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Moda

Motivos para você adotar o corte long bob já!

As famosas adoram esse corte!

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Motivos para você adotar o corte long bob já!

Com as altas temperaturas, nada mais comum do que querer trocar o corte de cabelo para conseguir lidar com as temperaturas altas. E o queridinho da vez é o corte long bob, um corte mais curto para quem não quer ousar tanto e desapegar de vez dos fios longos, mas também cansou da aparência com os cabelos compridos. A gente te dá alguns motivos para você cortar já!

Motivos para você adotar o corte long bob já:

Agora você já pode marcar um horário com seu cabeleireiro para mudar o visual, né?!

Comportamento

Reciclar para reinventar: projeto de reciclagem ressignifica roupas de baixo sem uso

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Reciclar para reinventar: projeto de reciclagem ressignifica roupas de baixo sem uso

Você sabe o que fazer com aquela calcinha ou sutiã sem uso? Por conta de estarem velhas ou danificadas de alguma forma, as roupas de baixo geralmente são as primeiras peças jogadas no lixo durante a famosa organização do guarda-roupa. Contudo, o fato desses itens terem perdido sentido para você, não significa que eles também perderam propósito no mundo.

Buscando agregar valor no que antes seria lixo, o projeto de reciclagem “Reciclar para reinventar”, da marca Leninha, recolhe descartes de calcinhas, cuecas e sutiãs sem uso e os transforma em recheio de almofada. Maria Antonia Paschoal, jornalista e co-fundadora da marca de roupas de baixo, explica que a iniciativa nasceu do incômodo de colocar “mais peças no mundo e não existir uma solução para elas ao final da vida útil de calcinhas e sutiãs”.

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A princípio, Maria conta que a ideia era encontrar alguma parceria para reciclar as peças, tendo a marca apenas como um ponto de coleta. Foi apenas depois de muita pesquisa com o co-fundador e sócio da marca, Miguel Aidar, que foi possível chegar ao formato atual do projeto.

“Descobrimos que não existe no mundo alguma iniciativa de reciclagem dessas peças que cuide do descarte do começo ao fim. A maioria das iniciativas, repassa esses descartes para lugares especializados em reciclagem que transformam as peças em matéria prima para outras indústrias (como para revestimento de carros ou revestimentos acústicos) ou doam essas peças”, comenta a jornalista.

Assim, o projeto leva em conta toda a cadeia do descarte, do início ao fim do processo. Para a idealização de cada etapa, Maria Antonia pontua os obstáculos em lidar com a reciclagem com roupas de baixo: “A grande dificuldade de reciclar calcinhas, cuecas e sutiãs é que são tecidos muito pequenos compostos por muitos materiais misturados, o que impossibilita que esse descarte volte a ser um tecido novamente, como é o caso de tecidos 100% por algodão, por exemplo”.

“Outra premissa importante que consideramos é que o resultado dessa reciclagem deveria agregar valor ao que antes seria lixo. Para gente, não faria sentido chegar a um resultado que tivesse igual ou menor valor aos descartes”

Depois da higienização em uma lavanderia especializada em lavagem de material hospitalar, os descartes são transformados em recheio de almofada. A jornalista explica que a ideia surgiu de uma inspiração que teve em pessoas que já faziam o mesmo com pedaços de tecidos sem uso:

“Fizemos alguns testes e o resultado que tivemos nos deixou bastante satisfeitos: a almofada fica mais durinha, remetendo à um futon e, além disso, substituímos a espuma de poliuretano que é extremamente poluente e ainda é muito utilizada como enchimento de travesseiros e almofadas”.

Além de ressignificar as roupas de baixo pela reciclagem, a inciativa da Leninha ainda fomenta outros núcleos econômicos. Os detalhes das almofadas foram pensados junto ao coletivo de costureiras Flor de Cabruêra, que incentiva a sustentabilidade por meio do upcycling. “Elas desenvolvem bolsas, mochilas, sacolas a partir de banners e outros materiais que iriam para o lixo. Dentro do nosso projeto, elas são as responsáveis por cortar e costurar nossas almofadas”, explica Maria.

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Por fim, cada almofada ainda carrega bordado feito pelas mães do ACTC – Casa do Coração, Associação de Assistência à Criança e ao Adolescente Cardíacos e aos Transplantados do Coração.

A fundação existe há mais de 25 anos e atende crianças e adolescentes que apresentam quadro clínico de cardiopatia grave, oferecendo hospedagem, alimentação e atendimento interdisciplinar para pacientes não residentes na cidade de São Paulo, beneficiárias do Sistema Único de Saúde, em tratamento nos principais centros médicos que atendam alta complexidade. Dentro da Casa foi criado o projeto Maria Maria, que proporciona às mães que estão acompanhando o tratamento dos seus filhos vivências com o bordado e outras formas de artesanato. Para elas, o bordado é uma forma de traçar novas perspectivas, além de ajudar em suas despesas em São Paulo, uma vez que estes bordados são vendidos”, compartilha.  

“Assim, nossas almofadas carregam um pouco da história de cada uma dessas mulheres que participam desse processo e, o que antes seria lixo, transforma-se em um novo objeto recheado de valor e significado”

Com mais de um ano de existência, o projeto já recolheu 2500 peças – sendo que, no mesmo espaço de tempo, a marca produziu cerca de 4000 peças.

“Nosso projeto de reciclagem ajuda a mitigar os impactos da nossa produção. As almofadas estão sendo produzidas e serão vendidas em nossa loja e todo o lucro será reinvestido no projeto […] A nossa ideia é que reciclagem faça parte do nosso negócio, então, enquanto existirmos, reciclaremos roupas de baixo em qualquer estado de conservação”, comenta Maria.

como participar

Por conta da pandemia, a caixa postal foi a forma mais segura encontrada pela marca para recolher os descartes. Dessa forma, caso você tenha interesse em participar do projeto de reciclagem, a Leninha está recebendo peças de todo o Brasil atualmente.

Confira abaixo todas as informações para o envio:

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quem é a leninha? 

“Leninha é o apelido da minha avó e, desde pequena, acompanho seu desfile de camisolas nas noites de férias no Rio de Janeiro. A minha avó animada, moderna e com camisolas incríveis é a inspiração da marca. A Leninha nasceu quando eu e meu sócio nos juntamos para cortar e costurar mais de 600 calcinhas. A partir daí, elaboramos o conceito, passamos a produzir mais peças e entender cada vez mais as necessidades do mercado de roupas de baixo. Queremos que as mulheres usem roupa de baixo assim como a minha avó: para elas mesmas. Hoje, produzimos todas as nossas peças em seis tamanhos, vestindo com conforto mulheres do 36 ao 54, sem aro e nem bojo”, explica Maria Antonia. 

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Entretenimento

Figurinista de “Emily Em Paris” comenta inspiração nos looks de “Sex In The City”

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Figurinista de "Emily Em Paris" comenta inspiração nos looks de "Sex In The City"
Divulgação / Netflix

Para quem é fã de comédia romântica e acha que um filme só é pouca coisa, a Netflix tem a solução: Emily in ParisDo mesmo criador de “Sex and the City”, a nova série da plataforma traz Lily Collins como principal e promete ser todos os clichês que a gente ama: a mocinha trabalhadora passando por perrengues em Paris, e é claro, looks dignos de inspiração para fashionistas no mundo todo.

Com data de estreia marcada para 2 de outubro, o seriado conta com Patricia Field nos figurinos, a mesma responsável por montar o visual de Carrie Bradshaw. Para a Field, Emily é de certa forma uma homenagem ao legado construído por Carrie, inspiração que vem principalmente de uma peça específica: “A saia de tule preto de Emily no episódio 102 é uma homenagem à saia de tule de Carrie no final da série Sex and the City”, disse a figurinista em um comunicado à imprensa.

“Em relação ao estilo de Emily como um todo, um aspecto importante foi como ela se desenvolveu a partir de uma garota americana de Chicago e ganhou pontos com o chique francês. Para mim, um dos looks mais divertidos foi um vestido patchwork de uma artista que represento em Nova York, na minha galeria ARTFashion, de nome Dope Tavio. Dope Tavio é original e grande ao mesmo tempo. Eu literalmente reconstruí o vestido grande demais para caber na pequena Lily e combinei com uma jaqueta Chanel”, disse Field em entrevista exclusiva para a Popsugar.

Na entrevista, a designer também comentou o fato de que agora a personagem está na “capital da moda”:” Estava animada para visitar Chanel em Paris com base no meu sucesso com Chanel em ‘O Diabo Veste Prada'”. 

“Além de Emily, todos os atores do show eram franceses ou asiáticos. Felizmente, eu tinha uma estilista parisiense maravilhosa e experiente com quem trabalhei, chamada Marilyn Fitoussi, que preencheu as lacunas em francês quando elas ocorreram. Porém, minha principal inspiração foi um americano em Paris, como o filme. Em minha mente, sempre romantizei a paixão americana pela moda em Paris”, completa a figurinista.

Estamos animadas para “Emily Em Paris”, e você?

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Comportamento

Representatividade Transgênera: conheça a modelo Alexia Dutra

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Representatividade Transgênera na Moda: conheça Alexia Dutra, modelo de 18 anos
Nanda Tavares/Montagem

Em um mercado como o da moda, que é pouco representativo em diversos aspectos, é extremamente importante existirem personalidades que desestruturem e revolucionem o status-quo.

Neste cenário está Alexia Dutra, modelo transgênera de 18 anos de idade, natural de Cuiabá (MT), que é a nova aposta da Joy Models –  agência que já revelou grandes nomes como Lais Ribeiro, a única Angel brasileira da Victoria’s Secret.

Em entrevista exclusiva para a todateen, Alexia fala sobre sua trajetória como mulher trans e suas aspirações.

Confira!

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onde tudo começou

Desde muito nova, Alexia sempre foi apaixonada pelo universo da moda. “Ela sempre me inspirou e a criatividade que está por trás de todo o processo é algo que sempre me interessou.”, conta a modelo, que decidiu aos 17 anos que realmente gostaria de seguir carreira nesse mercado.

A jovem ainda ressalta a importância da moda no processo de se descobrir uma mulher transgênera. “Foi fundamental na minha transição, porque foi através dela que eu pude me sentir como a mulher que eu sempre fui. Para mim, a moda é um instrumento de autoconhecimento. Pode ajudá-la a descobrir a si mesma e a explorar o que está na essência de cada pessoa.”, afirma ela.

Quando Alexia pensa em modelar, é justamente o fator da autenticidade e a da liberdade de se ser o que é, que mais a impulsiona. “É uma profissão que te faz desabrochar e passar por um processo de autoconhecimento.”, compartilha, falando sobre como é importante conseguir transmitir para o público um pouco de suas singularidades.

a importância das referências

Inspirada por nomes como Valentina Sampaio, Adriana Lima, e Bella Hadid, Alexia reflete sobre a importância da sociedade apoiar e divulgar cada vez mais modelos transgêneros. “A inserção de pessoas trans no mercado da moda é extremamente importante, porque é através dessa inclusão que a comunidade trans acaba ganhando mais visibilidade e voz.”, conta ela. “É uma forma de conquistarmos novos espaços e podermos lutar por representatividade nos mais diversos mercados de trabalho.”.

Além disso, quando existem referências, o processo de valorização se intensifica, servindo, até mesmo de inspiração. “A partir do momento em que uma pessoa se identifica com outra, ela percebe que não está sozinha.”, completa.

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desafios

Mesmo que já existam instituições buscando se conscientizar, aprendendo trazer o holofote para certas minorias, o preconceito ainda é um dos maiores obstáculos. “Apesar de estarmos em um momento onde pessoas trans estão ganhando mais visibilidade, o mercado em si é formado por pessoas dos mais variados tipos, desde as mais abertas às mudanças e à inclusão, até as mais conservadoras.”, reflete a modelo, que está bastante inspirada com o início de sua trajetória. “Estou começando com bastante apoio da equipe, e espero que estes sejam os primeiros passos da carreira que sempre sonhei.”.

Seja em editorias de moda ou em desfiles, Alexia tem muita determinação para correr atrás de seus objetivos. “Meu próximo plano é poder conquistar o mercado internacional e um dia chegar ao Victoria’s Secret Fashion Show.”, revela.

Arrasou, Alexia!

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