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Comportamento

Precisamos falar sobre o aborto: uma questão de saúde essencial à liberdade feminina

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De acordo com a Dra. Erika Kawano, ginecologista obstetra da Clínica Mantelli, no Brasil, o aborto só é autorizado em casos de estupro, risco de morte da mãe e feto com anencefalia.

Entretanto, na prática este direito acaba sendo negado para muitas mulheres, já que segundo os dados concedidos ao Huffpost Brasil pela Dra. Maria de Fátima Marinho, diretora do Departamento de Vigilância de Doenças e Agravos não Transmissíveis e Promoção da Saúde, entre 2011 e 2016, 4.262 adolescentes de 10 a 19 anos tiveram uma gestação resultante de estupro e o consequente nascimento do bebê.

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Recentemente, o país acompanhou o caso de uma garota de 10 anos que esperava a decisão judicial que lhe concedesse o direito ao aborto, após ser vítima de violência sexual do tio.

“O pedido de alvará para concessão de aborto, assim como todo processo Judicial, por si só já tem a sua demora. Mesmo com a decisão judicial, a criança foi levada a um Hospital que negou o procedimento pelo fato do feto passar de 500 gramas, ou seja estar entre a 20ª e a 22ª semana de gestação. E a vida da criança? Uma gestante de 10 anos? Não foi preservada e não foi prioridade! Ao meu entender, quando a menor entrou no hospital com dores abdominais e com risco de vida, como uma hemorragia interna, já deveria ter sido realizado o procedimento”, é o que diz a advogada Dra. Bruna Giannecchini, especializada em Direito de Família.

Apesar da demora em realizar o procedimento, e consequente sofrimento que este fator provavelmente lhe causou, o aborto desta garota foi concluído, mesmo que tenha passado pelo constrangimento de ter suas informações privadas vazadas e manifestações de grupos religiosos que zelam pela vida do feto. Entretanto, não é só este caso no Espírito Santo que revela o fato da vida da mulher ser colocada em segundo plano por diversas instituições nacionais.

Perseguida na idade média por ser considerada “bruxa”, a figura feminina não vê seu direito à igualdade perante a lei ser cumprido.

“Desde os primórdios é o homem que tem o poder sobre a mulher. O homem é o ser dominante. A legalização de uma medida pública que permite que a mulher tenha total controle de seu corpo, de maneira segura, mostra o quanto a sociedade machista ainda exerce poder sobre o que consideram o ‘sexo frágil'”, afirma Ivy Oliveira, fotógrafa que desenvolve trabalhos voltados para o empoderamento do corpo e da liberdade sexual feminina.

“O Estado é laico e por esse motivo não pode ter sua normatização baseada em dogmas religiosos. Fato é que, no caso de liberação do aborto a influência religiosa ocorre. Historicamente a religião influencia no Estado, e em nosso país os legisladores inclusive se elegem com bandeiras religiosas”, completa a Dra. Giannecchini.

A Pesquisa Nacional do Aborto, desenvolvida pelo Instituto de Bioética, Direitos Humanos e Gênero (Anis), revela que em 2015 uma em cada cinco mulheres até os 40 anos já abortaram no país. As mulheres que abortam são, em geral, casadas, já têm filhos e 88% delas se declaram católicas, evangélicas, protestantes ou espíritas. A cada dois dias, uma mulher morre vítima de aborto inseguro no Brasil. Todos os anos, ocorrem 1 milhão de abortos clandestinos.

“Todo mundo sabe, todo mundo já ouviu falar e tem um caso para contar sobre um abortamento ilegal. Todos sabem qual é o remédio mais usado ou conhece uma clínica, médico que realiza o procedimento. Isso continua acontecendo todos os dias e é uma das principais causas da morte materna e consequências como infecções genitais e generalizadas. Nós como médicos, independente da crença religiosa, a gente acredita que a descriminalização geral do aborto poderia favorecer a saúde feminina, por diminuir essas complicações de abortos clandestinos”, declara a Dra. Beatriz Barbosa, ginecologista e obstreta especializada em parto humanizado e assistência integral à saúde da mulher pela clínica Clínica Mantelli.

Uma pesquisa da Organização Mundial da Saúde e do Instituto Guttmacher (EUA), publicada em 2016, demonstrou que nos países em que o aborto é proibido o número de procedimentos não é menor do que em lugares onde é legalizado. Em 2007, Portugal autorizou o aborto até as 10 semanas de gestação. Dez anos depois, pesquisa da ONG Associação para o Planejamento da Família mostra que o número de abortos caiu e as mortes decorrentes da prática são quase nulas. Na década de 1970, eram 100 mil abortos, sendo que 2% deles resultavam em morte, enquanto dados de 2008 mostram que o país registrou 18 mil abortos e, hoje, este número está em queda constante.

“O aborto acontece e sempre aconteceu nas escuras, mesmo proibido. A diferença é que existe um desequilíbrio social onde mulheres ricas que possuem recursos para abortar com segurança. Mulheres pobres morrem em clínicas clandestinas ou com métodos improváveis e prejudiciais à saúde. O feminismo luta pela vida das mulheres e o aborto legal é uma questão de saúde pública”, pontua Oliveira.

Carolina Freitas é mestre em psicologia, psicopedagoga, sexóloga, especialista em educação sexual, terapeuta sexual, psicóloga do “Sexo sem Dúvida”, idealizadora e coordenadora do “Programa Florescer – Gênero e Sexualidade”. Para ela, as motivações de um aborto variam, mas acabam sendo na maioria das vezes explicadas pela rejeição da gravidez em si, que pode ter acontecido sem planejamento ou até mesmo em uma situação de violência sexual, bem como pela falta de apoio da parceria.

Diante da necessidade de abortar sem a autorização legal, as mulheres buscam clínicas clandestinas. A Dra. Kawano complementa dizendo que estes estabelecimentos não apresentam segurança adequada, colocado a vida da mulher em risco:

“Por conta de infecções – principalmente pela falta de higiene necessária – hemorragias, muitas vezes após a perfuração do útero ou machucados na vagina, sem contar o efeito psicológico, devido à não aceitação do procedimento na sociedade, e o mais grave de todos, o óbito. A descriminalização não isenta que o procedimento, mesmo que legal, tenha riscos, mas diminuiria muito essa estatística de morte e complicações maternas, físicas e psicológicas”.

“Muitas mulheres entram em depressão, passam a apresentar crises recorrentes de ansiedade, dificuldades emocionais em lidar com a gestação, puerpério adoecido, futuras dificuldades sexuais”, pontua a Dra. Freitas sobre as consequências psíquicas. “A criminalização do aborto tira a autonomia da mulher diante do seu corpo e de suas escolhas. Além de prejudicar o direito da mulher à liberdade, esta é uma violação dos direitos fundamentais, já que a mulher deveria estar protegida pelo princípio da dignidade humana, igualdade de gênero, direitos sexuais e reprodutivos”, conclui a psicóloga.

Nota todateen: Caso você, leitora, seja vítima de violência sexual e se veja diante da escolha de realizar o aborto, seu direito ao procedimento deve ser garantido pelo governo. “Busque atendimento imediato pelo SUS para receber amparo médico, psicológico e social, além de realizar procedimentos de profilaxia contra DSTs e ter acesso às informações sobre seus direitos legais, incluindo a interrupção da gestação. Se enquadrando nos requisitos para o chamado aborto legal, a vítima deve requerer ao Juízo um Alvará para a concessão do aborto”, reforça a Dra. Bruna Giannecchini.

Comportamento

Mulheres & Bruxaria: rituais mágicos para trabalhar sua feminilidade

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Mulheres & Bruxaria: 4 rituais para trabalhar sua feminilidade
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Dia 31 de outubro é comemorado o Halloween ou, no Brasil, o famoso Dia das Bruxas. Nesta época do ano, costumamos ver diversas representações de bruxas, chapéus característicos e símbolos que remetem à magia. E você já percebeu que as mulheres estão sempre sendo relacionadas à bruxaria? Isso não é uma coincidência.

De acordo com a astróloga Virginia Gaia, a associação do feminino com a ideia de magia e de bruxaria é muito antiga, anterior até mesmo aos tempos medievais, sendo o fato das mulheres poderem conceber filhos um dos principais motivos para o surgimento deste pensamento.  “Não se entendia muito bem os mecanismos de reprodução”, começa ela, explicando que foi nesse momento que a civilização percebeu a necessidade de que os homens também tinham um papel importante na hora de gerar crianças.

“Quando começamos a ter uma expansão a migração e o início da civilização, é que passamos a ter essa mentalidade da figura masculina de invadir outros espaços e dominar outras culturas. Aí passamos a ter um maior peso do masculino.”, conta. “Por conta da questão da força física [por causa das guerras], a mulher passa a ter um papel menor, embora ainda ligado à essa concepção mágica.”.

Outro aspecto reforçado pela Virginia é o histórico astrológico em que a mulher também está ligada. “Existe os ciclos de [aproximadamente] 28 dias, que é o ciclo menstrual e que também vemos no céu, com a lua. E aí temos essa associação imediata de magia, de algo ligado ao mistério.”, ressalta a bruxona.

Além disso, em diversas civilizações a questão do feminino e da sexualidade das mulheres sempre foram retratadas de maneiras muito estigmatizadas, sobretudo na Idade Média. “É nesse período surgem alguns boatos isso. Não tem fundamento. […] Porque que se associam muito a ideia do feminino e da magia algo negativo depreciativo.”, fala.

Virginia também explica um pouco do estereótipo das mulheres curandeiras. “Banhos de ervas e os remédios que eram remédios caseiros. Então é daí que vem a imagem do caldeirão. Porque tá na cozinha e é vista como algo mágico. E aí você tem essa coisa da imagem faz o estigmatizado do caldeirão.”, conta.

Dessa forma, estigmas e estereótipos sempre acabam se tornando negativas para o nosso papel social. Porém, a descoberta da nossa essência é extremamente importante. Pensando nisso, a Virginia preparou para a todateen quatro rituais mágicos imperdíveis para trabalharmos o nosso feminino.

Confira!

1) Acompanhar o calendário menstrual de acordo com as fases da Lua

A dica aqui é uma prática para ser realizada de maneira contínua. A lua tem um ciclo que dura, em média, 28 dias assim como o ciclo menstrual. Então, vale tomar nota dos dias quando vem a menstruação junto com a fase da Lua – Nova, Crescente, Cheia e Minguante – em que ela chega. Daí é só reparar como o cada corpo se relaciona com os ciclos lunares. Quando, por exemplo, a TPM acontece com a lua em fase Crescente ou Cheia, o inchaço e as alterações de humor costumam ser mais notáveis. Mas como cada corpo é um e nem todas as mulheres vão responder da mesma maneira, vale a pena reparar esse padrões e perceber que, conforme os ciclos vão se sucedendo, podemos sentir as alterações de fases da vida, com diferentes etapas do ciclo menstrual acontecendo em cada uma das fases da lua.

2) Seguir os ciclos da Lua para colocar planos e projetos em ação

Essa também é recomendação para a vida: seguir as fases da Lua – sempre que possível, é claro, pois sabemos que nem tudo pode ser assim e, se não puder, tudo bem também – para as ações diárias. Se a for possível acompanhar também o signo onde acontece cada uma e, consequentemente, a casa do Mapa Astral (ou área da vida) que está sendo ativada, melhor ainda!

Segue um resumo do que é ideal fazer em cada fase:

Nova: é a fase ideal para tudo que queremos dar uma “virada” na vida, mas sem pressa por resultado: iniciar projetos pessoais e profissionais, semear novos hábitos, repaginar o visual, firmar parcerias de longo prazo e assim por diante.

Crescente: ajuda a fortalecer atividades em curso e dar corpo ao que pode estar parecendo “fraco” e sem vida. Então, ela é boa para reforçar a dedicação ou dar uma injeção extra de energia em projetos pessoais ou profissionais, fazer investimentos, dar um passo a mais no status de um relacionamento, etc.

Cheia: é o ápice do ciclo lunar, então, é a mais passional das fases da Lua. A paixão fica exacerbada, assim como a tendência ao exagero. É a Lua indicada para fazer tudo que demanda bastante energia, investir nos programas mais românticos, fazer tudo aquilo que demandará maior carisma, exposição e brilho pessoal.

Minguante: excelente para depurar, eliminar excessos e aprimorar detalhes. Boa para a concentração, favorece o aprofundamento nos assuntos que demandam mais atenção e e dedicação. Também favorece tratamentos que pretendam eliminar coisas (depilação, drenagem, etc) e até que visem deixar a energia mais leve.

3) Tomar banhos com ervas aromáticas ou óleos essenciais, de acordo com as fases da Lua (seguindo as descrições acima)

Preparar a infusão é fácil: basta levar água ao fogo. Quando atingir o ponto de fervura, apagar o fogo, adicionando as ervas selecionadas ou uma colher de café de óleo essencial e, em seguida, tampar a panela. Deixar esfriar com a panela tampada até chegar a uma temperatura agradável para jogar no corpo. Após o banho habitual, jogar essa mistura do pescoço para baixo. Abaixo, estão indicações de algumas ervas e óleos essenciais que podem ser utilizadas por todo tipo de pessoa.

Nova: alecrim, para dar energia, ou margarida, para trazer alegria.

Crescente: camomila, para acalmar e atrair prosperidade, ou hortelã, para estimular a criatividade.

Cheia: rosas cor-de-rosa, para ativar a sedução, ou louro, para atrair sucesso.

Minguante: alfazema, para limpeza e proteção, ou rosas brancas, para trazer tranquilidade mental.

4) Consagrar uma imagem ou amuleto para representar a sua força feminina interior

É sempre bom ter algum objeto que sirva como ferramenta mágica e que seja consagrada para o feminino pessoal. Vale um amuleto em formato de concha (que estão universalmente relacionadas ao feminino), o símbolo do planeta Vênus, um pedaço do cristal conhecido como pedra da lua ou algo do gênero. Caso não queira levar junto ao corpo, pode-se também providenciar a imagem de uma deusa para ficar em casa, mas com a qual haja identificação. Daí é só acender uma vela prateada ao lado, em uma lua cheia, e mentalizar as propriedades mágicas daquele amuleto ou imagem, pedindo reconexão ao feminino.

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Cinema e TV

“Emily em Paris”: confira os looks mais estilosos da série

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"Emily em Paris": confira os looks mais estilosos da série
Rawpixel/Netflix

Emily em Paris, nova série da Netflix, é, sem dúvida, a nossa mais nossa obsessão. Não apenas pela história e personagens, mas também por todos os looks super fashionistas! Das combinações mais simples até as mais ousadas, fala sério: cada episódio parece mais um desfile de moda, né?

+ Teste: quem é você em Emily em Paris?

Arrasando nas estampas e nas tendências do momento – com inspirações em nossas icônicas Carrie Bradshaw, em Sex and the City, e na memorável Blair Waldorf, personagem de Gossip Girl – a todateen compilou pra você os melhores looks da série!

Confira!

#1

A boina vermelha, o xadrez característico e a bolsa estilosa da Chanel: você consegue pensar em uma combinação mais parisiense que essa?

#2

Mais uma boina, porque, afinal, Emily está em Paris, não é mesmo? Além disso, neste look vemos Lily Collins arrasar na sobreposição, usando embaixo um conjuntinho estampado mais sóbrio e por cima uma jaqueta, que também deixa à mostra uma peça rosa que ela também está usando.

#3

Sério, você já imaginou que um mini-dress com estampa de animal print ficaria legal junto de uma jaqueta com acabamento e cores de seria? Eu também não. No entanto, Emily arrasou no visual – ainda mais com esse lenço em volta do pescoço.

#4

Para quem já maratonou todos os episódios sabe o quanto essa cena é marcante. Mas… sem spoilers! O vestido tubinho branco tem a medida exata de ousadia e elegância que poderíamos super ver alguma famosa usando em um tapete vermelho, né?

#5

Se alguém me dissesse que Emily pegou este look emprestado de Carrie Bradshaw, de Sex and the City, eu não duvidaria. A jaqueta floral combinando com a mini saia é literalmente um sonho!

#6

Um pouco diferente da maioria dos looks que Emily usa, o maxi-dress amarelo todo esvoaçante deixou tudo mais chique. Com o cabelo solto um pouco ondulado, ela ainda colocou um cinto para marcar ainda mais a cintura. Além disso, é claro que a bolsa também super estaria combinando!

#7

Outro destaque dos outfits da Emily são os famosos bucket hats. Basicamente, em qualquer situação casual do dia a dia, ela consegue deixar tudo mais fashionista apenas ao adicionar um chapéu.

#8

Sabe quem consegue ficar deslumbrante usando apenas calças skinny preta, suéter e botas no estilo galochas? Isso mesmo, a Emily! Nessa combinação, ela permanece arrasando com um look simples, mas ainda assim impecável.

#9

Emily usou esse look irreverente no seu primeiro dia de trabalho. Gritando Blair Waldorf, de Gossip Girl, ela decidiu usar uma camisa de botão (com estampa da Torre Eiffel, claro) de uma forma super diferente, mostrando um cropped estiloso por baixo. Além da mini saia animal print, os sapatos Louboutin são um verdadeiro destaque. Arrasando no escritório: check!

#10

Por último, mas definitivamente não menos importante, temos o emblemático look da ópera. Arrasando com um vestido off-shoulder preto, sapatos estilo stilettos e um bocão vermelho, Emily está canalizando sua Audrey Hepburn interior. E o detalhe do penteado? De tirar o fôlego, isso sim.

Estilinhos estonteantes, né? Caso você ainda esteja em dúvida se quer ou não ver Emily em Paris, confira o vídeo abaixo onde te damos 5 motivos para assistir a série!

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Comportamento

Fantasias, mistérios e clássicos da leitura: 10 best-sellers para você garantir

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Está afim de se aventurar em novas histórias? Então não pode perder essa dica! Selecionamos 10 best-sellers da Amazon para você aproveitar. E tem de tudo: mistério, romance, ficção, clássicos da leitura e muito mais! Não vai perder a oportunidade de renovar a sua estante de livros, hein?

1. As Crônicas de Nárnia: https://amzn.to/2TaV1i5

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Durante a Segunda Guerra Mundial em Londres, os irmãos Lucy, Peter, Edmund e Susan vão passar um tempo em uma casa de campo, onde estarão seguros. Certo dia, acabam encontrando um guarda-roupas que os transportam para um mundo mágico chamado Nárnia. Lá, se juntam ao leão mágico, Aslan, na luta contra a Feiticeira Branca. Nessa edição especial, você encontra os sete livros em um único lugar.

2. Admirável Mundo Novo: https://amzn.to/3kgCFZ0

Reprodução/Amazon

Clássico moderno, o romance distópico mostra uma cidade futurista, onde as pessoas são programadas biologicamente em laboratório e adestradas para cumprirem seus papéis na sociedade. Seu maior objetivo é manter a ordem, mesmo que para isso todos passem por uma “lavagem cerebral”.

3. Contos de Fadas dos Irmãos Grinn: https://amzn.to/3dHX5Hz

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Reconhecidos mundialmente pelas suas histórias que deram origem à diversos contos de fadas, o livro reúne várias narrativas dos irmãos que foram inspiradas em histórias que escutavam de camponeses e amigos, em plena Alemanha no século XIX.

4. Se eu ficar: https://amzn.to/2T7YopR

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Depois de sofrer um terrível acidente na estrada, Mia acorda sem se lembrar de nada, mas encontra seu corpo em meio aos destroços do carro, ao lado dos pais e do irmão. A partir de então, assiste de longe o esforço dos médicos para salvarem sua vida, e precisa tomar uma decisão extremamente difícil: partir para sempre com a sua família ou voltar à vida.

5. Malala, a menina que queria ir para a escola: https://amzn.to/3lU4xCy

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Nesta versão infantil, super didática e cheia de ilustrações, a autora conta a história verdadeira de Malala Yousafzai, uma garota que nasceu no vale do Swat, no Paquistão, e desde pequena lutou pelo direito das mulheres irem à escola. Em outubro de 2012, com apenas dez anos, levou alguns tiros a caminho da escola, mas sobreviveu ao ataque. Anos depois, a jovem conquistou o Prêmio Nobel da Paz – além de se tornar um exemplo de como os sonhos podem mudar o mundo.

6. Box – Para todos os garotos que já amei: https://amzn.to/3m6sBlP

Reprodução/Amazon

“Para todos os garotos que já amei”, “Ps.: ainda amo você” e “Agora e para sempre” são livros da trilogia que conta a história de Lara Jean Song, uma garota que escreve cartas de amor para todos os garotos por quem já se apaixonou – mas guarda a sete chaves em uma caixa no seu quarto. Certo dia, essas cartas secretas são enviadas aos destinatários, e a vida de Lara vira de cabeça para baixo.

7. Alice no País das Maravilhas: https://amzn.to/2HjoRyh

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Ao acordar de um cochilo ao pé de uma árvore, Alice se depara com um coelho falante. Curiosa, segue o animal até cair em um buraco, que a leva para outro universo. Agora, a garotinha acaba encontrando um mundo cheio de magia e fantasia, além de personagens que acreditava que existiam apenas em seus sonhos.

8. A Pequena Sereia e o Reino das Ilusões: https://amzn.to/2Hn2ZSI

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Diferente de qualquer história sobre sereias que você conhece, o livro conta a história de Gaia, que sonha em se livrar do controle de seu pai e de um casamento arranjado. Aos 15 anos, sobe à superfície para conhecer o mundo além do oceano, quando avista um rapaz naufragado e decide que precisa conhecê-lo. Mas do que será que ela precisará abrir mão?

9. A paciente silenciosa: https://amzn.to/2T83VwH

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Alicia Berenson tinha uma vida considerada perfeita, até o dia em que matou seu marido com cinco tiros. A partir de então, nunca mais disse uma palavra sequer. Pintora famosa, Alicia sempre se recusou a falar ou dar qualquer explicação sobre a tragédia, e por isso foi levada para o Grove, hospital psiquiátrico de Londres. Enquanto isso, Theo Faber é um psicoterapeuta forense que, há anos, espera uma oportunidade de trabalhar com Alicia. Será que sua determinação pode ajudar a desvendar mistérios?

10. Mulherzinhas: https://amzn.to/2FL2TDS

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Conheça, neste clássico, fortes personagens femininas que marcaram gerações, e todas as suas aventuras, dores, desilusões, perdas e aprendizados. Descubra, finalmente, porque as irmãs March tornaram este livro um dos mais queridos e relevantes da literatura mundial.

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