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Transição capilar: inspire-se com a trajetória de Bruna Vieira e Maisa

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Transição capilar: se inspire com a trajetória de Bruna Vieira e Maisa
Reprodução/Instagram

“Você não precisa odiar sua antiga versão para amar a nova. Transição Capilar é liberdade de pentear, modelar ou simplesmente não fazer nada”, diz Bruna Vieira em uma das várias publicações sinceras em que compartilha sobre o seu processo de transição capilar.

Em outubro de 2016, a escritora e influenciadora publicou um vídeo em seu canal do Youtube, anunciando que abandonaria a química e entraria em um processo para buscar seus cachinhos de volta. E, ao longo destes quatro anos, ela conseguiu mostrar que é possível sim ressignificar sua relação consigo mesma – e principalmente com seu próprio cabelo. 

 

Contudo, é preciso lembrar que essa é uma decisão complexa. Dar tchau para a química e voltar a usar o cabelo natural depende de muita paciência com si mesma para compreender que esse processo pode demorar, mas não é impossível! Nesta jornada que lida diretamente com nossa autoestima, é preciso estar confortável com sua decisão, aberta ao autoconhecimento e à aceitação dos seus fios, do jeitinho que eles são.

Do liso moreno de 2016 aos cachos ruivos de 2020, o cabelo de Bruna passou por várias fases, onde ele não necessariamente estava super definido. E tá tudo bem. 🙂 No caso da escritora, parar de fazer procedimentos químicos nos seus fios fez com que o cabelo ficasse forte o suficiente para passar por transformações de colorações, inclusive. 

Veja só um pouco dessa transformação: 

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Em qual dessas fases você começou a me acompanhar aqui? 💛✨

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Dois anos após o início da transição, Bruna compartilhou um pouco de como foi cada fase em sua experiência. Esse tipo de conteúdo é super importante para te motivar a continuar no processo! 


Pelas redes sociais, a influenciadora continua dando dicas sobre produtinhos e técnicas para cuidar com carinho dos seus fios. Bruna bate na tecla da liberdade, para você não ser refém da química e usar seu cabelo do jeito que preferir: seja fazendo uma escova ou definindo mecha por mecha dos seus cachos. 

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finalizando o cabelo para finalizar o dia na quarentena em casa ✌🏻

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E no caso de Maisa, este processo é um pouco mais recente. Diferente de Bruna, que buscou reconhecer mais uma vez seus cachinhos em 2016, a atriz deu start no processo da sua transição capilar em 2018. Desde então, ela parou de faze progressiva e começou a mostrar os momentos bem #VidaReal do seu cabelo, seja com ele úmido ou com os cachos bem definidos.

Pelo Instagram, Maisa já compartilhou uma mensagem bem emocionante sobre o que está sentindo durante o segundo ano do processo, demonstrando muito carinho ao cabelo durante a mudança. “A gente têm passado mais tempo juntos, sozinhos e eu tenho percebido que você é muito legal! Que você nunca quis me machucar, que talvez, eu tenha colocado a culpa de muitas coisas em você”, escreveu.

Confira o relato completo:

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Querido cabelo, estamos em 2020. Eu tenho quase 18 anos e não escrevo mais em diário, na verdade você acredita que meu diário é uma página com 30 milhões de pessoas, várias fotos e vídeos? Pois é… que mundo doido. Tô aqui pra te pedir desculpas. A gente têm passado mais tempo juntos, sozinhos e eu tenho percebido que você é muito legal! Que você nunca quis me machucar, que talvez, eu tenha colocado a culpa de muitas coisas em você (foi sem querer, eu juro). Me desculpe por reclamar tanto de você. Me desculpe por rir das piadinhas que faziam de você, ou por falar coisas piores; acho que cada vez que eu fazia isso, eu me machucava também. Me desculpe por querer você uma hora loiro, ora preto, ora curto, ora longo. Me desculpe por não entender que você não tem que estar do jeito que eu quero, o tempo todo. Me desculpe pelo tempo em que eu quis que você fosse diferente. Me desculpe por sempre te queimar. Me desculpe por esquecer te de hidratar. Me desculpe por ter achado que você era responsável por me fazer sentir bonita… Me desculpe por chorar escrevendo isso, mas é que eu não sei pedir desculpas sem chorar. Por último, eu queria dizer que você deve ter percebido que nos últimos anos a nossa relação mudou né? Poxa, eu te quero de volta, do seu jeitinho, eu juro que eu vou tentar te amar do jeito que você merece. Eu mudei, você mudou e a gente continua unidos. Que lindo isso. Te aceito de volta, você aceita minhas desculpas? Com amor, +A. #transicaocapilar #selflove (pra quem tá com duvida, comecei a transição em junho de 2018)

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Por conta da profissão, a atriz já teve que usar seu cabelo de diferentes formas. Mas, mesmo assim, ela decidiu passar pela transição e mostrou pelas redes um pouco da sua jornada desde o início.

Para te manter ainda mais motivada a passar pela transição capilar, separamos aqui alguns outros perfis para você acompanhar nas redes sociais e tornar esse processo mais leve! #FicaADica

Ana Lídia Lopes

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Qual penteado você usaria essa semana: 1, 2, 3 ou 4? 👇🏼✨

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Duda Buchmann

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• meu cabelo seco se transforma, parece até mágica 💥 vocês preferem que lado? #negrasecrespas inspiração: @toni_macaroni

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Bruna Caixeiro

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Leãozinho❤️

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Daianne Possoly

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Meu Cabelo: após sofrer bullying, Carol Roberto lança novo clipe empoderado

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Meu Cabelo: após sofrer bullying, Carol Roberto lança novo clipe empoderado

Carol Roberto, atriz e cantora teen de 14 anos, acaba de lançar o clipe da música Meu Cabelo, que foi composta por ela após passar por preconceito e bullying por ter o cabelo crespo. O vídeo foi gravado dentro de sua própria casa e contou com a participação de diversos fãs que mandaram vídeos dançando.

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Confira!

Mesmo com apenas 14 anos, Carol já sabe a importância de se posicionar e se expressar.

“Essa música é pra falar sobre você se amar do jeito que você é, se aceitar e ser feliz. Independe do que a sociedade tenta impor como certo, errado, bonito ou feio. Seja feliz, se jogue, tenha seu estilo, seu cabelo como quiser. Liso, enrolado, crespo, cacheado, loiro, colorido, preto, branco, enfim. Seja você sempre!”, comenta.

“Acho muito importante falarmos de assuntos como esses, pois quando eu era criança não conseguia entender o motivo de algumas pessoas fazerem piadas por conta do meu cabelo. Tive pessoas ao longo do meu caminho que me ajudaram a enxergar isso e a chegar até aqui pra contar minha história e tentar incentivar todo mundo a se amar do jeito que é!”, completa.

A artista acaba de lançar também uma revista de colorir como forma de passatempo na pandemia chamada Acredite: Você Também Pode Fazer a Diferença na Vida de Alguém.

Disponível para download gratuito no site dela e também sendo distribuída gratuitamente em algumas instituições sociais, a revista traz assuntos que precisam ser discutidos em nossa sociedade, como o preconceito (cor, sexo, religião), bullying, acessibilidade, etc.

Carol já mostrou em nosso Instagram como ela faz a finalização do seu cabelo para deixar seus cachos cheios de poder, vale a pena dar uma olhadinha!

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Demais, né?

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Foxy Eyes: tendência ou preconceito? Entenda a polêmica por trás da maquiagem

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Foxy eyes“, ou “olhos de raposa” traduzido para o português, é uma tendência de maquiagem também incorporada em procedimentos estéticos que já eram utilizados há muito tempo para ressaltar o efeito “lifting” (em português, “elevar”).

Recentemente, as técnicas começaram a se popularizar por conta de celebridades que se tornaram adeptas. Alexa Demie, Bella Hadid e Kylie Jenner são alguns dos nomes que postaram em suas redes cliques com a make, enquanto no Brasil, a influenciadora Flávia Panavelli foi uma das famosas que procuraram pelo procedimento estético em um consultório de dermatologia.

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Apesar de ter surgido no mercado da beleza como um artifício para esconder possíveis sinais que revelam a maturidade da pele, a tendência começou a ser questionada por pessoas de raízes asiáticas. As técnicas que “repuxam” os olhos normalmente vem acompanhadas de poses que esticam esta região, bem como comentários semelhantes à “asiática por um dia”.

Segundo informações apuradas pelo site Universa, na Coreia do Sul e China intervenções estéticas com efeito contrário aos “foxy eyes” são muito procuradas. Existe um consenso popular em várias regiões do continente asiático de que ter olhos maiores e com “dobrinhas” na pálpebra seriam diferenciais estéticos capazes de favorecer em ocasiões como entrevistas de emprego. Muitas vezes essa intervenção cirúrgica é dada aos jovens como presente de formatura do ensino médio.

O site aponta para cerca de 500 clínicas de cirurgia plástica apenas no distrito de Gangnam, em Seul. A média de operações deste tipo por ano é de um milhão na Coreia do Sul, o que equivale a duas em cada cem pessoas que vivem no país.

Larissa Kim é filha de pai coreano e mãe brasileira com descendência japonesa. Aos 22 anos, a estudante de publicidade não só chama a atenção para o racismo presente na técnica, como também ironia que ela traz diante de um histórico de falta de representatividade.

“Sempre ouvi comentários de que eu tinha que abrir meus olhos ou fazer maquiagens para que meu olhar fosse maior, algo que vinha não só por conta de comentários mas também devido a tutoriais de maquiagem de revista, sites famosos. Uma asiática tinha que fazer uma maquiagem para parecer um pouco mais ocidental, como se a nossa beleza não fosse o suficiente. Acho que [os foxy eyes] é sim uma forma de racismo, principalmente porque quem tem feito essa maquiagem ou procedimento estético são mulheres brancas, e agora que esse grupo começou a enaltecer estes procedimentos que tornam o olhar parecido com o de mulheres asiáticas, então neste momento isso se tornou algo ‘legal’. Por que em uma mulher branca é bonito e em mim é motivo de piada?”.

os perigos do procedimento estético

Outro debate dentro do questionamento aos “foxy eyes” é o risco corrido pelos pacientes que optam por procedimentos rápidos em consultórios de dermatologia. De acordo com a Dra. Fernanda Nichelle, médica pós-graduada nesta especialidade, procedimentos ambulatoriais com o efeito “lifting” buscado pela tendência não são proibidos, mas possuem resultados que não se mostram efetivos a longo prazo.

A médica afirma que tem recebido casos de pacientes que lhe procuram por conta da assimetria e danos muitas vezes irreversíveis, já que os procedimentos são realizados em uma região anatômica complexa.

“O ‘foxy eyes’ é um procedimento muito antigo nas técnicas de estética médica e pode ser abordado de diversas maneiras: de forma ambulatorial, com aplicação de toxina botulínica em musculatura especifica; ultrassom microfocado; fios de sustentação e até mesmo preenchimento na região do terço superior de face. No entanto, muitos médicos alertam que os resultados são muito variáveis. A forma duradoura do resultado deste procedimento se dá de forma cirúrgica, visto que a pele desta região está fortemente aderida ao osso, através de ligamentos que devem ser soltos para um resultado a longo prazo”, pontua a Dra. Nichelle.

existe racismo contra amarelos?

Para elaborar esta matéria, a todateen escutou mulheres que residem no Brasil e possuem famílias com descendência de países do continente asiático. Todas contaram diferentes histórias que se assemelham na descrição de casos relacionados ao preconceito enraizado.

“Como uma mulher amarela, demorei muito tempo para me sentir confortável em relação a maioria dos meus traços que estão relacionados à minha etnia, especialmente os meus olhos. Já ouvi muitos comentários preconceituosas, especialmente na escola. Sempre rolou essa ‘brincadeirinha’ de puxar os olhos para trás, perguntas sobre minha visão. Eu respondia com educação, mas machucava muito. Tanto é que tem uma fase da minha vida que só tem foto arregalando o olho, foi por causa disso”, conta Miwa Kashiwagi, estudante de Relações Internacionais de 19 anos, cuja família é de descendência japonesa.

“Já ouvi comentários preconceituosos em relação aos meus olhos. É muito ruim quando as pessoas te veem como pessoa de fora. As vezes me perguntavam: ‘Você enxerga na horizontal? Você vê duas tarjas pretas como de cinema?’. Isso é muito preconceituoso”, revela Natalia Tiemi Ota, designer de 23 anos com família descendente de japoneses.

O preconceito passado pela população de raízes asiáticas não deixa de ser uma forma de racismo, mesmo que diferente da enfrentada pela população negra no Brasil.

“É muito complicado chamar de racismo o preconceito contra pessoas amarelas, porque a forma de racismo e agressão que é feita em relação às pessoas asiáticas é totalmente diferente da que é cometida contra os negros. Existem micro agressões que nós [membros da população amarela brasileira] sofremos, mas não passamos por agressões físicas, já que não existem pessoas que agridem pessoas por serem asiáticas”, frisa Natalia Ota destacando em sua fala a importância de se reconhecer que o racismo contra a população negra também conta com diversos casos de violência física motivados pela discriminação de cor de pele.

“São dois pesos distintos, o racismo contra amarelos e negros é muito diferente. Para nós ele se dá mais por meio de microagressões e comentários”, completa a designer.

foxy eyes: preconceito ou tendência?

“Acho que os ‘foxy eyes’ podem ser considerados como uma forma de racismo, mas muito mais velada, micro agressiva, e tem tudo a ver com fetichização. O K-Pop e a cultura de países majoritariamente amarelos está entrando no Brasil e fazendo sucesso. Entretanto, diante da falta de consciência racial, as pessoas acabam caindo em um estereótipo, tornando as pessoas amarelas um fetiche. O ‘foxy eyes’ é um reflexo disso. Agora é atraente fazer este tipo de procedimento ou maquiagem, mas se não for em duas semanas, as pessoas vão parar. Enquanto isso, as pessoas amarelas ficam com esses traços, porque não tem o que fazer. Acho que ninguém faz com a intenção de ser racista, mas acaba sendo”, diz Miwa Kashiwagi.

“Achei estranho quando vi essa tendência de maquiagem e o procedimento estético, principalmente por ver nas redes sociais a famosa pose do ‘foxy eyes’, que é dar a ‘puxada’ dos olhos para trás. Isso me deixou extremamente desconfortável. Nunca pensei que uma maquiagem ou pose fosse me deixar tão desconfortável. Este foi um traço que eu demorei muito tempo para aceitar e de repente se tornou ‘maneiro’ porque alguém decidiu, e esse alguém é branco. Especialmente a pose, me lembrou as ‘brincadeiras’ que faziam quando eu era pequena, as pessoas corriam atrás de mim puxando o olho trás”, pontua a estudante de Relações Internacionais.

Larissa Kim completa relembrando o significado por trás da apropriação cultural: “É possível comparar estes procedimentos estéticos e maquiagem ‘foxy eyes’ com fantasias de carnaval que se apropriam de outras culturas, porque o intuito é deixar o olho mais ‘puxado’ e para os asiáticos já é algo natural da beleza. Acho sim que é uma forma de apropriação cultural e as pessoas precisam ouvir mais pessoas que tem lugar de fala, entender porque elas se sentem incomodadas, ter mais empatia“.

yellow face

Este é o termo utilizado para definir o ato de não-amarelos se apropriarem de características relacionados às pessoas amarelas. Fantasias de carnaval que “imitam” vestes tradicionais de países do continente asiático, puxar os olhos para trás, e agora os “foxy eyes”, são exemplos desta tentativa de caracterização preconceituosa.

“No começo, fiquei relutante em considerar os ‘foxy eyes’ como uma forma de yellow face, mas depois de um tempo me deparei com uma discussão bem forte na internet sobre o assunto. Alguém postou uma foto de atores no século XX que na época foram escalados para fazer papeis de pessoas amarelas, o que era comum neste período. Estas fotos de Hollywood mostram vários artistas com essa maquiagem, e ao lado, fotos de pessoas que fizeram o procedimento e a maquiagem. Tem um ‘q’ de yellow face e pode ser comparado à apropriação cultural, já que inclusive as pessoas fazem maquiagens muito parecidas para passar o Carnaval como ‘chinesas’. Isso é horroroso”, lembra Miwa Kashiwagi.

“Mesmo que a pessoa não tenha a intenção de fazer yellow face, ela cai em algo que a gente chama de ‘racialmente ambíguo’. As pessoas na rua não sabem que você fez sem a intenção, eu costumo dizer que a intenção mesmo não importa, porque uma pessoa de fora não tem que saber o que você pensou quando decidiu fazer, o efeito social é o mesmo independente da sua intenção, finaliza a estudante.

E se você quer saber mais sobre o assunto, Miwa Kashiwagi fez um IGTV em seu Instagram para falar mais sobre sua visão como mulher amarela em relação à polêmica.

Vale a pena conferir!

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Marca lança coleção de maquiagem inspirada em Harry Potter e nós queremos pra ontem!

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Já pensou em levar a sua paixão por Harry Potter às maquiagens? Agora você pode, miga! É que uma marca americana de beleza lançou uma linha de makes inspirada na saga de J.K. Rowling (envolvida em polêmicas mil, vale dizer), e nós queremos para ontem!

A linha conta com produtinhos para as unhas, skin care e banho, além de paletas de sombra. O mais legal é que tudo dividido pelas casas dos livros – Grifinória, Sonserina Lufa-Lufa e Corvinal.

Olha só!

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