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Entrevista com Katy Perry

Entrevista com Katy Perry

Não bastasse o talento, Katy também merece um prêmio de miss simpatia. Ela é fofa, elogia todas as amigas da música no Twitter (como a Taylor Swift “garota, seu cabelo ficou incrível!”, quando a loirinha apareceu de madeixas escorridas, o CD novo de Rihanna, a música da Pink…), não esconde que está suuuperapaixonada pelo maridão (e mostra isso até nas unhas postiças!). O mais legal é que ela diz preferir ser amiga dos fãs (imagina?!). Vai ver é por isso que ela adora falar bastante nas entrevistas. Preparada pra virar mais fã, quer dizer, amiga da Katy?

tt – No que Teenage Dream é diferente de One Of The Boys?
Katy
Teenage Dream é uma evolução de One Of The Boys. E acho que isso não é algo completamente inesperado. As pessoas que ouvem a minha música e são fãs percebem que eu tento pra valer ser honesta, contar as histórias, muitas das quais acontecem de verdade na minha vida. Se eu deixar de ser honesta, vão perceber. O primeiro disco foi bem fofo e estava de acordo com a idade que eu tinha na época… Eu o fiz entre os meus 17 e 23 anos. Nessa época, eu estava lidando com novos namoros, novo tudo na vida.

tt – E qual é seu objetivo com o álbum atual?
Katy
– Algumas das histórias podem fazer você pensar, sentir, dar risada, chorar… O que quer que seja, meu objetivo final é fazer as pessoas sentirem a música. Eu mesma quando estou com um determinado humor e ouço uma canção, sinto que ela pode fazer com que eu mude todos os meus planos para a noite. Tipo, eu tenho vontade de sair com meus amigos só porque ouvi umas duas músicas e elas me deram a maior vontade de dançar. Também existem algumas canções que ouço quando não estou muito bem e me fazem chorar e repensar tudo na minha vida, o que é importante. Acho o poder da música muito forte e eu espero de verdade que as pessoas possam sentir isso no meu álbum.

tt – As mudanças na sua vida transformaram seu jeito de escrever?
Katy
– Muita gente tem me perguntado isso e eu vou ter que lhe dizer que não mudou nem um pouquinho. Eu acho que esse disco é até mais honesto que o último e é bem mais livro aberto também. Quando escrevo uma música, eu coloco meu coração e minha alma nela. Nunca foi algo tipo “olhe essa lista de títulos e escolha um deles para escrever a respeito”. Há um propósito, uma razão. Eu realmente quero por as coisas pra fora do meu peito, passar uma mensagem pra alguém ou, às vezes, quero fazer uma canção de amor de presente porque é o que quero dizer a essa pessoa e tem que ser desse jeito — então, é um álbum bem pessoal. Principalmente se você quer saber quem eu sou e quer algumas respostas sobre o que penso de certos assuntos. Você acha tudo isso no meu disco. Funciona como uma caixa preta de mim mesma. É um diário. É ainda um livro aberto e, definitivamente, sou eu. O que mudou mesmo foram as coisas que estão à minha volta. Felizmente, eu acho que não mudei tanto. Vamos ver…

tt – O que você espera que aconteça no ciclo desse álbum?
Katy
– Espero ansiosa pra fazer mais videoclipes desse CD. Eu serei bem chata com as pessoas com quem eu trabalho porque vou querer vários looks e quero que eles sejam dez vezes melhores que os da turnê passada. Acho esse álbum mais importante, não mais importante que o primeiro, mas é porque é esse que vai mostrar se o sucesso do primeiro foi só uma coisa do acaso. Coisa na qual eu não acredito, mesmo! Mas acho que tenho que trabalhar tão duro quanto. Tenho que mostrar às pessoas que há um elemento visual, há uma história para cada uma das músicas…
Também quero sair e encontrar cada uma dessas pessoas que querem me ver. É complicado pra mim essa questão dos fãs porque, às vezes, eu sinto que outros artistas colecionam fãs como se eles fossem brinquedinhos… Coisinhas de porcelana, que simplesmente fazem parte de uma coleção. É estranho, eu prefiro que eles sejam meus amigos em vez de fãs. Pra mim, isso ainda é uma coisa estranha, mas eu estou bem empolgada pra seguir turnê de novo e receber abraços, não apertos de mão.

tt – Por que o nome Teenage Dream para o seu CD?
Katy
– Eu dei esse nome porque é uma canção do álbum que passa esse sentimento de euforia. Quando se é adolescente, você se apaixona pela primeira vez ou tem fantasias sobre alguém que idealiza, talvez uma pessoa ou um poster de alguém que está colado na sua parede. Teenage Dream tem a ver com esse sentimento. É adorável e é só uma das músicas e ideias do título do álbum que faz você se sentir como se estivesse se apaixonando de novo pela primeira vez. Isso é muito importante pra mim porque, às vezes, quando você fica mais velho acaba se esquecendo dessa primeira vez. A minha esperança é que esse CD faça você se apaixonar novamente e várias vezes!

tt – O que está por trás da sua transformação visual de Teenage Dream?
Katy
– Bem… para cada uma das minhas músicas eu entro na internet e vejo alguns sites. Tem um específico chamado style.com e você pode procurar fotos de modelos vestindo roupas novas de qualquer marca ou linha que você curte, aí eu escolho um modelito pra combinar com a minha música. É meio como no filme As Patricinhas de Beverly Hills, um dos meus preferidos, aliás. Quando a Cher acorda, ela diz “o que eu poderia vestir hoje?”, e vai para o computador, que reproduz tudo o que ela tem no closet. Cresci assistindo isso e pensava: “ah, meu Deus, isso é tudo o que uma garota gostaria de ter”. Então, para cada música eu crio um identidade visual. Eu meio que já sei a história que quero contar em cada canção se ela for ter clipe. Isso é muito legal porque houve uma evolução desde o último disco. O primeiro pra mim foi uma coisa meio Betty Boop/Shirley Temple, foi fofinho. Este último disco é mais Bettie Page com um pouco do pop art de Lichtenstein dos anos 90, ou seja, é um pouco mais sexy. Ainda assim bem colorido, só que de um jeito diferente.

tt – Agora também é a vez dos docinhos, né?
Katy
– É engraçado, no primeiro disco eu tinha obsessão por frutas e nesse a coisa toda fica por conta dos doces e de coisinhas assadas. Talvez no terceiro disco eu apareça com biquíni de bacon ou algo estúpido do tipo. Não sei porque as coisas são tão comestíveis comigo, mas é divertido. Acho que o meu estilo mudou. Não é como se eu quisesse sempre ser a pin-up clássica porque eu curto provar os tipos mais diferentes de roupas e acho que, às vezes, uma coisa que é clássica vira meio Halloween, é um pouco chato… Mas é muito divertido provar coisas novas e evoluir. A Madonna, de um disco para o outro, fazia algo bem diferente. Me deixa alegre mudar meu visual e acho que alegra também quem está vendo. Só quero ser divertida, eu acho.

Texto: Mariana Scherma
Entrevista: Divulgação/EMI
Foto: Emma Summerton/Divulgação/EMI

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