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Curiosidades

23 modelos de bolo de 15 anos para se inspirar!

Que tal escolher um bolo que tenha tudo a ver com a sua festa e a sua personalidade? A gente ajuda!

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Modelos de bolo de 15 anos

O aniversário de 15 anos é uma data especial para muitas meninas. Tem quem sonhe com uma festa de 15 anos perfeita e, para isso, a decoração é um ponto muito importante, certo? Por isso, separamos algumas sugestões para você que ainda não escolheu entre os diversos modelos de bolo de 15 anos disponíveis. É só escolher qual é mais a sua cara e tem a ver com o tema da festa!

 

Confira alguns modelos de bolo de 15 anos:

E aí, qual o seu favorito?

Comportamento

Qual a importância dos contos de fadas para a sociedade no século 21?

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Qual a importância dos contos de fadas para a sociedade no século 21?
Sofia Alejandra/Pexels

Era uma vez…

Não é novidade para ninguém que o ser humano tem uma criatividade inesgotável. O ato de contar histórias, por sua vez, existe desde os primórdios das civilizações, usadas para transmitir conhecimentos, valores, fantasias e, sobretudo, memórias.

Pelo fato das crianças serem especialmente sensíveis à magia trazida pelas histórias, principalmente pelo fato de viverem em um mundo em que os símbolos e as imagens são extremamente influentes em seu desenvolvimento, é comum que a gente associe a ideia de contos de fadas a algo infantil. Porém não só para eles que as obras fazem uma grande diferença.

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Marina Avila é produtora editorial, fundadora da Editora Wish, designer de capas de livros e apaixonada por arte desde criança. Atualmente, a Wish é um dos projetos que mais detalha e reúne aspectos relacionados à contos de fadas. “A Wish surgiu com um projeto de TCC! Foi algo bastante despretensioso.”, revelou Marina em entrevista à todateen.

“O intuito era resgatar os contos de fadas antigos, que são mais sombrios que as versões cinematográficas. Quando notamos que os colegas se interessaram, imprimimos uma pequena quantidade, que foi sendo vendida ao longo de um ano. Para o segundo volume, após esgotarmos outras possibilidades, partimos corajosamente para o financiamento coletivo.”, contou ela.

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“Não tínhamos muitas esperanças, mas acreditávamos que seria a única forma. No fim, essa campanha alcançou mais que o valor necessário, o que causou melhorias nos papéis de impressão, serviços gráficos especiais e uma nova impressão do primeiro volume. Hoje temos mais de 15 títulos financiados por essa plataforma, com a ajuda de 18 mil pessoas.”, relembrou.

Marina também contou que é apaixonada pelos contos de fadas desde sua infância. ” Eu tinha uma coleção de VHS de todos os desenhos e assisti-los era meu refúgio. Não tive uma infância muito fácil, mas os contos de fadas sempre estavam lá por mim. Quando descobri que as versões originais e antigas eram totalmente diferentes, tive curiosidade, mas também uma ânsia em contar para as pessoas.”, comentou ela.

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Aos poucos, com a pesquisa e junto de sua equipe, Marina descobriu contos originais nórdicos, celtas, africanos, asiáticos e até brasileiros! “A coleção praticamente pediu para ser publicada. Eram contos lindos demais para nunca serem traduzidos para o português.”, contou.

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Para ela, a importância de facilitar o acesso desses textos para o público é entender o quanto a indústria cinematográfica pode enfeitar uma história – ainda que causem bem-estar ao assistir. “Casar-se com um príncipe que acabamos de conhecer é uma boa ideia? Para muitos contos, as histórias são mais complexas do que isso, e envolvem sacrifícios, desencantos e uma grande dose de moral.”, argumentou.

A fundadora também explicou como funciona o processo de encontrar – com responsabilidade – os contos de fadas. “Hoje temos a possibilidade de encontrar exemplares de livros antigos digitalizados, o que permitiu que explorássemos muito antes de decidir cada história.”, explicou ela.

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“Após pesquisar todos os livros com uma temática, (digamos, contos nórdicos, que envolvem Dinamarca, Suécia, Noruega e outros países) repassamos a uma equipe de profissionais que fará uma avaliação completa, desde o enredo até quais criaturas originárias destes países podemos explorar em cada livro. Esses livros estão em inglês, dinamarquês, russo e diversos outros idiomas, e para isso contamos com tradutores profissionais para ajudar na leitura e avaliação. Encontrar os contos não é tão difícil, mas escolher é sempre uma grande responsabilidade!”, detalhou Marina.

Como de costume, a Literatura, dentre suas funções, sempre será importante para distrair-nos da realidade.

“Desde que os livros começaram a ser impressos em massa, em 1450, passamos por guerras, fomes, pestes e outras tragédias – mas também por tempos de paz e abundância. Os livros permaneceram mesmo após tanto tempo. Com eles, vivemos uma outra vida – nem sempre para fugir da realidade, mas às vezes para aprender a conviver com ela e com tantas outras próximas experiências que podem acontecer. Principalmente as boas! Nós, pessoalmente, adoramos finais felizes!”, Marina Avila, fundadora da Editora Wish.

Mesmo tendo passado por revoluções tecnológicas, globalização e atingido uma certa concepção de progresso, os contos de fadas ainda são essenciais no século 21.

“Acredito que eles sejam eternos, embora hoje não precisemos ter medo de lobos. Ao mesmo tempo, ainda é muito importante ensinar a uma criança que não se deve cair na lábia de estranhos. Outros contos não envelheceram tão bem quanto Chapeuzinho Vermelho e suas morais são ultrapassadas. Hoje temos a heroína Mulan, Elsa, Merida e outras mulheres fortes que ajudam a guiar – ainda mais – o caminho das meninas. Os contos fazem parte do nosso passado e são uma forma de revisitar uma época mais sombria – e em alguns casos, mais delicada que a de hoje – mas nem sempre trazem um ensinamento que deva ser seguido.”, finaliza Marina.


Para conferir os títulos exclusivos da Editora Wish clique aqui.

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Comportamento

Afinal, o que é Clubhouse? Saiba tudo sobre a rede social que é a febre do momento

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Clubhouse: saiba mais sobre a rede social que virou febre nos últimos dias
Rawpixel/Unsplash

A nova rede social Clubhouse, que é baseada em conversas em áudio, teve suas buscas aumentadas em 525%, segundo o Google. Por enquanto, o aplicativo – que chamou atenção até de Elon Musk, homem mais rico do mundo, e Oprah Winfrey – é exclusivo para sistemas iOS do iPhone e limitado para pessoas com convite.

O app foi criado por Rohan Seth, ex-funcionário do Google, e por Paul Davidson, empresário do Vale do Silício, em março de 2020, mas o uso só se tornou relevante no início deste ano. Os criadores descrevem que o app é um “novo tipo de produto social baseado na voz, permitindo que pessoas em todos os lugares falem, contem histórias, desenvolvam ideias e criem amizades ao redor do mundo”. Você pode ainda não conhecer, mas no mundo das startups, ele já vale US$ 1 bilhão (aproximadamente R$5,5 bilhões).

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Porém, enquanto na China o app está causando polêmica por abrir espaço para discussões raramente debatidos na internet chinesa, no resto do mundo e, principalmente no Brasil, a rede social é uma febre.

afinal, como o Clubhouse funciona?

O funcionamento do aplicativo é bem simples: você abre, ou entra em um grupo, e convida alguém para falar com você, ou escuta um bate-papo já em andamento. Os grupos sempre possuem um moderador, que é quem define quem fala e quem escuta. A diversas salas de conversa geralmente possuem duração predeterminada e, o grande diferencial é que não há fotos, textos ou vídeos, a não ser as imagens do perfil de cada um dos usuários.

Os “clubs” – como são chamadas as salas de vídeo – são, na grande maioria, dividas por temas. Mas também é possível criar um espaço livre e apenas chamar seus amigos para conversar e se distrair. Vale ressaltar que, em maiores salas, sempre possui um moderador que está controlando o bate-papo e, em alguns momentos, é possível pedir para falar (abrir seu microfone) ao clicar em um emoji de “mão levantada”. Dependendo das configurações, também é possível um espaço em que todos possam falar sem a autorização do moderador.

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Até o momento, o limite de ouvintes simultâneos em uma só sala é de 5 mil e não existe a opção de gravar as conversas para ouvi-las previamente. Elas também não ficam salvas dentro do armazenamento da plataforma – com exceção de quando um usuário relata algum abuso dos termos de uso, segundo o app.

Esse aspecto acima é bem interessante, já que por mais que a rede social use mecanismos antigos como grupo e voz , o fato dos conteúdos não ficarem salvos é realmente bem diferente do que os outros apps do mercado como Twitter, Facebook, WhatsApp, LinkedIn, TikTok e Instagram.

para que serve?

Os tipos de uso são bastante diversos. Basicamente, os principais deles podem ser: reunir pessoas para refletir sobre um assunto interessante, como uma palestra; juntar um grupo de amigos para fazerem coisas juntos e irem comentando; e, até mesmo, servir como uma ferramenta útil para esse padrão de aulas à distância que vivemos atualmente.

como assim precisa ser convidado?

Diferentemente das outras redes, por enquanto, para que você tenha uma conta dentro do Clubhouse você precisa de um convite, ou então, você se cadastra e precisa que algum amigo/contato seu – que já esteja dentro da rede – te aceite. E, como no momento a rede não é acessível para todos, esse ambiente de escassez gera e aumenta ainda mais o interesse das pessoas. Apesar da exclusividade para a Apple, os desenvolvedores já afirmaram que iriam começar a trabalhar em uma versão para Android.

 outros questionamentos sobre o Clubhouse

Para esclarecer mais dúvidas acerca do novo aplicativo, a todateen conversou com Arthur Igreja, especialista em Tecnologia e Inovação.

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Na sua opinião, porque o Clubhouse está ganhando tanta visibilidade?

O Clubhouse está ganhando muita visibilidade por uma série de fatores. Antes de tudo, esse hype do momento, pois todo mundo já ouviu falar sobre o que é Clubhouse, mas não necessariamente sabe como funciona. Isso se deve ao acesso exclusivo através de convites. Então, alguns já estão participando, o que aumenta ainda mais a curiosidade de quem ainda não faz parte. O aplicativo está disponível apenas para o sistema iOS, o que restringe o público, já que só usuário de iPhone consegue fazer o download. Sobretudo, o acesso, a interação desse conteúdo muito dinâmico produzido em tempo real por grandes empreendedores e celebridades como Opray, Drake e Elon Musk, que depois que passou a fazer parte do Clubhouse alavancou fortemente a entrada de novos participantes no Vale do Silício e no mundo todo. Então, somando tudo isso, Clubhouse é a bola da vez.

Afinal, a plataforma é segura?

A plataforma é bastante jovem, foi criada no ano passado, não completou nem um ano de vida e, até agora, não tem nenhum escândalo de segurança, o que não quer dizer que ela seja segura. É normal que esse tipo de falha comece a aparecer, justamente, com o crescimento do número de usuários. Um outro ingrediente é o perfil dos participantes, já que se sabe que muitos empreendedores e celebridades estão lá, certamente os golpistas voltarão os seus olhares para o Clubhouse. Não seria nada surpreendente se nas próximas semanas ou meses começássemos a ver as primeiras falhas de segurança no Clubhouse.

Na sua opinião qual é o diferencial e o atrativo que está fazendo as pessoas se interessarem pelo app?

O diferencial é a produção de conteúdo através de áudio. Ao contrário do texto, como é o caso do Twitter mesmo que o mínimo seja 140 ou 280 caracteres, estamos falando de algo mais intimista e próximo, onde o usuário recebe em tempo real o áudio produzido por alguém que é muito relevante. Então, esse senso de frescor é muito importante e vem na onda dos podcasts, além da possibilidade de entrar em salas de debates com temas e participantes que são icônicos. Sendo assim, o somatório desses elementos é o que torna o aplicativo diferente dos demais.

A limitação de acesso é uma garantia de qualidade?

A limitação de acesso não é uma garantia de qualidade, afinal de contas seria muita presunção afirmar que quem está dentro do Clubhouse tem mais qualidade do que quem está fora. Além disso, esse tipo de sistema não é novo, foi assim que o Facebook e o Orkut foram lançados e tantas outras redes. Muitas vezes têm a ver com estratégia de lançamento justamente para criar escassez ou com questões de escalabilidade, onde o sistema vai sendo preparado para uma grande massa de usuários ao longo do tempo. Porém, é natural que essa identidade inicial se perca, pois, afinal de contas, uma pessoa convida uma, que chama outra, e assim perde-se a característica que aproximava os participantes no começo. Ou seja, é um efeito muito temporário do início de uma plataforma.

Você acha que esse aplicativo pode conseguir o famoso “hype” agora e eventualmente ser esquecido ou acha que ele veio pra ficar?

É impossível saber se vai se tornar o novo Instagram ou Facebook, ou se daqui a seis meses não estaremos mais falando de Clubhouse. E depende muito da dinâmica comportamental dos usuários, se eles vão sentir esse valor gerado de forma sustentável, e se ela vai conseguir tornar o aplicativo cada vez mais interessante em evolução, pois, afinal de contas, nenhum aplicativo é estático ao longo do tempo.

Até o momento não existe moderação de conteúdo, quais os perigos disso? (pensando na cultura do cancelamento e nos discurso de ódio)

A falta de moderação – que é inclusive desejada por muitos – vem acompanhada de riscos como a disseminação de discursos de ódio, de preconceitos, de incitar a violência, tudo aquilo que foi vivido de forma tão aguda nos últimos meses. Até por isso que já estamos vendo algumas mobilizações como foi o caso do banimento do aplicativo na China, já que sem moderação, muitos chineses estavam conseguindo debater assuntos extremamente polêmicos e que, possivelmente, não interessavam ao partido.

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Cinema e TV

Retrospectiva Netflix: o que o Brasil assistiu em 2020?

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Retrospectiva Netflix: o que o Brasil assistiu em 2020?
Rawpixel

O fim do ano já tá batendo na nossa porta e, para dizer o mínimo, 2020 foi mesmo um ano bem atípico. E isso também se reflete nos títulos mais assistidos pelos brasileiros nos serviços de streaming.

A lista dos O Que Assistimos em 2020, da Netflix, revela que tivemos ~literalmente~ de tudo: das sensações mais diversas, buscamos entretenimento que nos fizeram rir, chorar e, até mesmo, sentir medo.

+ Estes foram os filmes mais procurados do Disney+ na primeira semana

Vem conferir quais foram as principais escolhas dos assinantes da plataforma!

nós escapamos

É impossível que você não tenha assistido pelo menos um reality show nessa quarentena. Procuramos todos os tipos de realidade diferentes da nossa na Netflix e Brincando com Fogo, Jogo da Lava, Casamento às Cegas e The Circle Brasil foram os reality shows mais populares entre os brasileiros.

Nessa fuga, os assinantes também correram atrás de fortes emoções e muita adrenalina com Resgate, Power, The Old Guard, La Casa de Papel e a tensão da série Bom Dia, Verônica, para dar um pouco mais de emoção para esse 2020 já imprevisível.

nós ~viajamos~

Saudades de viajar, né, minha filha? Por meio de filmes e séries, os brasileiros se espalharam ainda mais pelos quatro cantos do mundo sem sair do sofá. Mesmo com os zumbis assustadores de #Alive, as produções coreanas bateram recorde de audiência no país se comparado ao ano passado.

Para não tirar o pé da ação, O Último Guardião nos deixou ainda mais apaixonados por conteúdo turco no Brasil. México foi outro dos nossos destinos favoritos, com o thriller Desejo Sombrio seduzindo os assinantes por 51 dias no Top 10 do Brasil. E o mundo aderiu ao #ComeToBrazil com Modo Aviãoo filme brasileiro protagonizado por Larissa Manoela chegou ao Top 10 de 70 países ao redor do mundo.

nós choramos

Em abril, as buscas por “filmes tristes” aumentaram quando O Milagre na Cela 7 foi lançado e ficou 23 dias no Top 10 do Brasil.

Além do filme, Se Algo Acontecer… Te Amo e Por Lugares Incríveis foram algumas das produções mais escolhidas pelos brasileiros no ano, responsáveis pelo consumo em larga escala dos lencinhos de papel.

nós soltamos nossa imaginação

Combatendo inimigos com espadas ou abrindo portas mágicas, os brasileiros curtiram conteúdos de fantasia mais do que nunca. Locke & Key e Carta ao Rei foram alguns dos títulos mais populares do gênero este ano.

Nós também assistimos a quase o dobro de anime em comparação com o ano passado: Pokémon: Mewtwo Contra-Ataca – Evolução, One Piece, The Seven Deadly Sins: A Ira Imperial dos Deuses e O Sangue de Zeus foram os favoritos.

nós comemos (e muito)

Em tempos de quarentena e pães caseiros, os aspirantes a cozinheiros buscaram inspiração!

Eles procuraram por termos como “cozinha”, “receitas”, “chef” e “comida” durante todo o mês de março, e séries como Sugar Rush, Mandou Bem e Crazy Delicious atenderam à demanda.

nós amamos o amor

Dates virtuais? Tivemos!

Assistimos ao dobro de romances neste ano do que em 2019 – A Barraca do Beijo 2, Para Todos os Garotos: P.S. Ainda Amo Você, Amor Garantido e o filme original brasileiro Ricos de Amor foram os mais populares.

e priorizamos a família

Em 2020, a saudade dos nossos queridos bateu mais do que nunca, e por isso tentamos preencher o vazio com histórias familiares complexas (e ficcionais).

A Caminho da Lua, Os Irmãos Willoughby e Enola Holmes estiveram entre as produções do gênero mais populares deste ano – e nos prepararam da melhor maneira para sonhar que vai ficar Tudo Bem no Natal que Vem, com o filme original brasileiro que encerra o ano com mais festa e diversão.

Qual foi seu filme favorito deste ano, mana?

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