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Fanfic: Sua Sina (parte 2) com Zé Felipe

A segunda parte das tentativas de Zé Felipe em conquistar uma garota já está no ar! Vem ver o que ele fez:

Zé Felipe em foto divulgação
FOTO: Montagem

O Zé está tentando de tudo para conquistar nossa protagonista, será que ele finalmente vai conseguir mostrar que é a sina dela?

Zé Felipe olhado para você

FOTO: Reprodução/Montagem

Sair com um cantor famoso não estava nos meus planos, afinal, quem gostaria de ter que lidar com fotógrafos perseguindo loucamente, te importunando nos lugares mais inesperados e fazendo perguntas inconvenientes?

Eu encarava aquele celular sem saber o que fazer, perguntando-me pela centésima vez o porque de estar dando bola para um cara que não fazia em nada meu estilo. Se bem que, eu só conhecia babaca no colégio. A maioria dos caras só se importavam consigo mesmos e com colecionar garotas como se fossem prêmios, mas ele… O Zé parecia ter algo tão diferente, tão fora do eixo nos caras comuns que me fazia questionar se não deveria realmente dar uma chance.

Decidi ligar para a Nathalia, ela saberia bem o que fazer numa hora dessas.

– Hello, hello – atendeu ela, rindo, imitando a youtuber favorita dela.

– Oi Na! – murmurei, levantando-me da cama e indo pra janela do quarto, observar a rua lavada de chuva.

– Que foi? Essa vozinha está esquisita… – entoou ela de pronto.

– Preciso te falar uma coisa, não to sabendo como lidar…

Contei a ela. Soltei todas as minhas dúvidas sobre o que fazer, de como agir, do acidente, das coisas que havíamos conversado em todas as infinitas mensagens que acabamos trocando.

– Olha miga, se eu fosse você sairia com ele. Só pra poder entender qual é a dele – começou ela. – Existem coisas que acontecem na nossa vida que são para o bem mas que começam mal. Ás vezes vocês podem ser melhores amigos, ou pode acontecer algo mais… Eu só posso dizer pra você se jogar de cabeça e tentar curtir.

– Mas a gente é tão diferente! – rebati.

– O que séria do mundo sem a tentativa e erro? Mudar é necessário, desde que não corrompa a essência.

Sorri.

Ela sempre tinha os melhores conselhos e a habilidade de me acalmar.

Batemos mais um pouco de papo, ela me contando o fim de semana estranho e cheio que tivera, incluindo três ficantes diferentes, a mãe surtando e o resultado positivo do vestibular que finalmente saíra. Ela estava habilitada e faria a inscrição na faculdade dali a dois dias, estava apenas juntando os documentos necessários.

Nathalia Rumane, futura arquiteta.

Eu ainda não decidira o que cursaria, estava entre as minhas duas opções que eram completamente distintas uma da outra: jornalismo e direito. Mas ainda tinha um mês até levar os documentos que o pessoal da Federal pedia.

Depois de desligar com a Na voltei-me novamente para o celular: Zé mandara um emoticon pensante. Não consegui evitar o risinho frouxo que sempre dava com as palavras dele.

O rapaz era tão leve e sincero que batia até uma bad.

‘Eu topo. Só me fala onde e quando” respondi, finalmente.

*****

Combinara de encontrar com o Zé direto lá, para evitar qualquer ser humano que nos fotografasse junto. Paparazzi naquela cidade era igual barata: sentiu alguma coisa diferente, já colocava a anteninha para fora.

Ele me esperava no segundo andar de um café num bairro mais afastado da cidade, mexendo no celular. Fiquei altamente feliz de sermos apenas eu e ele, nada de assessor ou segurança. Haviam alguns clientes, mas nada muito absurdo, afinal, três da tarde de uma quinta feira.

Zé se levantou quando eu cheguei, me cumprimentando com um beijo no rosto e um sorrisinho divertido.

– Difícil de achar o lugar? – perguntou ele, guardando o celular no bolso do jeans.

– Na verdade não, é bem tranqüilo andar por aqui. Vira e mexe venho no parque que tem uns dois quarteirões mais pra frente – respondi, sorrindo também.

– Tem um parque por aqui? – surpreendeu-se ele. – Eu adoro ir no parque bater perna!

– Sério? – perguntei, estranhando aquilo.

– Sim, de verdade! – admitiu ele, puxando o ‘r’ daquele jeito que me deixava fascinada.

Fascinada. Eu pensara na palavra fascinada. Ai Deus, que tava acontecendo comigo?

– Você gosta de correr?

– Bastante, principalmente ao ar livre. Mas não tenho muito tempo de correr por causa dos shows e tudo o mais…

Ele começou a falar sobre a rotina dele e me surpreendi ao perceber o quão não-mágico era o mundo da música: correria infinita, exercícios vocais, viagens em que era do ônibus pro palco e do placo para o ônibus, uma infinidade de gente controlando todos os horários entre outras coisas. Mas ele não reclamava, falava de tudo aquilo com uma paixão nos olhos e na voz que me deixava admirada… Ele tinha apenas alguns anos a mais que eu e já encontrara o que queria fazer da vida para sempre.

E eu na indecisão de qual curso deveria escolher na faculdade.

Uma garçonete apareceu e anotou nossos pedidos enquanto continuávamos a conversar. Era estranho como os assuntos rendiam quando a gente conversava, até a previsão do tempo rendia boas risadas com alguma piadinha ou observação que ele fazia.

Tomamos o café rapidamente sem nem ver ele acabar em nossas xícaras. Nesse meio tempo ele comentou como era ter um pai famoso com o Leonardo, como era a vida em família e como todos eles estavam lidando com o assédio, afinal, o irmão mais novo estava na novela e a carreira dele decolando cada vez mais.

A garçonete trouxe a conta e quando puxei a carteira de dentro da bolsa ele não deixou.

– Eu te convidei. Eu pago.

– Nada disso, combinamos um café mas…

– Deixa que eu pago, nada a ver isso de você querer…

– A gente pode ao menos dividir?

– Eu não acho isso certo…

– Não vou deixar você pagar sozinho.

– Moça, cobra aqui… – Ele estendeu o cartão.

– Zé, para de ser assim e a gente…

– Prometo que o próximo você paga, pode ser?

Ele me lançou um meio sorriso e um olhar de canto de olho.

Fora esperto da parte dele usar isso de próxima vez. Tudo bem, não podia negar que fora divertido e que a companhia dele era agradável. Cedi apenas para pararmos de discutir na frente da garçonete. Ela passou o cartão dele e no levantamos, saindo do estabelecimento assim que o cartão foi devolvido.

Encaramos um ao outro na calçada.

– A gente se fala, então? – perguntou ele.

– A gente se fala! – respondi.

Ele era um pouco mais alto que eu e se curvou para beijar minha bochecha, eu estava prestes a fazer o mesmo e nossos lábios se tocaram. Nos afastamos, encarando um ao outro durante quase um minuto e logo ele estava enfiando a língua na minha boca.

Texto e imagens por Denis Lira.

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