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Entrevista: Polliana Aleixo reflete sobre sua trajetória e fala sobre seu próximo trabalho, a novela “Gênesis”

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Entrevista: Polliana Aleixo reflete sobre sua trajetória e fala sobre seu próximo trabalho, a novela "Gênesis", da Record
Rawpixel/Allan Amim | Arte: Laura Ferrazzano

A atriz Polliana Aleixo fez sua estreia na televisão em 2007, com apenas 11 anos, ao lado de Renato Aragão, interpretando a personagem Lucélia no especial O Segredo da Princesa Lili, da Globo. E, desde então, nunca mais parou.

A artista, que também é formada em Publicidade e Propaganda, já deu vida a diversos papéis em novelas de peso também na Record TV, além de ter gravado em 2019 uma participação no programa Dra. Darci, do Multishow, que foi exibido em novembro de 2020, e o seu primeiro longa-metragem,  A Sogra Perfeita.

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Em entrevista exclusiva à todateen, Polliana falou sobre sua trajetória e deu detalhes sobre seu próximo trabalho: a novela Gênesis, da Record TV, prevista para estrear em 2021.

Confira!

todateen: Como está sua quarentena, Polliana? Tem desenvolvido alguns hobbies novos?

Polliana: Eu levei muito em consideração todos os meus privilégios, então tenho feito minha parte, que é o mínimo. Fiquei em casa e tirei um tempo para me organizar e me conhecer, aprender mais sobre mim mesma, comecei a fazer vários trabalhos manuais, como DIY e desenho, fiz vários cursos para área, como atuação e roteiro. O ano de 2020 foi sobre resiliência, acima de tudo, pra mim. Aprender a me virar no dia a dia, com o que tenho de certo, que é o agora.

tt: Você sempre soube que queria ser atriz? Como isso começou?

P: Acho que sempre fez parte de mim, mas conscientemente, quando eu tinha uns 13 anos. Estava fazendo um seriado da Globo, da Licia Manzo, chamado “Tudo Novo de Novo” e ali eu entendi, de forma mais madura, o que significava trabalhar com algo a longo prazo e entendi que seria feliz fazendo aquilo. E realmente sou. Tudo é sempre novo, mesmo que eu faça isso desde os 11 anos de idade, nenhum trabalho é igual ou previsível. Isso preenche minha alma.

tt: Como foi pra você estrear na Globo com apenas 11 anos?

P: Eu gostava muito de atuar, mesmo sem entender a proporção disso. Pensa numa criança de 11 anos, o mundo que ela conhece é menor e diferente do que, hoje, com 24 anos. Demorei alguns anos para entender isso, então sempre fiz tudo com muita leveza. Tenho uma familia que me apoia e sempre me amparou, a verdadeira preocupação dos meus pais é que eu fosse feliz e realizasse meus sonhos. Eu tenho sorte, além de oportunidades, tenho uma rede de apoio realmente incrível e que só aumenta com os anos. Eu sempre lembro de tudo com muito carinho e orgulho. Vendo hoje em dia, eu realmente fazia por instinto, por gostar, e que bom que segui esses meus instintos.

tt: Qual a sua maior felicidade em ser atriz?

P: A constante sensação de algo novo. Como disse, nenhum trabalho é igual ao outro, o ser humano é complexo demais e o grande barato, pra mim, é justamente criar essas camadas. Também sou uma pessoa muito sociável, eu adoro conversar, mesmo! Adoro inclusive conhecer pessoas novas. E o audiovisual é sobre isso, muitas etapas e muita gente competente e interessante para tudo aquilo acontecer. Como dizem no Oscar, “it takes a village!”. Eu sempre brinco que parte do nosso trabalho é saber conviver.

tt: Qual seu maior objetivo com a arte? O que mais quer transmitir para as pessoas com seu trabalho?

P: Emoções, acima de tudo. Eu, como cinéfila, acho que o ápice de uma atuação ou trama é quando ela te arrebata. Seja te fazendo chorar, sorrir, se emocionar ou ficar revoltada de raiva, essa é a magia do cinema, né? E podendo alinhar isso a um trabalho que traga questões importantes para luz, é o melhor dos mundos.

tt: Qual foi a novela que mais te marcou e porquê?

P: É como pedir para mãe escolher o filho que mais gosta! Existe todo um processo para a criação de cada personagem e a sua narrativa e é impossível pra mim escolher o que gosto mais! Tive a oportunidade de explorar coisas diferentes desde nova e tenho carinho por cada uma delas.

tt: Pra você, o que é mais desafiador: estar em uma novela ou gravar um filme?

P: São dois produtos bem diferentes e isso tudo depende da trama, porque isso dita a dificuldade das cenas. Mas de modo geral, a novela é um produto bem mais extenso, então acaba sendo mais desafiador, às vezes.

tt: Qual a parte mais difícil de ser atriz, na sua opinião?

P: Alinhamento de expectativas. Quando eu leio uma cena, imagino mil coisas, no ensaio e no processo você tem vários insights. Mas, às vezes, no dia, por dezenas de fatores que podem ocorrer, as coisas não saem exatamente como você imagina. Faz parte do processo. A situação oposta também acontece, e é uma das melhores sensações, quando você faz melhor que imaginava na hora do “gravando”.

tt: Se pudesse escolher uma atriz para contracenar, quem seria?

P: Não tem como fugir do clichê, eu não tenho nem palavras para o que seria contracenar com a Fernanda Montenegro! Seria um enorme check na minha lista de desejos!

tt: Conta pra gente um sonho que você ainda não realizou!

P: Ah tem alguns, até porque tudo tem o seu tempo. Mas algo que pode parecer bobo mas eu sonho em ter ainda, é um cachorro. Eu moro em apartamento e viajo muito, então acho complexo ter cachorro nessa fase da minha vida. Mas agora pensando no profissional, eu ainda tenho o sonho de ser indicada ao Emmy.

tt: Como foi pra você integrar o elenco de A Sogra Perfeita?

P: Uma delícia, cada momento. Hoje mesmo estava falando com algumas pessoas da equipe. Formamos uma grande família e eu realmente comecei com o pé direito, no cinema. Eu já assisti ao filme e está lindo, passando tudo que queríamos. Está leve, divertido e surpreendente. Foi meu primeiro trabalho na comédia, então foi tudo novo e muito gostoso de descobrir. O set era muito engraçado, a Cacau, Evelyn e Rodrigo são sensacionais! Ficávamos todos no mesmo hotel e saíamos para jantar quando dava tempo, eu dava tanta risada com eles!

tt: Este ano você estreará na novela Gênesis, da Record. Você está animada para que o público conheça o seu trabalho?

P: Bastante! É uma personagem muito diferente de tudo que já fiz, explorando novas facetas. A Paltith tem me tirado muito da zona de conforto, está sendo um aprendizado.

tt: Você viverá a filha de Ló, a Paltith. Como está sendo interpretar esta personagem?

P: Já gravamos quase metade, são alguns capítulos e cada cena é importante e intensa. Tivemos algumas reuniões com historiadores e preparador de elenco, além de bastante tempo para pensar e ir construindo tudo juntos, confio muito no trabalho do Edgar Miranda, nosso diretor geral, e todo o elenco que divide cena comigo. Tem tudo sido feito com calma por conta do momento que estamos vivendo, mas tudo com muito carinho e cuidado.

tt: Quais são seus planos pro futuro?

P: Não estou fazendo planos tão concretos, porque as coisas ainda estão se encaminhando. Mas esse será um ano cheio, logo após a novela tenho um longa para gravar, e em seguida uma série. Tenho focado mais nos projetos profissionais, mas tomando a vacina quero muito viajar! Estou com muita saudade do Nordeste do país.

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Durante “Mesa BBB”, Rodolffo afirma que pretende fazer parceria musical com Juliette

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Durante "Mesa BBB", Rodolffo afirma que pretende fazer parceria musical com Juliette
Divulgação / TV Globo

Na última quinta-feira (8), durante o Mesa BBB, Rodolffo revelou que pretende fazer uma parceria musical com Juliette após o fim do Big Brother Brasil 2021.

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O cantor, que é dupla de Israel, respondeu a uma pergunta sobre trabalhar com a sister na música: “Com certeza, mas dueto não, Israel e Rodolffo com participação de Juliette. Já falei para ela dentro da casa, que eu era fã dela cantando”, disse ele.

“Ela não era cantora profissional, acredito plenamente que ela possa virar. Sempre que tinha oportunidade, abordava a Juliette e dizia: ‘Canta aí que eu quero ouvir'”, afirmou.

Uma jornada de aprendizado. Assim Rodolffo define sua participação no BBB 21 em entrevista divulgada no portal para imprensa da Globo. Logo que chegou ao confinamento, a primeira surpresa foi encontrar um fã, dos mais cativos. A identificação com Caio, vindo do grupo Pipoca, foi imediata e deu início a uma das amizades mais fortes da atual edição. Junto a ele, o cantor goiano viveu seus melhores e, também, mais difíceis momentos na casa.

Entre estourar uma música a nível mundial de dentro do confinamento, vencer provas, passar quatro semanas com imunidade e se decepcionar com uma indicação inesperada ao paredão, Rodolffo trilhou caminhos que acredita terem passado pela honestidade. E cumpriu o desafio de entrar no game como “pessoa física”, com seus erros e acertos.

“Ali eu não era o Rodolffo da dupla Israel e Rodolffo. Eu era o Rodolffo ‘CPF’. Errei, mas entrei lá sabendo que ia errar e aprender. Ia pedir desculpas para quem precisasse pedir. Tive tempo para aprender bastantes coisas”, avalia.

Com 50,48% dos votos, o goiano foi o escolhido do público para deixar o programa no paredão em que enfrentou Gilberto e o amigo Caio. No papo a seguir, ele comenta suas atitudes no jogo e os momentos mais marcantes de sua trajetória.

Como você avalia a sua trajetória no BBB?

Os aprendizados que eu tive no decorrer do programa com certeza serão os principais benefícios que eu vou carregar dessa participação. É claro que é uma experiência que eu sonhava em viver. Eu sonhava em, no mínimo, entrar na casa só para conhecer. Mas entrar lá como convidado para participar me fez sentir muito honrado. Acredito que, para a vida aqui fora, eu vou levar os aprendizados de forma mais acelerada. Em pouco tempo eu pude aprender muita coisa. Esse é o ponto mais positivo.

Qual era seu principal objetivo quando topou o convite para entrar no BBB 21? Você acha que ele foi cumprido?

Meu objetivo era nada além do que ser a pessoa física Rodolffo. É claro que, em certo momento do jogo, eu levei uma música minha e, graças a Deus, o pessoal de dentro da casa comprou a ideia e a música estourou aqui fora também. Mas ali eu não era o Rodolffo da dupla Israel e Rodolffo. Eu era o Rodolffo “CPF”. O meu objetivo era mostrar realmente a minha pessoa, cheia de falhas e erros. Errei, mas entrei lá sabendo, desde o primeiro dia, que ia errar e aprender. Ia pedir desculpas para quem precisasse pedir. Com certeza esse objetivo foi cumprido. Tive tempo para aprender bastantes coisas.

Quando você entrou na casa, logo ouviu de Caio a revelação de que você era seu principal ídolo. O que isso representou para você?

Eu imaginei que pudesse ser surpreendido com alguma pessoa lá dentro que já teria ouvido uma música minha. Mas um fã meu, que inclusive pediu para eu torcer por ele nos vídeos antecipados ao início do programa, eu jamais imaginei. Fui muito surpreendido, fiquei desacreditado e, ao mesmo tempo, muito lisonjeado e satisfeito com a potência disso. Com certeza isso foi muito grande para mim e para a dupla também.

O que mais gerou identificação entre você e Caio?

Pelo fato de a gente ter sido criado na mesma região, temos muitos detalhes culturais parecidos, desde o sotaque até experiências de vida. O contato com frequência com a zona rural, por exemplo, ambos têm. Meu pai nunca teve fazenda, mas eu sempre tive proximidade com esse ambiente. E o trabalho do Caio é na zona rural. A gente tem um gosto muito grande por isso em comum. O jeitão dele também se parece um pouco com o meu. Deu match (risos)!

Que outros participantes viraram amigos seus e você pretende levar para fora do BBB? Por quê?

Independentemente do comportamento de alguns participantes no jogo, eu tive muitas trocas com vários deles desde o início. A própria Thaís, que também é da nossa região, de Goiás, Luisiania. A gente conversou sobre se encontrar aqui fora. A Sarah, que infelizmente aconteceu o que aconteceu nos nossos caminhos no jogo, também é lá de perto. O Arthur, o Projota, a Viih Tube também são pessoas com quem eu tive uma proximidade maior e acredito que possa rolar um contato mais frequente. Mas acredito que todo mundo da casa, vira e mexe, pode se encontrar.

Qual foi a sensação de ver uma música sua ser executada pela primeira vez na casa, na primeira festa?

Foi a minha primeira música tocada nesta edição. Eu fiquei muito surpreso e feliz demais com esse momento.

Você ficou imune por várias semanas no BBB. Foi sorte ou resultado da sua movimentação no jogo?

Acho que foi a soma dos dois. O Caio ganhou três anjos, dois não eram autoimunes e ele me presenteou com a imunidade. E as outras duas imunidades foram mérito meu, uma como líder e depois porque tive o benefício de ter ganhado a liderança na semana de paredão falso e isso resultou em mais uma semana imune.

Qual era a sua estratégia para chegar o mais longe possível na disputa por R$ 1,5 milhão?

Ser honesto com os meus sentimentos, com as minhas verdades e com as coisas que eu conseguia enxergar lá dentro. E não ter desonestidade em relação às pessoas também. Talvez a minha maior qualidade no jogo – e isso foi abordado por algumas pessoas lá dentro – tenha sido sempre trabalhar com a verdade. Eu falava sempre a verdade, não mentia para iludir ninguém. Eu acho que talvez esse tenha sido um ponto que me favoreceu para um certo “queridômetro” aqui fora.

Quando ganhou a liderança, você indicou a Carla Diaz, que foi a mais votada do público para ir ao paredão falso. Como a volta dela para a casa impactou seu jogo? Isso te desestabilizou de alguma forma?

Com certeza. A primeira coisa que eu imaginei quando ela voltou foi “agora lascou-se!”. Para mim, essa questão de falar com ela logo de cara soa como falsidade. Eu esperei a poeira abaixar para então ir atrás dela e me desculpar por algo que eu pudesse ter falado, que pudesse ter magoado. Tentei manter o mínimo de respeito de ambos os lados.

Você foi indicado ao paredão pelo Gil por ter feito piadas que desagradaram alguns brothers e, na semana seguinte, suas falas também foram motivo de voto na casa. Ficou algum aprendizado dessa experiência?

Sem dúvidas. O meu desconhecimento com relação a algumas causas existe. E nos dias em que nós estamos vivendo, eu concordo que eu precisava já ter pesquisado mais. Vou carregar comigo muitos aprendizados e também quero estudar sobre esses assuntos que são abordados diariamente pela sociedade e pelas pessoas que sofrem com o preconceito.

Na penúltima semana, você vinha dizendo que votaria em Gil. Mas, no momento da indicação, votou em Sarah – ela, inclusive, ficou muito chateada com isso. Você enxerga essa mudança como uma traição?

Não enxergo como traição da minha parte porque, de certa forma – e até depois quando eu saí eu tive a prova –, era válido, já que esse movimento já tinha vindo de lá para cá. Ontem, no Bate-papo BBB, eu vi as imagens que mostraram que ela já sabia e foi cúmplice do voto do Gilberto. Naquele momento do jogo, a Sarah era uma pessoa que eu considerava muito como aliada e amiga. Foi um balde de água fria. Então, quando iniciou a votação, eu só votei nela porque ela já havia recebido outros votos. Se eu fosse no Gil sozinho, seria uma briga inválida. Eu acredito que eu joguei certo ao ter ido nela, apesar de ter causado uma dor gigante. Mas foi o que eu tinha para fazer naquele momento.

Nos últimos dias, você afirmou que o Gil seria eliminado esta semana. Ter voltado de três paredões te deu mais confiança de que permaneceria no jogo?

Até o momento da questão com o João, sim. Depois disso eu perdi a confiança.

O que acha que levou à sua eliminação neste quarto paredão que enfrentou?

Acho que foi sim por conta do meu erro em relação ao João, principalmente pela porcentagem com que eu fui eliminado. Eu acredito que se não tivesse acontecido aquilo, eu poderia ter voltado.

Teria feito algo diferente no game?

Eu teria feito diferente se tivesse conhecimento. Se eu soubesse que estava errando, eu não teria feito.

Quem tem chances de ganhar o programa, na sua opinião? A torcida é pelo Caio?

Agora eu já sei que a Juliette tem mais chances (risos). Minha torcida é pelo o Caio e pela Juliette também. Eu sempre tive um ótimo relacionamento com ela lá dentro e, apesar de termos trocado votos, foi às claras. Eu tenho o maior carinho por ela.

Quais são seus planos para fora do BBB?

Eu preciso entender muita coisa. Estou há quase 100 dias fora de casa, fora do mundo real. Eu nunca imaginei que a pandemia tivesse apertado tanto nesse momento. Mas, com certeza, a minha prioridade é minha carreira na música. Nós lançamos um EP de nove faixas. Já temos duas músicas bem ranqueadas no país, nas plataformas digitais. É muito gratificante! Estou extremamente feliz.

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Bruno Magri, namorado de Viih Tube, desabafa: “Para mim a Thaís já deu, né?!”

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Bruno Magri, namorado de Viih Tube, desabafa: "Para mim a Thaís já deu, né?!"
Reprodução / Instagram

O namorado de Viih Tube, Bruno Magri, está incomodado com Thaís e falou sobre o assunto em suas redes sociais nesta quinta-feira (8), pela noite.

“Gente, para mim Thaís já deu, né?! Ciuminho bobo. Nem gente de 15 anos faz isso”, disse ele nas redes sociais e, instantes depois de assistir cena das amigas, acrescentou. “Nossa Thaís, deixa a menina, acha que é a mãe dela”.

“Gente, desculpa, ela pode ser amiga da Vitória, mas não tira o nome da Juliette da boca. Ô, chata! Segue sua vara de ciúme bobo”, finalizou o influencer.

prova do líder

Nesta quinta-feira (8), rolou mais uma Prova do Líder no BBB21. Contando com habilidade, os brothers deveriam passar por várias fases em um duelo.

primeira fase

  • Fiuk escolheu Pocah. Quem ganhou foi Pocah.
  • João escolheu Arthur. Quem ganhou foi Arthur.
  • Caio escolheu Thaís. Quem ganhou foi Caio.
  • Camilla escolheu Gil. Quem ganhou foi Camilla.
  • Juliette escolheu Viih Tube. Quem ganhou foi Viih Tube.

segunda fase

Dessa vez, cada participante deveria jogar sozinho e os dois melhores eram classificados para a final. Quem passou para a etapa final foi Arthur e Caio.

fase final

Antes de Arthur e Caio jogarem, eles deveriam escolher duas pessoas para jogarem a “final do mal”, a qual quem perdesse estaria no paredão. Caio escolheu Camilla e Arthur, Fiuk. Quem perdeu foi Fiuk, já se colocando no paredão.

Depois deles, Caio e Arthur foram jogar e quem se consagrou o líder da semana foi Caio.7

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Príncipe Philip, marido da rainha Elizabeth II, morre aos 99

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Príncipe Philip, marido da rainha Elizabeth II, morre aos 99
Oli Scarff/Getty Images

“É com profunda tristeza que Sua Majestade a Rainha anuncia a morte de seu amado marido, Sua Alteza Real, o Príncipe Philip, Duque de Edimburgo, disse o Palácio de Buckingham em um comunicado na manhã desta sexta-feira (9). O marido da rainha Elizabeth II possuía 99 anos, sendo o mais longevo consorte da história do Reino Unido. “Sua Alteza Real faleceu pacificamente esta manhã no Castelo de Windsor. Novos anúncios serão feitos no devido tempo. A Família Real se une às pessoas ao redor do mundo em luto por sua perda”, finaliza a nota sem mencionar a causa da morte.

Philip deixa quatro filhos, Charles, Anne, Andrew e Edward, além de netos, como Harry e William, bem como diversos bisnetos. Com a morte do Duque de Edimburgo, a linha sucessória fica, respectivamente em: Charles (72); William (38); e George (7).

O príncipe nasceu em 1921, na ilha grega de Corfu e precisou se exilar junto com a família, que era ligada à coroa da Dinamarca, quando ainda era um bebê, dentro de uma caixa de frutas, devido a uma insurreição militar. Philip passou pela França e depois foi viver na Inglaterra com a avó materna, a qual era neta da rainha Vitória (1819-1901), fator que o faz um primo distante da esposa, a rainha Elizabeth.

Seu avô, o rei Jorge 1º da Grécia, foi assassinado. O primo, o rei Alexandre, morreu aos 27 anos de infecção após ser mordido por um macaco. A mãe foi diagnosticada com surdez e esquizofrenia. Três, das quatro irmãs, se casaram com aristocratas alemães membros do partido nazista.

O Duque de Edimburgo estudou na Inglaterra e ingressou na Marinha, onde conheceu Elizabeth, que visitava a academia naval britânica em 1939. Lutou na 2ª Guerra Mundial no Mediterrâneo e no Pacífico. Em 1943, salvou a própria vida e a de companheiros ao construir uma falsa embarcação que atraísse a atenção de um ataque aéreo alemão, permitindo que o destróier HMS Wallace, onde estavam os britânicos, escapasse.

O casamento com Elizabeth aconteceu em 1947, quando pela primeira vez uma cerimônia foi televisionada. O consorte se ajoelhou e se declarou vassalo, prometendo apoiar e adorar a rainha. Entretanto, em diversas ocasiões o público soube que a posição de inferioridade ocupada pelo príncipe não lhe agradava. “Não sou nada além de uma maldita ameba. Sou o único homem no país que não pode dar seu nome a seus filhos”, chegou a dizer.

O príncipe foi protagonista de diversos momentos que estão em desacordo com os valores contemporâneos de respeito, pluralidade e diversidade. “Eu sou rude e sem maneiras e digo muitas coisas que depois percebo que devem ter machucado alguém. Aí me encho de remorso e tento consertar”, afirmou certa vez. A relação com o herdeiro do trono, Charles, também foi caracterizada por anos na imprensa como conflituosa. O príncipe acharia que o filho possuía pouca destreza e muita introspecção.

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