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Entretenimento

Harry Styles pede fã em casamento durante show

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Harry Styles está doente

Harry Styles de fato é do tipo sedutor, não é a toa que ele deixa todo mundo suspirando só com o jeitinho de olhar ou alguma de suas brincadeiras. Uma fã norte-americana, no entanto, quase desmaiou com uma das brincadeiras de Harry Styles. Ele simplesmente a pediu em casamento durante um show na cidade de Filadélfia na Pensilvânia.

Ao descobrir que a directioner tinha ido ao show vestida de noiva, com direito a vestido, véu e grinalda, ele resolveu brincar com a situação e disse:  “Preeya, quer casar comigo?”. As fãs presentes no show foram a loucura.

Veja vídeo:

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Entretenimento

Meghan Markle diz que família real se preocupava sobre “quão escura” seria a pele do filho com Harry

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Meghan Markle diz que família real se preocupava sobre "quão escura" seria a pele do filho com Harry
Joe Pugliese/Harpo Productions via AP

Depois de romperem oficialmente os laços com a família real britânica, Meghan Markle e o Príncipe Harry concederam uma entrevista para Oprah Winfrey, a qual foi exibida neste domingo (7) pela rede americana CBS. A conversa foi palco para grandes revelações sobre o relacionamento do casal com a realeza.

Um dos pontos que Meghan trouxe foi o de que a família real se preocupava e teve conversas sobre o “quão escura” seria a pele de Archie, já que Markle é afro-americana. “Naqueles meses em que estava grávida tivemos uma série de conversas sobre ‘ele não teria segurança, ele não teria título’ e também preocupações e conversas sobre o quão escura sua pele ficaria quando ele nascesse”, afirmou.

Durante a entrevista, Markle ainda contou que não recebeu suporte dos membros da realeza quando chegou a pensar em suicídio. “Quando me juntei àquela família, foi a última vez, até virmos para cá, que vi meu passaporte, minha carteira de motorista, minhas chaves, tudo isso é entregue a eles”, iniciou o relato.

“Eu simplesmente não queria mais estar viva. E esse era um pensamento constante, muito claro, real e assustador”, afirmou sobre quando entrou para família […] Fui à instituição (da Família Real) e disse que precisava buscar ajuda em algum lugar, disse que nunca tinha me sentido assim e precisava ir a algum lugar, e me disseram que não poderia, que isso não seria bom para a instituição.”

Meghan contou que se dirigiu a “uma das pessoas mais importantes” dentro da família real e ao departamento de Recursos Humanos do palácio, mas mesmo assim não obteve apoio: “Nunca foi feito nada”. Ela ainda disse que, quando revelou a Harry seus pensamentos suicidas, o casal teve que comparecer a um evento oficial no Royal Albert Hall, salão de espetáculos em Londres.

Markle afirmou que uma foto desse momento a assombrou por conta do que a fez lembrar. Ela comentou que um amigo do casal disse que eles estavam ótimos, mas continuou: “Essa foto, se você aumentar o zoom, o que vejo é como os dedos dele estão agarrados aos meus”, disse ela a Oprah, muito emocionada.

“Estamos sorrindo e fazendo nosso trabalho, mas ambos estamos apenas tentando nos segurar. Cada vez que aquelas luzes se apagavam naquele camarote real, eu chorava”, completou.

Durante a entrevista, Meghan ainda revelou ao público que o segundo filho que está esperando com Harry é uma menina.

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Cinema e TV

Protagonismo feminino: 5 seriados da Netflix para maratonar no Dia Internacional da Mulher

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Protagonismo feminino: 5 seriados da Netflix para maratonar no Dia Internacional da Mulher
Rawpixel/Divulgação | Arte: Laura Ferrazzano

Hoje, dia 8 de março, é comemorado o Dia Internacional da Mulher. Data em que recebemos flores e ouvimos palavras de afeto daqueles que amamos. No entanto, somos mulheres todos os dias, e, por isso, é absolutamente necessário que conquistemos, cada vez mais, protagonismo em todos os âmbitos sociais e culturais.

A importância de vermos mulheres como heroínas de suas próprias histórias, de maneira plural, servindo de exemplo umas com as outras gera uma sensação de reconhecimento e empatia que é revolucionária.

Pensando justamente em personagens que nos inspiram e que se mostram fortes e conscientes, a todateen separou cinco séries da Netflix para você maratonar.

Confira!

jessica jones

Jessica Jones é uma mulher que sabe dos seus defeitos e sempre encontra uma forma de superá-los. Mesmo lidando com inúmeras adversidades, a detetive não desiste dos seus planos.

Sinopse: Após o fim trágico de sua breve carreira de super-herói, Jessica Jones tenta reconstruir sua vida como uma detetive particular, lidando com casos envolvendo pessoas com habilidades notáveis em Nova York.

o gambito da rainha

A atriz Anya Taylor-Joy vive de maneira inspiradora a vida da enxadrista Beth Harmon. Nessa série de amadurecimento (coming-of-age), vemos uma mulher brilhante superando traumas e medos para alcançar o sucesso.

Sinopse: Em um orfanato no estado de Kentucky (EUA), nos anos 1950, uma garota descobre um talento impressionante para o xadrez enquanto luta contra o vício e os problemas que acompanham sua genialidade.

dear white people

Baseado no filme homônimo de Justin Simien, a série Cara Gente Branca acompanha a inabalável Samantha White, vivida por Logan Browning, em sua universidade predominantemente branca. Política e revolucionária, a cada episódio Sam encontra maneiras de mostrar sua voz.

Sinopse: Uma guerra cultural entre negros e brancos vem à tona em uma universidade predominantemente branca quando uma revista de humor organiza uma polêmica festa de Halloween.

las chicas del cable

Las Chicas del Cable é uma série que nos mostra que sororidade é algo essencial. Juntas, essas quatro amigas descobrem como defenderem seu valor em um mundo de homens.

Sinopse: Em 1929, quatro mulheres vêm de diferentes partes da Espanha para trabalhar como telefonistas em uma empresa em Madri que vai revolucionar o mundo das telecomunicações. No único lugar que representa progresso e modernidade para as mulheres da época, elas aprendem a lidar com inveja e traição, enquanto embarcam em uma jornada em busca do sucesso.

one day at a time

Mesmo tendo sido oficialmente cancelado, esse reboot dá um show de representatividade. Com protagonistas latinas, o sitcom dá espaço para discussões extremamente importantes.

Sinopse: Na nova versão do clássico da TV sobre uma família de imigrantes cubanos, a mãe recém-divorciada e a avó careta criam uma adolescente e um pré-adolescente.

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Comportamento

Aborto, Lei Maria da Penha e o que o Brasil ainda precisa mudar para combater a desigualdade de gênero

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Aborto, Lei Maria da Penha, direitos das mulheres e o que o Brasil ainda precisa mudar para combater a desigualdade de gênero
Unsplash/ Rawpixel

A desigualdade de gênero no Brasil ainda é algo mais evidente do que deveria. Por mais que o país tenha passado por muitas conquistas – que devem ser celebradas – uma mobilização para firmar o que foi conquistado e definir novas metas se torna necessária em um território em que, de acordo OMS (Organização Mundial da Saúde), se encontra no 5º lugar dos países que mais matam mulheres no mundo.

No início de 2021, nos deparamos com uma conquista feminina muito importante na Argentina e Coreia do Sul: o direito ao aborto. Até então, a Argentina possuía uma legislação similar à brasileira e permitia a interrupção da gravidez apenas em casos de estupro ou se houvesse riscos à saúde da mulher.

+ Vitória das mulheres: senado da Argentina aprova legalização do aborto até 14ª semana de gestação

É importante ressaltar que casos como esse são entraves pela igualdade de gênero. Você nunca parou para pensar, que, se fosse com um homem, as coisas seriam diferentes? Giovanna Pinhanelli faz parte da equipe jurídica da Claro & Serrano Advocacia, com foco em Direito das Mulheres e evidencia problemas que permeiam a questão da legalização do aborto no Brasil, assim como vários problemas que ainda atingem a parcela feminina da população:

A gente tem uma situação de criminalização tanto da mulher que aborta quanto do médico que aborta. A questão do aborto passa por recortes de raça, classe e assim por diante. Quando a gente conversa sobre essas e outras coisas, precisa pensar que temos uma organização social que beneficia determinadas pessoas em detrimento de gênero, e na sociedade patriarcal, a mulher é menos privilegiada do que os homens.”

Grupos conservadores pró-vida são um dos principais entraves que forçam emendas constitucionais que dificultam a legalidade do direito ao aborto, não só no Brasil, como em outros países em que ele ainda não é legalizado. Neste sentido, é preciso manter a luta constante por novos direitos e, sobretudo, pela manutenção dos já conquistados, que muitas vezes passam despercebidos pela maior parte da população.

lei maria da penha

A Lei 11.340 de 2006, popularmente chamada de Lei Maria da Penha, foi criada com o intuito de aumentar o rigor das punições sobre os crimes domésticos praticados por homens contra mulheres. O que Giovanna exalta e que muitos não sabem, é que ela é um instrumento de extrema importância para lidar com os direitos das mulheres – vale lembrar que a Lei Maria da Penha é reconhecida pela Organização das Nações Unidas (ONU) como uma das três melhores legislações do mundo no âmbito de enfrentamento à violência contra as mulheres.

+ Dia Internacional Da Mulher: conheça a história por trás do 8 de março

Ao longo do tempo ela acabou se tornando um instrumento legal que é conhecido e não conhecido ao mesmo tempo. Ela tem uma parte bastante conhecida mas um restante que fica meio obscurecido, em relação a violência contra mulher, mas que também é muito importante em relação a políticas públicas de combate a violência contra mulher, que no fundo são vias efetivas de solução para assegurar os direitos das mulheres”, explica a especialista.

De acordo com Giovanna, o núcleo “duro”, que é o núcleo penal, aquele com medidas protetivas de urgência e mais conhecidas na sociedade, como medidas protetivas contra o agressor de alguma vítima de violência, são importantes, mas a Lei é muito mais do que isso e deve ser um instrumento de combate às desigualdades.

Uma parte substancial da Lei Maria da Penha, numero de artigos, mais da metade da lei se divide em duas partes: uma que é muito importante pra gente no direito que trata das formas contra a violência contra mulher e do que e considerado um núcleo domestica, familiar e um parte referente às políticas públicas de combate a violência de gênero e a toda criação de um mecanismo institucional que vise coibir isso e que vise proporcionar que às mulheres tenham diversos pontos de acesso a esse sistema de combate.”

Portanto, conhecer, usar e abusar da lei ainda é extremamente necessário no Brasil, já que pode ser uma ferramenta para combater todas as desigualdades ainda existentes em relação à mulher. “É a primeira vez que uma lei de violência contra mulher no Brasil trata das coisas de maneira sistêmica, global e transdisciplinar. Isso foi um passo mto importante pro nosso sistema como um todo e deve continuar assim cada vez mais“, exalta a especialista.

Confira tudo o que a Lei Maria da Penha abrange acessando aqui.

o que precisa mudar

Uma coisa fundamental que foi se percebendo em relação a violência de gênero é que precisamos de várias portas de entrada para o sistema de proteção à mulher, para ele ser mais eficiente não só no âmbito penal, como nas políticas públicas também.

Precisamos que haja uma porta de entrada no judiciário, uma porta de entrada nas delegacias de defesa a mulher, também porta de entrada pelo lado da assistência social, pelo campo da saúde, e assim por diante. É sobre isso que a outra parte da lei vai tratar quando ela estabelece uma série de princípios que irão ordenar a criação de um sistema melhor para o país”, diz Giovanna.

+ 17 coisas que Mc Soffia aprendeu em 17 anos sendo uma menina preta

Além disso, é necessário entender que leis vigentes no país, como a Maria da Penha, devem abranger toda mulher, independente de classe, etnia, orientação sexual, idade e nível educacional. O que acontece é que ainda há um preconceito enraizado na sociedade, que não deixa isso acontecer – políticas públicas ajudam a mudar isso.

O fato de grupos ainda propagarem “fatos” sem fundamento algum, como no caso do aborto, também é algo que precisa mudar para que o país ande para frente. Líderes políticos entram nesse tópico, o que evidencia ainda mais a falta de mulheres em cargos que possam mudar essas situações, que, mais uma vez, não estão nesses espaços não pelo campo do direito, que possui a Lei Maria da Penha, mas pelo preconceito que pode ser mudado (mesmo que minimamente) através das políticas públicas.

No entanto, é necessário dizer que ainda há tantas coisas a serem mudadas ainda, que seria impossível elencar tudo aqui. A mudança vem de conscientização, conhecimento, e pessoas dispostas a continuarem lutando. A Lei Maria da Penha é um instrumento, mas nenhum instrumento é eficaz sem o conhecimento de usá-lo da melhor forma que possível.

Outro fator de mudança, pouco falado e que não pode mais ser ignorado, é relacionada à mulheres trans, que muitas vezes não são reconhecidas como tal institucionalmente, e que ainda apresenta lacunas no ambiente público.

“Podemos criminalizar a homofobia, por exemplo, mas quando falamos em mudar a forma que a sociedade e as instituições se comportam, a gente não fala sobre direito penal, a gente fala sobre políticas públicas, onde ainda devemos buscar melhorias para que aja a total inclusão. Inclusão no trabalho, política e assim por diante“, finaliza a profissional.

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