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Além da pílula anticoncepcional: conheça outros métodos para evitar a gravidez

Além da pílula anticoncepcional: conheça outros métodos para evitar a gravidez
Além da pílula anticoncepcional: conheça outros métodos para evitar a gravidez

Existem outras formas de evitar a gravidez que não incluem o uso da pílula anticoncepcional. Mas porque optar por outras alternativas, afinal? Se você ainda não sabe – o que é totalmente possível e normal já que essa informação ainda é pouco difundida – o uso deste medicamento inclui inúmeros efeitos colaterais para a mulher e já cresce o número de quem o boicota.

No entanto, é errado não dizer que ele significa uma conquista ao direito das mulheres. Isso porque, quando a pílula anticoncepcional foi incorporada no cotidiano feminino, representou uma verdadeira revolução. Lá na década de 1960, a permissão do uso do medicamento não só permitiu que o sexo começasse a ser separado da procriação, como propiciou que mulheres tivessem o controle sobre sua própria fertilidade e pudessem até aumentar sua participação na vida profissional.

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Porém, como poucas coisas são flores no universo feminino, algo de errado definitivamente não estava certo. Informações sobre o método estavam omitidas e podiam (e ainda podem) afetar a vida da mulher de uma forma bastante negativa, ao invés do contrário. E tudo isso, por uma única razão: achar que as mulheres aguentariam os possíveis efeitos colaterais mais do que os homens, que possuíam problemas bem menores do que os delas.

Parece piada devido ao século que vivemos, mas não é: o desenvolvimento de um anticoncepcional hormonal masculino que parecia eficaz e que apresentava menos riscos à saúde foi suspenso devido aos possíveis efeitos secundários negativos: depressão e outros transtornos do estado de ânimo em 3% dos homens participantes nos estudos. Nas mulheres, o resultado é bem mais catastrófico.

De acordo com a ginecologista e obstreta Erica Mantelli, o uso da pílula pode trazer muitos efeitos colaterais, ela destaca: náuseas, dores de cabeça, alterações do humor, diminuição da libido, retenção, ganho de peso, alterações do padrão da menstruação, dor nas mamas e, como se não bastasse, aumento do risco para trombose.

De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), mulheres que usam anticoncepcionais contendo drospirenona, gestodeno ou desogestrel (caso das pílulas) têm um risco de 4 a 6 vezes maior de desenvolver tromboembolismo venoso, em um ano, do que as mulheres que não usam contraceptivos hormonais combinados.

sobre a pílula

Erica explica mais sobre as funções da pílula. Composta por hormônios sintéticos, em geral, são a base de estradiol, estrógeno e progesterona sintética. Algumas podem ter hormônios combinados com os dois tipos, outras podem ser só de progestágeno, um tipo de progesterona sintética.

Ela é usada majoritariamente para inibir a ovulação, evitando uma gravidez indesejada. Por conta dos seus efeitos, ela passou a ser utilizada em outras funções: mulheres que apresentavam ciclos muito irregulares, diminuir fluxo e regulá-lo, mulheres com anemia que precisam evitar sangramentos excessivos.

A especialista ainda explica que no passado as mulheres ainda foram induzidas a tratar a síndrome dos ovários policísticos com a pílula, mas que hoje, sabemos que ela não trata, só mascara e melhora alguns sintomas temporariamente.

como parar de tomar então?

Se você não toma a pílula, mais para baixo vamos te apresentar alguns outros métodos que podem substituí-la. Porém, se você já faz uso do medicamento, é importante saber que precisa procurar um médico especializado antes de optar por não usá-lo mais no seu cotidiano.

Sempre que a mulher parar de tomar é importante conversar com um ginecologista para escolher outro método contraceptivo. É muito comum que muitas mulheres na hora da troca do medicamento acabem engravidando sem querer, então o ideal é que antes de ela parar, converse com o medico sobre usar outro método como diu, camisinha, etc“, aconselha Erica.

Além disso, conversar com um médico que entenda a fisiologia da mulher e principalmente os possíveis efeitos que podem ocorrer depois que parar com o anticoncepcional vai ser importante para evitar o efeito rebote. Muitas mulheres que param a pílula podem notar que a pele ficou mais oleosa, com mais acne, mais oscilações de humor, aumento da tpm. Um especialista saberá como evitar isso, através de suplementação e vitaminas especificas“, finaliza.

outros métodos

Você não precisa tomar a pílula anticoncepcional para evitar a gravidez mais. Hoje, existem muitos métodos que podem substituí-las e evitar que seu corpo passe por alterações que possam te prejudicar. As relações sexuais não devem ser motivo de problema para as mulheres e, felizmente, o mercado apresenta outras alternativas para aquelas que não querem ou ainda não estão preparadas para ter um filho.

Além disso, lembre-se sempre que você não é a única envolvida na história! Se estiver se relacionando com um homem, também é dever dele cuidar da proteção, acarretando até mesmo menos riscos à sua saúde.

Confira!

Camisinha masculina

Além de ser contraceptivo, ela oferece proteção contra doenças sexualmente transmissíveis. É a principal escolha para quem quer associar algum outro método anticoncepcional e aumentar a taxa de eficácia. Ela ainda é super barata, além de poder ser adquirida gratuitamente no SUS.

Camisinha feminina

Tem taxa de eficácia semelhante à masculina e também previne as DSTs. O uso desta é pouco conhecido por alguns tabus ainda vigentes no autoconhecimento da mulher. Muitas ficam receosas em utilizar por não estarem acostumadas a se tocar e entender melhor seu corpo.

No entanto, um ponto negativo e que exige mudança é o valor, que tende a ser quatro vezes maior do que as camisinhas masculinas. Portanto, sem medo de pedir para que o parceiro use a dele! Vale lembrar que vocês não podem usar os dois métodos ao mesmo tempo.

Diafragma

É um método chamado de barreira – já que faz uma ao redor do útero – colocado no fundo da vagina. Possui uma menor taxa de prevenção à gravidez e seu uso deve ser combinado ao espermicida. Vale atentar que ele não previne DSTs.

Esse método também exige uma consulta ao ginecologista – a mesma que você usaria caso optasse por usar a pílula – para definir qual tamanho é mais indicado para o seu tipo de corpo. Um fato interessante é que para mulheres que usam absorventes internos ou o copinho (coletor menstrual), o processo é bem parecido.

DIU de cobre

É um dispositivo de cobre colocado no útero, que impede o espermatozóide de chegarao óvulo. Segundo o Ministério da Saúde, a eficácia do DIU é de 99,3% e possui uma proteção de longo prazo contra gravidez, podendo ser usado por até 10 anos. Precisa ser colocado por um profissional de saúde e pode ser feito pelo SUS.

Algumas mudanças na menstruação são comuns nos primeiro 3 a 6 meses de adaptação do DIU, por isso é importante estar sempre com a consulta no ginecologista em dia. Sangramentos mais longos e intensos e mais cólicas durante a menstruação são relatos comuns. Vale lembrar que o DIU também não previne DSTs.

Método de ovulação Billings

Esse é um método natural que tem como objetivo identificar o período fértil da mulher a partir das características do muco da vagina ao observar as diferentes texturas dessa secreção e entender seu período fértil. Ele é eficaz tanto para prevenir a gravidez, quanto para evitá-la, mas pode variar de mulher para mulher, já que a maioria não tem ciclo regular. Por isso é importante consultar o médico para entender a melhor forma de utilizar esse método.

Também é uma ótima prática de autoconhecimento!

Tabelinha

A tabelinha, um método bem antigo, ganhou versão digital, com vários aplicativos que fazem o trabalho de acompanhar o ciclo menstrual de cada mulher, calculando os dias ovulação, os dias mais e menos férteis, a próxima menstruação, entre outras ferramentas. Não é a melhor opção se você quer uma eficiência 100% segura, mas ajuda muito a entender melhor seu ciclo e seu corpo, saber de outros sintomas  como cólicas durante a ovulação, inchaço nos seios, cansaço nas pernas e mal humor.

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