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Lucas Silveira, da banda Fresno, conversa com exclusividade com a todateen

Lucas Silveira, Fresno

Lucas Silveira é dos nossos famosos queridinhos há muito tempo. Por isso nada melhor do que saber como o lindo está curtindo essa fase com vários projetos e novidades.

Lucas ajudou a comandar as apresentações do Rock In Rio, no Multishow, vai apresentar o Meus Prêmios Nick no dia 17 de outubro, tem novidades da Fresno, namoro firme… E o vocalista falou sobre tudo com a tt. Olha só!

Lucas Silveira, Fresno

Foto: Orlando Oliveira/ AgNews

 

tt: Recentemente, vi você na Multishow, apresentando aquele show cover dos Beatles. Você já está acostumado com essa coisa de ser apresentador, né? Nem rola mais insegurança?

Lucas: “Cara, eu sou um músico, mas tenho algumas coisas além da música, que acabam fazendo com que o pessoal me chame para apresentar coisas. Só que eu não tenho nenhuma formação como apresentador, mas me sinto bem apresentando, porque eu acho que a pressão de tocar ao vivo é parecida com a pressão de entrar e apresentar ao vivo. No caso do Meus Prêmios Nick, não é simplesmente apresentar, é diferente do que eu vou fazer no Rock in Rio também, é uma apresentação mais solta, engraçada, infantil.”

tt: O público adolescente é bastante exigente, e aí, você está preparado para cativar a galera que vai estar no evento?

Lucas: “Ah, eu tô tranquilo com a aposta da Nick em mim, se eles acham que eu me garanto, quem sou eu para contrariá-los, né? Eu quero me sentir bem com tudo isso que está acontecendo e com tudo que vou fazer lá, desde as coisas mais engraçadas às normais. E no Meus Prêmios Nick vale tudo! O que importa é a comédia, então vou usar bem esse meu lado engraçado.”

tt: Tanto com a Fresno, quanto com o seu trabalho paralelo, você já é um artista consagrado. Mas no Meus Prêmios Nick, além do pessoal que já garantiu seu espaço no meio artístico, tem também uma galera nova. Rola uma nostalgia de quando vocês ainda sonhavam com esse momento, de serem reconhecidos?

Lucas: “A gente já recebeu algumas coisas, mas como é um prêmio que tem o público adolescente, essa é uma oportunidade de renovar nossos fãs. Porque eles foram crescendo com a gente né? Já tem seus 20 e poucos anos! Então, deixando bem claro, essa foi uma ótima oportunidade para a Fresno, mesmo que seja só o Lucas lá representando.”

tt: Agora, me conta quais são as novidades da Fresno para o segundo semestre, vi que o Bell saiu da banda semana passada, como vocês estão lidando com essa mudança?

Lucas: “Ah, a mudança de formação não é uma novidade na banda, acho que é porque ser parte da Fresno não é tão fácil quanto ser parte de outras bandas, não é só acompanhar o artista, tipo o baterista do Michel Teló, que tem que só chegar lá e tocar o melhor que pode. No caso da Fresno, a gente não tem descanso, não tem férias, não teve nenhum momento em que a gente pensou ‘será que dá pra parar um pouquinho?’. Então, a pessoa tem que estar motivada e acreditando nisso, se ela está menos motivada ou acreditando menos, isso vai desandando. E o Bell, sabiamente, antes de prejudicar a nossa relação, ele chegou e falou que estava tendo problemas para continuar na banda. Ele já estava morando em Porto Alegre, tem família lá, filhos, voltou a estudar, então ele pensou que poderia dar a vaga dele para alguém que realmente estivesse a fim de entrar com tudo. Aí no dia seguinte já tinha o Guerra, que estava pronto pra entrar na banda e a gente sabia que algum dia se alguém furasse ou saísse, poderia contar com ele e foi isso. O primeiro compromisso foi a gravação do Esquenta, agora a gente vai gravar o Encontro, com repertório novo, formação nova, incorporando novidades musicais pra galera também, ele deu uma injeção de ânimo na banda também. Não é fácil estar em uma banda de rock em nenhum lugar do mundo, né?”

tt: Falando nisso, no começo do ano vocês estavam de volta à cena independente. Como tá isso agora? Vocês continuam sem gravadora? Se sim, a internet ainda é (como quando vocês começaram) um meio forte de divulgação pra banda?

Lucas: “Sim, a gente voltou pra cena independente, e a internet sempre foi um dos grandes trunfos da Fresno, a gente dominava mesmo. Agora, a internet continua sendo essencial pra quem tem gravadora ou não, né? Grandes lançamentos como de Lady Gaga, Katy Perry, mesmo tendo gravadora, investem na divulgação na internet. Mas a gente tem uma familiaridade sim, não precisa de um departamento de mídias sociais, somos nós que fazemos esse trabalho e a cena independente é um momento nosso, claro que a gente não fecha as portas, só que a gente tem um disco pra ser lançado, de uma gravação que estava acontecendo e não queria esperar e ficar sujeito ao mercado, que às vezes não está pronto, mas ao mesmo tempo, como somos uma banda menor, a gente de volta a uma gravadora poderia ser massa também!”

tt: E essa coisa dos clipes? Os últimos clipes de você foram bem legais, dá pra se divertir fazendo ou tem uma tensão?

Lucas: “Ah, a gente não faz nem por diversão, mas sim como um complemento do nosso trabalho. Quem é dessa geração MTV pra frente, já faz música pensando no clipe. Antigamente não tínhamos dinheiro, equipamento, galera pra ajudar, não tinha nada, mas hoje a gente investe pesado nisso e, nesses últimos anos, acho que não teve banda que investiu tão pesado nisso quanto a gente, e é bom que dá um retorno, mostra os desdobramentos da música.”

tt: Eu vi um entrevista sua, um pouco antiga, falando que não é tããão romântico quanto deixa parecer nas suas músicas. Isso é sério? Como você lida com o romantismo em um relacionamento?

Lucas: “É que a fã de Fresno, principalmente as pré-adolescentes, acabam fantasiando muita coisa, porque o que ela conhece de mim é a música que eu canto e o que a mídia acaba querendo da gente, mas, talvez, o fato de as minhas músicas serem assim faz com que eu não consiga ser tão romântico, sabe? Apenas escreva sobre aquilo… Tipo, quando eu era moleque, fazia uma música e mandava pra menina, mas nunca conseguia chegar e falar, fazer uma declaração de amor ou mandar uma carta. Pelo contrário, acho que sou um cara bem fechado e que minha sensibilidade acaba aflorando apenas na hora de compor.”

tt: Você e a Karen ainda estão juntos? Me fala um pouco do namoro de vocês, vocês curtem as mesmas coisas, rola bastante companheirismo, o que gostam de fazer juntos etc?

Lucas: “A Karen continua sendo minha namorada, eu a conheci faz um ano, mas a gente namora tem oito meses. Além de a gente ter a mesma idade, acabamos encontrando coisas parecidas em tudo, sabe? Curtimos os mesmos desenhos animados, gostamos das mesmas bandas e o que me chamou atenção no começo foi o fato de ela ser bi-campeã mundial no skate, mas depois eu percebi que havia outras coisas. Daí, quando eu vi a gente não estava namorando ainda, mas saía todos os dias, então, por que não namorar? Deu tudo certo!”

tt: Queria saber um pouco sobre as suas referências musicais e, sei lá, o que você ouvia antes que não ouve mais de jeito nenhum ou que achou que nunca ia ouvir e anda curtindo muito?

Lucas: “Eu sou muito aberto, em um nível que, às vezes, as pessoas ficam chocadas, sabe? No último programa que a gente gravou, tinha uma roda de pagode, de samba e eu fui o primeiro a ir lá, pegar um cavaquinho e querer tocar. Eu preciso gostar de tudo que é bem feito, de que tudo que está passando uma mensagem que seja boa! O que eu não vou ouvir é alguma música que desvaloriza a mulher ou que faz apologia a algo que eu não concordo. Mas uma coisa que eu tenho ouvido muito são as trilhas sonoras de games e acabo incorporando isso ao que eu faço.”

tt: Como é sua relação com as fãs e o que mudou, de quando eu ouvi falar de vocês pela primeira vez, lá em 2001 e agora?

Lucas: “Ah diferença é que em 2001 acho que a gente não tinha fã! A diferença é que quando a gente tava na cena underground, a gente tocava, descia do palco, guardava os equipamentos e a relação com o fã era mais próxima, às vezes ele até tinha uma banda também e comentava que curtia a nossa banda e tal. Agora, a partir do momento que a gente começou a aparecer mais, conquistou um público muito maior e aí começa a rolar até aquelas fãs que não conseguem nem falar contigo, começa a passar mal, mas eu sempre procuro quebrar isso na hora! É que eu fico constrangido, meio envergonhado, então eu procuro trocar ideia mesmo, saber qual música ela gostas e tudo mais.”

Entrevista: Carolina Firmino.
Texto: Soraia Alves.

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