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Entrevista: Meninos da banda Fly falam sobre relacionamentos

Por Carolina Vieira

O garotos da banda Fly comentaram alguns trechos de suas músicas em uma entrevista exclusiva! Vou dizer, foi #sórisada com esses meninos lindos! Vem ver:

“Já larguei todas, hoje eu vou pagar pra ver
E os meus amigos não conseguem entender
Por que eu quero quero, quero quero (você)”
(Quero você)

 

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

 

 

tt: Rola de seus amigos não curtirem a menina de quem estão a fim? Vocês vão em frente ou preferem desencanar?
Todos: Rola (hahaha).
Paulo: Eu vou falar o lado do amigo, que é o que mais acontece comigo. Eu fico com ciúme, bem chateado e deixo transparecer muito. Então, sei lá, se o Caíque está com uma menina de quem eu não gosto e ele me apresenta, já mudo totalmente. No outro dia, sou outra pessoa com os dois e ele já sabe que eu não gostei da menina. Não consigo esconder, fico tipo “me deixa longe dessa pessoa”.
Caíque: É verdade. Eu já passei por isso com ele. Hoje, esses moleques são os caras que mais importam na minha vida, a gente tem um relacionamento que é o tempo todo se falando e acho que eles são meus melhores amigos.
Paulo: Você acha, cara?
Caíque: Acho não, tenho certeza! (risos) Enfim, acho que acaba influenciando. Eles eu sei que vou levar para o resto da vida, já uma garota, eu não sei.
Nathan: E, às vezes, você está apaixonado e fica cego.
Caíque: Aí o amigo percebe. Já pensou minha namorada dar em cima dele? Eu prefiro que ele fale e eu já termino o relacionamento com a menina.

“Eu já sei que ela vai,
Só não conta pro seu pai
Que eu quero te levar daqui”
(Vem dançar)

tt: Já aconteceu de o pai da garota não aprovar o seu lance com ela?
Caíque: Muitas vezes. Olha para a minha cara (risos). É triste, né. Mas dá a maior adrenalina.
Nathan: É mais emocionante. Vai dizer que você nunca fez nada escondido?
Paulo: Escondido é mais gostoso.
Caíque: Mas se eu estou realmente a fim da menina, em algum momento do relacionamento você precisa conhecer a família dela.
Paulo: Em um momento. Não necessariamente logo de cara (risos).
Nathan: Eu conheci uma menina e em dois dias que eu saí com ela, ela foi me apresentar a família. Eu fiquei “oi?”.

tt: E se a menina pressiona?
Todos: Desnecessário. Pula fora.
Paulo: Ainda mais agora que a gente está todo tatuado, o pai já olha com uma cara…

tt: Vocês já fizeram alguma loucura pra ver alguém que o pai resolveu “deixar de castigo”?
Caíque: Ah, já. Eu já peguei carro escondido.
Nathan: Eu tinha uma namorada que morava muito longe. Eram nove horas da minha cidade. Era bizarro. E eu ia pra lá sempre, isso já era uma loucura. Nove horas dentro do ônibus pra chegar lá, era tenso.
Caíque: Eu namorei por três anos uma menina do Rio e era loucura. Hoje em dia, eu não faria, estou bem de boa.
Nathan: É ruim lembrar, viu? “Nossa, como eu fui idiota” (risos).
Caíque: É nada, é aprendizado, cara.

“Quando dei fé eu já estava apaixonado
Cansei de ser amigo
Eu quero ser seu namorado”
(De Frente Pro Mar)

tt: Vocês já se apaixonaram por uma amiga? Nessas horas, vale a pena abrir o jogo ou é melhor guardar o sentimento para não estragar a amizade?
Paulo: Eu falei, mas não deu certo, porque com o tempo eu descobri que ela não gostava de meninos (risos). Eu não sabia, era muito inocente. É um direito dela, aí eu apoiei.
Caíque: Eu não. Eu sempre fui babada e destruía o relacionamento com as minhas amigas. Eu ficava com todas e acabava com tudo. Imaturo, né? Mas a gente vai aprendendo, faz parte.
Nathan: Eu falei uma vez e ela riu de mim. Ela falou: “Nathan, acorda. Você sabe que não dá”. Então, tá, fazer o quê. Depois eu vi que não tinha nada a ver mesmo. É que ela era tão minha amiga, ela gostava de tudo o que eu gosto. Por isso que ela era minha amiga. Se fosse pra namorar, acho que a gente ia só brigar.
Paulo: É que pra ser namorado tem que ser o oposto. Pra equilibrar. Se é tudo igual não tem graça.
Nathan: É, tem que ter equilíbrio. Senão, imagina só, se o cara é atirado e a menina for atirada? Tem que ter um equilíbrio. Um ser ciumento e o outro nem tanto.
Paulo: E se a menina ficar cedendo muito acaba perdendo a graça.
Caíque: É, o “não” assusta. É bom sentir uma insegurança também.

“Mas você não me conhece, todo dia eu quero ouvir sua voz
A cada música, foto, frase me ganha mais”
(Carta de fã)

tt: Essa música resume bem o sentimento das fãs por vocês, né? Conta pra gente como é a relação com elas! Assusta pensar que, às vezes, elas parecem saber mais de vocês do que vocês mesmos?
Nathan: Nossa, sim. Assusta muito.
Paulo: Só uma curiosidade. A letra todinha da música foi baseada em cartas de fãs pra gente.
Nathan: Então, tudo o que você ouve na música é o que elas mandam pra gente.
Paulo: Porque a gente recebe muitas cartas e você pode abrir, sei lá, vinte cartas e consegue grifar umas palavras que todo mundo fala igual. Daí que surgiu a música, foi uma forma de retribuir o carinho delas. Mas a gente acha que tem uma proximidade muito grande, em qualquer momento um dos três vai estar no Twitter passando a madrugada trocando ideia. E, às vezes, nem é por votação nem nada. Você está megatriste em casa, carente… Aí, abre uma TwitCam e fica muitofeliz, muda meu dia. Só de ficar lá conversando recarrega.
Nathan: Ontem eu fiz uma coisa que acho que nunca fiz na minha vida. Eu comecei a ver foto que a galera marca a gente no Facebook e tinha uma menina falando que tinha desistido da gente, a mãe disse que ela nunca ia conhecer a banda. Na mesma hora eu escrevi embaixo, “sua mãe está enganada” e comecei a puxar. Acho que ela morreu lá (risos). Ela não estava acreditando que eu estava falando com ela.

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