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Comportamento

Protagonismo, visibilidade e empoderamento de pessoas com deficiência: “Minha cadeira, minha liberdade”

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Protagonismo, visibilidade e empoderamento de pessoas com deficiência: "Minha cadeira, minha liberdade"
Rawpixel/Júlia Rodrigues/Reprodução

No mundo virtual, diversos temas vêm ganhando cada vez mais protagonismo nas redes, dentre eles a acessibilidade e a ressignificação de pessoas com deficiência na mídia tradicional. No mês em que é celebrado a visibilidade da pessoa com deficiência, a todateen conversou exclusivamente com duas personalidades que, de maneiras bastante distintas, rompem diariamente com os padrões de “normalidade” e refutam o tão presente capacitismo – a discriminação e o preconceito social contra pessoas com alguma deficiência.

Heloísa Rocha

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Sergipana radicada em São Paulo, a jornalista Heloísa Rocha tem uma doença rara chamada osteogênese imperfeita, cuja principal manifestação clínica é a fragilidade óssea. No entanto, pesando menos de 20kg e com menos de um metro de altura, Helô é a responsável por criar um dos maiores instablogs de moda, o Moda em Rodas, que têm como objetivo principal auxiliar outras mulheres com deficiência.

Desde pequena interessada no mundo da moda, Helô aprendeu com sua vó e tia a identificar uma peça de qualidade e a conhecer o seu estilo e o seu corpo. “Eu sempre fui uma pessoa muito vaidosa e a minha profissão me exigiu a montar um guarda-roupa que atendesse ao meu perfil e idade, já que minhas roupas são feitas sob medidas ou compradas no setor infantil por conta do meu peso e tamanho.”, conta. “Até então, a minha ligação com a moda era mais no desafio de encontrar peças que servissem em mim e que conseguissem passar a imagem que eu gostaria, ou seja, a de uma profissional adulta.”, revela.

Já formada, ela passou a supervisionar produções de moda e comportamento – o que a exigiu que estudasse mais sobre o tema. Dessa forma, após cobrir algumas edições São Paulo Fashion Week, a moda passou a se tornar uma paixão e fez com que ela começasse a acompanhar de perto cada tendência. “Eu senti a necessidade de criar um projeto pessoal e que, ao mesmo tempo, ajudasse outras pessoas. Analisando, na época, a minha vida, as minhas paixões e o fato de que constantemente outras mulheres com deficiência me procurarem para pedir dicas de moda, eu tive a ideia de compartilhar todo o conhecimento de moda que eu havia adquirido ao longo da vida com o mundo inteiro. E assim nasceu o Moda Em Rodas!”, relembra.

Para Heloísa, a moda foi uma importante ferramenta de aceitação. “Ela me ajudou a conhecer e a amar o meu corpo, independente das curvaturas que tenho em razão das inúmeras fraturas que tive ao longo da vida. A moda me obrigou a experimentar diferentes peças para que eu encontrasse o meu estilo e pudesse encarar o espelho naturalmente.”, conta, explicando que, quando veste uma roupa que a faz se sentir bem e confiante, a deficiência acaba sendo só um detalhe.

“No Moda Em Rodas, eu tento, por meio dos meus looks, passar aos seguidores essa confiança e segurança para que eles, independente ou não de terem uma deficiência, se sintam encorajados a mostrarem seus corpos, suas belezas e imperfeições para o mundo.”, revela.

Ao criar e alimentar uma plataforma tão inspiradora, Helô explica que quer, por meio da paciência e cuidado que teve com ela mesma, mostrar a mesma confiança e os mesmos truques que adquiriu ao longo da vida. “Nem todo mundo teve a sorte, como eu, de crescer em uma família de costureiras e, infelizmente, nem toda menina com deficiência tem a oportunidade de falar sobre moda ou corpo em si com um parente ou uma amiga.”, fala, argumentando que o Moda Em Rodas é apenas para servir como um empurrão.

“É só um incentivo para que elas encarem as suas imperfeições da mesma forma que eu encaro (e muito bem!) as minhas. Corpos e pessoas perfeitas não existem! Nós criamos nossos próprios padrões e não os outros!”.

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Como jornalista, Helô conta que gostaria que a imprensa se renovasse em suas pautas, linguagens e abordagens, já que, no fundo, todos os profissionais da área têm como missão tanto informar quanto educar. “O capacitismo ainda é fortemente presente nas reportagens e isso só reforça o estereótipo de ‘coitadinho’ ou de ‘super-herói’ que carregamos há anos.”, explica. Lembrando que, em sociedades capacitistas, a ausência deficiências é visto como o “normal”, e pessoas com alguma deficiência são entendidas como exceções. A deficiência é, nesse contexto, enxergada como algo a ser superado ou corrigido.

“Como cidadã, eu peço que pais e familiares não repreendam as crianças que perguntam ou que querem chegar perto de uma pessoa com deficiência. Este ato de negação logo na infância fica marcado para sempre e faz com que as pessoas tenham dificuldade em se aproximar de um indivíduo com deficiência e de conviver com ele de forma natural.”, alerta.

Andrezinho Carioca

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Andrezinho Carioca sempre foi apaixonado pelo mar. “Quando eu era militar um tenente do meu pelotão me vendeu uma prancha bem baratinho. Eu tinha 18 anos.”, conta ele, que usa cadeira de rodas há aproximadamente 20 anos. Em 8 de fevereiro de 2012, no Rio Mearim, na cidade do Arari, no Maranhão, se tornou o primeiro cadeirante do mundo a surfar a pororoca – fenômeno natural caracterizado por grandes e violentas ondas que são formadas a partir do encontro das águas do mar com as águas do rio.

Ele já foi atleta de remo adaptado, fez parte da seleção brasileira e dos principais times do Rio de Janeiro. Mas, quando começou a surfar, acabou largando o remo. “A paixão foi tão grande que eu nunca mais parei. É um pouco difícil explicar, mas acho que quando me apaixono é assim…”, conta, falando que, embora não surfe mais profissionalmente, fala com convicção que nunca abandonará o esporte.

André ainda ressalta a importância do esporte para a rotina. “O esporte assim como a arte é uma excelente ferramenta de socialização. Além de ajudar a manter o corpo em melhores condições para as atividades do dia a dia. Esporte é vida!”, exclama ele, que também é apaixonado por música e faz apresentações nos vagões do metrô no Rio de Janeiro.

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Com relação ao seu processo de aceitação, André conta que não teve muita dificuldade em lidar com a nova realidade. “Desde que fiquei sabendo da minha nova condição eu só pensava em me reabilitar e poder viver cada momento que a vida me reserva. Sou apaixonado pela minha vida. Costumo dizer que depois de estar na condição de pessoa com deficiência a vida fica um pouco mais difícil, mas não impossível.”, revela.

André afirma que, no dia a dia, às vezes passa por situações preconceituosas, mas conta que não dá muita importância para elas. “Acredito que se você potencializar isso os preconceitos acontecem com mais frequência. É da natureza do ser humano separar o que é diferente.”, fala.

“Deficiente são as nossas cidades, regiões ou bairros”

É o que Helô sempre diz. “A falta de acessibilidade nas ruas, nos estabelecimentos e nos transportes públicos impedem a nossa circulação e a de existirmos na sociedade.”, conta ela, que reflete sobre os inúmeros desafios que nós, como sociedade, ainda temos que percorrer.

“A dificuldade de poder circular livremente em todos os espaços faz com que o convívio de pessoas com deficiência com os que não têm deficiência seja pequeno. Sem o convívio, as pessoas ainda carregam dúvidas de como agir com o indivíduo e perpetuam ações ou frases capacitistas. É preciso que a sociedade normalize o corpo com deficiência para que suas potencialidades sejam vistas antes da deficiência.”, analisa ela.

André, por sua vez, compactua dos mesmos pensamentos. “Eu acredito que deve ser tudo acessível porque independente das dificuldades de cada um somos todos iguais e devemos ter os mesmos direitos e deveres.”, afirma. Além disso, talvez por conta dessa inacessibilidade, a concepção de que pessoas com deficiências motoras estão “presas” em suas cadeiras de roda ainda é algo bastante propagado.

“Minha cadeira, minha liberdade. Se não fosse minha cadeira de rodas aí sim eu estaria preso: em uma cama, em um sofá ou qualquer outro cômodo que não me levaria a lugar algum.”, ressalta André.

 

“Como alguém pode dizer que está preso em algo que tem a função de levar o indivíduo com deficiência física ao lugar que ele quiser?”, questiona Helô.

Conseguimos perceber, portanto, que um dos principais aspectos a serem combatidos contra os preconceitos com as pessoas com deficiência, é o social. De acordo com a jornalista, mesmo que tenhamos a ideia de que estamos, em geral, livre de tais prejulgamentos, citamos diariamente expressões capacitistas, ainda não sabemos como se relacionar amigavelmente ou afetivamente com pessoas com deficiência por conta da deficiência e suas limitações, por vezes reforçamos a deficiência em descrições ou narrações, além de temos pouquíssimas representações na mídia em geral.

“Queria lembrar a todos que a deficiência é só um detalhe de um todo de um indivíduo e que, por favor, parem de nos classificar em um único grupo, pois, além da deficiência, temos gostos, personalidades, estilos, habilidades e preferências completamente diferentes. Aprenda a olhar a pessoa com deficiência além da sua deficiência!”, finaliza Helô.

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Estilista analisa looks de “Emily em Paris”: confira quais foram as tendências e inspirações!

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Estilista analisa looks de "Emily em Paris": confira quais foram as tendências e inspirações!
Rawpixel/Netflix

Para quem maratonou todos os episódios de Emily em Paris, nova produção da Netflix, já percebeu que as roupas são também uma parte bem importante da série.

Já compilamos os melhores looks usados por Lily Collins, que interpreta e protagonista Emily Cooper, e agora a todateen traz uma análise exclusiva do stylist Luiz Plínio.

+ Teste: quem é você em Emily em Paris?

Confira!

O que acha do estilo da personagem Emily?

Acredito muito no poder que a roupa tem de falar sobre a nossa personalidade, estilo e lifestyle. A Emily veste um estilo impossível para uma publicitária, além de na minha opinião ser um pouco confuso.

Alguns especialistas relacionaram Emily ao estilo “americana que gosta de moda”, mas que não consegue acertar em cheio no “glamour” francês das personagens Camille e Sylvie. O que acha sobre?

Algumas produções até conseguem ostentar um certo poder, mas no geral não existe muito glamour. A Sylvie diz muito sobre a palavra, é uma mulher extremamente chique e transparece isso a cada aparição.

Quais tendências vistas na série você acredita que irão repercutir na moda como um todo e nas lojas de fast-fashions?

Acredito que a mistura das texturas é algo muito marcante nos figurinos, além dessa mistura de cores que estão em alta no momento.

O figurino da série é assinado por Patricia Field, a mesma stylist da Carrie Bradshaw (Sex & The City) e Andrea Sachs (O Diabo Veste Prada). Tendo em vista o sucesso dos looks dessas personagens, você acha que os looks de Emily estiveram à altura?

Faltou um pouco mais de realidade entre as peças e a vida da personagem, conexão no figurino em geral, algumas coisas confusas.

O que muitos comentaram é que os looks de Emily lembravam muito os looks de Blair (Gossip Girl). Entretanto, Gossip Girl foi ao ar 12 anos atrás. Neste caso, você acredita que a moda é atemporal ou que a stylist poderia ter explorado tendências mais atuais ao vestir Emily?

A moda está sempre revisitando o passado e trazendo tendências para o presente. A Emily traz muito algumas referências da atualidade com essa visita ao passado.

Você mudaria algo no figurino da série? Se sim, o quê?

Eu tenho um estilo mais clássico, e acredito que o menos é mais, quando se tem muita ousadia tento equilibrar no restante da composição. Não colocaria tanta mistura nos looks da Emily, já as outras personagens eu gosto bastante das composições .

Como você adaptaria um look de Emily para o dia a dia brasileiro?

Colocando um jeans na maiorias das composições. Deixaria tudo muito mais cool.

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Celebs

Em entrevista exclusiva, diretora do novo “Jovens Bruxas” fala sobre empoderamento de mulheres

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Em entrevista exclusiva, diretora de "Jovens Bruxas" fala sobre empoderamento de mulheres em remake
Rawpixel/Divulgação

Já estamos pra lá de ansiosas para conferir a nova versão do clássico de 1996, Jovens Bruxas – Nova Irmandade, com estreia prevista para o dia 5 de novembro nos cinemas. A continuação promete conquistar novamente o coração do público, trazendo não apenas a sensação de nostalgia, mas refletindo também sobre diversidade e empoderamento feminino.

Com da produção da Blumhouse, o longa será estrelado por Cailee Spaeny, Gideon Adlon, Lovie Simone, Zoey Luna, Nicholas Galitzine e Michelle Monaghan. A direção está nas mãos de Zoe Lister-Jones que, em entrevista exclusiva, a também roteirista discutiu um pouco mais sobre o processo criativo da produção do filme.

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“Raspei a cabeça na sétima série. Sofri muito bullying e agressões de gênero. Eu era uma outsider, como muitos são em momentos diferentes das nossas vidas. Quando Jovens Bruxas foi lançado, foi uma das primeiras vezes que eu realmente me senti vista no mundo da cultura popular.”
, disse Zoe, que relembrou que a produção cinematográfica que a impressionou na adolescência foi o longa-metragem de 1996, Jovens Bruxas (The Craft).

“Toda garota rebelde forjando o próprio caminho busca encontrar a própria comunidade onde possa ser aceita”.

Com isso em mente, a diretora procurou mostrar, em seu novo filme Jovens Bruxas – Nova Irmandade (The Craft: Legacy), para todos os “outsiders” que eles não estão sozinhos. “The Craft era exatamente o que precisávamos em 1996, mas agora estamos em um momento diferente. Precisamos de um filme que aplique o conceito a um elenco de personagens singulares e de um outro tipo. Eu era tão fã do original que queria fazer jus ao título – tive que investigar a fundo o que eu considerava a história mais importante a ser contada hoje no que se refere a mulheres jovens assumindo seus poderes.”, falou.

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Por isso, ao invés de apenas reproduzir, Zoe decidiu também capturar o empoderamento das mulheres – que foi tão importante em sua juventude.

“Sem revelar muito, eu queria fazer um filme sobre mulheres e irmandade, sobre umas apoiando às outras e defendendo umas às outras, sobre aceitar a diferença e encontrar poder nela, mas também sobre a importância da comunidade no lugar do individualismo e o poder que essas personagens adquirem quando encontram seu clã.”, disse. “É sobre formar uma comunidade com as mulheres ao seu redor e envolver os rapazes nessa comunidade, e ver como podemos nos apoiar uns aos outros.”, afirmou ela, que para a produção trouxe para a equipe seu próprio “clã” de mulheres talentosas.

“Com o Instagram e as mídias sociais, há muita pressão agora – e não apenas sobre os jovens, mas sobre todos – para criar uma imagem de perfeição, de como todos nós devemos ser ou agir. Eu queria que Jovens Bruxas – Nova Irmandade (The Craft: Legacy) fosse sobre a aceitação da singularidade – o que torna cada um de nós perfeito são as nossas imperfeições.”, também analisou.

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O lançamento é mais uma opção da Sony Pictures em oferecer um produto inédito neste momento de retomada dos cinemas. Abaixo, o trailer oficial de Jovens Bruxas – Nova Irmandade.

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Beleza

Dossiê Lipo LAD: os riscos, resultados e valores do novo procedimento estético preferido das famosas

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Dossiê Lipo LAD: os riscos, resultados e valores do novo procedimento estético preferido das famosas

Além dos procedimentos que já estamos acostumadas a ver, como preenchimento labial, rinoplastia e prótese de silicone, este ano se popularizou uma nova intervenção estética: a Lipo LAD.

Com o objetivo de definir o abdômen, esse procedimento tem sido a aposta de diversas famosas, que exibem um tanquinho feito à mão, mas raramente falam sobre as complicações que vêm junto com essa barriga definida.

Por isso, a todateen conversou com o Dr. Fernando Amato, Cirurgião Plástico e Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, para entender melhor como funciona a cirurgia e explicar os prós e contras.

Hoje, a exigência para a lipoaspiração aumentou, e os pacientes procuram, além de tratar a gordura localizada, evidenciar mais a musculatura corporal, principalmente do abdômen. A Lipoaspiração de Alta Definição LAD, também chamada de HD (High Definition), busca exatamente isso: evidenciar mais a musculatura corporal e, muitas vezes, criar contornos musculares onde não seria possível aparecer com uma lipoaspiração convencional“, relata ele.

Esse é o caso de Giovanna Chaves, por exemplo. A garota, de 18 anos, já era bem magra mas optou por fazer a cirurgia mesmo assim para mostrar os músculos. Segundo ela, o valor estimado do procedimento varia de 37 a 50 mil reais, fora os custos com o hospital.

recuperação

Em seus stories, Giovanna tem mostrado como está sendo o pós-operatório e diz que nos três primeiros dias é esperado que sinta dor. A garota ainda relata a falta de vontade de se alimentar e os muitos remédios que está tomando para lidar com a dor. No entanto, segundo o Dr. Fernando, não há uma fórmula exata de recuperação para cada paciente.

A recuperação é individual e o pós-operatório é fundamental, com uso de malhas cirúrgicas e drenagens linfática. A primeira semana pode ser mais desgastante, mas melhora conforme vai desinchando. As malhas cirúrgicas podem ser recomendadas por mais de 1 mês e isso dependerá de cada cirurgião“, explica.

resultados

Assim como a recuperação, o resultado também varia e depende de cada indivíduo. Além disso, o doutor explica que a forma com que é feita o pós-operatório também influencia nisso, principalmente se houver ganhou ou perda de peso.

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De como foi o pós-operatório, principalmente se houve ganho ou perda de peso, até mesmo. “Além disso, existe um envelhecimento e desgaste individual da pele, que fazem perder o resultado com o tempo, e dependerão de outros fatores como exposição ao sol e até mesmo alimentação”, ressalta ele.

riscos

Apesar de muita gente querer os bons resultados, e as blogueiras raramente mostrarem as partes ruins, não se pode esquecer que a Lipo LAD continua sendo uma cirurgia e, dessa forma, tem alguns riscos.

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De acordo com o doutor, ela pode trazer algumas complicações, como a perda precoce do resultado, resultado muito artificial ou retrações indesejadas na pele. “Muitos desses problemas acontecem em pacientes que não possuem a melhor indicação para o procedimento ou que ganham peso após o procedimento”, explica o Dr.

Além disso, ele ressalta que a cirurgia não é recomendada para pacientes com doenças e comorbidades e pacientes obesos.

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