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Comportamento

Fala, garota: qual a declaração de amor mais fofa que você já recebeu?

Extra on-line: Qual a declaração de amor mais fofa que você já recebeu?

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Alguns garotos têm medo de chegar numa menina e se declarar, no entanto existem outros que usam toda a criatividade para arrasar na paquera. As garotas todateen revelam qual foi a declaração mais fofa que já receberam.

Carolina Ladeira

“Eu acho que os garotos têm medo de chegar em mim e demonstrar seus sentimentos, mas já recebi vários presentinhos e cartões fofos!”,
Joyce Lima

Thalita Rech

“Eu estava afim de um cara superfofo, mas nunca imaginei que ele fosse me dar bola. Estava estudando e, de repente, chega na porta da sala um buquê de rosas vermelhas liiindas! Me chamaram e fui pegar as flores. Nem olhei para o rosto do garoto que tinha ido me entregar, mas quando peguei o buquê, vi que era ele! Ali mesmo, na frente de todo mundo, ele disse que o buquê era para a princesa mais linda desse mundo e junto das flores tinha um cartão que dizia: ‘me desculpe pela surpresa, mas se isso não é amor, o que mais pode ser?’. A partir daquele dia ficamos juntos”,
Thalita Rech

Rafaela Letícia

“Eu já não esperava mais declarações até que, no carnaval deste ano, um amigo (ou melhor, um anjo), junto com os amigos dele, fez um coração na areia com o meu nome dentro. Tudo muito lindo e grande como ele. Confesso que eu fiquei muito, mas muito surpresa com essa atitude. Isso é pra gente ver que as melhores coisas da vida vem sem a gente esperar!”,
Shirley Danielle

Aline Beatriz

“Que eu me lembre, nunca recebi uma declaração fofa… Mas você pode considerar até um simples ‘eu te amo’ como a melhor declaração que já recebeu, pois qualquer coisa que a pessoa amada faça é muito importante em nossa vida”,
Stephanie Stein

Patrícia Gonçalves

“Foi quando eu mudei de colégio. Ganhei uma carta muito linda que falava sobre nossos sonhos e planos e garantia que nada iria mudar em relação ao amor que ele sentia por mim, que, pelo contrário, só iria aumentar. Foi uma carta muito bonita. Fiquei superfeliz”,
Rafaela Letícia

Caroline Miranda

“Estava conversando no MSN com um garoto que tinha ficado comigo. Ele começou a me dizer que
se eu aceitasse namorar, ele me faria a menina mais feliz do mundo, porque eu era ideal pra ele. Disse que largaria tudo pra ficar comigo porque o que ele sentia por mim era tão forte que chegava a ser inexplicável. Fiquei boba, perguntei a mim mesma porque ele gostava tanto de mim sendo que eu não correspondia e, por um instante, me senti flutuando”,
Caroline Miranda

Fernanda Costa

“Um menino da minha rua era apaixonado por mim e vivia me enchendo a paciência. Certo dia, falei que se ele realmente me amava, tinha que provar. Ele concordou. Tinha até me esquecido disso quando comecei a receber cartas com ‘EU TE AMO’. Cheguei a pensar que faltava criatividade para ele escrever outra coisa até que, na última carta, ele disse para eu olhar pela janela da minha casa que dava direto pra rua. Quando eu olho ele estava segurando um buquê de flores e gritando ‘EU TE AMO, EU TE AMO, EU TE AMO…’. Nossa, quando eu saí e olhei para ele todo fofo gritando para mim, comecei a chorar e fui abraçá-lo. Nem me importei com as pessoas que olhavam. Foi um dos momentos mais lindos da minha vida”,
Alline Moschella

Alline Moschella

“Lembro que estava passando por um momento complicado e liguei pra minha amiga pra desabafar. No meio do meu desabafo, eu ouvi um chiado no telefone… Era ela chorando também, choramos juntas. Foi a primeira vez que uma amiga realmente tomou minha dores, sem precisar dizer nenhuma palavra. Hoje, rimos muito da situação”
Aline Soares

Joyce Lima

“Foi quando um garoto me mandou uma cesta cheia de bombons com uma cartinha no meio, bem romântica por sinal. Foi muito fofo ele ter tido a coragem de se declarar e ainda mais dessa maneira linda que encontrou. Eu simplesmente não sabia nem como reagir”
Laryssa Mirelly

Gabrielle Ventura

“Tinha um garoto que eu só conhecia de vista, mas ele era superpopular e lindo demais (eu achava que ele era muita areia para meu caminhãozinho). Na festa de fim de ano (depois de passarmos vários meses trocando olhares e indiretas) eu estava indo para a parte de baixo do salão quando ele começou a me chamar. Olhei para trás e comecei a tremer. Tinha muita gente na escada e ele começou a berrar que me amava e que não aguentava mais esconder isso. Quando ele se aproximou de mim, todo mundo começou a gritar ‘beija, beija’. Achei que era um sonho. Infelizmente, não rolou nada porque eu estava com uma amiga que também era louca por ele e estava quase chorando com a situação”,
Aline Beatriz

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Comportamento

Sororidade: o que é este conceito e porque precisamos falar sobre ele

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Sororidade: o que é este conceito e porque precisamos falar sobre ele
Arte: Laura Ferrazzano

Hoje, dia 8 de março, é comemorado o Dia Internacional da Mulher. Embora seja uma momento de felicitações, é importante lembrar que se trata de uma data de luta e de reflexão. Dentro desse contexto, é comum que diversos termos feministas sejam citados nas redes sociais, viralizando por meio de postagens e outros conteúdos.

Mesmo que essa popularização de conceitos seja, sim, positiva para alcançar mais pessoas, o que acontece é que essas expressões acabam sendo esvaziadas. Encontrando os usuários de maneira superficial e, em alguns casos, esvaziada.

+ 8 direitos que as mulheres têm no Brasil, mas nem todo mundo sabe

E, dentre as diversas terminologias que vemos circulando por aí, é exatamente o que acontece com o termo Sororidade. Para entender com mais detalhes sobre esta definição, a todateen conversou com Juily Manghirmalani, Cineasta e Pesquisadora, focando seus estudos em torno de gênero, cinema e raça, com foco nos cinemas indianos.

“Como me entendo mulher cis, parte da comunidade LGBT e também com família Manauara e Indiana, acho que ter diferentes inserções de realidade me fizeram mais crítica às verdades que me eram apresentadas.”, afirmou ela, que sempre foi uma pessoa mais sensível aos problemas sociais. “O feminismo como teoria veio meio tarde, comecei a ter contato real somente na faculdade, quando já tinha cerca de 20 anos.”, relembrou.

A cineasta também comentou que sua trajetória no ensino superior abriu um espaço para aprofundamentos em áreas mais pessoais. “Em vivências, o feminismo está comigo desde muito pequena. Sempre questionei as diferenças entre coisas que podia ou não fazer em comparação aos meninos, sempre fui meio moleque e ficava brava em como tudo me era limitado. Isso também por ter duas famílias muito matriarcais, das quais as mulheres sempre tiveram papéis muito ativos nas decisões, então a ancestralidade também me influenciou muito.”, contou.

No que diz respeito à Sororidade, Juily define: “No dicionário, ela é colocada como uma relação entre irmãs. Nas lutas feministas, essa palavra foi adequada para a união e filiação de mulheres que compartilhavam de ideais parecidos, principalmente no campo político de emancipação e busca por direitos.”.

A sororidade, enquanto aliança política, econômica e cultural entre mulheres, possui um caráter extremamente revolucionário no que diz respeito aos avanços de pautas feministas na sociedade. Porém, por sua constante presença na internet, é um termo que passou por um certo “esvaziamento”.

+ Aborto, Lei Maria da Penha e o que o Brasil ainda precisa mudar para combater a desigualdade de gênero

“Essa é uma palavra que se tornou fácil na boca das pessoas e vazia de significado efetivo. Como vivemos em uma sociedade tão assimétrica em direitos, como as diferenças estruturais de classe e raça, metrópoles e o campo, periferia, acesso à informação e tudo mais, não tem como pensarmos que esse termo colocará todas as mulheres em um mesmo local de apoio e acolhimento, pois existem outras camadas de influências que movem esses corpos que são não somente o gênero.”, afirma a especialista.

Que continua:

“Em minha opinião, não acho que há necessidade de ressignificar a palavra em si, mas sim trazer à luz a importância da diversidade das construções sociais e das possíveis criações que dali saem. Acredito que nem toda mulher pode abraçar completamente a luta de outra mulher, sem antes colocar classe, sexualidade e raça no caminho, não pelo menos nesse momento que vivemos. Somos todas muito diferentes e precisamos saber até onde nosso braço alcança. A aliança entre as diferenças é de absurda importância, mas precisamos tomar cuidado em não sobrepor ou criar ainda mais atrito entre nós mulheres do que a sociedade patriarcal almeja.”, argumenta.

Na opinião de Juily, a união de um grupo social faz com que ele tenha mais força. “Estarmos unidas conscientemente mesmo em nossas diferenças faz com que cheguemos mais longe. Tanto em eleições, locais de poder, manifestações, acolhimento em situações de violência, empoderamento e tudo mais.”

Uma das estratégias de dominação mais bem sucedidas implementadas em nós, mulheres, é a rivalidade. Para driblar isso, a pesquisadora diz que um desses passos é “mudando a educação dessas mulheres e homens educadores (pais e mães, professores, líderes religiosos etc) que contribuem para essa rivalidade desde o início da vida.”.

+ Protagonismo feminino: 5 seriados da Netflix para maratonar no Dia Internacional da Mulher

“Se a educação de base nos ensinar que a rivalidade faz parte de uma competitividade que nos diminui e limita, vamos conseguir entender que a vitória da amiga é tão importante quanto a nossa. A coletividade é o que estrutura um movimento e uma libertação, se nos colocarmos contra a outra, estamos também dificultando nosso acesso e crescimento. Entender que não adianta caminhar só e que todas temos papéis sociais na construção de uma vida melhor para as mulheres e outras “minorias”.”

Finalizando, Juily pontua que a discussão de gênero existe há séculos.

“Muitas mulheres criaram pensamentos e reflexões sobre suas realidades e contextos históricos.
Precisamos nos manter atentas ao que já foi conquistado, lutar para que se mantenha e lutar por melhorias.
Precisamos ter memória, ancestralidade e reescrever a história apagada das mulheres.
Entender que somos diferentes em culturas, crenças e necessidades, não somente abraçar um mundo utópico de realização geral quando somos a criação desse desnivelamento todo.
Vamos seguir juntas? Apoiar as nossas e as outras, buscar entender, abrir o coração e a cabeça pro que está por trás do que nos diferencia?”

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Cinema e TV

Protagonismo feminino: 5 seriados da Netflix para maratonar no Dia Internacional da Mulher

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Protagonismo feminino: 5 seriados da Netflix para maratonar no Dia Internacional da Mulher
Rawpixel/Divulgação | Arte: Laura Ferrazzano

Hoje, dia 8 de março, é comemorado o Dia Internacional da Mulher. Data em que recebemos flores e ouvimos palavras de afeto daqueles que amamos. No entanto, somos mulheres todos os dias, e, por isso, é absolutamente necessário que conquistemos, cada vez mais, protagonismo em todos os âmbitos sociais e culturais.

A importância de vermos mulheres como heroínas de suas próprias histórias, de maneira plural, servindo de exemplo umas com as outras gera uma sensação de reconhecimento e empatia que é revolucionária.

Pensando justamente em personagens que nos inspiram e que se mostram fortes e conscientes, a todateen separou cinco séries da Netflix para você maratonar.

Confira!

jessica jones

Jessica Jones é uma mulher que sabe dos seus defeitos e sempre encontra uma forma de superá-los. Mesmo lidando com inúmeras adversidades, a detetive não desiste dos seus planos.

Sinopse: Após o fim trágico de sua breve carreira de super-herói, Jessica Jones tenta reconstruir sua vida como uma detetive particular, lidando com casos envolvendo pessoas com habilidades notáveis em Nova York.

o gambito da rainha

A atriz Anya Taylor-Joy vive de maneira inspiradora a vida da enxadrista Beth Harmon. Nessa série de amadurecimento (coming-of-age), vemos uma mulher brilhante superando traumas e medos para alcançar o sucesso.

Sinopse: Em um orfanato no estado de Kentucky (EUA), nos anos 1950, uma garota descobre um talento impressionante para o xadrez enquanto luta contra o vício e os problemas que acompanham sua genialidade.

dear white people

Baseado no filme homônimo de Justin Simien, a série Cara Gente Branca acompanha a inabalável Samantha White, vivida por Logan Browning, em sua universidade predominantemente branca. Política e revolucionária, a cada episódio Sam encontra maneiras de mostrar sua voz.

Sinopse: Uma guerra cultural entre negros e brancos vem à tona em uma universidade predominantemente branca quando uma revista de humor organiza uma polêmica festa de Halloween.

las chicas del cable

Las Chicas del Cable é uma série que nos mostra que sororidade é algo essencial. Juntas, essas quatro amigas descobrem como defenderem seu valor em um mundo de homens.

Sinopse: Em 1929, quatro mulheres vêm de diferentes partes da Espanha para trabalhar como telefonistas em uma empresa em Madri que vai revolucionar o mundo das telecomunicações. No único lugar que representa progresso e modernidade para as mulheres da época, elas aprendem a lidar com inveja e traição, enquanto embarcam em uma jornada em busca do sucesso.

one day at a time

Mesmo tendo sido oficialmente cancelado, esse reboot dá um show de representatividade. Com protagonistas latinas, o sitcom dá espaço para discussões extremamente importantes.

Sinopse: Na nova versão do clássico da TV sobre uma família de imigrantes cubanos, a mãe recém-divorciada e a avó careta criam uma adolescente e um pré-adolescente.

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Comportamento

Aborto, Lei Maria da Penha e o que o Brasil ainda precisa mudar para combater a desigualdade de gênero

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Aborto, Lei Maria da Penha, direitos das mulheres e o que o Brasil ainda precisa mudar para combater a desigualdade de gênero
Unsplash/ Rawpixel

A desigualdade de gênero no Brasil ainda é algo mais evidente do que deveria. Por mais que o país tenha passado por muitas conquistas – que devem ser celebradas – uma mobilização para firmar o que foi conquistado e definir novas metas se torna necessária em um território em que, de acordo OMS (Organização Mundial da Saúde), se encontra no 5º lugar dos países que mais matam mulheres no mundo.

No início de 2021, nos deparamos com uma conquista feminina muito importante na Argentina e Coreia do Sul: o direito ao aborto. Até então, a Argentina possuía uma legislação similar à brasileira e permitia a interrupção da gravidez apenas em casos de estupro ou se houvesse riscos à saúde da mulher.

+ Vitória das mulheres: senado da Argentina aprova legalização do aborto até 14ª semana de gestação

É importante ressaltar que casos como esse são entraves pela igualdade de gênero. Você nunca parou para pensar, que, se fosse com um homem, as coisas seriam diferentes? Giovanna Pinhanelli faz parte da equipe jurídica da Claro & Serrano Advocacia, com foco em Direito das Mulheres e evidencia problemas que permeiam a questão da legalização do aborto no Brasil, assim como vários problemas que ainda atingem a parcela feminina da população:

A gente tem uma situação de criminalização tanto da mulher que aborta quanto do médico que aborta. A questão do aborto passa por recortes de raça, classe e assim por diante. Quando a gente conversa sobre essas e outras coisas, precisa pensar que temos uma organização social que beneficia determinadas pessoas em detrimento de gênero, e na sociedade patriarcal, a mulher é menos privilegiada do que os homens.”

Grupos conservadores pró-vida são um dos principais entraves que forçam emendas constitucionais que dificultam a legalidade do direito ao aborto, não só no Brasil, como em outros países em que ele ainda não é legalizado. Neste sentido, é preciso manter a luta constante por novos direitos e, sobretudo, pela manutenção dos já conquistados, que muitas vezes passam despercebidos pela maior parte da população.

lei maria da penha

A Lei 11.340 de 2006, popularmente chamada de Lei Maria da Penha, foi criada com o intuito de aumentar o rigor das punições sobre os crimes domésticos praticados por homens contra mulheres. O que Giovanna exalta e que muitos não sabem, é que ela é um instrumento de extrema importância para lidar com os direitos das mulheres – vale lembrar que a Lei Maria da Penha é reconhecida pela Organização das Nações Unidas (ONU) como uma das três melhores legislações do mundo no âmbito de enfrentamento à violência contra as mulheres.

+ Dia Internacional Da Mulher: conheça a história por trás do 8 de março

Ao longo do tempo ela acabou se tornando um instrumento legal que é conhecido e não conhecido ao mesmo tempo. Ela tem uma parte bastante conhecida mas um restante que fica meio obscurecido, em relação a violência contra mulher, mas que também é muito importante em relação a políticas públicas de combate a violência contra mulher, que no fundo são vias efetivas de solução para assegurar os direitos das mulheres”, explica a especialista.

De acordo com Giovanna, o núcleo “duro”, que é o núcleo penal, aquele com medidas protetivas de urgência e mais conhecidas na sociedade, como medidas protetivas contra o agressor de alguma vítima de violência, são importantes, mas a Lei é muito mais do que isso e deve ser um instrumento de combate às desigualdades.

Uma parte substancial da Lei Maria da Penha, numero de artigos, mais da metade da lei se divide em duas partes: uma que é muito importante pra gente no direito que trata das formas contra a violência contra mulher e do que e considerado um núcleo domestica, familiar e um parte referente às políticas públicas de combate a violência de gênero e a toda criação de um mecanismo institucional que vise coibir isso e que vise proporcionar que às mulheres tenham diversos pontos de acesso a esse sistema de combate.”

Portanto, conhecer, usar e abusar da lei ainda é extremamente necessário no Brasil, já que pode ser uma ferramenta para combater todas as desigualdades ainda existentes em relação à mulher. “É a primeira vez que uma lei de violência contra mulher no Brasil trata das coisas de maneira sistêmica, global e transdisciplinar. Isso foi um passo mto importante pro nosso sistema como um todo e deve continuar assim cada vez mais“, exalta a especialista.

Confira tudo o que a Lei Maria da Penha abrange acessando aqui.

o que precisa mudar

Uma coisa fundamental que foi se percebendo em relação a violência de gênero é que precisamos de várias portas de entrada para o sistema de proteção à mulher, para ele ser mais eficiente não só no âmbito penal, como nas políticas públicas também.

Precisamos que haja uma porta de entrada no judiciário, uma porta de entrada nas delegacias de defesa a mulher, também porta de entrada pelo lado da assistência social, pelo campo da saúde, e assim por diante. É sobre isso que a outra parte da lei vai tratar quando ela estabelece uma série de princípios que irão ordenar a criação de um sistema melhor para o país”, diz Giovanna.

+ 17 coisas que Mc Soffia aprendeu em 17 anos sendo uma menina preta

Além disso, é necessário entender que leis vigentes no país, como a Maria da Penha, devem abranger toda mulher, independente de classe, etnia, orientação sexual, idade e nível educacional. O que acontece é que ainda há um preconceito enraizado na sociedade, que não deixa isso acontecer – políticas públicas ajudam a mudar isso.

O fato de grupos ainda propagarem “fatos” sem fundamento algum, como no caso do aborto, também é algo que precisa mudar para que o país ande para frente. Líderes políticos entram nesse tópico, o que evidencia ainda mais a falta de mulheres em cargos que possam mudar essas situações, que, mais uma vez, não estão nesses espaços não pelo campo do direito, que possui a Lei Maria da Penha, mas pelo preconceito que pode ser mudado (mesmo que minimamente) através das políticas públicas.

No entanto, é necessário dizer que ainda há tantas coisas a serem mudadas ainda, que seria impossível elencar tudo aqui. A mudança vem de conscientização, conhecimento, e pessoas dispostas a continuarem lutando. A Lei Maria da Penha é um instrumento, mas nenhum instrumento é eficaz sem o conhecimento de usá-lo da melhor forma que possível.

Outro fator de mudança, pouco falado e que não pode mais ser ignorado, é relacionada à mulheres trans, que muitas vezes não são reconhecidas como tal institucionalmente, e que ainda apresenta lacunas no ambiente público.

“Podemos criminalizar a homofobia, por exemplo, mas quando falamos em mudar a forma que a sociedade e as instituições se comportam, a gente não fala sobre direito penal, a gente fala sobre políticas públicas, onde ainda devemos buscar melhorias para que aja a total inclusão. Inclusão no trabalho, política e assim por diante“, finaliza a profissional.

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Fala, garota: qual a declaração de amor mais fofa que você já recebeu?

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Alguns garotos têm medo de chegar numa menina e se declarar, no entanto existem outros que usam toda a criatividade para arrasar na paquera. As garotas todateen revelam qual foi a declaração mais fofa que já receberam.

“Eu acho que os garotos têm medo de chegar em mim e demonstrar seus sentimentos, mas já recebi vários presentinhos e cartões fofos!”,
Joyce Lima
“Eu estava afim de um cara superfofo, mas nunca imaginei que ele fosse me dar bola. Estava estudando e, de repente, chega na porta da sala um buquê de rosas vermelhas liiindas! Me chamaram e fui pegar as flores. Nem olhei para o rosto do garoto que tinha ido me entregar, mas quando peguei o buquê, vi que era ele! Ali mesmo, na frente de todo mundo, ele disse que o buquê era para a princesa mais linda desse mundo e junto das flores tinha um cartão que dizia: ‘me desculpe pela surpresa, mas se isso não é amor, o que mais pode ser?’. A partir daquele dia ficamos juntos”,
Thalita Rech

 

“Eu já não esperava mais declarações até que, no carnaval deste ano, um amigo (ou melhor, um anjo), junto com os amigos dele, fez um coração na areia com o meu nome dentro. Tudo muito lindo e grande como ele. Confesso que eu fiquei muito, mas muito surpresa com essa atitude. Isso é pra gente ver que as melhores coisas da vida vem sem a gente esperar!”,
Shirley Danielle

“Que eu me lembre, nunca recebi uma declaração fofa… Mas você pode considerar até um simples ‘eu te amo’ como a melhor declaração que já recebeu, pois qualquer coisa que a pessoa amada faça é muito importante em nossa vida”,
Stephanie Stein
“Foi quando eu mudei de colégio. Ganhei uma carta muito linda que falava sobre nossos sonhos e planos e garantia que nada iria mudar em relação ao amor que ele sentia por mim, que, pelo contrário, só iria aumentar. Foi uma carta muito bonita. Fiquei superfeliz”,
Rafaela Letícia
“Estava conversando no MSN com um garoto que tinha ficado comigo. Ele começou a me dizer que
se eu aceitasse namorar, ele me faria a menina mais feliz do mundo, porque eu era ideal pra ele. Disse que largaria tudo pra ficar comigo porque o que ele sentia por mim era tão forte que chegava a ser inexplicável. Fiquei boba, perguntei a mim mesma porque ele gostava tanto de mim sendo que eu não correspondia e, por um instante, me senti flutuando”,
Caroline Miranda
“Um menino da minha rua era apaixonado por mim e vivia me enchendo a paciência. Certo dia, falei que se ele realmente me amava, tinha que provar. Ele concordou. Tinha até me esquecido disso quando comecei a receber cartas com ‘EU TE AMO’. Cheguei a pensar que faltava criatividade para ele escrever outra coisa até que, na última carta, ele disse para eu olhar pela janela da minha casa que dava direto pra rua. Quando eu olho ele estava segurando um buquê de flores e gritando ‘EU TE AMO, EU TE AMO, EU TE AMO…’. Nossa, quando eu saí e olhei para ele todo fofo gritando para mim, comecei a chorar e fui abraçá-lo. Nem me importei com as pessoas que olhavam. Foi um dos momentos mais lindos da minha vida”,
Alline Moschella
“Lembro que estava passando por um momento complicado e liguei pra minha amiga pra desabafar. No meio do meu desabafo, eu ouvi um chiado no telefone… Era ela chorando também, choramos juntas. Foi a primeira vez que uma amiga realmente tomou minha dores, sem precisar dizer nenhuma palavra. Hoje, rimos muito da situação”
Aline Soares
“Foi quando um garoto me mandou uma cesta cheia de bombons com uma cartinha no meio, bem romântica por sinal. Foi muito fofo ele ter tido a coragem de se declarar e ainda mais dessa maneira linda que encontrou. Eu simplesmente não sabia nem como reagir”
Laryssa Mirelly
“Tinha um garoto que eu só conhecia de vista, mas ele era superpopular e lindo demais (eu achava que ele era muita areia para meu caminhãozinho). Na festa de fim de ano (depois de passarmos vários meses trocando olhares e indiretas) eu estava indo para a parte de baixo do salão quando ele começou a me chamar. Olhei para trás e comecei a tremer. Tinha muita gente na escada e ele começou a berrar que me amava e que não aguentava mais esconder isso. Quando ele se aproximou de mim, todo mundo começou a gritar ‘beija, beija’. Achei que era um sonho. Infelizmente, não rolou nada porque eu estava com uma amiga que também era louca por ele e estava quase chorando com a situação”.
Aline Beatriz

 

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Sororidade: o que é este conceito e porque precisamos falar sobre ele

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Sororidade: o que é este conceito e porque precisamos falar sobre ele
Arte: Laura Ferrazzano

Hoje, dia 8 de março, é comemorado o Dia Internacional da Mulher. Embora seja uma momento de felicitações, é importante lembrar que se trata de uma data de luta e de reflexão. Dentro desse contexto, é comum que diversos termos feministas sejam citados nas redes sociais, viralizando por meio de postagens e outros conteúdos.

Mesmo que essa popularização de conceitos seja, sim, positiva para alcançar mais pessoas, o que acontece é que essas expressões acabam sendo esvaziadas. Encontrando os usuários de maneira superficial e, em alguns casos, esvaziada.

+ 8 direitos que as mulheres têm no Brasil, mas nem todo mundo sabe

E, dentre as diversas terminologias que vemos circulando por aí, é exatamente o que acontece com o termo Sororidade. Para entender com mais detalhes sobre esta definição, a todateen conversou com Juily Manghirmalani, Cineasta e Pesquisadora, focando seus estudos em torno de gênero, cinema e raça, com foco nos cinemas indianos.

“Como me entendo mulher cis, parte da comunidade LGBT e também com família Manauara e Indiana, acho que ter diferentes inserções de realidade me fizeram mais crítica às verdades que me eram apresentadas.”, afirmou ela, que sempre foi uma pessoa mais sensível aos problemas sociais. “O feminismo como teoria veio meio tarde, comecei a ter contato real somente na faculdade, quando já tinha cerca de 20 anos.”, relembrou.

A cineasta também comentou que sua trajetória no ensino superior abriu um espaço para aprofundamentos em áreas mais pessoais. “Em vivências, o feminismo está comigo desde muito pequena. Sempre questionei as diferenças entre coisas que podia ou não fazer em comparação aos meninos, sempre fui meio moleque e ficava brava em como tudo me era limitado. Isso também por ter duas famílias muito matriarcais, das quais as mulheres sempre tiveram papéis muito ativos nas decisões, então a ancestralidade também me influenciou muito.”, contou.

No que diz respeito à Sororidade, Juily define: “No dicionário, ela é colocada como uma relação entre irmãs. Nas lutas feministas, essa palavra foi adequada para a união e filiação de mulheres que compartilhavam de ideais parecidos, principalmente no campo político de emancipação e busca por direitos.”.

A sororidade, enquanto aliança política, econômica e cultural entre mulheres, possui um caráter extremamente revolucionário no que diz respeito aos avanços de pautas feministas na sociedade. Porém, por sua constante presença na internet, é um termo que passou por um certo “esvaziamento”.

+ Aborto, Lei Maria da Penha e o que o Brasil ainda precisa mudar para combater a desigualdade de gênero

“Essa é uma palavra que se tornou fácil na boca das pessoas e vazia de significado efetivo. Como vivemos em uma sociedade tão assimétrica em direitos, como as diferenças estruturais de classe e raça, metrópoles e o campo, periferia, acesso à informação e tudo mais, não tem como pensarmos que esse termo colocará todas as mulheres em um mesmo local de apoio e acolhimento, pois existem outras camadas de influências que movem esses corpos que são não somente o gênero.”, afirma a especialista.

Que continua:

“Em minha opinião, não acho que há necessidade de ressignificar a palavra em si, mas sim trazer à luz a importância da diversidade das construções sociais e das possíveis criações que dali saem. Acredito que nem toda mulher pode abraçar completamente a luta de outra mulher, sem antes colocar classe, sexualidade e raça no caminho, não pelo menos nesse momento que vivemos. Somos todas muito diferentes e precisamos saber até onde nosso braço alcança. A aliança entre as diferenças é de absurda importância, mas precisamos tomar cuidado em não sobrepor ou criar ainda mais atrito entre nós mulheres do que a sociedade patriarcal almeja.”, argumenta.

Na opinião de Juily, a união de um grupo social faz com que ele tenha mais força. “Estarmos unidas conscientemente mesmo em nossas diferenças faz com que cheguemos mais longe. Tanto em eleições, locais de poder, manifestações, acolhimento em situações de violência, empoderamento e tudo mais.”

Uma das estratégias de dominação mais bem sucedidas implementadas em nós, mulheres, é a rivalidade. Para driblar isso, a pesquisadora diz que um desses passos é “mudando a educação dessas mulheres e homens educadores (pais e mães, professores, líderes religiosos etc) que contribuem para essa rivalidade desde o início da vida.”.

+ Protagonismo feminino: 5 seriados da Netflix para maratonar no Dia Internacional da Mulher

“Se a educação de base nos ensinar que a rivalidade faz parte de uma competitividade que nos diminui e limita, vamos conseguir entender que a vitória da amiga é tão importante quanto a nossa. A coletividade é o que estrutura um movimento e uma libertação, se nos colocarmos contra a outra, estamos também dificultando nosso acesso e crescimento. Entender que não adianta caminhar só e que todas temos papéis sociais na construção de uma vida melhor para as mulheres e outras “minorias”.”

Finalizando, Juily pontua que a discussão de gênero existe há séculos.

“Muitas mulheres criaram pensamentos e reflexões sobre suas realidades e contextos históricos.
Precisamos nos manter atentas ao que já foi conquistado, lutar para que se mantenha e lutar por melhorias.
Precisamos ter memória, ancestralidade e reescrever a história apagada das mulheres.
Entender que somos diferentes em culturas, crenças e necessidades, não somente abraçar um mundo utópico de realização geral quando somos a criação desse desnivelamento todo.
Vamos seguir juntas? Apoiar as nossas e as outras, buscar entender, abrir o coração e a cabeça pro que está por trás do que nos diferencia?”

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Maria Lina, noiva de Whindersson, expõe ataque de haters: “Ninguém gosta de tu”

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Maria Lina mostra detalhes do chá revelação do bebê que espera com Whindersson Nunes
Reprodução / Instagram

No último sábado (6), Whindersson Nunes e a, agora, noiva, Maria Lina, deram um chá revelação para descobrir o sexo do bebê. O resultado foi revelado pela cachorrinha do casal, que apareceu no local com uma roupa azul, confirmando que a criança será um menino. O dia ainda foi marcado pelo pedido de casamento que Whindersson fez, que emocionou a todos.

Contudo, nem um momento tão bonito como esse foi poupado dos ataques de haters. Em seu Instagram, que é privado, Maria Lina expôs algumas mensagens bem maldosas que vem recebendo.

Neste print, por exemplo, o seguidor a chama de “sem graça e antissocial”.

Reprodução

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“Tô Preocupada”, parceria de Mc Rebecca e Anitta, recebe elogios de Cardi B

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“Tô Preocupada”, parceria de Mc Rebecca e Anitta, recebe elogios de Cardi B
Reprodução/Instagram

A nova parceria de Mc Rebecca e Anitta recebeu elogio de muitos – inclusive de artistas internacionais! Neste domingo (7), Cardi B usou suas redes sociais para elogiar Tô Preocupada pelo Twitter, onde compartilhou um vídeo da dupla reproduzindo a coreografia do novo feat.

“Essa é a minha favorita, Anitta. Eu amo quando ela faz funk”, escreveu a rapper. Veja só:

Ainda não ouviu Tô Preocupada? Então dê o play abaixo para conferir o clipe super bem humorado da parceria:

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