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“O Clube Das Babás”: 6 motivos para assistir à nova série teen da Netflix

"O Clube Das Babás": 6 motivos para assistir à nova série teen da Netflix
"O Clube Das Babás": 6 motivos para assistir à nova série teen da Netflix

Procurando uma nova série para maratonar? O Clube das Babás é a nova produção Netflix que estreou neste mês de julho. O seriado acompanha as pré-adolescentes Kristy (Sophie Grace), Mary-Anne (Malia Baker), Claudia (Momona Tamada), Stacey (Shay Rudolph) e Dawn (Xochitl Gomez). Juntas, as colegas de escola se tornam grandes amigas empreendedoras de um serviço de babás.

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A série é inspirada no filme de mesmo nome que fez sucesso nos cinemas norte-americanos em 1995. Originalmente formado por sete meninas, o grupo enfrentava os primeiros dilemas da adolescência enquanto se encarregavam de cuidar de crianças em uma creche improvisada no quintal de casa. Reparou que o clube representado pela Netflix ainda tem mais duas vagas? Para descobrir mais sobre o assunto, recomendamos que todos maratonem até o final.

Falando em maratona, a equipe da todateen já assistiu ao Clube das Babás e torce para uma segunda temporada ser confirmada, afinal, nunca uma produção Netflix foi tão assertiva ao retratar o universo pré-adolescente. Separamos os principais pontos que fazem este clube se destacar entre tantas séries teen, e no final da matéria, você também vai virar fã destas garotas

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Idade e representatividade importam

É comum que um elenco mais velho seja escalado para papéis de high school. Em “Riverdale“, por exemplo, Cole Sprouse se passa por Jughead no fim da graduação aos 19, mas na verdade o ator possui 27 anos. “Eu Nunca” conquistou o público porque a protagonista, Maitreyi Ramakrishnan, possui idade compatível com sua personagem de 16 anos, mas o crush dela, Darren Barnet (Paxton), é interpretado por um ator de 29 anos.

Na pré-adolescência começamos a buscar o nosso lugar no mundo, e a representatividade é bem importante neste momento porque muitas vezes recorremos a modelos. Quer situação mais frustrante do que a de ter como referência alguém que já possui um corpo de quem está entrando na fase dos 30 anos? Deixar para lá os padrões e amar a você mesmo é essencial nesta fase, mas quem nunca se comparou aos astros que teoricamente representam a sua fase de vida?

O “Clube das Babás” se destaca por dar às garotas de 11 – 13 anos atrizes que de fato correspondem à esta faixa etária. O alívio de se ver representado pela série não para por aí! A cidade de Stoneybrook conta com uma convivência respeitosa entre todos, sem dar espaço para racismo estrutural, homofobia ou preconceito em relação à população descendente de imigrantes latinos.

Relação familiar e amadurecimento

Apesar de a trama se apresentar como um clube de garotas empenhadas em cuidar de crianças para ganhar um dinheiro extra, o tema central da narrativa acaba sendo a jornada de amadurecimento de cada uma das meninas, e como suas relações familiares estão diretamente conectadas à elas.

Cada episódio possui a narração sob o ponto de vista de um membro do clube, e assim descobrimos mais sobre a complexidade familiar, como pais separados, ausência materna ou paterna, cobranças, valorização de aptidões, construção de um amor próprio e muito mais.

Ativismo

A conscientização de classe e luta por direitos iguais é o grand finale da narrativa, mostrando que apesar de construir um universo ideal de crescimento, o roteiro do clube não quer deixar de tratar de questões que nos fazem sair da bolha e lutar por um mundo melhor.

Transsexualidade

A série surpreende ao mesclar a jornada da integrante que está em constante busca de sua identidade, Mary-Anne, com uma criança em seu trabalho de babá que se revela transsexual na narrativa. Este é um dos episódios mais sensíveis e bem construídos da temporada, já que traz ao público pré-adolescente um retrato didático e respeitoso que é difícil de ser encontrado nas produções teen.

Menstruação não é tabu

Apesar de se mostrar como um detalhe em um dos episódios, a primeira menstruação de uma integrante do clube revela como o feminismo é a base do roteiro. Sem ser tratado como tabu, o ciclo menstrual é abordado com normalidade e sem vergonha de se falar sobre o assunto. Afinal, é assim que tem que ser!

“Patricinhas de Beverly Hills” e “Queer Eye”

Não era necessário fazer mais nenhum convite à maratona de “O Clube Das Babás”, mas achamos que a informação sobre estas referências são importantes de se mencionar. Um dos episódios é a preparação de um grande makeover digno de “Queer Eye”, e até a música tema deste seriado toca ao fundo para animar os fãs.

Outra surpresa está na escolha da atriz para encarar a feminista mãe de Kristy: Alicia Silverstone, mais conhecida por interpretar a icônica Cher em “Clueless“, filme dos anos 1990 que foi intitulado “Patricinhas de Beverly Hills” aqui no Brasil.

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