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Ler é TDB!

Conheça os livros de Jenny Han, escritora de “Para Todos Os Garotos Que Já Amei”

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Sim, Para Todos Os Garotos Que Já Amei, nosso filme favorito da Netflix, tem sua trama adaptada de um livro, ou melhor, uma trilogia. A responsável? A escritora norte-americana Jenny Han. Se você se apaixonou pela história de Lara Jean exibida nas telinhas, com certeza vai se surpreender com os outros trabalhos de Jenny. A autora publicou outros romances teen bem amorzinhos, e a gente te conta todos eles.

Vem ver!

Trilogia Verão

Bem ensolarado, essa coleção de livros acompanha a vida de Belly, uma jovem apaixonada pelas férias de verão – para ela, as outras estações fazem parte de uma contagem regressiva para o período mais quente do ano, já que as coisas boas só acontecem entre junho e agosto, quando vai à casa de praia com o irmão, a amiga de sua mãe e seus filhos, Jeremiah e Conrad. A véspera do aniversário de 16 anos de Belly marca também o fim daquele que parece ser o último verão em que estarão todos reunidos. A partir do ano seguinte todos estarão ocupados demais e talvez algum deles já nem esteja mais entre nós… O que será que vai acontecer?

Olho por olho

A trilogia mais dark de Jenny Han foi escrita em parceria com sua amiga Siobhan Vivian. Dessa parceria, nasceram livros sobre a trajetória de vingança das adolescentes Kat, Lillia e Mary, meninas que se juntaram no ensino médio para se vingar das pessoas que lhe fizeram mal. Você não vai conseguir parar de ler!

Encontre-me na estrela do Norte

Este conto fofíssimo faz parte de uma coleção de histórias de 12 escritores teen, Presente do Meu Grande Amor: Doze Histórias de Natal. Cada um dos contos traz uma história fofíssima de amor, sempre em um feriado. A trama de Jenny tem como cenário o mundo mágico do Polo Norte, no qual uma garota adotada pelo Papai Noel vive entre os duendes. Diferente dos outros contos do livro, em que o romance é o ponto principal, Encontre-me na estrela do Norte transporta a leitora ao clima natalino. Acreditar, amiga, é tudo o que importa!

Anota aí!

E por falar nisso… Já tão sabendo do TUDUM Festival? O festival gratuito da Netflix trará a São Paulo, entre 25 e 28 de janeiro, um pouquinho das nossas séries favoritas. Entre os váááários convidados, estão as estrelas de Para Todos os Garotos que Já Amei, Lana Condor e Noah Centineo. Quer ver Lara Jean e Peter Kavinsky de pertinho? Então corre porque os ingressos são limitados! Além do casal fofíssimo, os fãs da trilogia poderão tirar fotos na lanchonete icônica dos filmes.

Comportamento

Para Todos os Garotos P.S. Ainda Amo Você: 7 diferenças entre o livro e o filme

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Para Todos os Garotos P.S. Ainda Amo Você: 7 diferenças entre o livro e o filme
Divulgação

Para Todos os Garotos: P.S. Ainda Amo Você finalmente estreou e nós já estamos morrendo de amores por Peter Kavinsky e Lara Jean (de novo). Como todo filme baseado em um livro (alô, Harry Potter), é impossível contar uma história com mais de 300 páginas em menos de duas horas.

Por isso, fizemos uma listinha com as principais diferenças entre o longa da Netflix a obra de Jenny Han . Então, se você já assistiu (só se já assistiu, porque vão ter muitos spoilers aqui), confira!

P.S. Ainda Amo Você traz lições sobre amor e amadurecimento
Teste: qual das irmãs Covey você é?
A trilha sonora de Para Todos Os Garotos 2 está apaixonante <3

1. Margot (a irmã mais velha) é muito mais presente na história. Desde a primeira página do livro ela está lá. No ano novo coreano, logo no comecinho da trama, por exemplo, ela também comparece.

2. O primeiro encontro de Peter e Lara Jean não é logo em um restaurante! Primeiramente eles vão ao cinema e só depois param pra comer.

3. Existe um outro contrato entre Lara e Peter. Lembra, no primeiro filme, a listinha que eles escrevem sobre os combinados do relacionamento? Isso rola também, no restaurante, logo no primeiro date. Mas uma semelhança é que, no livro, eles também prometem não quebrar o coração um do outro. Ownnn!

4. O vídeo do ofurô só é espalhado pela escola no segundo livro, e isso guia bastante a história. Então, Lara Jean surta bem mais, e até o pai dele vai conversar sobre isso (ele, inclusive, liga para a escola para resolver a situação).

5. Josh é completamente ignorado no filme! No livro, o personagem aparece bastante até arrumar uma namorada.

6. John Ambrose conhece Lara Jean no asilo porque ele é neto da Stormy! (Honestamente, como eles tiraram isso do filme?).

7. E por falar no John, ele e Lara Jean trocam muitas cartas antes de finalmente se reunirem na casa da árvore (diferente do filme, que ela nem chega a responder).

E aí, deu vontade de ler a história agora?

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9 livros de romances emocionantes escritos por Nicholas Sparks

Perfeitos para os fãs de histórias de amor!

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9 livros de romances emocionantes escritos por Nicholas Sparks

“Nosso amor é como o vento: não posso ver, mas posso sentir”. Essa frase te soa familiar? Provavelmente é porque você já leu o livro Um Amor para Recordar ou, já assistiu ao filme, não é mesmo?  Frases românticas e impactantes são características marcantes nos textos de Nicholas Sparks! Aproveite o nosso especial e conheça mais sobre outros romances emocionantes do autor!

Tudo sobre Nicholas Sparks

O envolvimento de Nicholas Sparks com a escrita surgiu de uma forma superdiferente. Ele era aluno da Universidade de Notre Dame, e seu sonho era ser atleta profissional. Em uma competição, Nicholas se machucou feio e teve que passar as férias todas se recuperando. Durante este tempo, ele se dedicou a escrever seu primeiro romance!

Depois disso, Nicholas se formou, casou, trabalhou em diversos empregos e escreveu seu segundo romance (nenhum dos dois foi publicado!). A fama surgiu após Theresa Park (agente literária) decidir representá-lo. Ela vendeu os direitos de Diário de Uma Paixão (The Notebook) à Warner Books.

O sucesso foi imediato e a obra permaneceu durante 56 semanas consecutivas nos tops americanos! Atualmente, Nicholas Sparks é considerado o “Autor Best-Seller nº 1” e já soma cerca de 100 milhões de livros vendidos no mundo todo! #Uau!

Romances emocionantes escritos pelo autor:

Filmes baseados em seus livros

E o sucesso de Nicholas Sparks não se limita somente aos livros! A maioria de suas obras foram adaptadas para o cinema. Confira os trailers de Diário de Uma Paixão, Querido John, Um Homem de Sorte, A Última Música, Um Amor para Recordar e Noites de Tormenta.

Nicholas é o exemplo perfeito da mistura de talento e sorte.  Não é mesmo? Quem diria que um acidente durante uma competição iria trazer tanta coisa boa para a vida do autor!Agora é a sua vez, conta pra gente:  qual desses romances emocionantes você já leu? E qual mais te marcou?

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Entretenimento

O livro novo do Rezende está cheio de histórias pessoais. Vem saber!

E a gente disponibiliza um trecho inédito pra você!

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Livro novo do Rezende, que está piscando na foto

Rezende é um youtuber de muito (bota muito nisso) sucesso e inscritos. E esse sucesso todo tem se espalhado para novas áreas: boy já lançou três livros com foco em MineCraft, estreou como ator na série Z4, parceria linda entre Disney e SBT. O livro novo do Rezende é um dos lançamentos que você vai amar! O título é Muito prazer, RezendeEvil – Minha vida antes e depois do YouTube, lançado pela Suma das Letras. Ele falou com a gente sobre a experiência e, no fim desse post, tem uma surpresa LINDA: um trecho do livro. Pronta pra devorar?

tt: Qual a diferença de lançar um livro todo autobiográfico? Deu alguma timidez?

Rezende: Costumo falar que esse livro não é uma biografia, porque acredito que não tenho idade para isso. É um livro de histórias, minhas histórias pessoais. São memórias, boas e ruins, até algumas que eu nunca tinha contado para ninguém. Deu um pouquinho de timidez, mas acho que é normal. Gosto de dividir tanta coisa com meus fãs, achei agora era o momento de reunir minhas aventuras num livro.

tt: Você está atuando agora, na série Z4… O que está achando do novo trabalho?

Rezende: Está sendo sensacional. O elenco e a produção são incríveis, me ajudaram muito nesse novo desafio, aprendo demais com eles. Sempre sonhei em participar de série de tevê, exatamente como é a Z4, e sou muito grato pela oportunidade.

tt: Você já tem alguns livros lançados… Qual é a melhor parte de lançar livros?

Rezende: Já tenho outros três livros lançados e todos falavam de Minecraft, que foi onde comecei como youtuber. A melhor parte de lançar livros é poder exercitar minha criatividade e ainda levar mais conteúdo para quem me acompanha.Também fico muito feliz em, de certa forma, incentivar a leitura. Já recebi retorno positivo de pais que disseram que o filho não gosta muito de ler, mas os meus livros ele lê. Isso é muito gratificante. Espero que todo mundo goste desse novo projeto!

A capa do livro novo do Rezende - Foto Marlos Bakker

A capa do livro novo do Rezende – Foto Marlos Bakker

Agora, conforme a gente prometeu no começo do post…

Vem ler um trecho inédito do livro novo do Rezende!

De vez em quando, nas entrevistas ou conversas, principalmente com os pais dos seguidores, me vem a pergunta: como você era na escola? Era bom aluno? Gostava de estudar? Queria fazer faculdade?
No começo, eu ficava sem jeito para responder a essas perguntas. Pareciam um tipo de armadilha, en-tende? Conversei muito com meus pais sobre isso. O conselho sempre foi: fala a verdade.
— Não inventa — meu pai sempre dizia. — Não crie um personagem. Seja o que você é e pronto.
Aliás, a essa altura do livro alguém pode até dizer: nossa, você só fala da mãe, do pai, do irmão.
Opa.
Assumo que falo muito deles, pois nas minhas grandes “aventuras” de infância e de adolescência, felizmente estavam todos do meu lado. Agradeço por isso e tenho o maior orgulho de citá-los nas minhas histórias. Quem acompanha meus vídeos sabe do que sinto por eles e do que eles sentem por mim. Foi sempre assim, desde que me lembro, e continua sendo. Divido
com eles minhas dúvidas, minhas angústias, minhas alegrias. Eu sou um cara de sorte. $
E a escola? Bom, eu e o João também tivemos muita sorte. Para poder fazer faculdade e se manter, meu pai foi professor de ensino médio e cursinho durante mais de vinte anos. Dava aulas de química e biologia. Além disso, sempre foi apaixonado por literatura, história, filosofia… Desde os primeiros anos escolares, estudava comigo antes das provas, e fez isso até o terceiro ano do ensino médio.
E pegava pesado!
Ele ficava preocupado com as organelas da célula e eu com o jogo do dia seguinte. Talvez, por esse apoio e preocupação, nunca fiquei de recuperação ou prova final. Posso dizer também que em relação às notas nunca dei muito trabalho.
Mas quando o assunto era o meu comportamento na escola, hum… digamos que às vezes eu aprontava um pouquinho. De vez em quando, eu era gentilmente convidado a sair da sala, fazer uma visita à supervisão ou levar uma cartinha para casa. Motivos? Ah, mano… tinha umas coisas que eu não aguentava, e aí em vez de ficar quieto, eu abria o bocão, começava uma discus-são e ia parar na coordenação (até rimou!).

Exemplo 1: o professor chegava mal-humorado na sala, e do nada dava uma bronca no Xupeta (amigo meu) que não estava fazendo absolutamente nada naquele momento. O Xupeta tentava argumentar e o professor o colocava para fora da sala. Aí o pateta aqui
entrava na história e resolvia defender o amigo. Conclusão: eu e o Xupeta na coordenação (rimou de novo, juro que não estou fazendo de propósito).

Exemplo 2: Todos os dias tinha gente que esquecia a carteirinha para entrar no colégio (inclusive eu). Mas num belo dia, o Toshio, que nunca esquecia… esqueceu. E o que aconteceu? O porteiro não deixou o Toshio entrar. O porteiro estava certo? Na visão dele e do colé-gio, sim. E na visão do baderneiro aqui? Uma injustiça! Se fosse eu, o Xupeta, o Guilherme ou até a Ana Lui-za… tudo bem! Mas o Toshio?! Pô, o cara nunca fazia nada errado! Resultado da indignação: Toshio e eu na coordenação.

Exemplo 3: Aula de educação física. Aquele esquema de sempre, o professor soltava uma bola e deixava a molecada correndo até dar o tempo da aula. Meu, tem moleque que nem sabe o que é uma bola. Gosta de outra coisa, de outro esporte — ou às vezes nem gosta de esporte. Mas o professor botava o cara pra correr na quadra! Aí vinham “os craques” e começavam a zoar o Guga, que era um menino perna de pau mas muito legal. Davam rolinho, bola no meio das pernas, faziam de bobinho. Aquilo foi me irritando… Na educação física, eu costumava jogar na linha, né… Aí chegou uma hora em que eu dei uma dividida um pouco mais forte com um dos “craques”, o mala se esparramou pelo chão, e eu escutei o apito do professor. Resultado final: Pedro na coordenação.
Eram coisas desse tipo que me aconteciam — eu era vítima das circunstâncias, não exatamente o “problema”.
Ok… Na real, tem uma coisa que “aprontei” e de que me lembro com certo prazer.
Foi o evento que mais tarde ficaria marcado na história como a Revolução do Ketchup.
Sabemos que maionese e ketchup são mais importantes que o lanche em si — porque ele pode até ser uma porcaria, mas tendo maionese e ketchup, tudo fica mais fácil de mandar pra dentro.
E você acredita que num belo dia, lá no meu colégio (que era particular e caro pra caraca), a cantina resolveu que ia começar a cobrar pelos sachês de ketchup?
Meu, quando eu soube da notícia, surtei. Pensei no prejuízo que ia levar. Eu usava vários sachêzinhos por salgado!
Passei um fim de semana inteiro pensando em como resolveria aquela parada. Na verdade, foi fácil. Na segunda-feira mesmo comecei a levar meu próprio ketchup e minha própria maionese.
Fiquei sossegado por alguns dias, apenas usufruindo de meus próprios condimentos.
Mas, cara, aquilo foi me incomodando e crescendo dentro de mim…
No terceiro dia, eis que apareço na escola com uma mochila cheia de sachês de ketchup e maionese. Montei acampamento perto da cantina e colei uma plaquinha de “Maionese e Ketchup grátis” na parede. Assim, comecei a campanha de distribuição de condimentos.
Aquilo era guerra. Uma guerra comercial, eu contra o Império da Cantina. Eu dispunha de duzentos reais para financiar a minha campanha. Por dois dias foram duas filas: uma para comprar o lanche e outra para pegar o ketchup e a maionese na barraca do Pedro Afonso.
Mas por que só dois dias?
Porque, no terceiro dia, o revolucionário aqui foi chamado onde? Onde? Adivinha? Na coordenação? Não, mas também rima: na direção. Cara a cara com o diretor.— E aí, Pedrão. Sempre agitando, não é? — disse o diretor amigavelmente. No fundo, acho que ele estava
endo graça naquela situação. — Até quando vai con-seguir trazer os sachês para distribuir?
E eu, meio tremendo, mas me mantendo o mais tranquilo possível, respondi:
— Tenho meus fornecedores.
O diretor ficou olhando para mim, acho que meio sem saber o que fazer. Me encaminhou para a coorde-nação e ganhei meu presentão: dois dias de suspensão. Putz cara, eu só me metia em fria. Hoje… hoje eu es-tou um pouco pior. Kkkkkk
Cheguei em casa e expliquei para os meus pais. Eles também acharam a coisa toda um tanto injusta, mas nunca foram de ficar indo muito no colégio para justi-ficar as lambanças dos filhos. Cada um era responsável por seus atos. Meu pai, como sempre, falou:
— Vai ficar em casa estudando! Pega a matéria com os colegas. Não pensa que vai ficar só na folga! E não fiquei na folga mesmo. Adiantei três vídeos do meu canal, que ainda era pequenininho e que eu gravava só de noite, quando chegava dos treinos. Mas não falei nada pra ele (até hoje, né?).
Mas e o balanço da guerra?
Dois dias depois voltei ao colégio e fui recebido como herói. O ketchup e a maionese voltaram a ser gratui-tos, mas o reconhecimento durou pouco tempo. Acho que, em uma represália e inesperada virada política, dono da cantina começou a distribuir um ketchup e uma maionese tão ruins, mas tão ruins, que logo o pessoal começou a achar que a culpa de tudo aquilo era minha. Até o Xupeta e o Toshio brigaram comigo — logo eu, que apoiei suas causas!
Bem, não se pode vencer sempre. Afinal, se você quer começar uma revolução, esteja pronto para arder junto com ela!

 

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