.U.T., Like That e feel something, a norte-americana ainda destacou a importância de estar por trás das suas composições, relembrou sua primeira turnê solo e ainda mandou uma mensagem para os fãs brasileiros.

Por trás do hit feel something, por exemplo, Bea explica como vê uma progressão desde o momento que escreveu a faixa, quase dois anos atrás.

“Eu diria que realmente representou onde eu estava na música naquele momento. O que é interessante é porque agora ‘feel something’ está tendo sucesso, e então muitas pessoas novas estão me descobrindo apenas agora por causa do que está acontecendo com a música. Eu acho que eles provavelmente acreditam que é aí que minha música está agora […] Mas também sinto que, mesmo se eu tivesse lançado essa música há um mês, estaria sentindo algo diferente agora. Acho que estou sempre crescendo, mudando e progredindo como artista e como pessoa a cada dia, conta.

“Mas é legal que eu fui capaz de escrever uma música que realmente capturou a experiência da quarentena antes mesmo de saber que a quarentena iria acontecer, e estou feliz que a música possa ajudar as pessoas neste momento estranho de estarmos vivos”, completa Miller sobre feel something.

Bea conta como o ato libertador de se expressar pelas composições também pode ser um pouco assustador.

“Acho que muitas pessoas se expressam de maneiras que não são necessariamente para serem compartilhadas com o resto do mundo, sabe? […]  Fazer algo que é principalmente para você, para liberar isso para você mesmo e menos algo como ‘Estou liberando minhas emoções, mas também estou permitindo que todas as outras pessoas no mundo ouçam como me sinto sobre isso’. Por isso, às vezes é um pouco assustador saber que a maneira que escolhi para lidar com a minha realidade é algo que qualquer um poderia ouvir”, pontua.

Contudo, a cantora ainda reconhece o privilégio de compartilhar tais realidades com os fãs, que podem estar passando pelo mesmo que ela e se identificarem com música.

“Mas ao mesmo tempo me sinto muito sortuda por ser capaz de me expressar dessa forma, porque me faz sentir mais relaxada. E se eu estou vivenciando algo e me sinto sozinha nessa experiência, se eu lançar uma música sobre isso, eu tenho tantos fãs e tantas pessoas que vão me dizer que significou muito para eles ouvir isso, porque eles também passaram por algo semelhante ou sentiram algo semelhante, e eles pensaram que estavam sozinhos também. Então, por mais que seja um pouco assustador às vezes saber que alguém pode descobrir alguma coisa sobre mim com base no que eu disse em minhas músicas, também é reconfortante ouvir de volta de outras pessoas como elas vivenciaram a mesma coisa”, completa.

Em 2019, Bea Miller percorreu os Estados Unidos com a Nice To Meet U Tour, sua primeira turnê solo. Ela explica como a vivência foi diferente de outros momentos de sua carreira, como quando abriu shows para outros artistas.

“É uma experiência completamente diferente, porque não são seus fãs ou o show que você gostaria de ter criado quando está abrindo para outra pessoa. Você tem um certo período, uma certa quantidade de tempo e pode ter apenas alguns adereços, certas configurações de palco. E a maioria dos fãs na plateia é para o ato principal”, explica.

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“Começar a realmente fazer meus próprios shows, ter minhas próprias ideias e saber que meus fãs estarão na plateia  todas as noites é simplesmente a melhor coisa que já aconteceu. Eu me diverti muito e me senti mais livre para ser eu mesma. Sabe, sempre sou eu mesma, mas me senti a melhor versão de mim mesma quando estava no palco sabendo que meus fãs gostavam de ouvir minhas histórias e minhas piadas cafonas. E eu não tive que correr pelo meu set para sair do palco para que outra pessoa pudesse entrar. Então foi muito divertido”, compartilha Miller.

Sobre uma possível passagem pelo Brasil, Bea explica o que a pandemia acabou mudando seus planos de passar por aqui.

“Achamos que era uma boa ideia fazer uma turnê pelos Estados Unidos como atração principal antes de fazer qualquer show internacional. Então, agora que fizemos isso, estávamos realmente planejando este ano fazer shows internacionais e é claro que isso não poderia acontecer. Espero que todas as coisas que eu deveria fazer este ano, incluindo ir para o Brasil, sejam reprogramadas para o próximo ano ou quando for seguro para nós fazermos isso”.

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Com os shows paralisados, Bea falou um pouco sobre seus novos projetos. A cantora revelou que tem um compilado de músicas inéditas e que seus fãs podem esperar diferentes vibes e sons das novidades.

“Eu definitivamente diria que eles podem esperar alguns sons de produção que eu não necessariamente usei antes, meio que experimentamos diferentes vibes para esta coleção de músicas”, diz.

A artista ainda pontuou sobre as letras das novas faixas.

Eu sempre fui muito honesta com minha música, eu já contei histórias muito específicas sobre minha vida no passado. Eu sempre expresso o que sinto sobre algo ou apenas um esboço vago, alguma situação pela qual estou passando. Mas entre as novas músicas, há algumas canções nas quais eu dou descrições muito detalhadas de coisas que realmente aconteceram comigo. E dou mais uma história de fundo sobre o que as músicas tratam nas letras reais da música. É definitivamente o máximo que já me abri. Algumas das coisas que escrevi nessas músicas não são nem mesmo coisas sobre as quais conversei anteriormente com algum amigo, ou mesmo com minha família ou qualquer pessoa. Então, é estranho que eu deixei de guardar essas coisas para mim mesmo e passei a compartilhá-las com todos, literalmente. Mas estou muito animada, espero que isso faça com que meus fãs se sintam ainda mais conectados a mim e vice-versa.

Enquanto as novas músicas não são lançadas, Bea mandou uma mensagem carinhosa para seus fãs brasileiros.

Eu gostaria apenas de dizer obrigada a vocês por ouvirem minhas músicas por tanto tempo. Eu sei que não fui aí para me apresentar, mas irei! Estou pensando em para aí, sei que vocês estão aí e amo vocês! Muito obrigado pelo apoio e espero vê-los em breve!”.

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6 dicas para quem está começando a fazer makes coloridas

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6 dicas para quem está começando a fazer makes coloridas
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Não é segredo que as makes coloridas estão super em alta né? E para te ajudar a se jogar na tendência, separamos algumas dicas simples que vão te ajudar a arrasar na produção. Olha só:

1. Como toda maquiagem, preparar a pele antes de aplicar os produtos é essencial, viu?

2. Escolha cores que criem um visual harmonioso!

3. Teste cores diferentes! Só desse jeito você vai descobrir o que realmente realça as características do seu rosto.

4. Seguir maquiadoras no “Instagram” é um ótimo jeito de ter referências para se inspirar. Mas, vale lembrar que é normal a gente não conseguir reproduzir a make de primeira, viu? E isso não tem nenhum problema!

5. Um truque bem prático é usar o batom em outras áreas do seu rosto. Então, escolha o pincel ideal para a região e vai fundo!

6. Quer investir em um produto prático para as suas makes? Então o delineador colorido é uma ótima pedida!

 

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Comportamento

Queernejo: a mescla entre o pop e nossas raízes com representatividade LGBTQIA+

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Queernejo: conheça a mescla entre o Pop e as nossas raízes com representatividade LGBTQIA+
Reddy Allor (Divulgação), Gabeu (Divulgação), Gali Galó (por Mah Matias), Alice Marcone (por Mayra Azzi)

A falta de representatividade LGBTQIA+ é comum em diversos setores do mercado, mas já parou para pensar especificamente no sertanejo? Ao passo que traduz a alma brasileira, esta seção do entretenimento é dominada por um grupo de artistas cisgênero, branco e heterossexual.

Com o objetivo de desconstruir essa barreira, surgiu o queernejo, um jeito de fazer música isento de composições preconceituosas, levantado por um grupo de artistas que promete balançar as estruturas do sertanejo universitário e ir além do mercado underground.

Para falar mais sobre o assunto, a todateen conversou com Alice Marcone, Gabeu, Gali Galó e Reddy Allor. A gente te conta tudo sobre este estilo musical e novidades para ficar de olho 😉 .

Gabeu – príncipe do sertanejo queer

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Se você conversar com os artistas que se destacam neste mercado, vai perceber que a trajetória de todos terá uma menção a Gabeu em algum momento. O filho do cantor Solimões, que há mais de 30 anos forma dupla com Rio Negro, tinha o estilo musical rural presente em seu dia a dia, mas preferiu por muito tempo focar em Lady Gaga.

“Minha paixão mesmo pelo sertanejo é recente, em 2018 decidi me lançar no processo de composição, gravação e produção de videoclipe. Desde então, venho tentando ressignificar o sertanejo, para que se encaixe na minha vivência, no que eu sou e acredito”, diz o cantor que se identifica com a causa LGBTQIA+. “Tenho tentado fazer as pazes com o sertanejo, entender que ele faz parte de quem eu sou, das minhas raízes”.

“A ideia de fazer um sertanejo queer veio naturalmente, de uma ideia de composição do meu namorado, o refrão de ‘Amor Rural’. Quando ele me mostrou, me veio um insight de pensar: ‘Nossa, será que é possível fazer algo assim?’. A partir disso, compus o restante da música e quando me dei conta já estava no estúdio gravando e pensando em como lançar”.

“Amor Rural” é um hit que chegou para transformar o cenário musical, com looks extravagantes, humor e uma mistura de referências que formam aquilo que, no caso de Gabeu, também tem sido chamado de Pocnejo.

Alice Marcone: audiovisual, folclore e a moda de viola

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Uma publicação compartilhada por Alice Marcone (@alice.marcone) em

Alice é uma mulher transsexual amante da sétima arte. Nascida em Valinhos, Marcone viveu por muito tempo na zona rural de Serra Negra, onde entrou contato com o que chama de “cultura sertaneja raíz”. Segundo a roteirista e atriz, as canções da moda de viola fizeram parte de sua formação. “O problema começou quando nos anos 2000 começou a bombar o sertanejo universitário, nas rádios, festas. Eu sinto que acabei associando esse tipo de música com a cultura heteronormativa que é machista, sempre nesse contexto de bebedeira e pegação. Na época, estava me descobrindo uma pessoa LGBT no interior, e foi um processo bem difícil. Associei uma coisa com a outra e peguei muito ranço, não queria saber de sertanejo”.

“Me tornei little monster, fui fã de Lana Del Rey, Avril Lavigne, virei emo!”, conta a cantora que em 2013 veio para São Paulo estudar e acabou se distanciando ainda mais das suas raízes, lançando em 2017 projetos musicais Pop. Entretanto, o estilo caipira retornou ao seu repertório após um bloqueio criativo, solucionado em meio a uma epifania nos estudos de folclore para um projeto audiovisual

“Logo em seguida, ouvi ‘Amor Rural’, do Gabeu e falei ‘olha aí as LGBTQIA+ fazendo sertanejo!’. Tínhamos um amigo em comum, que fez a ponte. O Gabeu me apresentou um produtor com essa linguagem sertaneja, e agora estou produzindo um álbum”.

Alice afirma que acredita no início da mudança no mercado, mas nos bastidores, o cenário ainda é muito masculino. No bate-papo, a cantora relembrou a polêmica envolvendo Marília Mendonça, que fez um comentário considerado transfóbico. “Por mais que a gente tenha um rosto feminino cantando sobre sua perspectiva, o que é raro porque muitas vezes os compositores também são homens, as mulheres estão cercadas por uma cultura masculina no sertanejo”.

“Eu adoraria fazer um feat com a Marília Mendonça falando da sofrência da mulher, porque minhas letras têm isso de falar na perspectiva de uma mulher trans, mas são construídas para serem universais. Seria muito potente gerar pontes, para mim cantar sertanejo é muito sobre isso”.

A música de Alice se diferencia no mercado pela presença de uma linguagem simbólica rica em folclore, e a cantora dá um gostinho sobre o próximo álbum: “Não vou deixar de incluir Pop, mas estou em um movimento de estudo e retomada do sertanejo raiz, acredito que isso não seja tanto um conceito que vai entrar no meu primeiro álbum, mas é um projeto de vida, porque encontro nele a oportunidade de estudar minha ancestralidade racial, a figura do caipira evoca essa diversidade étnica e racial que a gente vê na população brasileira”.

O humor e drama de Gali Galó

Trazendo referências da música indie, Gali Galó se define como uma artista não binárie que revela em suas canções temáticas como o feminismo e o orgulho de pertencer à comunidade LGBTQIA+. A cantora é dona do hit “Caminhoneira” e afirma ter encontrado o queernejo como um nome a ser dado para o que vinha fazendo na indústria.

“É Queernejo porque não é só Sertanejo. Além da narrativa ser mais livre, o ritmo também é mais fluido, permitindo a mistura do pop, do indie e do brega. Eu particularmente adoro assumir o estilo cafona; o humor e o drama de Gali Galó. Tem a ver com ser LGBTQIA+ no Sertanejo, rir na cara do perigo, sabe?”.

Natural de Ribeirão Preto, a cantora por trás da personagem de Gali só iniciou seu trabalho neste estilo musical aos 30 anos. Apesar do ritmo fazer parte de sua história, a cantora se afastou quando viveu em São Paulo, “senti na pele o que é ser um caipira na cidade grande”.

De volta às suas raízes, a cantora chama a atenção para a falta de pluralidade do mercado que tem adentrado. “Falta pessoas LGBTQIA+ e pessoas pretas. Falta diversidade na equipe, falta igualdade nos cachês. Falta consciência de classe e de branquitude. Falta se questionar mais, sair um pouco da bolha. Falta olhar pro lado, entender o próximo e a si mesmo”.

Reddy Allor – um jeito Pop de brilhar, sem deixar suas raízes

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Não aceita a falta que eu faço 🤠🌿

Uma publicação compartilhada por Reddy Allor (@reddyallor) em

Guilherme, de 21 anos, trabalha com música desde os 12, quando começou uma dupla de sertanejo com o irmão. Entretanto, a puberdade trouxe também a percepção de um mercado cheio de preconceitos. “Comecei a me descobrir menino gay e não estava me encaixando mais, me senti excluído, meus contratos começaram a diminuir depois que eu me assumi, as coisas foram para um lado que eu não gostava”.

O sonho de cantar sertanejo continuou vivo, mas também começou a compartilhar espaço com sua identidade drag. “Quando resolvi juntar tudo isso, foi uma maneira de entender a minha verdade, como artista e pessoa”. Reddy Allor começou sua inserção no mercado, mas Guilherme chama a atenção da necessidade de uma mudança para que o estilo do queernejo se torne mais popular: “A gente está começando a se inserir no mercado, no sertanejo não se fala sobre militância, minorias. Falta alguém maior dentro do mainstream para trazer essas questões e abrir mais espaço”.

“Eu tenho muita inspiração nas mulheres do sertanejo, desde Roberta Miranda à Marília Mendonça, Maiara e Maraísa, Simone e Simaria, são inspirações de verdade, e elas também são novidade no mercado“, completa o artista, que tem EP acústico chegando no próximo mês: “Vou lançar uma música por mês, serão quatro, tem até composição do meu irmão. O clipe está pronto, o projeto todo é bem visual, refletirá toda a minha verdade. Há bastante referência Pop, e é diferente, porque farei uma mistura com uma canção bem sertaneja”. 

O que vem aí?

Além dos lançamentos de Reddy Allor, em outubro – mais especificamente no dia 18 – todos os artistas mencionados estarão presentes no “Fivela Fest”, primeiro festival de queernejo no país. Na organização, temos Gali Galó, que lançará seu álbum ainda em 2020, bem como Alice Marcone e Gabeu, dupla que lança em breve um single.

O fim da pandemia do coronavírus será embalada por novidades neste estilo musical, incluindo um álbum completo de Marcone e muitos shows, programados para o final de março.

Fique de olho!

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Comportamento

O Que Rola No Rolê: Day e Lara contam curiosidades da carreira e tudo sobre o novo EP

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Day e Lara
Divulgação

Na estrada há quatro anos, Day & Lara começaram os trabalhos como dupla sertaneja em Goiás, mas já estão conquistando todo o Brasil com sucessos como Tantão Assim e Termina Mas Não Trai.

Em uma nova fase de divulgação do EP O Que Rola No Rolê, a dupla agora aposta em Bebo e Choro, um hit dedicado aos fãs sofredores. Em um entrevista exclusiva à todateen, as meninas contaram um pouco sobre o começo de suas carreiras musicais e revelaram a maneira inusitada em que decidiram usar o nome Day & Lara.

Olha só!

As histórias de vocês duas, antes de entrarem no ramo musical, são muito parecidas, o que vocês acham disso?

Lara: A gente acredita que Deus une propósitos. Era necessário a Day cantar solo, compor, cursar Direito e passar pelo que ela passou; e eu da mesma forma, cantar com meu irmão, compor e também entrar na faculdade. Os caminhos parecidos nos levaram a um mesmo destino, afinal, movimento gera movimento.

Porque escolheram em um primeiro momento cursar Direito? Sentiram alguma pressão para essa escolha?

Day: A pressão era mais pessoal do que de qualquer outra pessoa. Sempre pensávamos em ter um plano B, e o curso de Direito é muito abrangente e útil, independente da profissão. Conhecimento nunca é demais, aprendemos muito com o tempo que estivemos na faculdade.

Qual foi o momento em que a música falou mais alto?

Lara: Sempre, desde que a gente se entende por gente! Por isso sempre fizemos questão de nos profissionalizar e dar o nosso melhor cantando e compondo para nos destacarmos no mercado em meio a tantas pessoas talentosas.

Como foi a adaptação das rotinas de vocês duas quando decidiram que iam formar uma dupla?

Day: Quando a gente se conheceu a nossa rotina era bem parecida, o mesmo curso na faculdade, a mesma dedicação e vontade de viver da música compondo e cantando. A diferença é que agora temos o mesmo sonho e trilhamos o mesmo caminho, uma ao lado da outra.

A escolha do nome foi fácil?

Lara: A escolha do nome não foi fácil nem um pouco. Estávamos na dúvida entre “Dayane Camargo e Lara”, “Dani e Lara” ou “Day e Lara”. Foi quando pedimos a opinião de uma garçonete chamada Luna e fizemos um acordo: O nome que ela decidisse seria. E assim foi, ela escolheu Day e Lara.

Como vocês se sentiram sendo indicadas ao Grammy Latino ao lado de nomes de peso da música como Daniel e Simone e Simaria?

Day: Ficamos muito surpresas. Primeiro, por termos sido indicadas logo no primeiro trabalho da dupla, segundo, por Day e Lara estar ao lado de tanta gente grande. Jamais esqueceremos desse dia, afinal, não é todo dia que se é indicado ao Grammy Latino.

Day, você dirigiu um dos videoclipes da dupla, como foi essa experiência por trás das câmeras?

Day: Sempre gostei muito de teatro, cinema, novela. Foi como uma composição, só que visual. E de uma responsabilidade muito grande, para conseguir passar o que estava na minha cabeça para a tela. Sempre fomos muito ativas em todo o 360 da nossa carreira, adoramos fazer parte dos processos criativo autoral, musical, administrativo. Essa experiência abriu um leque para o meu crescimento profissional.

Bebo e Choro chegou com tudo, qual foi a inspiração para esse hit?

Lara: Na formação do repertório a gente sempre tenta atingir o máximo de pessoas, as que estão apaixonadas… solteiras… e pra fechar a seleção de músicas desse projeto, faltava aquela para as pessoas que estão sofrendo, nesse caso com Bebo e Choro é sofrer ou sofrer, não tem opção!

Come está sendo fazer os lançamentos de O Que Rola no Rolê sem poder sair de casa para ir a um rolê curtir as músicas?

Lara: Está sendo bem diferente, porém muuuito estratégico. As músicas de balada estamos segurando um pouco para soltarmos quando o mercado voltar ao normal. Os shows sempre foram um termômetro para o artista sentir a resposta do público, contanto, como não tem shows devido à pandemia, estamos do lado de cá, de olho nas redes sociais, estudando nosso público e tentando nos aproximar cada vez mais deles de forma orgânica, sempre trazendo conteúdos e músicas novas.

Qual a próxima fase para o projeto O Que Rola no Rolê?

Day: Continuaremos lançando as músicas desse projeto no decorrer do ano. Gravamos 6 faixas no EP O Que Rola No Rolê. O primeiro single foi Tantão Assim, que lançamos em junho desse ano, e agora estamos trabalhando a Bebo e Choro, porque Day e Lara também não brincam de sofrer (risos). Já estamos ansiosas pros próximos lançamentos, afinal, no nosso rolê rola de tudo um pouco, tem moda pra quem está sofrendo, pra quem está apaixonada e pra quem deu a volta por cima. Aguardem!

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