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Exclusiva: Arianne Botelho fala sobre experiência de atuação em “Tudo Bem No Natal Que Vem”

Exclusiva: Arianne Botelho fala sobre experiência de atuação em “Tudo Bem No Natal Que Vem”
Exclusiva: Arianne Botelho fala sobre experiência de atuação em “Tudo Bem No Natal Que Vem”

Tudo Bem No Natal Que Vem é o novo filme natalino que promete trazer uma visão brasileira da celebração para o catálogo da Netflix. E ao mesmo tempo que o longa propõe momentos divertidos para darmos muitas risadas, também vemos algumas cenas mais delicadas e propensas para nos emocionarmos.

Com grandes nomes no elenco, Arianne Botelho fica responsável por interpretar a doce Aninha, filha do personagem interpretado por Leandro Hassum. Além de acrescentar na perspectiva da comédia da história, a atriz também traz um tema mais delicado para a narrativa, já que ela vive uma mulher vítima do câncer de mama.

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A todateen teve a oportunidade de conversar com Arianne para entender mais sobre como foi interpretar Aninha. No bate-papo, a atriz falou sobre sua relação com o Natal, explicou a decisão de raspar a cabeça para viver a personagem e destacou a importância de tratar da prevenção ao câncer de mama em produções audiovisuais.

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Confira!

Primeiramente, queria te parabenizar pelo trabalho incrível em um filme tão cativante que fala sobre uma data que está se aproximando: o Natal. Qual é a sua relação com o Natal?

Eu sempre gostei muito do Natal. Sempre curti esse feriado, o clima de fim de ano, festas, família reunida. Sempre tenho uma sensação de acolhimento com essa data, principalmente quando estamos todos reunidos, eu e minha família! Gosto das comidas, de como a cidade fica mais iluminada e decorada, de pensar em como foi meu ano, desejar coisas novas e positivas para o ano seguinte… sempre fico com uma sensação bem positiva.

Geralmente, vemos vários filmes internacionais que exploram as festividades dessa época do ano, mas “Tudo Bem No Natal Que Vem” trouxe uma visão da data aqui no Brasil. Como foi para você participar de um filme que explora essa celebração e ainda abre espaço para trazer a perspectiva do nosso país dentro da Netflix?

Fazer esse filme foi um presente pra mim! É incrível pensar que nosso filme está rodando o mundo e mostrando a nossa cultura para vários países do mundo! Todos os filmes de Natal que eu já assisti, eram filmes com neve, clima frio, sem muitas festas… é bom ter um filme brasileiro de Natal, com o nosso calor, com as nossas comidas típicas, com as nossas festas, mostrar para o mundo lá fora como a gente celebra essa data tão importante! Acho isso incrível!

O filme do Especial de Natal do Shrek marcou a infância da sua personagem no longa, a Aninha. Tem alguma produção que te remete a essa celebração e que você curte bastante?

Quando eu era criança, eu amava assistir O Grinch, esse filme me lembra bastante minha infância! Tem um filme da Barbie também que eu já era um pouco maior, mas assistia com a minha irmã mais nova. O nome do filme é: Barbie – A canção de Natal. Adorava ver esse também!

Além dos momentos festivos e engraçados, o filme também traz um tema mais sensível e que merece atenção: o câncer de mama. Qual você acha que é a importância de trazer em produções audiovisuais questões como a importância da prevenção?

Acho importantíssimo falar sobre temas como esse. Hoje no Brasil, o câncer de mama é um dos tipos de câncer que mais acomete mulheres no país. Quando fiz minha pesquisa para a personagem, percebi que muitas mulheres têm medo de fazer os exames de rotina, principalmente quando já fizeram o auto exame e perceberam alguma alteração. É muito importante que se faça o tratamento logo no início da doença, pois as chances de cura são de 95% quando se descobre o câncer de mama precocemente. Além disso, se essa pessoa tem casos de câncer de mama na família, o cuidado precisa ser redobrado! Acho muito importante falar sobre esse e vários outros temas que são importantes para nossa sociedade para alertar e conscientizar. Existe muita desinformação ainda e por conta disso que muitas vezes acontece algo pior. Como foi o caso do filme. Acredito que muitas mulheres que vão assistir o filme, vão pensar sobre esses exames de prevenção.

A equipe de produção do longa-metragem chegou até a produzir uma careca artificial para você utilizar na interpretação da sua personagem, mas você decidiu raspar a cabeça. Por que você tomou essa decisão?

Eu não poderia contar a história da Aninha de outra forma. Eu estava falando de um assunto muito sério, fui entrando nesse universo, vendo mulheres que passam ou passaram por isso é buscando ter empoderamento, além de várias outras mulheres que eu sigo e falam sempre sobre empoderamento feminino e sobre como não somos o nosso físico e que um corpo, um cabelo não me faz mais ou menos mulher, mais ou menos bonita, então isso foi me encorajando e eu fui entendendo que minha vaidade era muito pequena perto do que eu tinha pra passar com a minha personagem. Escolhi raspar para mostrar a verdade, pra me colocar de fato naquele lugar de vulnerabilidade e entrega.

Como foi para você interpretar uma personagem que passa por essa situação? Como foi a experiência de gravar as cenas mais delicadas?

Foi um processo muito delicado. Sabia da responsabilidade em falar sobre esse tema e tomei todo o cuidado possível para parecer a mais verdadeira e real possível. Minha troca com o Leandro [Hassum] foi fundamental para que essa sensibilidade e vulnerabilidade da personagem aparecesse na cena. Foi um processo forte pra mim como atriz, me emocionei de verdade nas cenas e fiquei à flor da pele com todo o processo. Foi muito forte pra mim entrar nesse universo da Aninha.

Qual foi a principal lição que você absorveu depois de interpretar Aninha no longa?

Primeiro foi o fato de eu realmente perceber que eu não sou meu cabelo. Que meu corpo é instrumento do meu trabalho e minha potência como atriz e o que eu tenho para entregar como atriz e como mulher, meu amor pela profissão é muito maior do que qualquer vaidade que pudesse me impedir de fazer raspar minha cabeça para dar vida a Aninha. Segundo que a Aninha me ensinou que a vida é grande, que precisamos celebrar cada momento enquanto estamos aqui, agradecer imensamente por tudo o que temos na vida! Olhar para as pequenas coisas e contemplar, porque Deus está em tudo, está em todos nós! Contemplar a própria existência! Acho que é esse o grande aprendizado que a Aninha me deixou! Celebrar a saúde, a família, os amigos e todos que eu amo é que estão perto de mim.

Falando agora sobre o lado da comédia presente no filme, você poderia contar para gente alguma história engraçada dos bastidores das filmagens do longa?

Não me lembro de uma história específica que eu possa contar, mas eram muitas piadas todos os dias! Eu morria de rir! O ser era sempre muito descontraído e engraçado. Era uma delícia trabalhar com todos!

Qual você acha que é a importância de trazer um filme leve e ao mesmo tempo reflexivo diante do momento atual que estamos vivendo?

Acho que esse filme vem trazendo um quentinho no coração do público! Em tempos tão difíceis como esses em que estamos vivendo, acho que a reflexão que o filme deixa, reforça esse momento de isolamento: aproveitar mais as pessoas que amamos, aproveitar as pequenas coisas da vida, agradecer mais e reclamar menos… Acho que a reflexão do filme casa com a reflexão que estamos tendo nessa pandemia, em não poder estar perto e junto das pessoas que a gente ama!

Você já participou de várias outras séries e novelas. Qual você acha que está sendo os maiores desafios de trabalhar na sua área diante da pandemia?

Bom, nosso trabalho não é algo que dá pra gente fazer de home office por exemplo. Precisamos entrar em contato com outras pessoas para produzir uma cena, um filme, uma novela… Com essa pandemia que estamos enfrentando, é difícil voltar à normalidade sem a vacina. Ficamos muito tempo em isolamento, parados, e agora estamos voltando aos poucos e adotando muitas medidas de proteção, porque nós trabalhamos em contato com o outro. Querendo ou não é muita exposição. São muitos testes que precisamos fazer toda a semana, para ter o mínimo de controle sobre quem está infectado e quem não está. Acredito que só vamos conseguir voltar mesmo a produzir como antes quando a vacina sair.

Você está envolvida em algum projeto futuro que poderia compartilhar com a gente?

Por enquanto não poderei dar muitos detalhes, mas estou sim envolvida com um projeto muito legal que fala sobre mulheres nos tempos atuais e que estamos vivendo. Um projeto pessoal e antigo que estou produzindo com amigos muito queridos e que em breve vou colocar no mundo!

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