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Entrevista com a banda Hori: as histórias e aventuras do grupo que é mara!

Banda Hori conta a sua história e as aventuras da galera numa entrevista super!

O Max já foi pra Europa quando teve que escolher entre a música e a sua própria casa. Renan compôs Segredo, a música que bombou nas rádios. O Fê teve um lance tão difícil com uma garota, que escreveu uma música e quase chora quando a toca. Xande é o cara mais sério de todos. Daí o Fiuk pára, e diz: “Pô, vamos dar um pouco de positividade para a galera. Onde é que está a felicidade?”.

Assim é formada a banda Hori, que está nas paradas do sucesso e só quer levar uma pegada mais positiva para as pessoas. Em um bate-papo animado que tivemos com a galera, os meninos contam tudo sobre a história deles e como foram parar no grupo!

O nome da banda se pronuncia ‘róri’, não é?

Todos: “Isso, róri.”

O nome tem algum significado em especial?

Fiuk: “Tem, não é um segredo, não. Ao pé da letra, é até estranho falar. É de origem hebraica, e quer dizer homens da caverna ao pé da letra. Mas a gente misturou esse sentido a quê? De força e proteção, que é a logomarca da banda. A marca da banda são os dois colchetes e um sinal de mais. Tudo isso significa proteção, força e positividade, daí o sentido de mais.”

Muitas letras de vocês falam de relacionamento. Tem a última faixa (‘Felicidade, Amor e Harmonia’), que possui uma vibe mais positiva. É uma intenção de vocês trabalhar temas mais diversificados?

Fiuk: “A gente fala de relacionamento, mas alguns desses temas que têm uma certa ambiguidade. Não é só relacionamento. Tem músicas que a gente fez para a própria música. Tem música que o Max fez que é sobre uma parte da vida dele. Vamos supor, para o pai dele. Ouvindo de primeira, parece que é até para uma menina, de um relacionamento.”

Que faixa é?

Fiuk: “Qual é a que você fez, Max?”
Max: ” ‘Quando Você Voltar’.”
Fiuk: “A gente adora levar isso para a galera, porque a gente tem tanto problema hoje em dia, pensa em tanta coisa ruim… Só passa coisa triste na tevê, só tem morte. Pô, vamos dar um pouco de positividade para a galera. Onde é que está a felicidade? Onde é que está você lutar pelo o que é seu? Onde é que foi para isso? Hoje, está tudo banal, tudo banalizado…”
Max: “Hoje tem uma troca de valores, né?”
Fiuk: “Pô, cadê o valor de ir atrás do que você quer, de ser feliz, de lutar pelo o que é seu, sabe?”

Queria que falassem sobre a faixa Segredo, que foi o primeiro single da banda. Como que surgiu?

Renan: “Essa música, é engraçado… Faz mais ou menos um ano que eu fiz junto com um amigo meu. A gente ia montar um projeto, uma coisa diferente. Tocar piano… Fazer uma parada diferente. Ele também tem uma banda e acabou seguindo o caminho dele. Bom, eu fiz a maior parte da música, faltava um pedaço para terminar, então levei comigo a música. E acabei levando para a Hóri. Eu tinha outra banda, mas não levei pra essa banda. Eu guardei na gavetinha.”
Fiuk: “É, na gavetinha.”
Renan: “E é um xodózinho, assim. Nossa, eu amo essa música. E quando eu entrei na Hóri, eu falei: ‘Eu tenho uma música assim, assim, assim.’ E falei: ‘Esse é o lugar, é a oportunidade para essa música dar certo.’. Coloquei a música pra Hóri, mostrei para o produtor, ele amou. A gente começou a trampar, aí…”
Fiuk: “Ficou a nossa cara.”
Renan: “É, mais ou menos dá pra ser single! (risos) A letra não foi algo que aconteceu comigo. Mas quando eu estou compondo eu meio que me deixo levar pela minha veia artística, de me colocar no lugar de uma pessoa X, de que aconteceu X coisa com ela, entendeu? E foi por isso que saiu essa letra. Eu me coloquei no lugar dessa pessoa. Rolou essa letra legal e deu tudo certo.”

Fê, ’23 de novembro’ foi escrita por você. Tem uma história especial?

iuk: “Essa tem história!”
Fê: “É que assim, eu tinha uma outra banda não deu certo de eu continuar. Quis sair da banda e tudo. Aí, beleza, eu fiquei parado em casa. Só que aí eu tinha uma pessoa que eu gostava pra caramba, assim.”
Fiuk: “Gostava pra caramba? Você amava ela!”
Fê: “Só que tinha um problema, pois ela era muito mais nova do que eu. Os pais dela não deixavam eu ficar com ela, sabe? Sabe aquela imagem de músico vagabundo?”
Assessora: “Não lembra essa história que ele começa a chorar!”
Fê: “Aí no dia em que a família dela cortou de vez mesmo, eu falei: ‘Beleza’. Mas a partir disso eu vou fazer uma música para eternizar isso. Aí, vou mandar pra ela. Foi então que eu escrevi a música…”
Fiuk: “Baixou mesmo o santo.”

Max, você já morou na Europa e tocou em uma banda. Como é que foi isso?

Max: “Fiquei um ano e seis meses. Eu fui por conta daquele lance do meu pai (que teve câncer). Ele sempre foi contra a música. Ele sempre massacrou, mas eu sempre quis. Até que chegou num lance que ele disse: ‘Ou é música, ou é casa.’. Então, é música. Aí, eu fui pra lá, arranjei um trampo, secundário à arte.”
Fiuk: “É, pra sobreviver.”
Max: “Pra sobreviver. No começo, ralei, foi complicado pra caramba, mas eu estava centrado: ‘É a música, é a música. Só estou adiando, não estou desistindo.’.”
Fiuk: “Depois de um mês, você voltou, né?”
Max: “Aí eu toquei lá (na banda Nothink). Primeiro fui convidado para fazer guitarrista de apoio. Mas foi uma puta escola. É um outro mundo, é uma outra ideia.”

Me disseram que o Fê é o cara mais engraçado da banda. É verdade que você faz uns sons com a boca, umas coisas loucas?

Fiuk: “É, o Fê é um caso a parte. Ele faz a gente rir o dia inteiro!”
Fê: “Desde pequeno, eu sempre fui retardado (risos de todos). Sabe essas semanas de show de talentos na escola? O diretor me chamava pra ficar fazendo gracinha lá na escola.”
Fiuk: “Isso você não tinha contado ainda pra gente não, velho!” (risos)
Fê: “E eu sempre gostei, assim. O porquê eu não sei. Não consigo ser normal, sabe? (risos) Não sei ficar assim (faz cara de sério): ‘Olá, tudo bem? Meu nome é Felipe, sou baixista da banda.’. Parece que eu tenho que fazer uma brincadeira… É até engraçado. Não sou uma cópia…”
Fiuk: “Eu encontrei o Fê. É maior engraçado. Porque quando vai para o hotel, vão dormir os dois. E eles adoram filosofar. Tipo: ‘Nossa, isso aqui já foi um elefante um dia.’ (risos) Sabe? ‘Nós viemos dessa matéria’.”
Fiuk: “E a gente não aguenta ficar perto dos dois.”
Fê: “A gente tem que falar besteira.”
Fiuk: “Quando a gente está na estrada, sempre alugamos três quartos duplos. Então, a gente conta a banda como se fossem seis. O Rulio (produtor) é como se fosse o sexto elemento da banda. Então a gente divide como? O Xande já é casado, então já é certinho. Então, imagina que no hotel me aparece os dois de cobertor assim, pelado, batem na porta. Aí pergunta: ‘O que vocês estão fazendo de cobertor?’. ‘Úuuuu!’, tudo de cueca! (risos)”
Fê: “Mas é uma coisa que eu não sei.”
Fiuk: “É uma doença.” (risos)

Entrevista: Ricardo Piccinato
Texto: Larissa Faria

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