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Comportamento

17 coisas que seu ginecologista quer que você saiba

Confira diversas dicas sobre saúde da mulher dadas por ginecologistas e outros profissionais da saúde!

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17 coisas que seu ginecologista quer que você saiba

Não importa em qual fase da vida você está: essas 17 dicas fazem a diferença para todas as mulheres! Confira o que seu ginecologista gostaria que você soubesse sobre menstruação, masturbação, gravidez e muito mais!

17 coisas que seu ginecologista quer que você saiba

Consultoria: Valéria Marcondes, Dario Kehdi, Flávia Fairbanks, Paula Marcovici, Sheila Pacheco de Oliveira, Joselene Breda, Carolina Mocarzel.

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Comportamento

Exclusiva: Belu, artista de 16 anos, irá expor pela 1ª vez suas obras no Carrousel du Louvre, em Paris

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Exclusiva: Belu, artista de 16 anos, irá expor pela 1ª vez suas obras no Carrousel du Louvre, em Paris
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Nascida na Argentina, Belu é uma jovem artista que impressiona pelo seu talento. A conexão com as telas e as tintas vem desde cedo. Com apenas nove anos, a artista começou a estudar arte, em Buenos Aires, com o objetivo de ver seus quadros expostos nas paredes do estúdio da escola, como faziam os alunos mais velhos, que serviam de inspiração de futuro para a arte.

Aos 14 anos, os traços firmes de suas pinturas hiperrealistas a levaram a estudar com os artistas mais velhos, comparando sua arte à de adultos formados. Assim, pela internet, as primeiras reações de admiração e estímulo pelos seus trabalhos não demoraram a chegar e continuam, até os dias de hoje, enviadas por admiradores do mundo inteiro.

Em outubro de 2021, Belu – que é artista visual da UP Time Art Gallery, galeria de arte itinerante que tem como objetivo democratizar e disseminar a arte contemporânea – irá participar da sua primeira exposição internacional, no “Carrousel du Louvre”, galeria subterrânea que fica em uma das entradas do famoso Museu do Louvre, em Paris, na França. Devido a pandemia, o evento, que aconteceria de 9 a 11 de abril, foi reprogramado para os dias 23, 24 e 25 de outubro deste ano.

Com exclusividade à todateen, Belu falou mais sobre a experiência, que é um passo importante que marca a carreira da adolescente, que leva, por meio de sua arte forte e imagens marcantes, aspectos da Argentina para o mundo todo.

+ Emily em Paris: influencer conta como é morar – de verdade – na capital francesa!

Confira!

todateen: Quando você começou a se interessar pela arte? Como foi?

Belu: Acho que sempre tive uma grande afinidade pela arte. Desde muito jovem, eu costumava desenhar, pintar e experimentar diferentes materiais e texturas. O momento que mudou tudo foi quando comecei a ter aulas em uma oficina de arte. Foi quando percebi que era disso que eu gostava muito e pude desenvolver essa habilidade.

tt: Você, desde pequena, teve incentivo de sua família?

B: Sim! Meus pais sempre me apoiaram e me incentivaram a aprender mais. Foi minha mãe quem me acompanhou na escolha de uma oficina de arte que eu gostasse para me ajudar a aprender.

tt: O que a arte significa para você?

B: Para mim, arte significa uma forma de me expressar e, de alguma forma, “fugir” um pouco da realidade. Acho que quando se pinta, deixa-se um traço de como o mundo que se vê pessoalmente é interpretado, por mais realista que seja a obra.

tt: Como você está se sentindo de ter, com apenas 16 anos, suas obras expostas no Carrousel du Louvre?

B: Fascínio e surpresa! Acho que é uma ótima oportunidade. Não consigo acreditar!!! Eu constantemente me pergunto como será recebido!

tt: Falando mais sobre sua técnica, quando foi que percebeu que gostava mais dos traços firmes e das pinturas hiper-realistas?

B: Acho que meu estilo está em constante evolução e experimentação. Desde muito jovem, sempre admirei obras hiper-realistas e, ao longo dos anos, aos poucos, fui tendo sucesso. Com a observação mais a ajuda do meu professor de artes fui aprendendo técnicas e praticando muito. Acho que devo ter desenhado uma maçã pelo menos trinta vezes!

tt: Quais suas maiores inspirações na arte e porquê?

B: Dois grandes pintores que atualmente admiro são Lucian Freud e Guillermo Lorca García H. Amo Freud por suas pinturas altamente expressivas. Admiro tanto o contraste de luz e sombra quanto o uso da cor em suas obras. Depois, entre os meus favoritos, está Guillermo Lorca García H porque é um jovem pintor muito mais contemporâneo que cria obras atemporais que nos transportam para outro mundo de sonho. Admiro sua composição e criatividade ao pintar. Eu amo a tensão que ocorre entre as garotinhas que ele pinta e os animais ferozes que muitas vezes as cercam. Também estou fascinada por sua linha criativa.

tt: Como você decide o que pintar? Como as imagens vêm à sua cabeça?

B: Inspiro-me em fotos, tanto de autores reconhecidos como minhas.

tt: Pensando em carreira artística, qual seu maior sonho?

B: Meu maior sonho é chegar a um ponto em que possa me expressar plenamente e criar obras que saiam direto do meu coração. Meu grande objetivo seria evoluir para a criação livre e poder viver da arte.

tt: O que você pretende passar para as pessoas que apreciam sua arte?

B: Desejo transmitir às pessoas que apreciam minhas obras o amor que existe nos laços entre as pessoas e, também, entre as pessoas e os animais e a natureza. Desejo que em meus trabalhos eu consiga projetar minha subjetividade, além de me destacar no que torna meu traço em minhas pinturas.

tt: Quais seus planos para o futuro?

B: Crescer no mundo da arte com total liberdade e aperfeiçoar minha técnica sendo fiel a mim mesma.

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Celebs

Giovanna Vampesi, aposta nacional do pop adolescente, conta detalhes sobre seu sucesso “Vem Que Vem”

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Giovanna Vampesi, aposta nacional do pop adolescente, conta detalhes sobre seu sucesso "Vem Que Vem"
Divulgação | Arte: Laura Ferrazzano

A cantora Giovanna Vampesi é uma das principais apostas do pop nacional. Depois de três singles lançados em parceria com o Midas Music, gravadora do produtor Rick Bonadio, a cantora viu sua carreira de cantora atingir outro patamar. A jovem que já conquistou mais de um milhão de seguidores nas redes sociais viu seus plays nas plataformas digitais se multiplicarem.

“Voltar Pra Casa” foi sua última música de trabalho a ser lançada. O som, em sua versão original, tem um clima good vibes. Sua letra versa sobre a sensação maravilhosa que viajar nos traz e, de tabela, a emoção que sentimos quando retornamos para casa.

Em entrevista exclusiva à todateen, Giovanna contou um pouco mais de sua história e ainda revelou um de seus maiores sonhos!

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Vem ver!

todateen: Como está sua quarentena? Tem desenvolvido alguns hobbies novos?

Giovanna Vampesi: Acredito que, como a quarenta de muitas pessoas, estou tendo aulas online e todos os dias são meio parecidos. No final de semana alternamos entre ficar em casa, ir para o nosso sítio em Juquitiba ou descer para nossa casa na praia. Mas antes da pandemia todos os meus dias eram meio corridos, cada dia eu tinha um compromisso diferente, aulas, natação, fono e afins. Sinto falta dessa rotina meio doida, mas por outro lado tive mais tempo para me dedicar aos instrumentos musicais, comecei a praticar exercícios físicos também que eu não tinha o costume e consegui praticamente zerar o catálogo da Netflix – sou viciada em séries, vi várias e revi as minhas favoritas, como Friends.

tt: Você sempre soube que queria ser cantora? Como isso começou?

GV: Acredito que minha paixão pela música veio de família, meu pai quando era mais novo tinha o sonho de ser cantor, mas as condições não permitiram. Então desde pequena sempre fui bem ligada com a música e com 5 anos a gente estava fazendo uma viagem de carro e eu era simplesmente apaixonada na música “girls just wanna have fun”. Eu ficava pedindo pro meu pai repetir a música milhares de vezes e ficava cantando, com um inglês todo errado, mas achei que tava arrasando e o mais importante, me divertindo. Até que ele vira pra trás e faz a pergunta que mudou a minha vida: “Gi, você quer ser cantora?”. Na hora eu respondi um “sim”. A partir daí começamos a correr atrás de tudo, aconteceram vários empecilhos mas nunca desistimos, agora estamos aqui.

tt: O que você mais gosta em ser cantora? Qual sua parte preferida?

GV: Da parte de poder se expressar através da música, a gente consegue transmitir o que está sentindo e isso é simplesmente incrível! Além do carinho dos fãs nos incentivando todos os dias, e é incrível quando eu vou fazer um show e estão cantando a minha música comigo, é um sentimento que eu não consigo nem explicar.

tt: Seu primeiro sucesso, “Vem Que Vem” foi seu trabalho inicial pela gravadora. Como foi a experiência de gravar pela primeira vez?

GV: Além de ser minha primeira gravação na gravadora foi minha primeira música autoral depois de muito tempo sem tentar escrever, eu tenho um carinho especial por essa música porque é sobre uma pessoa muito especial na minha vida e quando eu fui gravar, não posso negar que estava um pouquinho nervosa, até porque diversos nomes gigantes passaram por aquela gravadora, me senti honrada de fazer parte da família.

tt: Os clipes também são mega criativos. Tem alguma memória legal de quando gravou com Luis Mariz?

GV: Eu amei a gravação desse clipe, foi mega divertida. Ele é uma pessoa bem carismática, acho que o dia do clipe em si já foi uma memória incrível, até por ser meu primeiro clipe com a gravadora. No comecinho eu estava meio nervosa com a gravação, por ser o primeiro clipe romântico que eu já gravei, mas ele conseguiu me deixar confortável e foi extremamente profissional, foi um prazer fazer essa gravação com pessoas tão incríveis.

tt: “Voltar Pra Casa” é a sua última música de trabalho a ser lançada. Como foi o processo criativo?

GV: Na real antes de escrevermos essa música, tínhamos escrito outra em uma vibe totalmente diferente, só que queríamos algo mais animado com uma vibe gostosa, sabe? Então voltei no estúdio e eu e os compositores começamos a conversar sobre coisas que eu gostava de fazer, e ir pra Guarujá estava nessa listinha, juntamos as pecinhas e pensamos na música, por mais incrível que seja viajar, voltar pra nossa casa, com a nossa família, não tem comparação.

tt: Qual suas maiores inspirações na música?

GV: Eu sou apaixonada em vários artistas, entre eles a rainha Beyoncé, que é uma estrela, eu adoro as vibes das músicas do Shawn Mendes, sou mega fã, Justin Bieber também, desde pequena adoro as músicas dele, Cindy Lauper, que foi um dos motivos de eu entrar na música e Anitta, eu amo ver o trabalho dela, o tanto que ela batalhou pra chegar onde chegou, a mente dela é simplesmente brilhante, se Deus quiser no futuro vamos ver um feat. Anitta em uma das minhas músicas.

tt: Você é super jovem e já conquistou um enorme sucesso. Como você consegue lidar com tanta responsabilidade?

GV: Eu tenho uma base e um apoio muito forte dos meus pais, eles sempre estão do meu lado nos piores e melhores momentos me dando todo o apoio possível.

tt: Qual um sonho que você quer muito conquistar em sua carreira?

GV: Quero alcançar uma carreira nacional e com ela me levar para o nível internacional, tenho vontade de fazer shows em todos os lugares do mundo, cantar shows como o Coachella por exemplo, eu sonho com o dia que vou estar naquele palco enorme na Califórnia, com meus fãs que fizeram de tudo pra que eu pudesse estar ali.

tt: Já tem planos pro futuro? Conta pra gente!

GV: Meu sonho é seguir com a carreira de cantora, poder viver do que eu amo fazer. Tenho vontade de fazer faculdade, mas seguindo um ramo diferente, pra eu poder saber de tudo um pouco e isso poder me ajudar mais pra frente. Tenho muita vontade de fazer vários intercâmbios também, pra conhecer cada cantinho do mundo e cada cultura. Ter a minha casa, ser independente, ter a minha família e o mais importante, ser feliz.

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É Dia do Beijo e não vai beijar? Veja como a falta de contato físico afeta seu corpo

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É Dia do Beijo e não vai beijar? Veja como a falta de contato físico afeta seu corpo
courtney coles/unsplash

Nesta terça-feira (13), é comemorado o Dia do Beijo. Porém, infelizmente, o Brasil continua vivendo uma das piores fases da pandemia, com muitas mortes diárias e variantes do coronavírus surgindo ainda mais fortes. Por isso, neste dia, se você não tem um parceire fixo e de confiança, o ideal é que não se arrisque saindo com qualquer pessoa, pois o risco de se contaminar ainda é grande!

Sabemos que o confinamento — embora seja essencial — não é tão fácil quanto parece, e o psicólogo Alexander Bez explica o motivo para isso.

Nós somos fundamentalmente seres sociáveis. Essa é uma condição natural da nossa existência. Ao nos relacionarmos com outras pessoas, nosso trato psicoemocional é favorecido. Dito isso, a falta de contato físico pode afetar nossa saúde mental, a nos tirar alguns dos sentimentos e pensamentos que nos proporciona um suporte emocional“.

Alexander ainda ressalta que, psicologicamente falando, o cérebro processa negativamente a falta de contato físico e, dessa maneira, alguns transtornos podem ser desencadeados, como a ansiedade e a depressão.

mas como lidar com a quarentena e a carência ao mesmo tempo?

O psicólogo diz que a reinvenção comportamental, a criatividade e a motivação ajudam positivamente a ter um dia mais completo, principalmente pela adoção das tarefas.
A grande dica é manter o contato virtual no dia-a-dia, assim não iremos sentir tanto a solidão. Ainda que os laços sentimentais não sejam os mesmos no mundo virtual e no mundo digital, ter o contato diário com outras pessoas é importante para mantermos a nossa saúde mentalA troca de sentimentos, mesmo que virtual, é importante para que a falta do contato físico diária não desenvolva questões internas maiores em nossos psicológicos“.
Além disso, é importante lembrar o motivo pelo qual estamos fazendo a quarentena, pois isso também ajuda a não cair nas armadilhas dos sentimentos negativos relacionados a essa questão.
Temos que compreender que essas restrições sociais são necessárias por conta de uma questão de saúde global“, justifica o psicólogo.
Por fim, Alexander alerta para a importância de se distanciar também da positividade tóxica.
Mesmo que seja importante nos mantermos positivos diante do cenário, é importante compreender que não estamos bem“, por isso ele recomenda tratar essas questões, caso fiquem muitas sérias e pesadas, com apoio psicológico de profissionais.
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