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Moda

Looks da Larissa Manoela para se inspirar e copiar já!

Os looks da gata são um tiro atrás do outro!

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Que a Lari arrasa todas nós já sabemos, né, miga? Agora, que tal se inspirar nos looks babados da gata para sair por aí tão maravilhosa quanto ela? Pensando nisso, nós separamos os itens fashion mais usados pela diva para você usar também nas suas próprias composições. Confira looks da Larissa Manoela para se inspirar e copiar agorinha!

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Inspire-se com os looks da Larissa Manoela:

Se você é fã real oficial da Lari, aproveite para responder ao teste e descobrir se você sabe tudo MESMO sobre ela:

Beleza

“Plastic Hearts”: nova era de Miley Cyrus mescla moda punk dos anos 80 e emancipação feminina

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"Plastic Hearts": nova era de Miley Cyrus mescla moda punk dos anos 80 e emancipação feminina
Divulgação / Rawpixel

Nesta sexta-feira (27), Miley Cyrus marca presença com seu novo álbum, “Plastic Hearts“. Com letras que são um “basta” em anos de manchetes sobre seus relacionamentos, a eterna Hannah Montana cancelou os planos de lançar os EPs que completariam o lançamento de “She Is Coming”, após um incêndio em sua casa e muito fogo na imprensa sobre sua vida amorosa. “Plastic Hearts” é, de fato, uma nova era para a cantora, que usou o punk rock como estética central para seu novo eu, na moda e na música.

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todateen conversou com Suzana Elias Azar (@suzanices), jornalista com especialização em moda e estilo de vida que representa o Fashion Revolution (@fash_rev_brasil) na cidade de Santos. Em nosso papo, exploramos com profundidade o punk da diva Pop, que possui em “Plastic Hearts” colaborações com Joan Jett, Stevie Nicks e homenagem à Cherry Curry, mulheres que marcaram presença nos anos 1980.

todateen: A maquiagem de Miley Cyrus nessa era de “Plastic Hearts”, especialmente nos clipes de “Midnight Sky” e “Prisoner”, possui referência de que década?

Suzana Elias Azar: A referência é da maquiagem dos anos 80, em uma pegada glam rock. O batom vermelho é um dos ícones das makes glamourosas dos anos 80 e Miley já adotou batom vermelho há tempos, meio como uma marca pessoal. Nas imagens divulgadas de “Midnight Sky” a combinação do batom vermelho com a sombra roxa com brilho é uma grande referência as makes dos anos 80. Essa mescla choca em um primeiro momento, afinal vermelho com roxo não combinam imediatamente, mas a make fica original e bonita, transmite personalidade.

tt: Como essa maquiagem reflete a moda que era tendência nessa década?

S: Os anos 80 trouxeram muitas tendências que depois chegaram a ser vistas como “horrorosas”, mas que de repente ressurgem repaginadas, como mangas bufantes, ombreiras, mistura de cores fortes, saia balone, leggings em tecidos com efeito brilhante, entre outras. Foi uma década de moda espalhafatosa, exagerada e as maquiagens coloridas refletem perfeitamente isso. A ideia geral era não passar despercebido, o lance era marcar presença, chamar a atenção.

No caso do estilo glam rock e punk, tínhamos mais do que uma tendência de moda. Havia uma atitude que unia tudo, incluindo um estilo específico de roupas, acessórios, maquiagem, cabelo que rompiam com os padrões. A make utilizada por Miley Cyrus traz toda essa atmosfera da época, das bandas de rock – sabia que o primeiro Rock in Rio aconteceu em 1985? – e de punk dos anos 80. Não a toa que uma das estilistas que desenvolveu vestidos para Miley Cyrus para “Plastic Hearts” é Vivienne Westwood, uma das responsáveis pela estética punk e a ascensão da banda Sex Pistols.

tt: “Plastic Hearts” possui um feat com Joan Jett, um remix com Stevie Nicks e homenagem à Cherry Currie no clipe de “Prisoner”. Existe relação entre essas colaborações no álbum e o estilo punk?

S: Sem dúvidas! Joan Jett e Cherry Currie tocavam na “The Runaways”, uma Riot Band (banda formada só por mulheres). Quebraram padrões, lutaram contra o machismo na música e no mundo do rock. Joan Jett conheceu e conviveu com integrantes do Sex Pistols, então também participou dessa estética punk. Stevie Nicks cantava na banda Fleetwood Mac e depois em carreira solo. Já foi citada pela revista Rolling Stones entre os 100 maiores cantores de todos os tempos. São mulheres que não tiveram medo de desbravar o universo do rock, sem medo de encarar de frente o machismo.

tt: O corte mullet também entra nessa onda? Qual outro estilo de cabelo fazia sucesso?

S: O controverso corte mullet era quase unanimidade nos anos 80, principalmente entre músicos. Aqui no Brasil Chitãozinho e Xororó adotaram também, fizeram o maior sucesso! Além do mullet, nos anos 80 os cabelos volumosos eram tendência, franjas em cabelo cacheados, cortes repicados, cabelos com permanente (para dar volume), entre outros.

tt: O batom vermelho, sombras metálicas e predominância do preto na maquiagem, nessa era de Miley e nos anos 1980, dizem algo sobre a evolução do feminismo?

S: O batom vermelho é clássico, empodera as mulheres e simboliza sensualidade. Tanto esse tom nos lábios quanto as sombras metálicas e a predominância do preto transmitem o poder da mulher, que ousa usar uma maquiagem que chama atenção e foge do básico. De certa forma, pode refletir sobre a evolução do feminismo e o “meu corpo, minhas regras”, ao mostrar uma mulher que não tem medo de brilhar.

tt: Acredita que esse estilo punk é uma forma de rompimento com os padrões estéticos esperados em uma mulher?

S: O movimento punk e seu estilo rompem padrões estéticos e comportamentais. Quando o punk surgiu (na segunda metade dos anos 70, na Inglaterra) era um movimento jovem que mostrava o descontentamento com a sociedade no geral. Totalmente underground, com ideias anarquistas, revolucionárias, o lema era: No Future! A Inglaterra sofria com uma crise econômica e falta de empregos para jovens.

O princípio básico do punk é quebrar regras. No início não se preocupavam com a moda em si, pelo contrário, faziam questão de vestir trajes que afrontassem a noção da moda padronizadora e classista. Como não tinham trabalho, vestiam peças customizadas, camisetas “podrinhas”, peças de brechó, etc. Com Vivienne Westwood e Malcolm McLaren (na época formavam um casal) que o punk entra na moda e une de forma perfeita moda e música. Malcolm era o empresário da banda Sex Pistols e sua mulher, Vivienne Westwood, tinha uma loja alternativa em Londres que vendia peças fetichistas, muito couro, borracha, jeans destroyed, correntes, spikes.

As bandas punks começaram a vestir peças de Vivienne Westwood (que continua na ativa como estilista até hoje, sempre rompendo padrões). Ela foi criando a estética punk como moda. Se os looks masculinos podrinhos e agressivos (tachas, corrented e spikes em profusão) chocavam as classes média e alta, imagina os looks femininos, que também traziam peças fetichistas? Era uma afronta para os padrões vigentes.

tt: O retorno dessa era rock e empoderada, especialmente sob influência de Miley Cyrus – uma figura que preza pela liberdade e foge de manchetes sobre seus relacionamentos – diz algo sobre a evolução da emancipação feminina ao longo da história da moda?

S: Sim! Ao longo da história da moda temos momentos mais marcantes para emancipação feminina, para a liberdade da mulher ser quem quiser ser, vestir o que quiser, da forma que desejar e o rock e música no geral caminham lado a lado com essa pegada. Até hoje Madonna é referência de estilo, Cindy Lauper (que brilhava muito nos anos 80 e influenciou a moda da época), entre tantas outras.

Atualmente a mulher continua sendo extremamente julgada pelas suas roupas e por seu corpo. Chegou o momento de mulheres do showbiz, da música, novamente mostrarem que mulheres podem vestir o que quiserem, podem mostrar o corpo da maneira que desejarem, pois o corpo é de cada uma delas. A moda é uma grande expressão do “espírito do tempo” e em momento de crise é fundamental trazer a questão da mulher e seu corpo para as tendências.

ATENÇÃO: Você já votou em Miley Cyrus no PRÊMIO TODATEEN 2020? A cantora foi indicada nas categorias de “Hit Internacional” e “Melhor Cantora Internacional“. Deixe seu voto registrado!

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Entretenimento

Kiernan Shipka, a Sabrina de “Mundo Sombrio”, combinou o lookinho com o namorado de um jeito divertido – vem ver!

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Kiernan Shipka, a Sabrina de "Mundo Sombrio", combinou o lookinho com o namorado de um jeito divertido - vem ver!
Reprodução / Instagram

Kiernan Shipka, a intérprete de Sabrina Spellman em “O Mundo Sombrio de Sabrina“, namora o diretor de curta-metragem Christian Coppola. Quer dizer, os dois estão sempre juntos, dentro e fora do set de Mundo Sombrio, onde Coppola faz registros profissionais bem criativos, mas apesar das fotos abraçados no maior love que publicam, nunca assumiram o namoro para a imprensa. Mas por aqui, achamos que é namoro, e você?

Após cliques abraçadinhos, viagens pela Europa e uma campanha romântica para uma grife de bolsas, o casal deu mais um passo fofíssimo no relacionamento: combinaram looks! O registro foi publicado no feed de Kiernan com a legenda “sinto saudades, querido”.

Os lookinhos são bem florais e vermelhos, de um jeito divertido que tem tudo a ver com Kiernan-Coppola. Vem ver:

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Comportamento

Lady Di: 12 apostas de estilo que comprovam o legado da princesa na história da moda

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Lady Di: 12 apostas de estilo que comprovam o legado da princesa na história da moda
Frank Augstein - WPA Pool/Getty Images, Rawpixels

Neste domingo (15) a 4ª temporada de “The Crown” foi disponibilizada na Netflix e o destaque dessa fase do seriado vai para a interpretação de Emma Corrin como Diana Spencer, o trabalho de styling da equipe ao encontrar peças extremamente parecidas com as da princesa e até réplicas dos looks de Lady Di, como também a presença especial de Sam McKnight como hairstylist.

O cabeleireiro foi responsável pelos fios da Princesa Diana e chegou a comentar para a Vogue britânica que teve experiências de déjà vu enquanto cuidava de Corrin.

Assim como McKnight, os fãs também acharam a atriz bem parecida com a icônica Lady Di, e para tornar tudo ainda mais nostálgico, a todateen conversou com Suzana Elias Azar (@suzanices), jornalista com especialização em moda e estilo de vida que representa o Fashion Revolution (@fash_rev_brasil) na cidade de Santos, para relembrar a influência de Spencer na moda.

Diana foi uma das primeiras pessoas públicas a falar abertamente sobre seus transtornos alimentares, chamou a atenção para diversas causas sociais, especialmente a luta contra a Aids, fez questão que seus filhos tivessem uma infância o mais distante possível dos flashes da realeza, recusou-se a declarar obediência ao marido no casamento, quebrou protocolos reais, ressignificou roupas esportivas e adiantou diversas tendências que marcaram os anos 1980 e 1990, influenciando a moda até hoje.

Quer ver?

o vestido de casamento

Em 1981 o mundo estava longe de ter a cobertura midiática que é realizada nos dias atuais, mas mesmo assim, cerca de 750 milhões de pessoas de todo o mundo pararam o dia para acompanhar, da forma que fosse possível, o casamento da jovem de 19 anos com o futuro rei da Inglaterra. “Naquele momento Lady Di era a princesa de contos de fadas. Só que a jovem sofria de bulimia e emagreceu muito antes do casamento, com isso, foram necessários diversos ajustes, quase diários, e praticamente o vestido foi costurado em seu corpo pelo casal de designers recém formados Elizabeth e David Emanuel”, diz Suzana fazendo referência à dupla de estilistas que faz sucesso até hoje.

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Após a separação, Elizabeth continuou com o trabalho criativo, e até vestiu a Branca de Neve de Walt Disney no 60° aniversário, enquanto David seguiu no mercado de casamentos e tem seu próprio programa no Discovery Home & Health, uma versão britânica do “Vestido Ideal”. A dupla estava no começo da carreira quando vestiram Lady Di, e segundo a jornalista, foram os responsáveis pelo vestido preto que Diana usou em sua primeira aparição pública como noiva do príncipe Charles – uma quebra do protocolo, já que a realeza só usava preto em funerais.

“O vestido do casamento foi mantido em segredo (todos os materiais e o vestido eram guardados em um cofre) e surpreendeu o mundo. O vestido de Lady Di era extravagante, em tafetá de seda com 10 mil pérolas, cauda de 7,6 metros, mangas bufantes, véu em chiffon de seda. Era tão volumoso que quase não coube na carruagem. Foi copiado por noivas dos mais diferentes países, se tornou o modelo preferido das noivas dos anos 80”.

suéters coloridos

A mesma mulher que fez o mundo parar para se encantar com o luxuoso vestido, também amava um suéter estampado e bem colorido.

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“Diana era uma princesa que tentava mostrar o lado pessoa comum além do glamour sempre associado a realeza. Seria uma tendência casual, precursora do que entendemos por loungewear hoje em dia. Não é a toa que na quarentena vários looks de Lady y voltaram a cena, todos na pegada mais casual”.

terninhos e elegância

Em um mundo em que não se pensava em mulheres da realeza de calça, Lady Di usou smokings em eventos de gala. “Diana sabia utilizar a moda a seu favor e tudo que usava se tornava objeto de desejo rapidamente. Os terninhos usados por uma princesa da mais famosa família real sem dúvida influenciaram a moda internacional trazendo o traje de inspiração masculina para o universo feminino e em ocasiões diferentes que no mundo corporativo”. 

Suzana emenda que o hábito da princesa virou uma tendência com nome empoderado: “Os terninhos e blazeres (boa parte com ombreiras) faziam parte da tendência da época intitulada Power Dress e passavam a ideia do poder feminino no universo do trabalho, Diana extrapolou levando o Power Dress para o dia a dia e fora do ambiente profissional”.

o estilo casual dos anos 1990

Apesar dos vestidos de gala e smokings fora do ambiente corporativo, Diana não abandonava conforto, e não se importava em ser fotografada com Mom jeans, blazers oversized, camisas e até botas country.

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“Era uma princesa que no dia a dia, quando não estava em compromissos oficiais muito pomposos, optava por looks confortáveis e práticos sem perder a elegância”.

roupas esportivas ressignificadas

Antes de Diana, não era tão comum assim ver alguém colocando roupas de academia para fazer as atividades do dia a dia e ser chamado de estiloso.

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Por mais incomum que possa parecer, foi a princesa que influenciou o uso de shorts ciclista e moletons para o cotidiano.

vermelho & rosa

Diana sabia perfeitamente combinar suas cartelas”, completa.

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“Combinar vermelho com rosa foi ousado, já que para o senso comum são cores que não combinariam entre si por serem ambas vibrantes. No caso da princesa, trouxe um toque alegre e radiante em contraste com a sua pele, dentro do que hoje falamos como cartela quente de alguém (em consultoria de estilo é feita a cartela quente daquela pessoa e a cartela fria e isso gera infinitas combinações para aquela pessoa montar seus looks)”, comenta Suzana.

azul

“Sem dúvida o azul era uma for muito importante para seu estilo. Essa cor também tem uma conotação especial para a família real”, pontua a jornalista.

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Diana usou diversas cores, mas sem dúvidas, após o preto, o azul foi a cor mais marcante utilizada de diversas formas pela princesa.

revenge dress

No dia em que Charles veio à público esclarecer que estava em um relacionamento com a antiga namorada Camilla Parker, a atual Duquesa da Cornualha, durante o casamento com Diana, a princesa driblou a mídia. Com o divórcio firmado há dois anos, Lady Di compareceu a um evento público com um vestido justo preto glamouroso, e a mídia cancelou os planos de retratar uma Diana abatida para manchetes enaltecendo o visual, que ficou conhecido como “vestido da vingança”.

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“Chanel já dizia algumas décadas antes que uma mulher precisava de um vestido preto. É extremamente interessante estudar o percurso da princesa através de seu estilo e looks ao longo de sua vida. Da jovem romântica e tímida até a mulher empoderada e livre após o divórcio. E os estilos de cada época de sua vida dizem muito sobre seu próprio processo de empoderamento feminino”.

mesclando estampas

“A princesa gostava de misturar estampas no melhor estilo mix and match. Xadrezes com poás estavam entre suas preferências. Florais também apareciam em vários looks de Diana”.

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Tudo, né?

adiantando tendências

“Lady Di usou e abusou de mangas bufantes (que estão novamente em evidência) e das ombreiras (que eram quase que unanimidade nos anos 80, pois remetiam ao poder da mulher)”.

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Vanguardista que fala?

colar de pérolas

Um dos marcos do estilo de Diana foi o uso de alguns modelos com pérolas que eram extremamente joviais na composição de seu estilo.

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“As pérolas sempre exerceram fascínio sobre as mulheres e Diana amplificou essa paixão pela pérola que é associada ao feminino, a delicadeza, é clássica e elegante”.

lady di e o upcycling

Diana combinou sustentabilidade e moda em seu legado, e ao em vez de seguir o padrão de nunca usar o mesmo look mais de uma vez, a princesa fez questão de repetir vários, com algumas alterações de estilo. “Quando nem se falava em upcycling e a ideia vigente era de que princesas usassem a roupa uma única vez, Lady Di mais uma vez rompe o padrão e veste mais de uma vez a mesma peça, mudando a composição como no caso de taillers – as vezes usava o conjunto e em outras ocasiões misturava a saia com outra peça ou o blazer com outra saia ou calça”.

Suzana finaliza dizendo que além de inspirar a moda como um todo, Lady Di é referência para a nova geração no poder. “Kate se inspira em Diana ao repetir roupas sem cerimônia e segue a mesma lógica da sogra de misturar peças e dar uma cara renovada para o mesmo look”.

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