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Fanfic: O Violão (parte 1) – Luan Santana é o protagonista!

Uma história apaixonante que você vai querer que seja verdade (e com você de protagonista)

Luan Santana cercado de emojis
Fotomontagem: AgNews

Você é fã de fanfic? A gente adora! Sonhar sobre ser protagonista de uma história com seu ídolo é top, hein! Que tal curtir essa história de sonho baseada em Luan Santana?! Vem curtir!

Luan Santana tocando violão

FOTO: Reprodução/Montagem

 

Escrever sobre aqueles dias insanos mexe comigo ainda hoje. Fazem aproximadamente 6 meses que aquele último beijo me marcou e me fez ter força para seguir em frente, por saber que não poderíamos ficar juntos, que a carreira dele seria afetada se eu ficasse… Foi seis meses atrás que eu quebrei o coração do Luan.

* * * * *

Os versos de ‘Chuva de Arroz’ ainda ressoavam na minha cabeça, o show foi algo extraordinário, ele parecia olhar toda hora para mim, passando a mão nos cabelos, fazendo gracinhas e parando para falar com o público bem na minha frente.

Eu estava parada com a Letícia, próxima do backstage, esperando ele sair. Tinha uma multidão atrás de mim, mas eu estava na grade – não teria Meet&Greet nesse show, por algum motivo que ninguém tinha muita certeza. Precisava vê-lo, precisava ter certeza que não era loucura da minha cabeça. Que não era apenas um impressão de fã. Quase trinta minutos após o fim de espetáculo e ele apareceu, finalmente, enxugando-se com a toalinha de rosto, uma garrafa de água na mão direita, cheia de pulseiras como era habitual. A camisa azul marinho que ele usara no show estava com três botões abertos, revelando uma parte do peitoral e do crucifixo tatuado contra a pele branca.
       Tudo parecia correr em câmera lenta, ele andando em direção à grade, o sorriso se formando enquanto ele levantava a cabeça, o cabelo todo desalinhado com o qual ele parecia não se importar no momento…
– Ai meu Deus! ELE TÁ VINDO PRA CÁ. – berrou Leticia, pulando descontroladamente na grade.
Eu contei cada passada que ele deu até a grade, foram exatamente nove, nove passadas que mudaram toda a minha realidade.
Ele encostou na grade, eu ouvia gritos abafados no fundo mas não conseguia desviar os olhos do homem parado na minha frente. E ele olhava para mim, me encarava como se eu fosse uma preciosidade que eu nunca o vira fazer com nenhuma outra fã. Tinha alguma coisa rolando, era fácil de sentir… O empurra-empurra atrás de mim finalmente me afetou, me tirando do transe em que estávamos, invadindo os olhos um do outro daquela forma, como se nada existisse a volta e alguém me empurrou com força, eu desequilibrei do ferro da grade e escorreguei, enfiando a testa com tudo no gradil.
Ouvi os seguranças pedindo para se afastarem, vi que alguém me segurava, mas tudo estava bastante turvo… Fechei os olhos por alguns minutos.

* * * * *

O ambiente era outro quando os abri novamente. Eu estava num sofá, o local era bem iluminado, apesar de apertado. Algo escorria pela minha bochecha, passei a mão e logo constatei que era sangue.
– Que porcaria… – comentei, em voz alta.
– Realmente, você não teve muita sorte de escorregar da grade! – Olhei para o lado e o vi parado ali, com uma gaze na mão, sorrindo um pouco.
– Ah… eu… você… como que…
Ele riu com gosto da minha incapacidade de pronunciar qualquer frase coerente e se aproximou, desviando de uma mesinha fixa ao lado de uma porta estreita. Agora que eu reparara bem, aparentemente estávamos dentro do ônibus dele. Luan parou de frente para mim e sentou, me encarando enquanto eu não sabia onde enfiar a minha cara, primeiro pelo acidente, segundo por estar tão próximo assim dele.
Eu sentia até o cheiro do perfume dele, com notas cítricas e marcantes.
– Posso limpar? – perguntou ele, sorrindo levemente, apontando para o machucado.
Respirei fundo, controlando uma crise de riso nervoso e assentindo com a cabeça, abaixando o rosto, uma reação de vergonha que nunca consegui controlar. Ele levou a mão até meu queixo e levantou meu rosto, fazendo-me encará-lo. Os olhos castanho escuros não saiam dos meus enquanto ele passava a gaze sobre o machucado, provocando uma leve ardência na pele, marejando meus olhos.
O sorrisinho torto dele me fazia suportar aquele incomodo, eu até evitava piscar, não acreditando que estava frente a frente com Luan Santana, que ele estava limpando um ferimento meu com todo o carinho e atenção, como seu eu realmente fosse importante e…
– Acho que vai inchar um pouco, não sou médico, mas vai fazer um galo! – ele deu risada de forma descontraída e se levantou, jogando a gaze num lixinho que tinha no banheiro minúsculo.
– Obrigada! – consegui dizer finalmente, agora com o rosto limpo.
Me levantei e peguei meu celular, olhando meu reflexo sobre a superfície escura espelhada. Havia um cortezinho minúsculo perto da sobrancelha e a área ao redor estava   começando a arroxear, além do inchaço.
– Não foi nada demais… – respondeu ele, passando a língua nos lábios. – Na verdade você se machucou por minha culpa, então isso não é nada mais do que eu deveria fazer.
– Imagina, eu apenas caí, foi um acidente… – comecei, envergonhada por ser tão desastrada.
– De verdade, você se machucou porque eu apareci e fiquei olhando apenas pra você e…–  a voz dele morreu e eu levantei o olhar da tela do celular.
Luan me olhava constrangido, como se tivesse falado demais. Eu o encarei por alguns minutos, ele fez o mesmo e então nós rimos, ao mesmo tempo, na mesma sintonia, eu finalmente esquecendo que tinha um corte na minha testa e tendo a confirmação do que pensara durante todo o show: Ele estava olhando para mim.
– Quer beber alguma coisa? Água, suco… – começou Luan, tentando agir com naturalidade.
– Eu acho que aceito uma…
– Luan, ela está bem? Quer que eu a leve até o hospital para uma tomografia? – A voz da mulher invadiu o recinto quando ela abriu a porta. Era a assessora dele, os cabelos negros e longos, um pouco mais baixa que eu, os olhos preocupados.
– Não precisa não moça… Eu estou legal, foi só uma batidinha! – respondi, de pronto, me levantando.
– Tem certeza?
– Eu acho melhor levar sim, Arleyde! Olha como está roxo. – comentou Luan, olhando para mim.
– Não precisa gente, foi só uma pancada leve! – reafirmei, categoricamente.
– Tudo bem, então – disse Arleyde, sorrindo rapidamente para mim. – A gente precisa pegar o avião, Luan. Vou pedir para deixarem ela em casa!
Luan assentiu com a cabeça enquanto Arleyde fechava a porta.
– É melhor mesmo eu ir! – disse, pegando a bolsa que, em algum momento fora deixada em cima da mesinha.
– Eu… a gente nem teve tempo de conversar, de você perguntar nada… – rebateu ele, a testa franzida.
       – Tudo bem, você me trouxe aqui e… – comecei, envergonhada.
– Nada disso, já sei como a gente resolve isso!
Ele pegou o celular no bolso da calça e me entregou, como um sorriso no rosto, os olhos brilhando. Encarei-o, meio sem saber o que fazer com aquele smartphone desbloqueado que ele me estendia.
– Coloca seu numero ai e… a gente vai conversando!
– Sério isso?
Ele acenou com a cabeça, confirmando, e eu coloquei o número no aparelho, enquanto ele sorria, me olhando do alto do seu 1,83m. Entreguei o aparelho para ele sorrindo.
– Então a gente se fala? – perguntei, sem conseguir me controlar.
– A gente se fala! – respondeu ele, sorrindo.
Luan abriu os braços e eu me aproximei, abraçando-o fortemente, sentindo que ele fazia o mesmo, sem medo nenhum.

* * * * *

O motorista ia no limite de velocidade que a rua permitia. Letícia me ligara 12 vezes enquanto eu estivera no ônibus do Luan. Retornei a ligação para ela assim que entrei no carro, descobrindo que ela foi embora quando o pessoal da assessoria disse que cuidaria de mim e pediram o telefone da minha mãe. Contei a ela que ele foi atencioso e tudo mais, mas omitia a parte dele pedir meu telefone.
Desliguei a ligação, ainda sem acreditar o que acontecera comigo naquela noite. O cheiro do perfume dele grudara em mim, era como se ele estivesse do meu lado, as mãos tocando em minha cintura, subindo pelo meu corpo e… O celular vibrou. Vi que se tratava de uma nova mensagem no app.
Adorei a cor da sua camiseta! <3‘.
Entrei em choque. Não podia ser mesmo ele trocando mensagens comigo. Isso não era normal, eu só podia estar sonhando, em coma, num hospital.
Escolhi o vermelho por sua causa… rs
Já que ele puxara papo, ia ver onde isso poderia parar.
Ele respondeu com alguns emoticons.
Começamos a conversar de verdade, ele fazia diversas perguntas sobre mim, minha vida, minha família… Tudo foi transcorrendo de forma tão rápida que só tornava aquilo mais surreal.
O motorista me deixou na porta de casa, conversei alguns segundos com minha mãe, apenas para explicar o que acontecera no show e subi para o meu quarto, continuando o papo com Luan. Descobri a origem de várias músicas, o que cada pulseira no pulso dele queria dizer, o porque ele decidira fazer as duas tatuagens e até ganhei um áudio com uma palinha de uma música nova. Quando ele disse que teria que desligar o telefone pois precisava dormir eu respirei fundo e desejei boa noite, indo para o banho e desejando realmente que aquilo não fosse apenas um sonho bom causado por uma conclusão.

* * * * *

Duas semanas passaram e continuamos nos falando todos os dias, ele sempre me mandava um vídeo ou foto entre os shows, a distância não sendo um empecilho para nada.
Foi então que veio a proposta: passar um fim de semana em Angra dos Reis, a primeira folga dele em dois meses. Concordei de imediato, pensando depois no trabalhão que teria para convencer minha mãe disso afinal, era em outro estado. Minha mãe tentou barrar, porém, acabei convencendo-a ao mostrar o audio que ele enviou, dizendo que cuidaria muito bem de mim.
Lá estava eu no aeroporto, embarcando em direção ao Rio de Janeiro, na sexta-feira. Arleyde estava comigo, me passando algumas instruções de como lidar com o possível assédio que poderia sofrer ao aparecer com ele, pois os papparazzi os perseguiam.
O vôo transcorreu tranquilamente, desci do avião direto para a pista, segundo Arleyde, havia uma surpresa me esperando ali mesmo. Olhei em volta e o vi parado a uma pequena distância, de camiseta vermelha justa, bermuda branca, tênis e boné.
Só conseguia pensar naquele corpo enorme e bem delineado contra as roupas e em como aquele fim de semana teria que pegar fogo…

Texto por Denis Lira.

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