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“Minhas amigas dizem que eu sou mimada”

“Minhas amigas dizem que eu sou mimada”

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“Eu tenho um problema sério com as minhas amigas. Meus pais me dão quase tudo o que eu quero, e por isso elas me chamam de “menina mimada”. Só que eu não acho que eu sou mimada, eu me sinto uma menina como as outras. Por favor me ajudem, como eu faço para acabar com isso?”
Priscila, 14 anos

Pri, que coisa mais chata! Ninguém merece quando as nossas próprias amigas resolvem pegar no nosso pé! Mas você vai precisar ter muita paciência se quiser fazer elas perceberem não só que você não é mimada como também que você fica muito chateada quando elas te falam isso.

1.    Pense em você: tem certeza que você não é mimada?

Uma coisa que você precisa entender para poder explicar para elas depois, é que ser mimada não é só ganhar quase tudo que você quer – é exigir que seus pais comprem tudo que você quer, o que é bem diferente. Se você consegue entender quando seus pais não te dão alguma coisa e não faz birra e bate o pé por aquele sapato perfeito, você não é mimada, só é absurdamente sortuda.
Pense que também essa zoação delas pode ser uma maneira de extravasar um certo ciuminho por você ter tantas coisas. Afinal quem não quer ganhar tudo que pede para os pais?

2.    Mude a sua situação

O primeiro passo para fazer essa zoação chata acabar é deixar bem claro para as suas amigas que você não está gostando disso e pedir para elas pararem. Para dar um tempo, evite contar para elas tudo que você ganha. Deixe as roupas e sapatos novos para usar só quando for sair. Assim evita que elas se sintam piores que você por ganhar menos roupas novas.

E faça elas verem o ponto positivo de você ter tantas coisas novas: elas podem pegar emprestado de você. É claro que você não precisa emprestar aquela blusinha nova superlinda que sua mãe te deu, mas um esmalte legal ou uma bolsa bonitinha para ela ir na balada já vai fazer sua amiga perceber o quanto você confia nela.

Mas Pri, você só não pode mudar seu jeito de ser para agradar suas amigas. Se elas gostam de você, vão entender que você não tem culpa se os seus pais gostam de te dar presentes. Caso mesmo assim elas continuem te chamando de mimada, você vai precisar de algo novo que seus pais não vão poder comprar: novas amigas. Mas quando você achar aquela que é perfeita, você vai entender que é uma sensação melhor do que ganhar um milhão de presentes.

Texto: Karen Barbarini
Foto: Glow Images/Latinstock

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Ex-Now United, Diarra Sylla comemora início da carreira solo, promete show virtual e manda recado para o Brasil

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Entrevista: Diarra Sylla fala sobre primeiro single da carreira solo, "Set Free", e dá spoilers de álbum em produção
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Diarra Sylla conquistou uma quantidade enorme de fãs em todo o mundo quando foi apresentada como a integrante francesa-senegalesa do grupo global Now United. No último ano, os rumores de que a cantora e dançarina estava encerrando suas atividades com o grupo foram confirmadas, já que havia decidido se lançar em uma carreira solo. Muitas suposições estavam sendo feitas desde então, até que, nesta quinta-feira (25), a artista lança seu primeiro single, Set Free.

Com uma letra marcante e especial para fevereiro, quando é celebrado o Black History Month, mês da cultura negra em tradução literal, Set Free traz também um clipe repleto de referências históricas, dirigido por Meagan Good.

+ Teste: qual membro do Now United você é?
+ Vídeo: desafiamos o Now United no Jogo da Mímica!

A todateen entrevistou com exclusividade Diarra, que conta detalhes especiais sobre o single, alguns spoilers sobre o álbum que será lançado, e é claro, seu carinho pelos fãs brasileiros.

Confira!

todateen: O seu primeiro álbum solo será 100% pop ou podemos esperar outros estilos?

Diarra: Minha música não será 100% pop, será bem diversa, estou inserindo diferentes referências de letras, estilos musicais, culturas e tradições. Haverá afrobeat, eventualmente uma sonoridade que lembra o funk, meus fãs brasileiros poderão se identificar, e claro que terei algumas canções mais lentas com R&B, por exemplo, mas com toda certeza haverão mais músicas perfeitas para dançar do que qualquer coisa!

tt: Qual a maior diferença entre esse projeto e o que você contribuiu com o Now United? Existe um novo conceito dentro do seu trabalho musical?

D: Há uma grande diferença, porque no Now United eu estava gravando a música de outras pessoas, que escreveram e nos deram aquelas canções. Não havia relação profunda comigo, então quando se trata da minha música, estou cantando sobre coisas que aconteceram comigo, coisas que acontecem na vida real e irão inspirar as pessoas a mudarem e fazer o melhor, mas que ao mesmo tempo possuem aquela “vibe” e fazem as pessoas quererem dançar.

tt: “Set Free” é forte e traz essa mensagem importante para o Mês da História Negra. Você acha que essas letras intensas serão a marca da sua carreira?

D: “Set Free” foi feita por conta de tudo que tem ocorrido, especialmente em junho, com a marcha para George Floyd, assim como as múltiplas situações que se deram antes disso. Essa canção é especialmente relacionada a tudo que está acontecendo, foi uma forma de “colocar para fora” tudo que estava sentindo, assim como Meagan [Good] e todo o time envolvido no clipe. A gente quis enfatizar a luta, falar para as pessoas temos que nos posicionar e que não está tudo bem tudo isso ainda acontecer, é 2021. Não quero dizer que esse meu tipo de trabalho foi feito apenas para essa canção, mas quero falar que “Set Free” é uma declaração. É uma boa causa, eu faria isso quantas vezes fosse preciso.

tt: “Set Free” é sua primeira música solo, então podemos dizer que também se trata de fazer música do seu jeito?

D: Em “Set Free” eu recebi a ajuda de outro compositor, Kes Kross, assim como Riley Urick, então essa canção foi na verdade um trabalho de equipe. Todos investiram na canção e no clipe, foi um esforço coletivo.

tt: Como foi criar seu primeiro videoclipe solo?

D: Foi bem divertido e estressante! Muitas coisas estavam acontecendo, mas no final, tudo valeu a pena. O processo de gravar algumas cenas foi bem emocionante também, porque percebemos que “caramba, é isso que as pessoas passam, essa é a vida real”, então você está ali, encenando, para fazer as pessoas perceberem o que está acontecendo. Foi muito intenso. Lembro que estava na rua, correndo, quando a cena que as pessoas brancas atiram aconteceu, fizemos isso para o vídeo e logo depois eu comecei a chorar, Meagan também estava chorando, a gente começou a se abraçar enquanto chorava porque foi muito intenso.

tt: Você pode nos contar mais alguma coisa especial sobre o videoclipe? 

D: Eu diria que assim como a cena que lhe contei, existem várias que foram muito importantes para mim, que me inspiraram. O fato é que trabalhar com Meagan Good foi especial, ela é inspiradora, inteligente, bonita, ela é maravilhosa.

tt: Qual foi a parte mais desafiadora de fazer um álbum solo?

D: Eu ainda não terminei de fazer o álbum, por enquanto será só esse single, mas mal posso esperar para que os fãs escutem a música!

tt: Há rumores de que seu novo álbum terá colaborações, incluindo uma cantora brasileira. O que você pode nos contar sobre isso?

D: Vou dizer que rumores são rumores, vamos ver [risos]. Não posso falar muito sobre colaborações no momento, porque quero ver os fãs animados, tem sido um período muito longo de silêncio trabalhando em várias músicas e coisas extras, que por enquanto ainda não posso revelar. Mas, assim que tudo estiver pronto, prometo que eles vão enlouquecer porque vão ficar muito animados.

tt: Podemos esperar coreografias perfeitas para o TikTok em seus videoclipes?

D: Claro! TikTok é muito importante, todo mundo está falando sobre, todo mundo quer estar no TikTok, mães, pais, primos, crianças… Então com toda certeza, vamos ter algumas danças para TikTok e tudo mais!

tt: Podemos esperar um show virtual com suas novas músicas?

D: Com toda certeza! O mundo está diferente então, programas de TV, shows, tudo está acontecendo dessa forma, então definitivamente vou trabalhar em um show virtual para meus fãs.

tt: Você sabe que tem muitos fãs no Brasil, certo?

D: Acredito que sim!

tt: Há planos de vir ao Brasil depois da pandemia?

D: Definitivamente, eu amo o Brasil, não paro de falar disso, estou sempre falando com meus fãs no Brasil pelo Instagram, sempre tento responder. Há muitas mensagens, não vou mentir, mas estou sempre fazendo o possível para conseguir engajar com eles no Instagram e no Twitter. Então com toda certeza, assim que for possível, que essa situação de pandemia estiver controlada, vou ao Brasil, porque muitas coisas minhas estão acontecendo por aí!

tt: Qual é a sua mensagem para os fãs brasileiros?

D: Eu diria para vocês serem vocês mesmos, é o maior poder que você possui, não tente ser outra pessoa e ignore os haters. Na maioria das vezes, meus fãs do Brasil vêm até mim para tentar conversar sobre situações que estão acontecendo na vida deles que estão balançando a autoestima, como bullying. Sempre digo para eles continuarem sendo exatamente quem são, para não ligar para os haters, porque o mais importante é confiar em si mesmo. Don’t give a f!

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Última Página | Eu, você, e as ondas do mar

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Última Página | Eu, você, e as ondas do mar
Thais Menezes/@thamenezes.s

conto por Isabelle Costa (@avalancheliteraria)
ilustrações por Thais Menezes (@thamenezes.s)

 

Eu não sei nadar, e tem uma onda que quebra aqui, Pedro. Uma onda que quebra aqui, bem na minha barriga. Do comprimento exato da última vez que te abracei, da última que a gente se olhou.

Não existe cor mais linda que o azul. E toda vez que a orla do Leblon anuncia seu anil lazúli cobalto tremulando até encontrar o céu do Rio — as luzes da rocinha se acendendo na minha hora favorita —, toda vez que acordo naqueles dias que cabem numa música do Jack Johnson, Pedro, eu até me esqueço de que esse mar que a gente navega é furioso.

Esqueço como essa onda me apavora, e que, por mais que eu queira desvendar esse mistério, não consigo. Não consigo entender a dinâmica do mar como entendem as crianças que nascem de frente pra ele. Crianças que sabem tudo sobre marés e águas-vivas. Que crescem e aprendem o jeito certo de olhar pra garota certa, e a contar boas histórias. Crianças como você.

Tu me mostrou a mágica que é olhar pras coisas de outras janelas. Até esse pronome, que não existia no meu dialeto, que evitei durante anos nesse exílio que aprendi a gostar, tu me ensinou a usar. Sem conjugação, sem me preocupar com quem concorda com o que. “É assim porque é assim”, a primeira regra quando se trata de você.

Era fácil, Pedro. Fácil demais, até não ser.

Agora a onda, aquela que você me ajudava a pular, vem com tudo, e, toda vez — prendendo a respiração ou não — sou levada. Perco os segundos, é tudo câmera lenta, cena de filme e borrão, e eu acabo num pedaço qualquer de areia, pra meio segundo depois ser levada de novo, porque é tudo muito rápido, e você não só sabe que o meu ritmo é outro, como tinha prometido entender.

Eu fico nessa. E é assim há tanto, tanto tempo, que não faz mais sentido contar. Às vezes vou embora da praia, às vezes fico olhando o mar de longe por tempo demais e imagino tudo que nele existe e desconheço, porque não aprendi a deslizar sobre as ondas como você faz. Em dias como hoje, em noites como essa, tento aprender de novo, e ainda falho, e ainda não consigo, Pedro.

Eu ainda não sei nadar. Eu ainda não sei te ler.

Thais Menezes/@thamenezes.s


Isabelle Costa 

Fala de livros, escrita, criatividade e inspiração na Avalanche Literária, e desembola os fios soltos em seu blog na internet.

Instagram: instagram.com/avalancheliteraria
Blog: www.avalancheliteraria.com.br

Thais Menezes

Preta, baiana, ilustradora e designer.

Instagram: instagram.com/thamenezes.s
Behance: www.behance.net/thaismenezes

Confira todos os textos da Última Página aqui!

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Cantinho Literário Todateen: 5 indicações de livros para o mês de março

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Cantinho Literário Todateen: 5 indicações de livros para o mês de março
Rawpixel/Divulgação

Mesmo com todas as coisas que vêm acontecendo com o mundo desde o ano passado, parece que sempre conseguimos encontrar um refúgio junto aos livros. Já estamos entrando no terceiro mês de 2021 e é bem provável que você já tenha iniciado suas leituras deste ano. Mas, caso ainda não tenha conseguido começar ou esteja em dúvida sobre o que ler primeiro, o Cantinho Literário tá aqui pra te ajudar!

+ Cantinho Literário Todateen: 4 livros para ler em fevereiro
+ Livros com protagonistas negras que você precisa conhecer

Com cinco indicações super especiais, a todateen separou algumas sugestões, de gêneros variados, e alguns lançamentos de editoras que merecem uma chance!

Vem ver!

Clube do Livro dos Homens, Lyssa Kay Adams

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Mais um lançamento imperdível da Editora Arqueiro para ter na estante! Clube do Livro dos Homens foi escrito por Lyssa Kay Adams e está revolucionando o gênero de romance. Com a dose certa de comédia, a autora consegue construir uma rom-com inovadora e super criativa.

Confira a sinopse:

“A primeira regra do clube do livro é: não fale sobre o clube do livro

Gavin Scott é um astro do beisebol, devotado ao esporte. No auge de sua carreira, ele descobre um segredo humilhante: a esposa, Thea, sempre fingiu ter prazer na cama. Magoado, Gavin para de falar com ela e acaba piorando o relacionamento, que já vinha se deteriorando. Quando Thea pede o divórcio, ele percebe que o orgulho e o medo podem fazê-lo perder tudo.

Desesperado, Gavin encontra ajuda onde menos espera: um clube secreto de romances, composto por alguns dos seus colegas de time. Para salvar seu casamento, eles recorrem à leitura de uma sensual trama de época, Cortejando a condessa. Só que vai ser preciso muito mais do que palavras floreadas e gestos grandiosos para que Gavin recupere a confiança da esposa.”

Compre sua cópia de Clube do Livro dos Homens neste link aqui.

Sadie, Courtney Summers

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Vencedor do Edgar Awards 2019, a mais importante premiação americana para obras de mistério, na categoria Young Adult, o livro Sadie de Courtney Summers, trazido ao Brasil pela Plataforma 21, é uma obra extremamente eletrizante. Com uma diagramação impecável, tratando sobre temas como abuso e poder, amadurecimento e coragem, a história se mostra super envolvente.

Confira a sinopse:

“Uma garota foi brutalmente assassinada. Seu corpo foi encontrado entre um pomar de macieiras e uma escola incendiada nos arredores de Cold Creek, Colorado. Seu nome era Mattie Southern, e ela só tinha treze anos.

A pequena Mattie era a única conexão de sua irmã mais velha, Sadie Hunter, com o mundo. Quando elas foram abandonadas pela mãe, que era viciada em álcool e outras drogas, Sadie cuidou da irmãzinha como se nada mais importasse. Agora, tudo o que a garota de dezenove anos quer é fazer justiça com as próprias mãos. E nem mesmo a gagueira que dificulta sua comunicação vai impedi-la de encontrar o paradeiro do assassino. Desde que partiu atrás do abusador que tirou a vida de Mattie, Sadie nunca mais foi vista.

O que aconteceu com ela? A única pessoa disposta a encontrar respostas é o jornalista West McCray. Quando a polícia não conseguiu resolver o caso, a avó de consideração das garotas pediu a ajuda dele. O repórter está seguindo o rastro de Sadie e, ao longo de sua investigação, ele produz um podcast. Cada pista descoberta revela uma verdade desoladora.”

Compre sua cópia de Sadie neste link aqui.

Na Corda Bamba, Kiley Reid

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Mais uma obra extremamente importante publicada pela Editora Arqueiro, Na Corda Bamba, da autora Kiley Reid, fala sobre racismo, relações de poder e diferença de classe. Junto de uma arte de capa maravilhosa, na era do Vidas Negras Importam, a obra discute sobre branquitude e privilégio, além de demonstrar como perpetuamos preconceitos diariamente.

Confira a sinopse:

“Certa noite, num supermercado de um bairro rico, Emira Tucker, uma jovem negra que trabalha como babá, é abordada por um segurança que a acusa de ter sequestrado Briar, a garotinha branca que está com ela. Uma pequena multidão se reúne, alguém faz um vídeo da situação e a comoção só termina quando o pai da criança aparece.

Alix, a mãe de Briar, fica chocada com o ocorrido. Bem-sucedida e dona de uma marca envolvida na luta pelo empoderamento feminino, ela decide que Emira merece justiça e resolve fazer de tudo para que isso aconteça.

A própria Emira, porém, só quer deixar a história para trás. Aos 25 anos, trabalhando sem carteira assinada e prestes a perder o seguro-saúde, ela está às voltas com os desafios da vida adulta e a última coisa que quer é ser exposta pela divulgação dessas imagens.

Mas, quando uma parte do passado de Alix vem à tona, ela e Emira são confrontadas com verdades que podem mudar para sempre o que elas pensam uma sobre a outra e sobre si mesmas.”

Compre sua cópia de Na Corda Bamba neste link aqui.

+ Exclusivo: Tracey Garvis Graves dá voz a protagonista que vive sob o espectro autista em seu novo livro “Sem Lógica Para o Amor”

O Enigma do Quarto 622, Joël Dicker

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Conhecido por outros best-sellers, a Intrínseca traz para o Brasil mais uma obra renomada do autor suíço Joël Dicker. Misturando de maneira inteligente e perspicaz mistério, com comédia e costumes, O Enigma do Quarto 622, em uma edição lindíssima, é mais um livro eletrizante do gênero romance policial.

+ Exclusiva: Mick Kitson conta tudo sobre seu livro de estreia, “O Refúgio”

Confira a sinopse:

“Em uma noite de dezembro, o sofisticado hotel Palace de Verbier, nos Alpes Suíços, é palco de um assassinato sem solução, já que a investigação do crime nunca é concluída pela polícia. Anos depois, o escritor Joël decide tirar alguns dias de férias e se hospeda nesse mesmo local. Lá, uma surpresa o aguarda: seu quarto é o 621 bis, a nova nomenclatura do agora estigmatizado 622, e a curiosidade o leva a mergulhar em uma investigação sobre o caso emblemático.

Ao longo da corrida para descobrir as motivações para o assassinato, somos apresentados a uma gama de personagens tão interessantes quanto pitorescos em um cenário aparentemente tranquilo e acolhedor: uma aristocrata russa decadente que sonha em casar as filhas com homens ricos, um grupo de banqueiros e um jovem ambicioso e talentoso que causa inveja e intriga entre os herdeiros que disputam a presidência de uma instituição financeira familiar.”

Compre sua cópia de O Enigma do Quarto 622 neste link aqui.

1984, George Orwell

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Em uma lindíssima edição de colecionador, publicada pela BUZZ Editora, a obra consagrada 1984, de George Orwell, ganha uma nova versão. O livro é um clássico e se mantém totalmente relevante para os dias atuais, tratando sobre como o totalitarismo mecaniza as pessoas e transforma a capacidade crítica em algo perigoso.

Confira a sinopse:

“Um homem perde sua identidade vivendo sob um regime repressivo. Winston Smith é um funcionário público cuja função é reescrever a história de forma a colocar os líderes de um país fictício sob uma luz positiva. As escapadelas românticas com Julia proporcionam sua única fonte de distração, mas os políticos desaprovam o relacionamento. Numa sociedade monitorada de perto, não há como escapar do Grande Irmão.”

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