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Little Mix cancelou filmagens no Brasil devido a uma possível quarentena pelo coronavírus, diz site

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Manuela Scarpa/Brazil News

Um tempo antes da chegada do Little Mix no Brasil, os rumores de uma possível gravação de um videoclipe por aqui tomaram conta da internet – agora, o The Sun confirmou essa especulação. O tablóide britânico afirmou com total certeza que a girlband tinha planos de filmagem no país durante a breve passagem para apresentação no GRLS! Festival – mas, o coronavírus atrapalhou tudinho.

Manuela Scarpa/Brazil News

“O grupo planejava filmar o clipe do ‘lead single’ do seu sexto álbum, mas o time de produção estava relutante de fazer uma jornada de 14 mil quilômetros depois de temer que todos pudessem ficar em quarentena quando retornassem ao Reino Unido”, afirmou o The Sun. O jornal ainda deu a entender que, mesmo se Perrie tivesse vindo ao Brasil a gravação não aconteceria.

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“O Little Mix vem trabalhando duro em seu programa para a BBC 1, o ‘The Search’, assim como para seu festival e o novo clipe, mas elas obviamente não podiam filmar nada sem sua equipe, então os planos foram cancelados antes mesmo da viagem. Elas estão procurando diferentes locações para ter a certeza que os visuais sejam incríveis para o novo single. Elas vão filmar em outro lugar assim que a Perrie se sentir melhor e o restante retornar do Brasil”, o que já aconteceu. “Mas elas sabem que estão contra o relógio para que tudo fique pronto à tempo”, finalizou a fonte.

Manuela Scarpa/Brazil News

Infelizmente, o novo single das nossas Misturinhas ainda não tem data para estrear – mas não podemos mentir: nós já estamos ansiosíssimas!

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Oscar 2021: conheça os indicados à categoria de Melhor Filme

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Oscar 2021: conheça os indicados a categoria de Melhor Filme
Divulgação

Animada para o Oscar 2021? Uma das cerimônias mais importantes do audiovisual irá acontecer no próximo domingo (25) e nós mal podemos esperar para conferir quais filmes serão os vencedores na premiação! 

Com grandes nomes e tramas de tirar o fôlego, a categoria de Melhor Filme reúne muitas expectativas do público, sobre qual será o longa responsável por receber a estatueta. Assim, trouxemos aqui as principais informações sobre as produções para quem quer ficar por dentro de mais detalhes! 

Trailers, sinopse, onde assistir e muito mais! Conheça os oito indicados à Melhor Filme

Meu Pai

Protagonizado por gigantes da atuação, Anthony Hopkins e Olivia Colman dão vida a uma relação complicada entre pai e filha. Aos 81 anos, Anthony enfrenta um diagnóstico de demência e mora sozinho em um apartamento em Londres. Ele recusa todos cuidadores que sua filha, Anne, tenta impor a ele. E tudo muda quando ela decide se mudar para Paris com um homem que conheceu há pouco e não pode mais estar diariamente com o pai. 

Rendendo também a indicação de Melhor Ator para Hopkins, o filme se passa com o decorrer de fatos estranhos, como a presença de um desconhecido dizendo que, na verdade, este é o seu apartamento. Estaria ele enlouquecendo, ou seria um plano de sua filha para o tirar de casa?

Com direção de Florian Zeller, Meu Pai estreou nos cinemas e está disponível pelos streamings em plataformas como Google Play e YouTube (com custo adicional). 

Judas e o Messias Negro

Judas e o Messias Negro traz a história de William O’Neal, interpretado por Lakeith Stanfield. O personagem recebe um acordo judicial pelo FBI e se infiltra nos Illinois dos Panteras Negras para reunir informações sobre o presidente do grupo, Fred Hampton, vivido por Daniel Kaluuya.

Com estreia apenas nos cinemas, o filme foi dirigido por Shaka King

Mank

Primeiro longa da Netflix a aparecer nesta lista! Em Mank, acompanhamos a história tumultuosa de Herman J. Mankiewicz, roteirista do clássico do cinema de Orson Welles, Cidadão Kane, e ainda sua luta contra Welles pelo crédito do texto do grandioso longa.

Com direção de David Fincher, vemos Gary Oldman protagonizando o longa, ator que também recebeu a indicação à categoria de Melhor Ator. A produção ainda apresenta nomes como Amanda Seyfried, Lily Collins, entre outros. 

Minari

Dirigido por Lee Isaac Chung, Minari acompanha uma família coreano-americana, que se muda para uma fazenda no Arkansas em busca de seu próprio sonho americano. Em meio aos desafios dessa nova vida, eles descobrem a inegável resiliência da família e o que realmente faz um lar.

Explorando como é crescer como um imigrante nos Estados Unidos, o longa traz o sul-coreano Steven Yeun interpretando Jacob, o pai da família que arrisca muito pelo desejo de fincar raízes no novo país. O longa ainda não tem previsão de estreia no Brasil. 

Nomadland

Depois de perder tudo na Grande Recessão, uma mulher na casa dos 60 anos embarca em uma viagem pelo Oeste americano. Quem interpreta esta personagem decidida a viver como uma nômade moderna é Frances McDormand.

Vale destacar que Nomadland rendeu o Globo de Ouro de Melhor Direção para a chinesa Chloé Zhao e o também recebeu o prêmio na categoria de Melhor Filme de Drama. A estreia do longa aconteceu apenas nos cinemas. 

Bela Vingança

Segundo filme dirigido por uma mulher entrando na lista! Comandado pela atriz e diretora Emerald Fennell, Bela Vingança explora a vida da personagem Cassie, interpretada por Carey Mulligan

A protagonista quer vingar a melhor amiga, que foi vítima de estupro. Assim, ela frequenta boates e bares e finge estar bêbada, para atrair homens que querem tirar proveito dela. Depois, ela os leva para sua casa e lida com eles da maneira que considera a melhor. 

Também indicado à categoria de Melhor Direção, o filme estreou no Brasil apenas nos cinemas, até o momento. 

O Som do Silêncio

Disponível no Amazon Prime Video e no Google Play, O Som do Silêncio mostra a vida de um jovem baterista que lida com vícios e enfrenta novos desafios ao perceber que está perdendo sua audição.

Com direção de Darius Marder e protagonizado por Riz Ahmed, que também foi indicado à categoria de Melhor Ator, acompanhamos uma série de altos e baixos na luta do personagem para proteger duas grandes paixões: a música e sua namorada, com quem tem uma banda de heavy metal. 

Os 7 de Chicago

Finalizando a lista de indicados com mais um filme da Netflix: Os 7 de Chicago. Com grandes nomes como Eddie Redmayne e Sacha Baron Cohen no elenco, o filme foi dirigido e roteirizado por Aaron Sorkin

A trama mostra a trajetória de sete pessoas acusadas de conspiração pelo governo federal dos Estados Unidos em 1969. Exibindo fatos históricos, como a Guerra do Vietnã e o movimento estudantil, o longa também explora temas como direitos humanos e racismo.

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Semana Mundial do Livro: 10 livros incríveis para você ter na estante

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Reprodução/Amazon

Você sabia que nesta sexta-feira, dia 23 de abril, é comemorado o Dia Mundial do Livro? E para celebrar a data e ressaltar a importância da leitura, o site da Amazon está realizando, durante essa semana, a Semana Mundial do Livro! São milhares de ofertas imperdíveis em livros físicos e ebooks, além de ebooks grátis para Kindle e três meses de Kindle Unlimited por R$1,99 para novos assinantes. Uau!

Se você é apaixonado por livros, não deixe de conferir as melhores ofertas da semana no site! Para te dar uma mãozinha, selecionamos 10 obras incríveis que estão com desconto para você garantir. Olha só:

1. O menino que se alimentava de pesadelos – Livro 1 – Coleção It’s okay not to be okay (Jo Yong)

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2. A escola do bem e do mal – Volume 1 (Soman Chainani)

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3. Alice através do espelho (Lewis Carroll)

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4. O pequeno príncipe (Antoine de Saint-Exupéry)

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5. Anne 1 – Pacote com 3 livros (Lucy Maud Montgomery)

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6. Fate: a saga Winx – O caminho das fadas (Ava Corrigan)

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7. Coleção especial Sherlock Holmes – Box com 6 livros (Arthur Conan Doyle)

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8. Gente pequena, grandes sonhos: Frida Kahlo (María Isabel Sánchez Vegara)

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9. As grandiosas viagens de Julio Verne (Julio Verne)

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10. Corte de espinhos e rosas (Sarah J. Maas)

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Vale lembrar que os preços e a quantidade disponível dos produtos condizem com o site da Amazon. Além disso, assinantes Amazon Prime recebem os produtos com mais rapidez e frete grátis, e a TodaTeen pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação pelos links nesta página.

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“Sombra e Ossos” adapta de forma grandiosa os livros de Leigh Bardugo

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"Sombra e Ossos" aposta em diversidade e adapta de forma grandiosa os livros de Leigh Bardugo
Divulgação/Netflix

AVISO: esta é uma review sem spoilers, por isso pode ficar tranquile! ♥

Desde o sucesso triunfal da série Bridgerton – que teve sua estreia no final de 2020 e já tem até a 4ª temporada confirmada – a Netflix tem apostado grande na iniciativa de adaptar séries de livros aclamados pelo público para as telinhas da plataforma. E, realmente, tem funcionado.

Na próxima sexta-feira (23) a gigante do streaming lança mais uma aguardada produção original, a série Sombra e Ossos. Inspirada principalmente no primeiro livro da trilogia inicial do Grishaverse da autora Leigh Bardugo, a série conta a história de Alina Starkov (Jessie Mei Li), uma jovem cartógrafa que descobre sua rara habilidade de invocar luz do sol, poder capaz de eliminar uma escuridão que divide o reino de Ravka ao meio, a Dobra das Sombras.

"Sombra e Ossos" aposta em diversidade e adapta de forma grandiosa os livros de Leigh Bardugo

Divulgação/Netflix

A série, que conta com Eric Heisserer, como produtor e showrunner, e com a própria Bardugo, como produtora executiva, se afasta do cenário típico da Inglaterra medieval – tão comumente visto em romances de fantasia – e é inspirado na Rússia Imperial. Com efeitos cinematográficos rebuscados e um elenco talentoso, as expectativas estão nas alturas.

A todateen teve a oportunidade de conferir todos os oito episódios antecipadamente e traz uma análise adiantada dos principais aspectos da produção, separando alguns pontos importantes para você já saber o que esperar quando for dar o play!

a mescla entre Shadow and Bone e Six of Crows

A série trata, essencialmente, os acontecimentos do primeiro livro da trilogia Grisha, “Sombra e Ossos“. No entanto, como já pudemos ver pelo trailer, a produção teve a ideia – genial! – de combinar a trilogia com a outra série de Bardugo, a duologia Six of Crows. Esse fato, desde que foi divulgado, causou muita curiosidade entre os fãs, visto que a duologia se passa dois anos após os acontecimentos finais de “Ruína e Ascensão“, terceiro e último livro da trilogia.

+ Exclusiva: elenco de “Sombra e Ossos” comenta sobre personagens e revela curiosidades sobre as gravações

"Sombra e Ossos" aposta em diversidade e adapta de forma grandiosa os livros de Leigh Bardugo

Divulgação/Netflix

Por conta disso, além dos personagens de Sombra e Ossos, temos o prazer de ver interações valiosas entre os queridinhos integrantes da gangue dos Crows: Kaz Brekker (Freddy Carter), Inej Ghafa (Amita Suman), Jesper Fahey (Kit Young), Nina Zenik (Danielle Galligan) e Matthias Helvar (Calahan Skogman). De forma muito bem costurada, a produção conseguiu – modificando alguns pontos do plot inicial de Six of Crows – interligar ambas as narrativas. Tornando o resultado interessante, mas ainda assim fazendo jus às motivações pessoais, intrigas e singularidades de cada um.

o ritmo da narrativa e os efeitos especiais

Gravada em 2019 em Budapeste, na Hungria, dos cenários dos acampamentos de guerra em Ravka, até as montanhas frias perto da fronteira de Fjerda e o cenário úmido de Ketterdam, nas vielas do Barril: tudo é feito com esplendor. Os poderes dos Grishas também são lindamente desenvolvidos, bem como as cenas com o Cervo de Morozova e o esquife cruzando a Dobra das Sombras em meio aos Volkras.

Os episódios seguem uma média de 49 minutos e, como são apenas oito, em alguns momentos as coisas acontecem um pouco rápido, sem tanto aprofundamento sensorial e interno dos personagens envolvidos. Porém, esse fator não implica em nada na qualidade das atuações e da produção como um todo, principalmente no aspecto diversidade.

Da mesma forma que Bardugo evoluiu nos livros, em especial em Six of Crows e na atual série “King of Scars”, em que ela descreve e narra as aventuras de personagens explicitamente não-brancos, a produção da Netflix teve, desde o início, a preocupação de criar um universo que não fosse majoritariamente branco. Por isso, diferente dos livros, na série Alina é descendente de Shu Han, o país que corresponde aproximadamente ao Leste Asiático no Grishaverse, trazendo uma força a mais para o arquétipo “da escolhida”, que neste caso dá destaque para uma mulher amarela.

Ainda nesta questão, vale ressaltar a talentosa soldado Grisha, Zoya Nazyalensky (Sujaya Dasgupta), que logo de início na série é apresentada como birracial – algo que nos livros só acontece em King of Scars. Dessa forma, com suas origens mais nítidas na adaptação, com suas raças diretamente envolvidas, o relacionamento entre Zoya e Alina ganha uma camada muito mais complexa do que uma mera rivalidade feminina, uma vez que Zoya tem plena consciência do que significa parecer uma forasteira.

"Sombra e Ossos" aposta em diversidade e adapta de forma grandiosa os livros de Leigh Bardugo

Divulgação/Netflix

“Embora ela esteja muito ciente de sua identidade, de sua raça e de onde seus pais vieram, ela também vai usar isso como uma forma de machucar Alina, justamente porque ela – também como mulher mestiça – sabe como essas coisas doem. Ela mesma já deve ter ouvido todas essas coisas horríveis antes”, disse Dasgupta, atriz que interpreta Zoya, para o portal Polygon.

Por conta dessas problematizações, temos mais um ponto de reflexão na narrativa, que definitivamente nos mostra que as coisas são mais profundas do que parecem. Do mesmo jeito que observamos a evolução de Zoya nos livros, também temos essa aproximação dela com a Alina, de maneira orgânica e significativa, sem vilanizar ou antagonizar duas mulheres fortes e poderosas.

Um outro adendo relevante é que, mesmo sem Wylan Van Eck na primeira temproada, ainda assim temos na série cenas que retratam de forma responsável a sexualidade de Jesper e, até mesmo, de Nadia Zhabin (Gabrielle Brooks), Grisha Aeros que vive no Pequeno Palácio, trazendo representatividade LGBTQIA+. Lembrando também que tivemos a atriz Danielle Galligan para protagonizar Nina, que é uma mulher que foge da magreza padrão e traz diversidade de corpos para a série.

relacionamentos, atuações e desenvolvimento

A performance dos Crows – Kaz, Inej, Jesper, Nina e Matthias – é bastante notável. Os atores incorporaram com esplendor as características que já tínhamos visto (e amado) nos livros e certamente deixarão o coração dos fãs quentinho em vê-los na televisão em carne e osso. Além disso, outro destaque vai para Ben Barnes, que dá vida ao Darkling (General Kirigan).

Já conhecido por seu papel como Príncipe Caspian em As Crônicas de Nárnia e Logan, na série da HBO, WestWorld, Ben encarna de forma bastante realista as dores e os esquemas do Darkling. Inclusive, as cenas dele com Baghra, vivida pela fabulosa Zoë Wanamaker – conhecida por sua atuação nos filmes de Harry Potter – também demonstram uma dinâmica estupenda. Mas, ressalto que, embora o Darkling apareça e tenha destaque nos momentos decisivos, uma de suas principais cenas de glória acontece apenas no season finale, deixando a gente ~bem~ instigado para assistir a uma segunda temporada.

"Sombra e Ossos" aposta em diversidade e adapta de forma grandiosa os livros de Leigh Bardugo

Divulgação/Netflix

Além disso, como a série teve Bardugo trabalhando diretamente na produção, além de preservar a essência dos personagens, ela também teve a sensibilidade de aproveitar a oportunidade para reformular cenas que, nos livros, puderam ser interpretadas pelo público como problemáticas – principalmente no que diz respeito à relação entre Darkling e Alina.

E falando em Alina, na série vemos um desenvolvimento bem terno da Conjuradora do Sol com Malyen Oretsev (Archie Renaux). Através de flashbacks, vemos o casal de amigos nos dias de orfanato e podemos entender melhor o amor, o carinho e a lealdade que existe entre eles.

+ Freddy, Kit e Amita: team Malina ou team Darklina?

Ainda sobre as mudanças feitas no roteiro para juntar as duas séries de livros em um mesmo contexto, a história da Nina, é uma das que tiveram algumas alterações (mesmo que sutis). Os roteiristas acharam um caminho bastante criativo: conseguiram tratar um pouco do passado de Zenik, acharam uma forma de contar como ela e Matthias se conheceram e, ainda, envolver os dois – mesmo que indiretamente –  no plot principal.

Como a série é relativamente curta e se propõe a abordar um bom punhado de acontecimentos e cenas de ação, alguns aspectos mais íntimos de certos personagens – ainda! – não foram contemplados. Provavelmente pela falta de tempo, alguns dos traumas de Kaz não foram propriamente endereçados, não abordando, por exemplo, os motivos por trás dele estar sempre de luva ou o porquê dele usar a sua clássica bengala que auxilia em sua locomoção. Mas tivemos, sim, uma pequena pincelada introdutória para entender a rusga dele com Pekka Rollins, deixando o telespectador curioso para entender mais sobre.

Uma outra preocupação eram as dúvidas de como a série retrataria Kaz e Inej. Por isso eu digo: Kanej stans, podem ficar tranquiles! A sensibilidade e a complexidade do relacionamento dos dois é mantida, demonstrando a química e o carinho, mas sem exageros. A dinâmica é, inclusive, bastante semelhante às interações que vemos nos livros.

personagens humanos

Assim como a experiência que temos com os livros, a produção é bem mais que apenas uma fantasia bem construída. Mesmo em um universo fictício, vemos problemas da nossa realidade, como preconceito e racismo, sendo abordados de forma consciente, cumprindo seu (primordial!) papel cultural, que é o de trazer questões latentes para o debate público e fomentar discussões.

Dando voz e destaque para os marginalizados, Sombra e Ossos ganha o público com seus personagens humanos e reais, criando uma conexão autêntica e especial. Predominantemente de grupos minoritários, os protagonistas são poderosos e ao mesmo tempo palpáveis. Seja através de seus Santos ou de suas crenças, seja por suas bases de tolerância, amizade e lealdade, cada um, com suas individualidades mágicas, conseguem inspirar intimamente o telespectador – que termina o último episódio já ansiando por uma nova leva.

Sombra e Ossos estreia no dia 23 de abril na Netflix.

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