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Comportamento

Rowan Blanchard revela que sofre de depressão

A atriz de Garota Conhece o Mundo fez um desabafo em sua conta do Instagram

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A atriz Rowan Blanchard, da série do Disney Channel “Garota Conhece o Mundo”, revelou em sua conta do Instagram que sofre de depressão.

(Foto: Getty Images)

(Foto: Getty Images)

“Quando me encontrei, neste ano em particular, passando por altos e baixos com a depressão, percebi que ao invés de rejeitar e afastar esses sentimentos adolescentes (sentimentos humanos), eu posso aprender a amar a intensidade deles e eu sei que tudo é momentâneo”, ela escreveu.

Na descrição da foto (que na verdade é um vídeo), ela fez um longo texto sobre como é ser uma adolescente nos dias de hoje.

2015 is the most memorable year of my life. It was the first year that I learned how powerful it is to be by yourself- not necessarily in a relationship sense- but to be by myself & be content. I became more forgiving with my own actions. I feel more connected to myself as a person knowing that I will never have it all figured out- and that’s for the better. I developed a camaraderie of versions of myself that I can trust to take care of me when I feel thrown off, which is often. I think I learned (and am still re-learning) that in order to actually spend the rest of your life with yourself contently, you must truthfully fall in love with yourself. I became more unapologetic- I am realizing that we are young and things that may seem like the end of the world now, while still very important, will not be the end of the world in the long run. We can live through them. As I found myself, this year in particular, going through ups and downs with depression, I realized that instead of rejecting and ostracizing these teenage feelings (human feelings), I can learn to love the intensity of them and know that everything is momentary. When I think about this year, I would usually associate it with one specific emotion/adjective (happy, sad, amazing, et cetera), but I can’t- there’s too many. I learned this year that happiness and sadness are not mutually exclusive. They can exist within me at the same time in the same moment. While also becoming more forgiving of myself and my emotions, I became more forgiving of others, specifically other teenagers. I realized that it is really weird to grow up right now, and that maybe I shouldn’t expect other teenagers to have it all figured out if I can’t. I learned how much political events/societal complexes directly affect our lives, and how that can make your life a lot easier or a lot harder. I realized that you don’t always have to think of things you love on a business scale- if you love something, find a way to do it- life is much too short. Now I have to go back to cleaning my room, because my mom thinks I am doing that right now, so maybe my resolution is to clean my room when my mom tells me to. Happy New Year, I love you.

A video posted by Rowan Blanchard (@rowanblanchard) on

Veja a tradução:

2015 é o ano mais memorável da minha vida. Foi o primeiro ano em que aprendi o quanto é poderoso estar sozinha – não necessariamente no sentido de relacionamento – mas estar sozinha e estar feliz. Eu me tornei mais tolerante com as minhas próprias ações. Eu me sinto mais conectada comigo mesmo como uma pessoa sabendo que eu nunca vou saber de tudo – e isso é para o melhor. Eu desenvolvi uma versões de mim em que eu posso confiar para cuidarem de mim quando me sinto confusa, que é com frequência. Eu acho que aprendi (e ainda estou reaprendendo) que para realmente passar o resto da sua vida contente, você deve verdadeiramente se apaixonar por você mesmo. Eu tive menos remorsos – eu percebi que somos jovens e as coisas que podem parecer o fim do mundo agora, apesar de serem muito importantes, não serão o fim do mundo no final. Nós podemos superá-las. Quando me encontrei, neste ano em particular, passando por altos e baixos com a depressão, percebi que ao invés de rejeitar e afastar esses sentimentos adolescentes (sentimentos humanos), eu posso aprender a amar a intensidade deles e eu sei que tudo é momentâneo. Quando penso sobre esse ano, eu normalmente associaria com uma emoção ou adjetivo específico (feliz, triste, incrível, etc.), mas eu não posso – tem muitos. Eu aprendi esse ano que felicidade e tristeza não são mutualmente exclusivos. Eles podem existir dentro de mim ao mesmo tempo. Enquanto me tornava mais tolerante comigo e com as minhas emoções, eu me tornei mais tolerante com os outros, especialmente com outros adolescentes. Eu percebi que é realmente estranho crescer agora e que talvez eu não devesse esperar que os outros adolescentes saibam de tudo, se eu mesma não sei. Eu aprendi o quanto eventos políticos e complexos da sociedade afetam diretamente a nossa vida, e como isso pode deixar a sua vida muito mais fácil ou muito mais difícil. Eu percebi que você nem sempre tem que pensar as coisas que você ama numa escala de negócios – se você ama algo, encontre um jeito de fazê-l0 – a vida é muito curta. Agora eu tenho que voltar a limpar o meu quarto, porque a minha mãe pensa que eu estou fazendo isso agora, então talvez a minha resolução seja limpar o meu quarto quando a minha mãe mandar. Feliz Ano Novo, eu amo vocês“.

Rowan tem 14 anos e foi eleita uma das celebridades feministas mais influentes de 2015.

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Confira 12 itens super fofos para ter no seu cantinho

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2. Organizador Bijoux

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3. Pantufa Sullivan Monstros SA 

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4. Clips, Tilibra, Rosa Pastel, 120 Unidades

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5. Planner Bloco Pólen Semanal, Cicero

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6. Porta-coisas, Estampa Cílios

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7. Almofada Rosquinha Donut 

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8. Chinelo Pzama 

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9. Memory Board + 6 mini prendedores 

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10. Jogo de cama Solteiro Duplo, Cactus 

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11. Luminária de mesa Flamingo 

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12. Varal Luminoso LED, 10 Prendedores 

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Exclusiva: autora nacional Maria Anna Martins dá detalhes sobre seu 1º romance, “Olhos de Gato”

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Exclusiva: autora nacional Maria Anna Martins dá detalhes sobre seu 1º romance, "Olhos de Gato"
Divulgação/Lea Dantas @clickeresenha | Arte: Laura Ferrazzano

Mais uma autora nacional na área. Olhos de Gato é o primeiro romance da escritora nordestina Maria Anna Martins, que conta com muitas envolvimentos amorosos e confusões. O livro, que se passa no Recife, apresenta a vida da personagem Cassandra Moreira, uma jornalista.

Essa é a primeira comédia romântica publicada da autora que já conta com dois livros de contos autorais e um livro infantil pela editora Flyve. Além disso foi indicada duas vezes ao prêmio Strix de literatura. Em entrevista à todateen, Maria Anna falou mais sobre o seu processo criativo e revelou se tem mais novidades vindo por aí. 

+ Como é o processo de criação de capas de livros?
+ Última Página | Ainda é hoje

Confira!

todateen: Você sempre teve vontade de se tornar uma escritora?

Maria Anna Martins: Desde os 10 anos mais ou menos, mas comecei mesmo aos 13, quando escrevi meu primeiro original, hoje guardado a sete chaves, porque era muito menina. Eu sempre quis levar aos outros as milhares de sensações que um livro consegue passar, essa magia maravilhosa presente nas palavras.

tt: Quais são suas maiores inspirações para escrever?

MAM: A vida. Mesmo em histórias de fantasia, em meus contos, eu busco o que poderia ser real, no cotidiano o que poderia gerar uma boa história. Quando escuto uma expressão ou vejo algo legal, já fico pensando “como posso encaixar isso em um livro”? Ou “como eu descreveria isso em uma narrativa”? As histórias estão em todos os lugares.

tt: Quais são seus gêneros favoritos?

MAM: Comédia-romântica, contos e fantasia. Sem sombra de dúvidas. Mas leio de tudo.

tt: Como foi o seu processo de publicar e produzir “Olhos de Gato”?

MAM: A ideia de “Olhos de Gato” surgiu na faculdade, mas só trabalhei nele de verdade depois que me formei. E foi uma delícia escrever. Ainda não estava na Pandemia, então eu ia a uma cafeteria em uma livraria com meu leitor beta, Edmilton Azevedo. Escrevia um capítulo e logo em seguida ele revisava. Ao terminar o original, ainda enviei para uma leitura crítica e revisão, para só então publicar pela editora Sekhmet, que pertence a uma amiga minha. Ela leu os primeiros capítulos quando eu ainda estava escrevendo e declarou: eu vou publicar isso. Fizemos um arranjo, eu a ajudei por uns tempos com questões de comunicação (afinal, sou assessora de imprensa, além de escritora) e ela publicou. Foi uma felicidade!

tt: O plot de “Olhos de Gato” é sensacional. De onde veio a ideia de escrever essa história?

MAM: Foi durante um estágio. Não sei direito como a história veio, só veio. Eu estava no intervalo, então rascunhei o primeiro capítulo e guardei. Eu só sabia que queria escrever algo leve e pensei em uma situação desastrosa para qualquer pessoa. Foi assim que as primeiras frases de Cassandra surgiram.

Divulgação/Lea Dantas @clickeresenha | Arte: Laura Ferrazzano

tt: É incrível ver histórias como essa ambientadas no Brasil, especialmente no nordeste do país. Você sempre quis retratar os acontecimentos no Recife?

MAM: Sim, e vai ter livro novo no Recife (risos). Isso porquê eu sou nascida e criada no Recife. Posso até escrever futuramente sobre outros lugares (tem uma outra comédia romântica no forno que não se passará “só” no Recife), mas vou tentar incluir de alguma forma sempre que der. O Recife tem espaços suficientes para diferentes enredos. Quando a gente conhece e se identifica com um lugar, é muito mais fácil ambientar o livro e fazer os leitores se sentirem próximos de sua realidade.

+ Entrevista: conheça Matheus Maia, autor de “Cartas Para Rê” e outros romances LGBTQIA+
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tt: A Cassandra é absolutamente icônica. Qual a parte que você mais gostou de escrever sobre ela?

MAM: Ah eu me diverti muito com ela! A parte que mais gostei foi de fazer os dramas. Eu queria uma personagem que fosse bem dramática, mas não ficasse chata. Sou de uma família de dramáticos e adorei tornar isso cômico em uma personagem. Faz parte, pessoas pensam assim volta e meia e estar na cabeça de Cassandra, vendo ela se embolar em suas confusões, tentando criar uma personagem que soasse real, que errasse, se arrependesse, amasse, enfim, gerasse empatia dos leitores foi um processo maravilhoso. Eu queria que o leitor sentisse que Cassandra poderia ser uma amiga próxima.

tt: Qual foi o seu maior desafio para dar vida aos personagens?

MAM: Decidir características, criar personagens e torná-los consistentes. Essa é sempre a parte mais difícil. Em um conto, a gente faz isso, mas ele é menor que um romance. No romance sua personagem tem que ser fiel a personalidade dela do início ao fim. Ela pode até mudar ao longo da narrativa, mas precisa ter motivos para isso. Eu fiz ficha de todos os personagens nesse livro, coloquei seus hobbies, livros favoritos, como falam, qualidades, defeitos, sonhos e até mesmo o signo. Nem tudo ficou explícito no livro, mas me ajudou a tentar fazer personagens reais. Além disso, peguei alguns detalhes, traços de amigas e parentes meus e misturei um pouquinho em alguns personagens. Ângela mesmo, foi inspirada na ilustradora Letícia Santiago, que ilustrou nosso primeiro livro infantil “A observadora de sombras”, lançado no fim do ano passado pela editora Flyve.

tt: Qual foi a cena que você mais gostou de escrever?

MAM: A de quando Jana conta seu segredo. Nada de spoilers aqui, mas foi uma cena importante para o livro e tentei ter delicadeza e mostrar apoio entre as amigas. “Olhos de Gato” é um romance, mas também fala muito sobre amizades e companheirismo. Amigues verdadeiros, fazem toda a diferença em nossa vida.

tt: Qual seu maior objetivo com a escrita? O que você mais quer passar para os leitores de suas histórias?

MAM: Emoções. Quero que sonhem, que riam, chorem, que reflitam, que dêem aquele suspiro delicioso de quando terminamos um bom livro e já sentimos saudades de suas páginas. Eu sempre desejei isso, conseguir gerar nos outros a magia que eu sinto quando leio um ótimo livro.

tt: Quais são seus planos para o futuro? Temos mais coisa vindo por aí?

MAM: Com certeza! Estou cheia de planos, inclusive uma fantasia para terminar esse ano e uma nova comédia-romântica para começar, além dos meus contos. Quero encontrar um agente literário e conseguir novas oportunidades. As histórias são infinitas e enquanto eu viver, sempre estarei escrevendo algo.


A comédia romântica está à venda no site da editora Sekhmet, no site da autora e nas livrarias Imperatriz, por R$25. Também está disponível em e-book na Amazon e para assinantes do Kindle Unlimited.

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Cinema e TV

Dorama: saiba tudo sobre a febre dos dramas asiáticos!

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Dorama: saiba tudo sobre a febre dos dramas asiáticos!
Divulgação | Arte: Laura Ferrazzano

Se você costuma fuçar no catálogo dos streamings, é bem provável que já tenha se deparado com a palavra dorama. Mas, afinal, o que são essas produções? Além dos animes, dorama é um outro tipo de conteúdo produzido em países asiáticos que vêm ganhando notoriedade no ocidente, principalmente pelas suas produções caprichadas e pelos temas que abordam.

Seja em forma de seriado ou longa-metragem/live-action, essas produções orientais estão fazendo muito sucesso, encantando o público que gosta de histórias contadas de uma maneira inovadora. Principalmente se forem fãs de animes e mangás, pois muitos doramas são, de fato, baseado neles. Vale ressaltar que, embora no Brasil tenha se tornado senso comum associar os doramas as novelas – como se fossem “novelas japonesas” – as diferenças tanto no formato, quanto no conteúdo, os aproximam mais das séries em termos de definição.

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Os doramas – que possuem esse nome por conta do som da pronúncia japonesa da palavra “drama” –  geralmente são exibidos com um episódio por semana e seguem uma trama mais focada em um grupo específico de personagens, desenvolvendo-os mais a fundo ao invés de se desdobrar em diversos núcleos como as novelas brasileiras.

Além disso, os dorama podem ser desde uma história de comédia romântica, até um mistério, suspense policial, ação, fantasia, entre outros. O que às vezes causa confusão, por conta do nome, mas que não é especificamente um gênero dramático ou triste.

Em entrevista à todateen, Talitha Perissé, editora de aquisições de livros voltados para o público jovem, além de títulos de fantasia, ficção científica e quadrinhos na editora Intrínseca, afirmou que é fundamental que tenhamos acesso a outras culturas. “É muito significativo.”.

Netflix, Disney +, HBO Max e mais: o streaming pode acabar com o cinema e a televisão?

Talitha também trabalhou diretamente com a coleção dos livros “O menino que se alimentava de pesadelos”, “Criança zumbi” e “O cão alegre”, que tiveram origem no dorama It’s Okay to Not Be Okay (Tudo bem não ser normal), um dos hits da Netflix em 2020. As obras, que na produção são escritas pela personagem Ko Moon-young, são os fios condutores da trama que conquistou uma legião de fãs no Brasil e no mundo.

“Como fã de séries e novelas asiáticas, foi um privilégio poder trazer a coleção para o Brasil, e a equipe que trabalhou nos livros, além de ser composta por profissionais supertalentosas, também é muito fã da série. Foi uma experiência muito gostosa trabalhar com tanta dedicação nos livros e depois ver a reação das pessoas. Fez todo o esforço valer a pena.”, contou ela.

Dorama: saiba tudo sobre a febre dos dramas asiáticos!

Tanto o dorama It’s Okay to Not Be Okay, quanto os livros carregam mensagens muito fortes. “‘O cão alegre’ fala muito da solidão e de como nos acostumamos a ficar sozinhos. Essa temática ressoou muito em mim, principalmente agora, no cenário da pandemia, em que tenho sentido ainda mais falta das pessoas e percebido o valor de ter uma rede de apoio.”, contou Talitha, que ressaltou que outros livros na mesma linha, como “A mão e o tamboril“, serão publicados em maio pela editora.

Se tratando de uma enorme responsabilidade com os fãs, a especialista contou que tiveram vários aspectos em mente ao trazer esse títulos. “Manter os projetos gráficos dos livros iguais aos que são vistos na série; que o texto em português fosse fluido, sonoro e fizesse jus à edição em coreano; garantir produtos de qualidade para os nossos leitores e, claro, honrar a mensagem da série.”, explicou.

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Com o movimento #StopAsianHate, principalmente no momento atual de pandemia que vivemos, Talitha refletiu sobre como os livros e outras produções de k-drama podem ajudar a barrar esses pensamentos racistas.

“Precisamos conhecer realidades e culturas diferentes da nossa, sair da bolha e tentar entender as vivências das outras pessoas. Essa é a principal forma de desconstruir visões preconceituosas. Não sei dizer se essas produções ajudam a barrar pensamentos racistas, mas acredito que consumir apenas produções de universos que conhecemos certamente não ajuda. Além disso, o mundo é tão vasto e incrível, e isso fica cada vez mais claro quando nos damos a chance de explorar essa diversidade.”, finaliza.

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