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Exclusiva: retratando cenas clichês nostálgicas de filmes, Diego Cruz é uma das grandes sensações do TikTok

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Exclusiva: retratando cenas clichês nostálgicas de filmes, Diego Cruz é uma das grandes sensações do TikTok
Divulgação/Karol Fernandes | Arte: Laura Ferrazzano

O TikTok foi a plataforma revelação de 2020. E com ele, uma série de influenciadores jovens, criativos e super autênticos bombaram nas redes sociais. Sucesso no aplicativo, o carioca Diego Cruz está nessa lista, acumulando mais de 2,4 milhões de seguidores em pouquíssimo tempo.

Além de ator, Diego também é cantor e compositor e conquistou números super relevantes em pouco tempo, já que o primeiro vídeo foi postado em 6 de agosto de 2020, e hoje ele já tem mais de 75 milhões de likes. Para conhecer mais de sua trajetória, a todateen fez uma entrevista exclusiva com o influencer.

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Vem ver!

todateen: Diego, você sempre quis trabalhar com produção de conteúdo? Como começou?

Diego Cruz: Por eu ser ator, era uma coisa que eu tinha na cabeça mas de uma forma muito abstrata, uma vontade distante. Eu nunca tinha parado pra estruturar um formato de produção de conteúdo. O estalo para eu começar essa empreitada veio com a quarentena, quando fui colocado em um período de férias pela empresa em que eu trabalhava, e me vi com tempo livre suficiente para investir e apostar na criação de conteúdo.

tt: Quando foi que você decidiu começar a postar os seus vídeos na internet?

DC: Complementando o que eu disse acima, eu estava trabalhando na área comercial de uma empresa, desde 2018. Conforme fui evoluindo de cargo, as demandas diárias foram aumentando e, consequentemente, o tempo para eu me dedicar à arte, que é minha grande paixão, foi ficando cada vez mais escasso. Então, surge a pandemia, o setor em que eu trabalhava é afetado e a empresa decide me colocar de férias, por tempo indeterminado. Tirei uma semana para respirar e nesse período decidi que era a hora de me reconectar de alguma forma com o universo artístico. E essa reconexão veio através da criação de conteúdos para a internet.

tt: E como foi sua trajetória no TikTok? Você começou estudando antes de postar. Conta mais sobre o processo!

DC: Eu sempre estive muito certo de que, uma vez iniciado o processo, eu levaria super a sério, como um trabalho. Então, antes de postar o meu primeiro vídeo, eu fiz várias pesquisas, assisti a diversos vídeos explicativos, entrei em contato com alguns amigos que já produziam conteúdo… Tudo para eu realmente ter informações suficientes sobre o funcionamento da plataforma e não entrar dando um tiro no escuro. Quando eu comecei a postar, os meus vídeos eram mais sobre variedades do dia a dia, como situações entre amigos, mães e filhos, relacionamentos, trends do momento, etc. Até que por volta da metade do segundo mês ativo na plataforma, eu decidi começar a explorar a nostalgia no meu conteúdo, apostando em vídeos relacionados a clichês de filmes, que é algo que eu sigo firme até hoje.

tt: Qual seu conteúdo favorito de fazer?

DC: Hoje em dia, o meu conteúdo principal são essas recriações de cenas clichês nostálgicas de filmes, séries e programas de TV. Nesses vídeos, além de eu conseguir mostrar as minhas ferramentas de ator, eu criei personagens e lugares fictícios (Josh, Tracy, Madson Morgan, Cornville, entre outros) pelos quais a galera criou um apego super legal. Então, posso dizer que, sim, é o meu conteúdo preferido de fazer.

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tt: Como você pensa nesses conteúdos? De onde vem a inspiração?

DC: Muita coisa eu lembro pela quantidade de material que já assisti na vida, mas também passei a ver e rever diversos filmes/séries específicos em busca de inspiração. Pintou uma ideia, eu anoto no bloco de notas do meu celular e posteriormente esses rascunhos viram roteiros de vídeos. Além disso, a galera que me segue também ajuda bastante mandando várias sugestões legais!

tt: Qual a parte mais difícil do seu dia a dia?

DC: Diversos roteiros só são viáveis com a ajuda de pelo menos mais uma pessoa para operar a câmera. Tenho a sorte de ter a Marina, minha namorada, que faz esse papel super bem e me dá um baita suporte, mas ela também tem sua rotina de afazeres e às vezes as nossas agendas não batem. Então, enquanto as pandemia não acaba para eu poder contar com mais pessoas, preciso me ‘’virar nos 30’’ para encontrar soluções.

tt: Você arrasa nos conteúdos de filmes adolescentes dos anos 2000. Qual a parte mais divertida de gravar esses vídeos?

DC: Muito obrigado! Eu confesso que me divirto muito ao longo de todo o processo. Desde escolher e escrever a cena que eu vou fazer, onde muitas vezes já fico rindo imaginando o resultado final, depois na gravação, onde posso, por exemplo, atuar, dar vida a diferentes personagens que mudam de caracterização, improvisar falas, entre outros, e também na edição, que é o momento de ver toda a minha ideia inicial se concretizando.

tt: Quais dicas você dá para quem quer começar a produzir conteúdo pras redes?

DC: Primeiro, eu recomendo muito fazer o que eu fiz, que é traçar um plano de ação. E com isso eu quero dizer estudar o tipo de segmento que você quer atuar, o tipo de público, o formato do conteúdo, buscar referências, criadores que te inspiram… Claro que muita coisa vai sendo entendida e aperfeiçoada depois que a gente de fato coloca a mão na massa, mas ter pelo menos um embasamento prévio é muito importante. Após isso, é hora de se jogar. Faça algo que você realmente acredita e te dá prazer, preze pela qualidade do que você vai apresentar, busque diferenciais e tenha disciplina porque nada vem fácil. Se algo não deu certo, a mentalidade é ‘’beleza, o que posso fazer para melhorar no próximo vídeo?’’. Ou seja, esteja sempre aberto à mudanças. Não existe uma receita de bolo mas prometo que são coisas que ajudam bastante na caminhada.

tt: Quais são seus planos pro futuro? Pretende continuar sua carreira na música?

DC: Ah, quero fazer muita coisa! O meu lado ator eu já venho mostrando através dos meus conteúdos e quero continuar explorando possibilidades nesse sentido, dentro e fora da internet. Também vou começar a apresentar mais para a galera o Diego que é cantor e compositor. Escrevo músicas desde os 14 anos e tenho muita vontade de tocar as pessoas através dessas canções.

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Durante “Mesa BBB”, Rodolffo afirma que pretende fazer parceria musical com Juliette

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Durante "Mesa BBB", Rodolffo afirma que pretende fazer parceria musical com Juliette
Divulgação / TV Globo

Na última quinta-feira (8), durante o Mesa BBB, Rodolffo revelou que pretende fazer uma parceria musical com Juliette após o fim do Big Brother Brasil 2021.

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O cantor, que é dupla de Israel, respondeu a uma pergunta sobre trabalhar com a sister na música: “Com certeza, mas dueto não, Israel e Rodolffo com participação de Juliette. Já falei para ela dentro da casa, que eu era fã dela cantando”, disse ele.

“Ela não era cantora profissional, acredito plenamente que ela possa virar. Sempre que tinha oportunidade, abordava a Juliette e dizia: ‘Canta aí que eu quero ouvir'”, afirmou.

Uma jornada de aprendizado. Assim Rodolffo define sua participação no BBB 21 em entrevista divulgada no portal para imprensa da Globo. Logo que chegou ao confinamento, a primeira surpresa foi encontrar um fã, dos mais cativos. A identificação com Caio, vindo do grupo Pipoca, foi imediata e deu início a uma das amizades mais fortes da atual edição. Junto a ele, o cantor goiano viveu seus melhores e, também, mais difíceis momentos na casa.

Entre estourar uma música a nível mundial de dentro do confinamento, vencer provas, passar quatro semanas com imunidade e se decepcionar com uma indicação inesperada ao paredão, Rodolffo trilhou caminhos que acredita terem passado pela honestidade. E cumpriu o desafio de entrar no game como “pessoa física”, com seus erros e acertos.

“Ali eu não era o Rodolffo da dupla Israel e Rodolffo. Eu era o Rodolffo ‘CPF’. Errei, mas entrei lá sabendo que ia errar e aprender. Ia pedir desculpas para quem precisasse pedir. Tive tempo para aprender bastantes coisas”, avalia.

Com 50,48% dos votos, o goiano foi o escolhido do público para deixar o programa no paredão em que enfrentou Gilberto e o amigo Caio. No papo a seguir, ele comenta suas atitudes no jogo e os momentos mais marcantes de sua trajetória.

Como você avalia a sua trajetória no BBB?

Os aprendizados que eu tive no decorrer do programa com certeza serão os principais benefícios que eu vou carregar dessa participação. É claro que é uma experiência que eu sonhava em viver. Eu sonhava em, no mínimo, entrar na casa só para conhecer. Mas entrar lá como convidado para participar me fez sentir muito honrado. Acredito que, para a vida aqui fora, eu vou levar os aprendizados de forma mais acelerada. Em pouco tempo eu pude aprender muita coisa. Esse é o ponto mais positivo.

Qual era seu principal objetivo quando topou o convite para entrar no BBB 21? Você acha que ele foi cumprido?

Meu objetivo era nada além do que ser a pessoa física Rodolffo. É claro que, em certo momento do jogo, eu levei uma música minha e, graças a Deus, o pessoal de dentro da casa comprou a ideia e a música estourou aqui fora também. Mas ali eu não era o Rodolffo da dupla Israel e Rodolffo. Eu era o Rodolffo “CPF”. O meu objetivo era mostrar realmente a minha pessoa, cheia de falhas e erros. Errei, mas entrei lá sabendo, desde o primeiro dia, que ia errar e aprender. Ia pedir desculpas para quem precisasse pedir. Com certeza esse objetivo foi cumprido. Tive tempo para aprender bastantes coisas.

Quando você entrou na casa, logo ouviu de Caio a revelação de que você era seu principal ídolo. O que isso representou para você?

Eu imaginei que pudesse ser surpreendido com alguma pessoa lá dentro que já teria ouvido uma música minha. Mas um fã meu, que inclusive pediu para eu torcer por ele nos vídeos antecipados ao início do programa, eu jamais imaginei. Fui muito surpreendido, fiquei desacreditado e, ao mesmo tempo, muito lisonjeado e satisfeito com a potência disso. Com certeza isso foi muito grande para mim e para a dupla também.

O que mais gerou identificação entre você e Caio?

Pelo fato de a gente ter sido criado na mesma região, temos muitos detalhes culturais parecidos, desde o sotaque até experiências de vida. O contato com frequência com a zona rural, por exemplo, ambos têm. Meu pai nunca teve fazenda, mas eu sempre tive proximidade com esse ambiente. E o trabalho do Caio é na zona rural. A gente tem um gosto muito grande por isso em comum. O jeitão dele também se parece um pouco com o meu. Deu match (risos)!

Que outros participantes viraram amigos seus e você pretende levar para fora do BBB? Por quê?

Independentemente do comportamento de alguns participantes no jogo, eu tive muitas trocas com vários deles desde o início. A própria Thaís, que também é da nossa região, de Goiás, Luisiania. A gente conversou sobre se encontrar aqui fora. A Sarah, que infelizmente aconteceu o que aconteceu nos nossos caminhos no jogo, também é lá de perto. O Arthur, o Projota, a Viih Tube também são pessoas com quem eu tive uma proximidade maior e acredito que possa rolar um contato mais frequente. Mas acredito que todo mundo da casa, vira e mexe, pode se encontrar.

Qual foi a sensação de ver uma música sua ser executada pela primeira vez na casa, na primeira festa?

Foi a minha primeira música tocada nesta edição. Eu fiquei muito surpreso e feliz demais com esse momento.

Você ficou imune por várias semanas no BBB. Foi sorte ou resultado da sua movimentação no jogo?

Acho que foi a soma dos dois. O Caio ganhou três anjos, dois não eram autoimunes e ele me presenteou com a imunidade. E as outras duas imunidades foram mérito meu, uma como líder e depois porque tive o benefício de ter ganhado a liderança na semana de paredão falso e isso resultou em mais uma semana imune.

Qual era a sua estratégia para chegar o mais longe possível na disputa por R$ 1,5 milhão?

Ser honesto com os meus sentimentos, com as minhas verdades e com as coisas que eu conseguia enxergar lá dentro. E não ter desonestidade em relação às pessoas também. Talvez a minha maior qualidade no jogo – e isso foi abordado por algumas pessoas lá dentro – tenha sido sempre trabalhar com a verdade. Eu falava sempre a verdade, não mentia para iludir ninguém. Eu acho que talvez esse tenha sido um ponto que me favoreceu para um certo “queridômetro” aqui fora.

Quando ganhou a liderança, você indicou a Carla Diaz, que foi a mais votada do público para ir ao paredão falso. Como a volta dela para a casa impactou seu jogo? Isso te desestabilizou de alguma forma?

Com certeza. A primeira coisa que eu imaginei quando ela voltou foi “agora lascou-se!”. Para mim, essa questão de falar com ela logo de cara soa como falsidade. Eu esperei a poeira abaixar para então ir atrás dela e me desculpar por algo que eu pudesse ter falado, que pudesse ter magoado. Tentei manter o mínimo de respeito de ambos os lados.

Você foi indicado ao paredão pelo Gil por ter feito piadas que desagradaram alguns brothers e, na semana seguinte, suas falas também foram motivo de voto na casa. Ficou algum aprendizado dessa experiência?

Sem dúvidas. O meu desconhecimento com relação a algumas causas existe. E nos dias em que nós estamos vivendo, eu concordo que eu precisava já ter pesquisado mais. Vou carregar comigo muitos aprendizados e também quero estudar sobre esses assuntos que são abordados diariamente pela sociedade e pelas pessoas que sofrem com o preconceito.

Na penúltima semana, você vinha dizendo que votaria em Gil. Mas, no momento da indicação, votou em Sarah – ela, inclusive, ficou muito chateada com isso. Você enxerga essa mudança como uma traição?

Não enxergo como traição da minha parte porque, de certa forma – e até depois quando eu saí eu tive a prova –, era válido, já que esse movimento já tinha vindo de lá para cá. Ontem, no Bate-papo BBB, eu vi as imagens que mostraram que ela já sabia e foi cúmplice do voto do Gilberto. Naquele momento do jogo, a Sarah era uma pessoa que eu considerava muito como aliada e amiga. Foi um balde de água fria. Então, quando iniciou a votação, eu só votei nela porque ela já havia recebido outros votos. Se eu fosse no Gil sozinho, seria uma briga inválida. Eu acredito que eu joguei certo ao ter ido nela, apesar de ter causado uma dor gigante. Mas foi o que eu tinha para fazer naquele momento.

Nos últimos dias, você afirmou que o Gil seria eliminado esta semana. Ter voltado de três paredões te deu mais confiança de que permaneceria no jogo?

Até o momento da questão com o João, sim. Depois disso eu perdi a confiança.

O que acha que levou à sua eliminação neste quarto paredão que enfrentou?

Acho que foi sim por conta do meu erro em relação ao João, principalmente pela porcentagem com que eu fui eliminado. Eu acredito que se não tivesse acontecido aquilo, eu poderia ter voltado.

Teria feito algo diferente no game?

Eu teria feito diferente se tivesse conhecimento. Se eu soubesse que estava errando, eu não teria feito.

Quem tem chances de ganhar o programa, na sua opinião? A torcida é pelo Caio?

Agora eu já sei que a Juliette tem mais chances (risos). Minha torcida é pelo o Caio e pela Juliette também. Eu sempre tive um ótimo relacionamento com ela lá dentro e, apesar de termos trocado votos, foi às claras. Eu tenho o maior carinho por ela.

Quais são seus planos para fora do BBB?

Eu preciso entender muita coisa. Estou há quase 100 dias fora de casa, fora do mundo real. Eu nunca imaginei que a pandemia tivesse apertado tanto nesse momento. Mas, com certeza, a minha prioridade é minha carreira na música. Nós lançamos um EP de nove faixas. Já temos duas músicas bem ranqueadas no país, nas plataformas digitais. É muito gratificante! Estou extremamente feliz.

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Bruno Magri, namorado de Viih Tube, desabafa: “Para mim a Thaís já deu, né?!”

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Bruno Magri, namorado de Viih Tube, desabafa: "Para mim a Thaís já deu, né?!"
Reprodução / Instagram

O namorado de Viih Tube, Bruno Magri, está incomodado com Thaís e falou sobre o assunto em suas redes sociais nesta quinta-feira (8), pela noite.

“Gente, para mim Thaís já deu, né?! Ciuminho bobo. Nem gente de 15 anos faz isso”, disse ele nas redes sociais e, instantes depois de assistir cena das amigas, acrescentou. “Nossa Thaís, deixa a menina, acha que é a mãe dela”.

“Gente, desculpa, ela pode ser amiga da Vitória, mas não tira o nome da Juliette da boca. Ô, chata! Segue sua vara de ciúme bobo”, finalizou o influencer.

prova do líder

Nesta quinta-feira (8), rolou mais uma Prova do Líder no BBB21. Contando com habilidade, os brothers deveriam passar por várias fases em um duelo.

primeira fase

  • Fiuk escolheu Pocah. Quem ganhou foi Pocah.
  • João escolheu Arthur. Quem ganhou foi Arthur.
  • Caio escolheu Thaís. Quem ganhou foi Caio.
  • Camilla escolheu Gil. Quem ganhou foi Camilla.
  • Juliette escolheu Viih Tube. Quem ganhou foi Viih Tube.

segunda fase

Dessa vez, cada participante deveria jogar sozinho e os dois melhores eram classificados para a final. Quem passou para a etapa final foi Arthur e Caio.

fase final

Antes de Arthur e Caio jogarem, eles deveriam escolher duas pessoas para jogarem a “final do mal”, a qual quem perdesse estaria no paredão. Caio escolheu Camilla e Arthur, Fiuk. Quem perdeu foi Fiuk, já se colocando no paredão.

Depois deles, Caio e Arthur foram jogar e quem se consagrou o líder da semana foi Caio.7

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Príncipe Philip, marido da rainha Elizabeth II, morre aos 99

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Príncipe Philip, marido da rainha Elizabeth II, morre aos 99
Oli Scarff/Getty Images

“É com profunda tristeza que Sua Majestade a Rainha anuncia a morte de seu amado marido, Sua Alteza Real, o Príncipe Philip, Duque de Edimburgo, disse o Palácio de Buckingham em um comunicado na manhã desta sexta-feira (9). O marido da rainha Elizabeth II possuía 99 anos, sendo o mais longevo consorte da história do Reino Unido. “Sua Alteza Real faleceu pacificamente esta manhã no Castelo de Windsor. Novos anúncios serão feitos no devido tempo. A Família Real se une às pessoas ao redor do mundo em luto por sua perda”, finaliza a nota sem mencionar a causa da morte.

Philip deixa quatro filhos, Charles, Anne, Andrew e Edward, além de netos, como Harry e William, bem como diversos bisnetos. Com a morte do Duque de Edimburgo, a linha sucessória fica, respectivamente em: Charles (72); William (38); e George (7).

O príncipe nasceu em 1921, na ilha grega de Corfu e precisou se exilar junto com a família, que era ligada à coroa da Dinamarca, quando ainda era um bebê, dentro de uma caixa de frutas, devido a uma insurreição militar. Philip passou pela França e depois foi viver na Inglaterra com a avó materna, a qual era neta da rainha Vitória (1819-1901), fator que o faz um primo distante da esposa, a rainha Elizabeth.

Seu avô, o rei Jorge 1º da Grécia, foi assassinado. O primo, o rei Alexandre, morreu aos 27 anos de infecção após ser mordido por um macaco. A mãe foi diagnosticada com surdez e esquizofrenia. Três, das quatro irmãs, se casaram com aristocratas alemães membros do partido nazista.

O Duque de Edimburgo estudou na Inglaterra e ingressou na Marinha, onde conheceu Elizabeth, que visitava a academia naval britânica em 1939. Lutou na 2ª Guerra Mundial no Mediterrâneo e no Pacífico. Em 1943, salvou a própria vida e a de companheiros ao construir uma falsa embarcação que atraísse a atenção de um ataque aéreo alemão, permitindo que o destróier HMS Wallace, onde estavam os britânicos, escapasse.

O casamento com Elizabeth aconteceu em 1947, quando pela primeira vez uma cerimônia foi televisionada. O consorte se ajoelhou e se declarou vassalo, prometendo apoiar e adorar a rainha. Entretanto, em diversas ocasiões o público soube que a posição de inferioridade ocupada pelo príncipe não lhe agradava. “Não sou nada além de uma maldita ameba. Sou o único homem no país que não pode dar seu nome a seus filhos”, chegou a dizer.

O príncipe foi protagonista de diversos momentos que estão em desacordo com os valores contemporâneos de respeito, pluralidade e diversidade. “Eu sou rude e sem maneiras e digo muitas coisas que depois percebo que devem ter machucado alguém. Aí me encho de remorso e tento consertar”, afirmou certa vez. A relação com o herdeiro do trono, Charles, também foi caracterizada por anos na imprensa como conflituosa. O príncipe acharia que o filho possuía pouca destreza e muita introspecção.

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