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Exclusiva: novidade na literatura nacional, Nia França fala sobre seu lançamento “Irmandade dos Sem Futuro”

Exclusiva: novidade no cenário nacional, Nia França fala sobre seu lançamento "Irmandade dos Sem Futuro"
Exclusiva: novidade no cenário nacional, Nia França fala sobre seu lançamento "Irmandade dos Sem Futuro"

“- Ali.. o quê?
  – Ali-enado. São pessoas que enxergam com os olhos, mas não com a mente. Essas sim são pessoas idiotas.”, Nia França, Irmandade dos Sem Futuro.

Nia França tem 20 anos e é dona de um imaginário de ideias complexas. Apaixonada por literatura desde que se lembra por gente, a autora realizou seu sonho no início deste ano ao ter seu livro, Irmandade dos Sem Futuro, publicado pela Editora Flyve.

Uma história que mescla os gêneros de ficção científica e dark fantasy – pouquíssimo reconhecidos no cenário nacional, vale ressaltar – Nia traz, utilizando uma linguagem simples e objetiva, reflexões a respeito de diversos temas profundos para todo mundo que é (e um dia foi) jovem. Com personagens extremamente intrigantes e reviravoltas de tirar o fôlego, Irmandade dos Sem Futuro conta a história de Pitter Kross, um jovem ladrão de 19 anos que comete pequenos delitos  para cuidar de sua mãe doente. Tudo isso com a ajuda de um estimulante “amigo imaginário”, Elaykan, figura mística e misteriosa que o acompanha desde sua infância.

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Em um papo exclusivo com a todateen, Nia contou mais sobre seu processo criativo e inspiração para desenvolvimento da história, além de refletir sobre as dificuldade e obstáculos que ela, uma mulher negra, lutando para exercer a profissão de escritora dentro de um gênero literário predominantemente masculino.

Confira!

Você sempre teve vontade de ser escritora?

Eu sempre fui uma criança muito criativa. Pode até parecer exagero, mas eu passava mais da metade do meu dia imaginando coisas. A primeira vez que leram um livro pra mim (“Festa no Céu”, lembro até hoje), eu achei sem graça e fui fazer vários desenhos pra dar “outro final” pra história. E assim era com tudo, se eu ouvisse uma música, já montava um filme todo na minha cabeça, se eu escolhesse um caminho, ficava imaginando como seria o outro. Isso dificultou bastante as coisas pra mim no colégio porque eu peguei o costume de ficar escrevendo na sala de aula e raramente conseguia me concentrar no conteúdo, a não ser que fosse do meu interesse. Nunca reprovei, mas sempre fui mediana. Inclusive eu condeno bastante o conservadorismo do ensino, porque acredito que os alunos devem ser ensinados a aprender e a pensar, não a decorar respostas prontas que não valem nada além de uma nota. Mas se eu for entrar nesse mérito vou dar palestrinha e fugir do assunto.

O fato é, eu não me encaixava nas matérias ensinadas, assim como muitas pessoas também não. Eu aprendia de verdade quando chegava em casa e pesquisava sobre as coisas que de fato eu tinha interesse. Lia sobre o espaço (até decorei a ordem planetária), sobre vampiros, sobre guerras e curiosidades engraçadas. E a partir dessas pesquisas que eu comecei a colher material pras minhas próprias histórias – muito antes de eu sequer saber o significado de “pesquisa de campo”. […] Então o processo pra eu começar a escrever foi bem natural, veio através da vontade de transformar as histórias imaginárias da minha cabeça em algo organizado, estruturado e palpável, só assim eu ia poder compartilhar com as outras pessoas. Digo tranquilamente que hoje em dia isso não mudou muito não. Prefiro a liberdade criativa das crianças do que as amarras sociais que limitam tanto os adultos.

Quando foi que você realmente decidiu que iria escrever um livro?

O primeiro livro que eu escrevi na vida foi uma merda. Os personagens eram rasos, os diálogos eram bobos e a problemática chegava a ser engraçada de tão ridícula. Mas essa desgraça tinha quase 500 páginas escritas e eu pensei “uau eu sou foda”. Eu tinha uns 10 anos na época. Foi assim que eu descobri que queria ser escritora, e antes disso eu não queria ser absolutamente nada, o que é bem estranho na verdade. Eu nunca tive outra carreira em mente. Já pensei em muitas faculdades, psicologia, cinema, jornalismo, metafísica e ufologia, e eu ainda faria todas elas hoje em dia. Mas por conhecimento, não por profissão. Então eu sempre tive isso bem claro na minha mente, apesar de ter passado por muitos momentos barra pesada que me faziam pensar “eu preciso pensar em uma profissão tradicional e arranjar um emprego normal porque se não, não vou ter futuro”. Pois é, sem futuro né. Hoje eu vejo que se tu tem um objetivo, estratégia e foco, não tem com dar errado (mesmo que dê errado por muito tempo). Acho que o fato de ter decidido tão cedo o que eu queria pra vida, foi justamente o maior dos problemas. Porque aí a parada era outra. Eu sabia o que queria, mas não sabia como conseguir. Na verdade ainda não sei, mas sigo tentando. A graça é descobrir.

Ficção científica sempre foi seu gênero favorito?

Nunca. Eu não tinha saco pra consumir histórias de ficção científica, acabei até desenvolvendo certo preconceito com o gênero. E eu acho irônico que muita gente que leu meu livro, tinha essa mesma síndrome que eu. No começo eu curtia escrever só fantasia e sobrenatural, mas eu tinha a necessidade de encontrar explicações que fizessem sentido no nosso mundo. Pronto, foi aí que eu caí no limbo da fantasia científica, logo, da ficção científica. Foi um desafio pra mim escrever sobre algo que eu não gostava de ler, então no começo eu me obriguei a ler algumas obras clássicas do gênero, como Neuromancer (pra vocês terem noção, tinha um dicionário de termos técnicos e nem assim eu consegui entender esse livro). Depois de uns meses vendi ele por 12 reais e 3 balas e foi os 12 reais mais bem ganhos da minha vida. Antes disso eu já tinha lido alguns que também não me agradavam, então eu achei que simplesmente não fosse a minha pira. Até que eu comecei a ver filmes de ficção científica. Pronto, me encontrei.

Dentro da linguagem audiovisual, eu consegui entender como funcionavam as engrenagens do gênero. Não eram só palavras difíceis. Era conceito, era ciência, era lúdico, tinha forma, críticas sociais e reflexões filosóficas. Eu só conseguia pensar “cara, é isso que eu quero escrever”. Então a maior parte das minhas inspirações vieram do cinema, não dos grandes clássicos da literatura. Talvez isso seja uma das principais birras que os mais conservadores tenham comigo. Raramente você vai ver um “tá ligado?” em um diálogo de livro, mas você vê isso na Irmandade do Sem Futuro, da mesma forma que você também vê em filmes. É natural e sonoro. Foi assim também que eu descobri que queria adotar esse estilo literário como meu: histórias complexas, linguagem simples. É uma fórmula que funciona muito bem dentro da ficção científica, pelo menos ao meu ver.

Qual a importância de termos mulheres escrevendo e ganhando força no cenário nacional?

Acho que logo de cara eu quero agradecer por ter nascido nesse século. A gente tem o costume de sempre reclamar do que temos e endeusar o passado, mas sério, olha tudo o que a gente conquistou. Vale a pena agradecer um pouco também, porque talvez há alguns anos atrás eu não tivesse aqui. Rachel Queiroz, a primeira mulher a ingressar na ABL [Academia Brasileira de Letras] só entrou em 1977, e foi com muito custo. As revistas endeusavam a imagem do homem bem sucedido e reforçavam a ideia da mulher dona de casa. A gente tem ouvido tanto sobre feminismo nos últimos tempos, e eu vejo muita gente reclamando que o assunto já tá ficando chato. Mas se for parar pra colocar na balança, há quanto tempo o machismo não predominou? Eu vejo que as mulheres começaram a ter voz ativa e consciência de classe mesmo, há mais ou menos de uns 10 anos pra cá, e muita coisa mudou nesse período. Mas eu fico imaginando “se umas loucas não tivessem se erguido lá atrás pra falar sobre esses assuntos ‘chatos’, que mudança teríamos hoje?”. Quando eu era mais nova eu mesma não entendia a importância de nada disso, achava totalmente desnecessário, porque na época eu acreditava que isso podia separar ainda mais as coisas. Mas quando eu cresci eu entendi que, por exemplo, se um carro tá dando defeito, ele precisa ser desmontado pra poder encontrar e resolver o problema (essa é a importância dos grupos sociais). Por isso eu acho tão massa ver mulheres ganhando espaço na literatura.

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Como você vê o gênero de ficção científica no Brasil?

Eu tenho visto o gênero se sobressair bastante entre os autores mais independentes, mas ainda não vejo muitos livros brasileiros de ficção científica entre os mais lidos e vendidos, por exemplo. Quem acompanha o cenário literário sabe que estamos numa época onde o gênero fantasia é o que tá se sobressaindo, então escrever ficção científica, terror psicológico e derivados, nesse momento, tem sido um desafio. Você tem que criar seu próprio público, tem que trazer algo novo que desperte a curiosidade das pessoas quanto ao gênero, precisa fazer a obra saltar aos olhos. Eu, por exemplo, não diria que a Irmandade dos Sem Futuro é uma obra de ficção científica. Eu me apropriei de alguns elementos do gênero, mas também fui bastante pro lado da fantasia urbana, do suspense psicológico, do cosmicismo e até da comédia ácida britânica. Às vezes você vai rir, mesmo sabendo que não devia. Essa é a beleza de não esmagar sua criatividade pra caber dentro da caixinha de um gênero só.

É legal sempre lembrar aos escritores que eles podem escrever o que eles quiserem, independente do que tá ou não em alta. Acho que ainda existem muitas ramificações a serem exploradas dentro do gênero, muitos experimentos a serem feitos, inclusive com temas tipicamente brasileiros, que até alguns anos atrás a gente achava que não tinha nada a ver com ficção científica. Temas que envolvam a cibercultura e as divisões políticas brasileiras, por exemplo. Brasil não é só Amazônia, folclore e carnaval. Os brasileiros ainda tem muito a contribuir ao gênero.

Como mulher negra, qual a principal dificuldade que você enfrenta por ser escritora em um país como o Brasil?

É aquela questão, por mais que um negro ocupe uma posição de destaque, ainda assim ele vai ser silenciado por diversas vezes. Felizmente vivemos em uma época mais inclusiva que as anteriores, e no meu caso, por exemplo, eu tenho o privilégio de ter a pele mais clara. Mas o racismo afeta de diversas formas, às vezes bem sutis. Sabe quando você tá assistindo um filme, e de repente aparece um personagem negro, e logo você percebe “olha, um negro”. Tá, mas por que a gente não tem a mesma percepção quando um personagem branco aparece? É simples, porque os brancos ainda ocupam mais posições que os negros, então é natural. Agora pensa quando tu tá ali de boa, assistindo um filme novo e vê uma personagem que é mulher, negra e ocupa uma posição de poder. O cérebro de algumas pessoas logo vai gritar “ah, pronto, essa daí só apareceu pra lacrar”, e as vezes eu mesma me pego pensando “será que essa personagem foi escrita pra ser negra, ou ela só foi colocada ali pra cumprir cotas?”.

A verdade é que precisamos educar as nossas mentes pra se acostumar a ver um negro ocupando as mais diversas posições. Isso inclui a literatura, porque parece que o único autor negro reconhecido foi Machado de Assis. Sério mesmo que em todos esses anos não tiveram outros? Não tiveram mulheres também? Ou será que simplesmente passaram um pano em todas as obras e contribuições, principalmente das mulheres. Porque diferente dos homens, que tiveram um grande representante negro, no caso das mulheres, não tivemos. Ou melhor, tivemos várias, pena que não foram reconhecidas da mesma forma nem ganharam o mesmo peso dentro da literatura.

De onde veio a ideia de escrever o Irmandade Dos Sem Futuro?

Eu escrevi a história com 16 anos, então boa parte do que tá ali veio através dos meus próprios questionamentos existenciais. Esse foi o primeiro dos motivos pra eu ter caído na ficção científica e ter dado tão certo. De certa forma a fantasia e a ciência casavam muito bem com a proposta, mas não foi nem um pouco planejado. Nessa mesma época eu tava super viciada em filmes e histórias cheias de teorias. Eu vi Donnie Darko, depois vi vídeos de mais de uma hora explicando o filme. E eu fiquei carente de histórias assim. Decidi que seria uma boa ideia juntar os meus questionamentos estranhos com outras coisas estranhas, tipo viagens no tempo, dimensões paralelas e amigos imaginários sinistros. E nessa doideira toda eu me afundei por três anos pesquisando sobre esses assuntos, até criar a Irmandade dos Sem Futuro.

O livro é cheio de metáforas que dialogam muito com os jovens. De onde veio a inspiração para os personagens?

Eu queria personagens que fossem o mais próximo do real possível. Queria que eles fossem jovens normais, que falassem gírias, que fizessem escolhas erradas e que se revoltassem. Muito da facilidade que eu tive pra descrever essas coisas veio pelo fato de eu ser uma adolescente na época que escrevi, então além de entender bem a mente deles, eu também convivia com outras pessoas da minha idade. Acho que eu posso dizer que a inspiração veio de tanto observar.

Você fala sobre temas importantes através de uma linguagem muito acessível e sem preciosismos. Quer falar um pouco sobre isso?

Pra mim isso é imprescindível. Eu sempre quis ser escritora, mas nunca quis fazer parte da elite. Eu quero conversar com o meu público de uma forma que eles entendam e se identifiquem. O objetivo é fazer o leitor ler o diálogo, dar risada e pensar “caramba, eu falo isso” ou “eu faço isso”. É claro que eu não tô falando sobre atravessar dimensões, mas sobre atravessar a rua distraidamente com o fone de ouvido e xingar o motorista que quase te atropelou mesmo sabendo que ele tá com a razão. Pessoas fazem isso, então pra mim faz sentido que os personagens também façam. Isso é verossimilhança, já faz parte do meu estilo narrativo e eu pretendo continuar usando nas próximas histórias também.

O seu livro comunica muito as dores e angústias de ser jovem. Qual a mensagem que você gostaria de passar com essa história?

Acho que eu nunca vou sentir que tenho propriedade suficiente pra dizer que passei alguma mensagem, parece pretensioso pensar que as pessoas vão interpretar aquilo da forma que eu pensei na hora que tava escrevendo. Eu prefiro pensar que não existe uma mensagem, mas sim várias, e que cada pessoa vai colocar seu ponto de vista em cima daquilo que tá escrito. O texto se torna mais útil assim. Mas dentro do que eu tava pensando e do que eu tava sentindo quando escrevi, posso dizer que esse é o tipo de livro que gira a chavinha num momento importante, e eu espero de verdade que ele acolha todas as pessoas que se sentem sozinhas e não pertencentes, porque eu sei o quanto o vazio pode ser desesperador.

Embora você tenha criado um universo fantasioso e ficcional, as metáforas são muito reais e palpáveis. Você diria que esse é um estilo seu?

Super. Já faz parte de mim como pessoa dizer coisas que na verdade querem dizer outras coisas, ou usar o duplo sentido pra comunicar aquilo que os ouvidos mais sensíveis não gostam de ouvir (a famosa ironia). Então eu diria que os meus livros sempre vão ser assim. Sempre vai existir muito pra ser descoberto nas entrelinhas, eu chamo de “história por trás da história”, ou “história alternativa”, que tá ali, sendo contada junto com a narrativa, de uma forma mais oculta, mas ela tá ali e é tão importante quanto. Eu adoro quando os leitores conseguem entender essas loucuras, porque aí eu tenho certeza que tô conseguindo me comunicar de verdade. Felizmente eu tenho leitores incríveis e geniais. Isso me deixa mais livre pra tecer as estrelinhas.

Quais são suas principais referências/autores favoritos?

Eu posso dizer com tranquilidade que nasci e fui criada pelos quadrinhos, então me inspirei muito em caras como Alan Moore, Grand Morrison e principalmente Neil Gaiman, que também escreve livros. Mas atualmente tenho tomado muito como referência às loucuras do Douglas Adams, as críticas da Suzanne Collins e mais recentemente tô apaixonada pela escrita da V. E. Schwab. São muitas inspirações.

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Como você sente que o seu livro pode impactar na vida das pessoas?

Cara, apesar de ser uma ficção fantasiosa, a Irmandade aborda tantos assuntos nas sub camadas e entrelinhas, que eu sempre digo que as pessoas que lerem esperando um livro sobre viagem no tempo, pode se decepcionar bastante. O nome em si já é uma brincadeira metalinguística, porque qualquer erro na linha do tempo e você não existe, logo é um sem futuro. Mas também porque a falta de propósito na juventude faz você se sentir um sem futuro. Esse é um livro sobre juventude que foi escrito por uma adolescente de 16 anos, e eu acredito que qualquer jovem, de qualquer época, vai conseguir se identificar com as questões. São coisas que tanto os jovens rebeldes dos anos 70 e 80, quanto os jovens emos de 2010, ou os jovens sadboys de hoje, vão entender. O protagonista, Pitter, é um cara que mantém a panca de durão, porque não sabe lidar com as próprias fragilidades. É daí que vem toda a revolta. Eu tive que ser bem fria e ambiciosa pra escrever esse livro, porque se eu acreditava que tinha potencial de criar uma grande obra, eu precisava mostrar pro mundo que aquilo era uma grande obra. Tudo ali foi pensado, toda a simbologia, todos os diálogos, todas as cenas, todas as piadas infames, tudo. E eu tenho muito orgulho disso. Quero que as pessoas se sintam como eu me sinto quando escuto minha música favorita: plena.

Quer comentar sobre algo que eu não mencionei acima?

Queria puxar o saco dos meus leitores mais uma vez, porque graças a eles que eu tô conseguindo aos poucos criar uma comunidade saudável, com pessoas que realmente tão interessadas no que meus livros tem pra dizer. Além disso, eu sou muito grata por todo apoio, porque eu sei que eles tão ali e me apoiam em qualquer decisão que eu venha a tomar.

Eu escrevo muito na tentativa de dar voz pra pessoas que ainda não tem seu espaço e pra contar histórias que muitas vezes vão incomodar bastante. Incomodar pessoas, incomodar o sistema ou a conversão das respostas prontas. Mas eu vou continuar escrevendo fantasias que na verdade não são tão fantasiosas, porque eu sei que elas são importantes pra alguns. E eu tô muito feliz por estar tendo esse espaço.


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