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Exclusiva: uma das novas promessas da Globo, Eduardo Borelli fala sobre sua experiência na série “Desalma”

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Rawpixel/Divulgação

“A arte do ator é uma pesquisa infindável, interminável e inconclusiva. […] As pessoas que mais admiro são pessoas que passaram a vida em cima de uma pesquisa que não se concluiu. Mas a pesquisa é o que deixa o legado, e não o resultado.”, afirma Eduardo Borelli, uma das mais novas apostas da Globo, que vem se destacando em Desalma, nova série da Globoplay.

Trabalhando ao lado de grandes nomes como Cássia Kiss, Cláudia Abreu e Maria Ribeiro, Eduardo, que é natural de São Paulo, começou sua trajetória com 9 anos e, desde 2017, vem conquistando espaço em séries como Rua Augusta (TNT) e A Vida Secreta dos Casais (HBO).

Em entrevista exclusiva à todateen, o artista contou um pouco mais sobre sua relação sensível com a arte, falou sobre como está sendo sua experiência em compor um elenco de renome e, ainda, revelou seus próximos passos.

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Confira!

Eduardo, como começou seu interesse pela arte?

Eu não sei dizer ao certo como o interesse surgiu, talvez minha mãe pudesse responder melhor do que eu essa pergunta, rs! Mas sempre fui uma criança mais apegada a filmes, teatro e música do que esportes, por exemplo. Minha mãe conta que já sabia “O Mágico de Oz” e “A Noviça Rebelde” de cabo a rabo de tanto que eu pedia para assistir. Para além disso, desde muito pequeno eu ouvi minha vó cantando e tocando piano. Tanto que, antes de resolver entrar nas aulas de teatro, eu comecei estudar arte através da música, tocando piano. Mas sempre insistia ser levado para assistir peças teatrais, então de certa forma a minha ligação com o teatro existe desde muito cedo e sempre foi muito forte.

Você sempre quis seguir essa carreira? Quando descobriu que era isso mesmo que queria fazer?

Desde que comecei as minhas aulas de teatro, aos 9 anos, eu dizia que queria ser ator. Claro que dentro dessa ideia de ser ator já tive diferentes ideias de que ramos e caminhos da carreira eu gostaria de seguir, e acredito que ainda continuarei tendo. Tento sempre enxergar a carreira com pluralidade. Acho que é uma profissão muito árdua, artesanal e complexa e que exige expansão de possibilidades e pensamentos.

Quais são suas maiores referências?

Esse é o tipo de pergunta em que a resposta vai ser muito diferente dependendo de que momento eu estou na minha vida. E claro, que as referências são inúmeras e tudo depende em relação ao que estamos falando. Eu não sei porque sempre tive uma admiração maior por figuras femininas: atrizes, personagens, pensadoras, diretoras. Eu tive aula e participei de processo com grandes diretoras e dramaturgas que tenho como referência de pensamento artístico. Pensando em atrizes, vou de Andrea Beltrão, Grace Passo, Isabel Teixeira (que inclusive eu já era um grande admirador antes de estar no mesmo elenco que ela) até Cate Blanchett, por exemplo. Também tenho como referências algumas companhias de teatro, como o Theatre du Soleil, na França, ou o Grupo Galpão e a Cia dos Atores no Brasil, por exemplo. Ou seja, talvez seja realmente muito difícil pra mim responder a essa pergunta.

Se pudesse escolher contracenar com alguém, quem seria e por quê?

Eu poderia responder Viola Davis, mas talvez eu ficasse tão tenso que não resultasse em uma boa experiência, rs! Tem muitos atores e atrizes que eu gostaria muito de contracenar e trabalhar junto. Mas se for para escolher apenas um agora, atualmente eu tenho ficado cada vez mais admirado pelo trabalho da Luciana Paes. Acho que ela propõe uma visão sobre a cena e o teatro que condiz muito com o que eu acredito e gosto. Acho ela uma atriz brilhante, sou um grande fã.

Como você ficou sabendo da série “Desalma”?

Eu fiquei sabendo por indicação. A produtora de elenco da série Márcia Andrade pediu o material de outros atores para o meu agente e ele me indicou pra ela. No primeiro teste que fiz não tinha ainda muito ideia do que se tratava a série. Depois fui selecionado para uma oficina que aconteceu em São Paulo (também aconteceram outras duas no Rio e em Porto Alegre com outras atrizes e atores). Nessa oficina, ministrado pela nossa preparadora de elenco Ana Kfouri, já fui colocado para fazer o Roman. Uma coincidência legal foi que desde o começo eu fiz cena com a atriz Ana Mello (Halyna). Quando nos encontramos no aeroporto indo para o Rio foi uma surpresa maravilhosa!

Como se sentiu quando soube que tinha conseguido o papel?

Eu fiquei um pouco paralisado por alguns minutos, porque naquele mesmo dia eu tinha me convencido que não ia rolar. Eu demorei umas 3 semanas para receber a ligação depois do teste, então já estava certo que eu não tinha conseguido. Alguns minutos antes de receber a ligação da série, eu estava conversando com uma amiga sobre o quanto eu queria ter passado. Foi uma coincidência digna de roteiro! Rs!

Como está sendo a experiência de trabalhar na Rede Globo?

A minha experiência foi muito interessante e surpreendente. Por mais que exista um grande ideal do que significa estar na Globo, eu presenciei um encontro com artistas muito poderoso e que pra mim foi muito mais forte do que pode significar estar trabalhando lá. Foi legal entender que, independente do tamanho e da visibilidade que isso traz, o processo artístico foi o mais importante, com artistas extremamente profissionais, e uma produção muito carinhosa e talentosa. Acredito que Desalma tenha sido encontro muito forte e importante na vida de todxs nós.

Qual sua parte favorita viver Roman?

Para além de estar em cena com um elenco jovem muito talentoso e parceiro, foi muito bom entender e explorar a complexidade desse personagem. Sempre tento enxergar os personagens como seres humanos em mudança e controversos assim como nós. Então, quando li o roteiro da série pela primeira vez, tentei não fazer nenhum julgamento moral ou assertivo sobre o Roman. Tentei entender qual era a linha de construção dessa personagem a partir das cenas em que ele percorria. A construção, junto com a direção, foi entender quais são as camadas mais profundas e controvérsias que o personagem habita. E até o fim das gravações tentei não delimita-lo à características muito específicas, mas sim vivenciar aquelas situações como inéditas (afinal de contas eram situações inéditas para o Roman). Foi interessante explorar a humanidade e o paradoxo de um personagem, mesmo com escolhas tão cruéis.

E a parte mais difícil de interpretá-lo?

A parte mais difícil acredito que seja também a minha parte favorita. Foi difícil aproximar o personagem de mim para poder vivencia-lo sem estabelecer definições muito estereotipadas ou pré definidas. Se colocar em situação é sempre muito complexo, ainda mais com as ações que o personagem tem ao longo da história. Então foi difícil se apropriar de toda complexidade e profundidade, sem deixar o personagem muito taxativo ou superficial.

Qual a maior diferença entre o teatro e o cinema/televisão em sua opinião?

Eu acho que são muitas diferenças. Inclusive existe muita diferença dentro do próprio teatro, ou do próprio cinema. Cinema e televisão também são bem diferentes, por exemplo. Tudo depende muito da linguagem, do olhar e da direção de cada obra. Mas acho que a maior diferença é o procedimento e a função do ator e da atriz em cada linguagem. Eu acho o trabalho do ator no cinema muito mais “funcional” do que no teatro. No cinema existem muitos “departamentos” e cada um tem o seu momento em entrar em ação, entre eles está o elenco. Existe a direção, a fotografia, luz, direção de arte, direção de som, etc. Então para uma cena acontecer, todos esses departamentos precisam estar alinhados e depois do “corta” você espera para entrar em cena novamente. No teatro, a partir do momento em que um espetáculo começa, os atores e atrizes estão movendo a ação cênica do começo ate o fim da peça. Sem contar que o cinema é registro, aquilo esta feito e ficará registrado para sempre. O teatro é a arte do momento, quando uma apresentação acaba ela não ira se repetir como já foi feita.

Qual sua maior motivação para ser ator? O que mais quer passar pro seu público?

Eu acho que continuar estudando talvez seja minha maior motivação, porque conforme eu estudo e conheço novos mundos, novos pensamentos e novas possibilidades isso me da incentivo para continuar testando e me dedicando a profissão. Tento não pensar muito numa motivação única, porque ela pode se esgotar. O estudo, por ser infinito, eu acho que sempre me da possibilidade de novos caminhos. Continuar fazendo teatro de uma forma ou de outra é sempre um ato de resistência e nossa arte abre muita possibilidade para novos pensamentos e isso de alguma forma é um mecanismo de mudança social. Eu acredito que podemos gerar discussões e reflexões para um mundo mais justo, respeitoso e aberto.

Quais são seus planos pro futuro? Tem algum outro projeto vindo por aí?

Eu pretendo continuar minha pesquisa e meus projetos no teatro com minhas parceiras e meus parceiros artísticos, pensando sempre em aprimoramento artístico e desenvolvimento pessoal também. Não pretendo abandonar o teatro nunca, por mais que seja cada vez mais difícil fazer teatro. Mas a segunda temporada de Desalma vem aí e eu não vejo a hora de voltar a me encontrar com o Roman!

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Durante “Mesa BBB”, Rodolffo afirma que pretende fazer parceria musical com Juliette

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Durante "Mesa BBB", Rodolffo afirma que pretende fazer parceria musical com Juliette
Divulgação / TV Globo

Na última quinta-feira (8), durante o Mesa BBB, Rodolffo revelou que pretende fazer uma parceria musical com Juliette após o fim do Big Brother Brasil 2021.

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O cantor, que é dupla de Israel, respondeu a uma pergunta sobre trabalhar com a sister na música: “Com certeza, mas dueto não, Israel e Rodolffo com participação de Juliette. Já falei para ela dentro da casa, que eu era fã dela cantando”, disse ele.

“Ela não era cantora profissional, acredito plenamente que ela possa virar. Sempre que tinha oportunidade, abordava a Juliette e dizia: ‘Canta aí que eu quero ouvir'”, afirmou.

Uma jornada de aprendizado. Assim Rodolffo define sua participação no BBB 21 em entrevista divulgada no portal para imprensa da Globo. Logo que chegou ao confinamento, a primeira surpresa foi encontrar um fã, dos mais cativos. A identificação com Caio, vindo do grupo Pipoca, foi imediata e deu início a uma das amizades mais fortes da atual edição. Junto a ele, o cantor goiano viveu seus melhores e, também, mais difíceis momentos na casa.

Entre estourar uma música a nível mundial de dentro do confinamento, vencer provas, passar quatro semanas com imunidade e se decepcionar com uma indicação inesperada ao paredão, Rodolffo trilhou caminhos que acredita terem passado pela honestidade. E cumpriu o desafio de entrar no game como “pessoa física”, com seus erros e acertos.

“Ali eu não era o Rodolffo da dupla Israel e Rodolffo. Eu era o Rodolffo ‘CPF’. Errei, mas entrei lá sabendo que ia errar e aprender. Ia pedir desculpas para quem precisasse pedir. Tive tempo para aprender bastantes coisas”, avalia.

Com 50,48% dos votos, o goiano foi o escolhido do público para deixar o programa no paredão em que enfrentou Gilberto e o amigo Caio. No papo a seguir, ele comenta suas atitudes no jogo e os momentos mais marcantes de sua trajetória.

Como você avalia a sua trajetória no BBB?

Os aprendizados que eu tive no decorrer do programa com certeza serão os principais benefícios que eu vou carregar dessa participação. É claro que é uma experiência que eu sonhava em viver. Eu sonhava em, no mínimo, entrar na casa só para conhecer. Mas entrar lá como convidado para participar me fez sentir muito honrado. Acredito que, para a vida aqui fora, eu vou levar os aprendizados de forma mais acelerada. Em pouco tempo eu pude aprender muita coisa. Esse é o ponto mais positivo.

Qual era seu principal objetivo quando topou o convite para entrar no BBB 21? Você acha que ele foi cumprido?

Meu objetivo era nada além do que ser a pessoa física Rodolffo. É claro que, em certo momento do jogo, eu levei uma música minha e, graças a Deus, o pessoal de dentro da casa comprou a ideia e a música estourou aqui fora também. Mas ali eu não era o Rodolffo da dupla Israel e Rodolffo. Eu era o Rodolffo “CPF”. O meu objetivo era mostrar realmente a minha pessoa, cheia de falhas e erros. Errei, mas entrei lá sabendo, desde o primeiro dia, que ia errar e aprender. Ia pedir desculpas para quem precisasse pedir. Com certeza esse objetivo foi cumprido. Tive tempo para aprender bastantes coisas.

Quando você entrou na casa, logo ouviu de Caio a revelação de que você era seu principal ídolo. O que isso representou para você?

Eu imaginei que pudesse ser surpreendido com alguma pessoa lá dentro que já teria ouvido uma música minha. Mas um fã meu, que inclusive pediu para eu torcer por ele nos vídeos antecipados ao início do programa, eu jamais imaginei. Fui muito surpreendido, fiquei desacreditado e, ao mesmo tempo, muito lisonjeado e satisfeito com a potência disso. Com certeza isso foi muito grande para mim e para a dupla também.

O que mais gerou identificação entre você e Caio?

Pelo fato de a gente ter sido criado na mesma região, temos muitos detalhes culturais parecidos, desde o sotaque até experiências de vida. O contato com frequência com a zona rural, por exemplo, ambos têm. Meu pai nunca teve fazenda, mas eu sempre tive proximidade com esse ambiente. E o trabalho do Caio é na zona rural. A gente tem um gosto muito grande por isso em comum. O jeitão dele também se parece um pouco com o meu. Deu match (risos)!

Que outros participantes viraram amigos seus e você pretende levar para fora do BBB? Por quê?

Independentemente do comportamento de alguns participantes no jogo, eu tive muitas trocas com vários deles desde o início. A própria Thaís, que também é da nossa região, de Goiás, Luisiania. A gente conversou sobre se encontrar aqui fora. A Sarah, que infelizmente aconteceu o que aconteceu nos nossos caminhos no jogo, também é lá de perto. O Arthur, o Projota, a Viih Tube também são pessoas com quem eu tive uma proximidade maior e acredito que possa rolar um contato mais frequente. Mas acredito que todo mundo da casa, vira e mexe, pode se encontrar.

Qual foi a sensação de ver uma música sua ser executada pela primeira vez na casa, na primeira festa?

Foi a minha primeira música tocada nesta edição. Eu fiquei muito surpreso e feliz demais com esse momento.

Você ficou imune por várias semanas no BBB. Foi sorte ou resultado da sua movimentação no jogo?

Acho que foi a soma dos dois. O Caio ganhou três anjos, dois não eram autoimunes e ele me presenteou com a imunidade. E as outras duas imunidades foram mérito meu, uma como líder e depois porque tive o benefício de ter ganhado a liderança na semana de paredão falso e isso resultou em mais uma semana imune.

Qual era a sua estratégia para chegar o mais longe possível na disputa por R$ 1,5 milhão?

Ser honesto com os meus sentimentos, com as minhas verdades e com as coisas que eu conseguia enxergar lá dentro. E não ter desonestidade em relação às pessoas também. Talvez a minha maior qualidade no jogo – e isso foi abordado por algumas pessoas lá dentro – tenha sido sempre trabalhar com a verdade. Eu falava sempre a verdade, não mentia para iludir ninguém. Eu acho que talvez esse tenha sido um ponto que me favoreceu para um certo “queridômetro” aqui fora.

Quando ganhou a liderança, você indicou a Carla Diaz, que foi a mais votada do público para ir ao paredão falso. Como a volta dela para a casa impactou seu jogo? Isso te desestabilizou de alguma forma?

Com certeza. A primeira coisa que eu imaginei quando ela voltou foi “agora lascou-se!”. Para mim, essa questão de falar com ela logo de cara soa como falsidade. Eu esperei a poeira abaixar para então ir atrás dela e me desculpar por algo que eu pudesse ter falado, que pudesse ter magoado. Tentei manter o mínimo de respeito de ambos os lados.

Você foi indicado ao paredão pelo Gil por ter feito piadas que desagradaram alguns brothers e, na semana seguinte, suas falas também foram motivo de voto na casa. Ficou algum aprendizado dessa experiência?

Sem dúvidas. O meu desconhecimento com relação a algumas causas existe. E nos dias em que nós estamos vivendo, eu concordo que eu precisava já ter pesquisado mais. Vou carregar comigo muitos aprendizados e também quero estudar sobre esses assuntos que são abordados diariamente pela sociedade e pelas pessoas que sofrem com o preconceito.

Na penúltima semana, você vinha dizendo que votaria em Gil. Mas, no momento da indicação, votou em Sarah – ela, inclusive, ficou muito chateada com isso. Você enxerga essa mudança como uma traição?

Não enxergo como traição da minha parte porque, de certa forma – e até depois quando eu saí eu tive a prova –, era válido, já que esse movimento já tinha vindo de lá para cá. Ontem, no Bate-papo BBB, eu vi as imagens que mostraram que ela já sabia e foi cúmplice do voto do Gilberto. Naquele momento do jogo, a Sarah era uma pessoa que eu considerava muito como aliada e amiga. Foi um balde de água fria. Então, quando iniciou a votação, eu só votei nela porque ela já havia recebido outros votos. Se eu fosse no Gil sozinho, seria uma briga inválida. Eu acredito que eu joguei certo ao ter ido nela, apesar de ter causado uma dor gigante. Mas foi o que eu tinha para fazer naquele momento.

Nos últimos dias, você afirmou que o Gil seria eliminado esta semana. Ter voltado de três paredões te deu mais confiança de que permaneceria no jogo?

Até o momento da questão com o João, sim. Depois disso eu perdi a confiança.

O que acha que levou à sua eliminação neste quarto paredão que enfrentou?

Acho que foi sim por conta do meu erro em relação ao João, principalmente pela porcentagem com que eu fui eliminado. Eu acredito que se não tivesse acontecido aquilo, eu poderia ter voltado.

Teria feito algo diferente no game?

Eu teria feito diferente se tivesse conhecimento. Se eu soubesse que estava errando, eu não teria feito.

Quem tem chances de ganhar o programa, na sua opinião? A torcida é pelo Caio?

Agora eu já sei que a Juliette tem mais chances (risos). Minha torcida é pelo o Caio e pela Juliette também. Eu sempre tive um ótimo relacionamento com ela lá dentro e, apesar de termos trocado votos, foi às claras. Eu tenho o maior carinho por ela.

Quais são seus planos para fora do BBB?

Eu preciso entender muita coisa. Estou há quase 100 dias fora de casa, fora do mundo real. Eu nunca imaginei que a pandemia tivesse apertado tanto nesse momento. Mas, com certeza, a minha prioridade é minha carreira na música. Nós lançamos um EP de nove faixas. Já temos duas músicas bem ranqueadas no país, nas plataformas digitais. É muito gratificante! Estou extremamente feliz.

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Bruno Magri, namorado de Viih Tube, desabafa: “Para mim a Thaís já deu, né?!”

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Bruno Magri, namorado de Viih Tube, desabafa: "Para mim a Thaís já deu, né?!"
Reprodução / Instagram

O namorado de Viih Tube, Bruno Magri, está incomodado com Thaís e falou sobre o assunto em suas redes sociais nesta quinta-feira (8), pela noite.

“Gente, para mim Thaís já deu, né?! Ciuminho bobo. Nem gente de 15 anos faz isso”, disse ele nas redes sociais e, instantes depois de assistir cena das amigas, acrescentou. “Nossa Thaís, deixa a menina, acha que é a mãe dela”.

“Gente, desculpa, ela pode ser amiga da Vitória, mas não tira o nome da Juliette da boca. Ô, chata! Segue sua vara de ciúme bobo”, finalizou o influencer.

prova do líder

Nesta quinta-feira (8), rolou mais uma Prova do Líder no BBB21. Contando com habilidade, os brothers deveriam passar por várias fases em um duelo.

primeira fase

  • Fiuk escolheu Pocah. Quem ganhou foi Pocah.
  • João escolheu Arthur. Quem ganhou foi Arthur.
  • Caio escolheu Thaís. Quem ganhou foi Caio.
  • Camilla escolheu Gil. Quem ganhou foi Camilla.
  • Juliette escolheu Viih Tube. Quem ganhou foi Viih Tube.

segunda fase

Dessa vez, cada participante deveria jogar sozinho e os dois melhores eram classificados para a final. Quem passou para a etapa final foi Arthur e Caio.

fase final

Antes de Arthur e Caio jogarem, eles deveriam escolher duas pessoas para jogarem a “final do mal”, a qual quem perdesse estaria no paredão. Caio escolheu Camilla e Arthur, Fiuk. Quem perdeu foi Fiuk, já se colocando no paredão.

Depois deles, Caio e Arthur foram jogar e quem se consagrou o líder da semana foi Caio.7

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Príncipe Philip, marido da rainha Elizabeth II, morre aos 99

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Príncipe Philip, marido da rainha Elizabeth II, morre aos 99
Oli Scarff/Getty Images

“É com profunda tristeza que Sua Majestade a Rainha anuncia a morte de seu amado marido, Sua Alteza Real, o Príncipe Philip, Duque de Edimburgo, disse o Palácio de Buckingham em um comunicado na manhã desta sexta-feira (9). O marido da rainha Elizabeth II possuía 99 anos, sendo o mais longevo consorte da história do Reino Unido. “Sua Alteza Real faleceu pacificamente esta manhã no Castelo de Windsor. Novos anúncios serão feitos no devido tempo. A Família Real se une às pessoas ao redor do mundo em luto por sua perda”, finaliza a nota sem mencionar a causa da morte.

Philip deixa quatro filhos, Charles, Anne, Andrew e Edward, além de netos, como Harry e William, bem como diversos bisnetos. Com a morte do Duque de Edimburgo, a linha sucessória fica, respectivamente em: Charles (72); William (38); e George (7).

O príncipe nasceu em 1921, na ilha grega de Corfu e precisou se exilar junto com a família, que era ligada à coroa da Dinamarca, quando ainda era um bebê, dentro de uma caixa de frutas, devido a uma insurreição militar. Philip passou pela França e depois foi viver na Inglaterra com a avó materna, a qual era neta da rainha Vitória (1819-1901), fator que o faz um primo distante da esposa, a rainha Elizabeth.

Seu avô, o rei Jorge 1º da Grécia, foi assassinado. O primo, o rei Alexandre, morreu aos 27 anos de infecção após ser mordido por um macaco. A mãe foi diagnosticada com surdez e esquizofrenia. Três, das quatro irmãs, se casaram com aristocratas alemães membros do partido nazista.

O Duque de Edimburgo estudou na Inglaterra e ingressou na Marinha, onde conheceu Elizabeth, que visitava a academia naval britânica em 1939. Lutou na 2ª Guerra Mundial no Mediterrâneo e no Pacífico. Em 1943, salvou a própria vida e a de companheiros ao construir uma falsa embarcação que atraísse a atenção de um ataque aéreo alemão, permitindo que o destróier HMS Wallace, onde estavam os britânicos, escapasse.

O casamento com Elizabeth aconteceu em 1947, quando pela primeira vez uma cerimônia foi televisionada. O consorte se ajoelhou e se declarou vassalo, prometendo apoiar e adorar a rainha. Entretanto, em diversas ocasiões o público soube que a posição de inferioridade ocupada pelo príncipe não lhe agradava. “Não sou nada além de uma maldita ameba. Sou o único homem no país que não pode dar seu nome a seus filhos”, chegou a dizer.

O príncipe foi protagonista de diversos momentos que estão em desacordo com os valores contemporâneos de respeito, pluralidade e diversidade. “Eu sou rude e sem maneiras e digo muitas coisas que depois percebo que devem ter machucado alguém. Aí me encho de remorso e tento consertar”, afirmou certa vez. A relação com o herdeiro do trono, Charles, também foi caracterizada por anos na imprensa como conflituosa. O príncipe acharia que o filho possuía pouca destreza e muita introspecção.

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