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Entretenimento

Thaynara OG conta como surgem os seus bordões do Snap

A rainha do Snapchat falou até sobre o namô!

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Sefie de Thaynara OG usando blusa branca

Se você é seguidor fiel de Thay OG, dou logo um spoiler: essa garota é ainda mais incrível na vida real. Mas se você não conhece, a dica é correr para o Snap adicionar a maranhense. Diversão e bordões não vão faltar. E tenho certeza de que ela vai ganhar o seu S2 depois dessa entrevista, viu. Kiu!

https://instagram.com/p/BLzDpL8gH5s/

tt: Quando percebeu que o Snap estava dando certo?

Comecei lá em 2012 e eu sempre gostei, é a rede social que eu mais curto. Mas só fui interagir com os seguidores em março de 2016. Fez um ano que deixei minha conta pública. As pessoas me reconheciam na rua, eu percebia que tinha seguidores em todos os estados já. Em janeiro, virou um trabalho, comecei a receber algumas propostas. Aí caiu a ficha, vi que tava ficando sério.

tt: Tudo o que rola em seus Snaps é real? Sua irmã é realmente desastrada? (risos)

Nossa! A Lud é muito. Na verdade, no Snap só mostro o que ela é uns 20%, na vida real é bem pior. E isso eu não consigo mostrar, não estou o tempo todo com ela. Já a minha mãe, ela é barraqueira quando sabe que tem razão. E a Jade é sinistrona, porque ela é velha mesmo. Eu destaco a característica principal de cada um.

tt: Você tem muitos bordões. Como eles surgem?

Os que eu crio, eu falo uma vez e aí vejo que os seguidores vão comentando e repetindo nas redes sociais, só assim eu sei que virou um bordão. O kiu, por exemplo, eu fiz algumas vezes, naturalmente mesmo e vieram me perguntar o que era. Foram eles que transformaram em um.

https://instagram.com/p/BMugm-wABop/

tt: Existe um segredo para bombar no Snap?

Surgir do Snapchat é bem difícil porque você tem que ter o app – que foi ficar popular só agora – e saber que a pessoa existe para seguir. Então, o segredo é ser você mesmo, natural e espontâneo. Não ter vergonha de mostrar seu quarto bagunçado, sua mãe fazendo barraco… Ser gente. Assim as pessoas se identificam vendo você ser o que é, sem criar um filtro. Já passou da fase de idealizar as pessoas. Hoje nós seguimos quem é parecido com a gente. O segredo é esse.

tt: Acho engraçado quando você descobre que alguma celeb a segue. Como é essa sensação?

Eu sempre paro para pensar como foi que a pessoa me descobriu. Então, quando eu a encontro, sempre pergunto: “como é que tu soube de mim?”. A internet me mostrou que não existem barreiras, você pode atingir qualquer pessoa.

tt: O que você sempre quis falar para o poder do kiu?

Que eu sou muito grata e que a gente ainda vai conquistar o mundo. Dominar mesmo. Quem sabe, né… Thay presidente?! (risos).

tt: Conta pra gente um pouquinho sobre a sua relação com o Roni!

Ah! Meu bichinho! Ele é muito lindo! A gente já se conhecia, então ele entende super esse momento e é sempre o primeiro a me apoiar. “Aproveite, se você está feliz, eu também estou”, ele diz. Mas o Roni é bem diferente de mim, é mais na dele, tímido. Em casa todo mundo fala alto e ele fica só ouvindo. Mas essa diferença compõe e ajuda no namoro, pois a gente passa a admirar o outro.

 

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Comportamento

Sororidade: o que é este conceito e porque precisamos falar sobre ele

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Sororidade: o que é este conceito e porque precisamos falar sobre ele
Arte: Laura Ferrazzano

Hoje, dia 8 de março, é comemorado o Dia Internacional da Mulher. Embora seja uma momento de felicitações, é importante lembrar que se trata de uma data de luta e de reflexão. Dentro desse contexto, é comum que diversos termos feministas sejam citados nas redes sociais, viralizando por meio de postagens e outros conteúdos.

Mesmo que essa popularização de conceitos seja, sim, positiva para alcançar mais pessoas, o que acontece é que essas expressões acabam sendo esvaziadas. Encontrando os usuários de maneira superficial e, em alguns casos, esvaziada.

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E, dentre as diversas terminologias que vemos circulando por aí, é exatamente o que acontece com o termo Sororidade. Para entender com mais detalhes sobre esta definição, a todateen conversou com Juily Manghirmalani, Cineasta e Pesquisadora, focando seus estudos em torno de gênero, cinema e raça, com foco nos cinemas indianos.

“Como me entendo mulher cis, parte da comunidade LGBT e também com família Manauara e Indiana, acho que ter diferentes inserções de realidade me fizeram mais crítica às verdades que me eram apresentadas.”, afirmou ela, que sempre foi uma pessoa mais sensível aos problemas sociais. “O feminismo como teoria veio meio tarde, comecei a ter contato real somente na faculdade, quando já tinha cerca de 20 anos.”, relembrou.

A cineasta também comentou que sua trajetória no ensino superior abriu um espaço para aprofundamentos em áreas mais pessoais. “Em vivências, o feminismo está comigo desde muito pequena. Sempre questionei as diferenças entre coisas que podia ou não fazer em comparação aos meninos, sempre fui meio moleque e ficava brava em como tudo me era limitado. Isso também por ter duas famílias muito matriarcais, das quais as mulheres sempre tiveram papéis muito ativos nas decisões, então a ancestralidade também me influenciou muito.”, contou.

No que diz respeito à Sororidade, Juily define: “No dicionário, ela é colocada como uma relação entre irmãs. Nas lutas feministas, essa palavra foi adequada para a união e filiação de mulheres que compartilhavam de ideais parecidos, principalmente no campo político de emancipação e busca por direitos.”.

A sororidade, enquanto aliança política, econômica e cultural entre mulheres, possui um caráter extremamente revolucionário no que diz respeito aos avanços de pautas feministas na sociedade. Porém, por sua constante presença na internet, é um termo que passou por um certo “esvaziamento”.

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“Essa é uma palavra que se tornou fácil na boca das pessoas e vazia de significado efetivo. Como vivemos em uma sociedade tão assimétrica em direitos, como as diferenças estruturais de classe e raça, metrópoles e o campo, periferia, acesso à informação e tudo mais, não tem como pensarmos que esse termo colocará todas as mulheres em um mesmo local de apoio e acolhimento, pois existem outras camadas de influências que movem esses corpos que são não somente o gênero.”, afirma a especialista.

Que continua:

“Em minha opinião, não acho que há necessidade de ressignificar a palavra em si, mas sim trazer à luz a importância da diversidade das construções sociais e das possíveis criações que dali saem. Acredito que nem toda mulher pode abraçar completamente a luta de outra mulher, sem antes colocar classe, sexualidade e raça no caminho, não pelo menos nesse momento que vivemos. Somos todas muito diferentes e precisamos saber até onde nosso braço alcança. A aliança entre as diferenças é de absurda importância, mas precisamos tomar cuidado em não sobrepor ou criar ainda mais atrito entre nós mulheres do que a sociedade patriarcal almeja.”, argumenta.

Na opinião de Juily, a união de um grupo social faz com que ele tenha mais força. “Estarmos unidas conscientemente mesmo em nossas diferenças faz com que cheguemos mais longe. Tanto em eleições, locais de poder, manifestações, acolhimento em situações de violência, empoderamento e tudo mais.”

Uma das estratégias de dominação mais bem sucedidas implementadas em nós, mulheres, é a rivalidade. Para driblar isso, a pesquisadora diz que um desses passos é “mudando a educação dessas mulheres e homens educadores (pais e mães, professores, líderes religiosos etc) que contribuem para essa rivalidade desde o início da vida.”.

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“Se a educação de base nos ensinar que a rivalidade faz parte de uma competitividade que nos diminui e limita, vamos conseguir entender que a vitória da amiga é tão importante quanto a nossa. A coletividade é o que estrutura um movimento e uma libertação, se nos colocarmos contra a outra, estamos também dificultando nosso acesso e crescimento. Entender que não adianta caminhar só e que todas temos papéis sociais na construção de uma vida melhor para as mulheres e outras “minorias”.”

Finalizando, Juily pontua que a discussão de gênero existe há séculos.

“Muitas mulheres criaram pensamentos e reflexões sobre suas realidades e contextos históricos.
Precisamos nos manter atentas ao que já foi conquistado, lutar para que se mantenha e lutar por melhorias.
Precisamos ter memória, ancestralidade e reescrever a história apagada das mulheres.
Entender que somos diferentes em culturas, crenças e necessidades, não somente abraçar um mundo utópico de realização geral quando somos a criação desse desnivelamento todo.
Vamos seguir juntas? Apoiar as nossas e as outras, buscar entender, abrir o coração e a cabeça pro que está por trás do que nos diferencia?”

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Entretenimento

Maria Lina, noiva de Whindersson, expõe ataque de haters: “Ninguém gosta de tu”

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Maria Lina mostra detalhes do chá revelação do bebê que espera com Whindersson Nunes
Reprodução / Instagram

No último sábado (6), Whindersson Nunes e a, agora, noiva, Maria Lina, deram um chá revelação para descobrir o sexo do bebê. O resultado foi revelado pela cachorrinha do casal, que apareceu no local com uma roupa azul, confirmando que a criança será um menino. O dia ainda foi marcado pelo pedido de casamento que Whindersson fez, que emocionou a todos.

Contudo, nem um momento tão bonito como esse foi poupado dos ataques de haters. Em seu Instagram, que é privado, Maria Lina expôs algumas mensagens bem maldosas que vem recebendo.

Neste print, por exemplo, o seguidor a chama de “sem graça e antissocial”.

Reprodução

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“Tô Preocupada”, parceria de Mc Rebecca e Anitta, recebe elogios de Cardi B

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“Tô Preocupada”, parceria de Mc Rebecca e Anitta, recebe elogios de Cardi B
Reprodução/Instagram

A nova parceria de Mc Rebecca e Anitta recebeu elogio de muitos – inclusive de artistas internacionais! Neste domingo (7), Cardi B usou suas redes sociais para elogiar Tô Preocupada pelo Twitter, onde compartilhou um vídeo da dupla reproduzindo a coreografia do novo feat.

“Essa é a minha favorita, Anitta. Eu amo quando ela faz funk”, escreveu a rapper. Veja só:

Ainda não ouviu Tô Preocupada? Então dê o play abaixo para conferir o clipe super bem humorado da parceria:

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